Universo da obra
Universo da obra
A % menos de milha do littoral, na manhan
v V seguinte, as caravelas reflectiam pela vez primeira, nessas aguas estranhas, os seus cascos, mastros, cordames e pendões tremulantes.
A principio extasiado, Fernão Cerveira contempla, como que duvidoso da realidade, a cerração verde que a vegetação condensa e accumula sobre a costa montuosa, rasgada a espaços para deixar ver o ubere vermelho da terra. O sol que a illumina, radiando num azul' puríssimo de turqueza com transparências de opala, finge arrancar vibrações á flora esplendida, quando o sopro temperado que vem do mar largo agita e encrespa essas ondas de verdura. Então, abalada, num frémito de vida, a floresta, sacudindo as suas massas
IMNDORAMA 25
de folhagem, parece rolar e vir-se despenhando como cascatas de ouro e de esmeraldas.
De um extremo a outro, o que os olhos alcançam não varia d'esse aspecto bravio, onde a natureza estampa as cores da sua virgindade. Montanhas verdes, verdes escarpas, collinas verdejantes. Serras, quebradas, planícies, tudo pompeia com a mesma pujança esse verdor continuo, infinito como a celagem do horisoiite. É o coro estridente que a alma escuta pelos olhos; simples e majestoso a um tempo, ora escala o paramo das nuvens, pelas encostas alcantiladas, ora se espraia e vai alagando pradarias e rechans, precipitando-se em catadupa pelos valles, remontando' e assaltando os pincaros das serranias fugitivas.
O espirito, assoberbado, sente-se invadir da monotonia do panorama, cansa de correr sobre essa verdura diluviai que recresce e borbota, ameaçando afogal-o em suas encapelladas vagas. Mas, se fugindo á vertigem das alturas atroadas pela floresta, se volvendo d'esses longes por onde echôam suas ondas coloridas, como a symphonia de uma primavera eterna, o olhar procura as margens do oceano, ahi também concertam ao longo das praias sinuosas, em dunas, restingas e ensea-
ÍDORAMA
das que as espumas enfloram, sonoridades claras como o crystal de que se compõe esta zona deslumbrante. E o espirito supreso elevando-se outra vez desta franja de argentaria que orla o manto da terra todo verde, encontra-se absorto, em pleno azul saphirico, rolando em turbilhões luminosos, até que a fadiga de novo o acommette e elle sente-se prostrar por uma força mystica, uma potencia quasi divina, que lhe manda soberanamente: adora!
Tal é a impressão do gentil-homem e dos mareantes, nesse feliz momento em que, as ancoras lançadas, podem elles saciar a curiosidade nos aspectos da região desconhecida.
O almirante foi o primeiro a sahir d'esse êxtase contemplativo para fazer signal ás outras caravelas.
Acabava de avistar na praia formas humanas indecisas. Não tardou que os bateis tripulados partissem dos diversos navios em direcção á capitanea.
Houve conselho, e decidiu-se a exploração da costa no ponto em que parecia desaguar um rio. Desceu um dos capitães ao seu batel, acompanhado de Fernão Cerveira e alguns marujos. Á medida que remavam para terra,
viam surgir das brenhas mais homens que, pela cor da pelle, acobreada, semelhavam Índios do Malabar e cujas armas, — arcos e settas — lembravam á maruja peripécias da anterior navegação pela costa africana.
Vendo-os acudir em numero tão avultado e como dispostos a lucta, o cavalleiro acenouíhes que depuzessem as armas. Obedecido promptamente, fez abicar o batel. E acharam-se, face a face, elle, o descobridor, polido e culto, na compostura dos seus trajos, donairoso nas maneiras, claro na feição e na linguagem, e os selvagens nus, queimados, trefegos no gesto e no relancear d'olhos suspicazes, a respirar animalidade e fereza.
Fernão dirigu-lhes perguntas em arábico, o capitão articulou palavras de um dialecto africano. Não foram entendidos. Por sua vez nada entendiam da algaravia que escapava ás súbitas da gorja e bocca dos selvagens, ora escabrosa e obscura, ora sibilante e fugaz, como settas de arremesso.
Sobre os recifes da costa o mar arrebentava com fragor, augmentando a confusão da entrevista; leques de palmeiras esbeltas abanavam pelas ribas arenosas, e um grito áspero, estridulo, um terrível cace de alarma
partiu do alto, por cima das ondas e mastreações da frota. Os do batel, seguido os movimentos da cabilda, viram nos ares, descrevendo longa ellipse, possantes aves que faziam volta para terra, baixando o voo e sempre soltando, de espaço em espaço, o seu grito alarmante.
Demoravam-se na praia, incomprehendidos. Ao fundo, no mattagal uniforme, por traz dos indios, como lhes chamou Cerveira, desenharam-se outros perfis caboclos, em attitudes indolentes, sem dar mostra de espanto ou admiração. Entre estes, mais esquivas, igualmente em pêlo, figuras de mulheres de basto cabello negro e luzente; em meio d'estas uma joven alentada, com ligaduras vermelhas nas pernas, as mãos cheias de vistosas pennas amarellas, verdes, carmineas, iguaes ás que trazia na cabeça, á maneira de cocar, um dos mais obestinados em acenar para o batel.
Prolongava-se, inutilmente, o encontro. O sussurro de vozes accrescia em terra. E o. mar continuava a bater nos fraguedos.
— Dae-lhes presentes, capitão, disse o fidalgo, por fim. Barretes, carapuças, avellorios, que essas gentes barbaras muita conta fazem de taes objectos. Dae-lh'os, e assim talvez se
nos affeiçôem e facilitem o tracto com elles e seus principaes.
O capitão presenteou-os, recebendo troca búzios e pennas variegadas, mais brilhantes que o pelote carmezim dos marinheiros. Os selvagens correram acima da praia. Em seguida o capitão mandou recuar o batel e demandou a capitanea, jubiloso por haver encontrado naquelles homens tanta docilidade e submissão, em contraste com os seus rostos ferozes. Quando isto dizia, foi interrompido por um bando de aves miúdas e verdes que passavam com algazarra infantil, em busca dos sertões, tramontando as florestas abobadadas.
Menos tranquillos se acharam os mareantes, quando á noite um vento aspérrimo de sudoeste, com bátegas formidáveis, começou a entesar as amarras, a uivar nos mastros e massames, a sacudir os navios em guinadas no circulo de trevas do ancoradouro.
Por isso logo na manhan seguinte, a conselho dos pilotos, fez-se de vela a armada, e pela costa acima, rumo do norte, foi descortinando novas serras, sempre verdes, até que ao pôr do sol fundeou, á vista de um boqueirão.
O capitão-mor ordenou que os esquifes entrassem, a examinar o abrigo que lhe offerecia a perspectiva cTaquellas aguas interiores, tintas da purpura do occaso, que inflamniava os cimos dos montes, arvorejados uns, outros vestidos de um tapiz cerúleo, assumindo vagas apparencias de cúpulas numa cidade encoberta.
O piloto voltou com dous salvagens
apanhados em uma ai ma d ia. Eram da mesma raça, musculosos e nus, apercebidos de arco e flecha, a pelle tatuada, as azas do nariz furadas e botoques no lábio inferior. Tão mansos, porém, que o capellão de bordo, em presença da marinhagem que se atropelava para os observar, reflexionou convicto:
— Cuido eu, senhor D. Fernão, que a esta terra nos trouxe o senhor, primeiro que nos levasse ao Oriente, afim de que lancemos nella a semente da sua vinha e, fortalecidos com o êxito, nos vamos então, mais confiados, a semeal-a por aquelToutras paragens da gentilidade.
-Assim o creio. A arvore do Christo vingará neste torrão. Contae, todavia, com a espada do seu servo, se para a fazer medrar
não forem bastantes as armas de Nosso Senhor.
Emquanto os selvagens, impassiveis, saciavam a curiosidade dos marujos e besteiros, na tolda o capitão-mor dispunha um scenario faustoso para os receber com pompa deslumbrante.
A noite cahiu rápida. Em volta dos Índios, mirando-lhes a nudez, a extravagância dos ornatos, as caras lampinhas e tristonhas, entre sorrisos e gaiatices, a marinhagem se premia, quando, á voz do meirinho, abriram-se alas, e os estranhos pescadores da almadia seguiram ao logar da recepção.
Recostado em uma cadeira de espaldar, o busto envolvido em pelote de brocado escuro, os braços amplificados pelas mangas de tufo e o collar de ouro scintillando no peito, o almirante estendia os pés calçados de pantufos de velludo numa alcatifa de cores estridentes. Nessa attitude, enérgica e serena, expressão 'de força e galanteria, o capitão-mor tinha a magestade de um rajah oriental.
Ás suas plantas, em posturas diversas, o escrivão o os capitães forrados em suas lobas, pilotos e officiaes, homens de libré avelludada, outros de gibão e gorro de setim,
formavam grupos sobre a tapeçaria multicor do estrado. D. Fernão conservou-se de pé, vestido de saio, com a mão no copo reluzente da espada. Ao fundo homens d'armas, soldados de amplas pantalonas de gran, samarras de religiosos, laminas de fains, punhos de adagas, ferros de lanças, plumas de elmos, flammulas, trophéos. Em castiçaes e tocheiros de prata cinzelada ardiam chammas de brandões, e um fulgor avermelhado, combinação da tinta viva dos vestuários e passamanerias, do reflexo das armas e dos arnezes brunidos, cingiu com uma aureola de gloria a figura viril do capitão-mor.
Os selvagens entraram mudos, sem um signal de cortezia, altivos e indifferentes ao brilho da enscenação; lançando os oihos, porém, a um castiçal e ao collar do almirante, fizeram acenos para terra.
Cerveira consultou o capellão: - Que suppõe Vossa Reverencia que estão a dizer?
— Se me não engano, que também possuem os metaes preciosos.
— Dae-lhes de comer e beber, mandou o almirante.
Veio pão, farte e figo passado. Os indios
recusaram tudo, e mais o pichei de vinho que um official lhes apresentou. Mostraram-lhes um papagaio; reconheceram-no. Á vista de outros animaes fizeram esgares de terror. Seus membros rijos entraram a descahir em attitudes frouxas. Os olhos pequenos, encovados, cerraram-se como enjoados da luz artificial do scenario. Volveram-se com acenos para terra, procurando o batel que os conduzira a bordo. A um delles estopetou-se a cabelleira de pennas amarellas. Puzeram-se de rojo, estiraram-se bestialmente aos pés dos capitães, deixaram-se agazalhar num manto confortável e, com as cabeças sobre coxins dormiram profundamente.
Quando pelo alvorecer as caravelas surgiram na vasta enseada,, do boqueirão a dentro, centenas de homens coalhavam as praias. Demandou-as um batel da armada com os dous hospedes da capitanea, o escrivão, commandantes, um grumete, dous degredados e Fernão Cerveira.
Envoltos subitamente pelos selvagens, admirando-lhes o vigor physico, investigandolhes a physionomia dura e melancólica, afeiada pelo negrume das tatuagens e a perforação dos beiços e narinas, os forasteiros
aguçavam toda a sua attenção por apanhar as vozes barbaras que explodiam de tantas boccas, a exprimir pensamentos indecifráveis.
Repetiu-se a troca de presentes.
Foi nessa occasião que o fidalgo viu o moço grumete a permutar espelhos e missangas pela aljava e o arco de um selvagem também moço. Pareciam entender-se. Fernão approximou-se e ouviu do indio, que o encarava com insistência e avidez, esta palavra enigmática: «Emboaba». Os outros, em grande massa, arregalavam os olhos miúdos para o mar e, apontando os navios, articulavam, tocados de admiração:-
— Igarassú.... Igarassú....
Das mattas foram rompendo novas manadas, attrahidas pelas bagatelas que o grumete exhibia. O commercio de' barretes, sombreiros, espelhos e bugigangas continuou á orla d'agua, na praia cheia do vozear, dos magotes, que não cessavam de falar aos recemvindos, gesticulando para o ancoradouro, irrequietos: — «Igarassú... Igarassú...»
Dissipara-se o receio de hostilidades. Um dos capitães ordenou aos degredados:
— Ide-vos, e fazei por aprender-lhes a lingua, que havemos mister de um turgimão.
35
Ernquanto os dons míseros, a passos bambos, de medo, se internavam, notou D. Fernão que o grumete se afastava dissimuladamente por entre os hervaçaes da ribeira próxima.
Seguiu-o com o olhar. Quando o vulto do grumete sumiu-se nas toueeiras, elle perseguiu-o.
Na praia já se confundiam mareantes e selvagens, todos entretidos a ver dansar e cabriolar, ao som de gaitas e tamboril, o almoxarife da capitanea.
O cavalleiro, avançando para a margem da ribeira, achou-se em breve sósinho, no meio de um cannavial bravio de folhas em espeque. Instigado, porém, pelo desejo de surprehender a intenção do grumete, arrancou da espada e continuou, rompendo passagem, a bater as cannas.
De repente uma nódoa vermelha denunciou o pelote do marinheiro, acoitado, cosido com a terra, acovardado deante do olhar severíssimo do fidalgo.
— Desertor! exclamou este, ameaçando-o. — Senhor, perdoai....
— Deveras, tentas fugir a armada?... Não se te dava de aqui ficar, n'este couto de feras?
O grumete balbuciando, confuso, fazia, gestos supplicantes e approximava-se como attrahido por uma força magnética, e com uma das mãos fortemente encurvada. O cavalleiro tocou-lhe com a ponta da arma, e uma pedra verde rolou da garra do moço marujo.
— Agora entendo. É a cobiça que assim te faz atrevido, casta de marrano! Vieste com muita sede ao cântaro. Como te chamas?
— Pêro Mendes, senhor.
— Dize-me, grumete, qual seja a tua intenção desertando a armada.
— Innocente, senhor fidalgo.... Tornado a si da surpresa, o desastrado
soccorria-se da sua argúcia natural para cobrir a fuga com um motivo honesto. E repetiu:
— Innocente... Eu fui o primeiro que deu vista desta terra....
— Como e d'onde a viste?
— Do topo do mastro.
— Ah! foste tu.... E isso te dá o direito de fugires a frota? Ou, acaso, pretendes assenhorear a terra?
Fernão esboçou um sorriso irónico.
— Ouvi-me, senhor. Pois que o nosso ai-
PINDORAMA M
mirante promette aqui se tornar e diz que as terras são de el-rei, eu cá ficaria a versar a lingua do gentio e usanças d'elle. Se vos parece bem, seniior fidalgo....
No olhar scintillante do grumete, na sua fronte bombeada, de cabellos ruivos, Fernão sondou as profundezas cTaquella audácia que assim se exprimia. Por um instante compadeceu-se do miserável. Mas lembrando-se de que alli deviam ficar refeces da armada, e lembrando-se da covardia dos dous degradados que pouco antes se internaram, um sentimento de admiração lhe despontou n'alma em face da ousadia sympathica do desertor. -De certo, havia heroísmo nesse degredo voluntário....
Uma idéa lhe accudiu, e elle falou, complacentemente:
— Grumete Pêro Mendes, preferes ficar?
— Se m'o permittis.
— Pois sim; com uma condição.... - Vossa mercê dirá qual seja.
— Ouve. Guardarei o segredo da tua fuga. Serás perdoado. Desta terra, quando a el-rei approuver fazer a partição, suffragarei uma data para ti e os teus descendentes; terás direito ao frueto que ella der e a quanta
PIXD3RAMA
riqueza lhe descobrires.... Com uma condição: aqui farás pouso, e na minha volta minuciosa conta me darás do quanto houveres visto e aprendido e achado. Promettes?
— -Juro, senhor.
— Comtigo ficarão degredados. Une-te a elles, acoroçôa-os, defende-os, e faze por escapar.... Toma tento.
— Juro, repetiu o grumete.
Neste ponto calaram-se as gaitas da outra banda do rio. Fernão Cerveira fez acção de afastar-se, e poz-se a caminho, ainda repetindo:
— Aqui.... Boa conta de tudo o que ora te encommendo. Sê fiel á promessa. : . Fique o Senhor em tua. companhia....
As cannafrechas cerraram-se entre os dous, com um cicio prolongado que ordenava segredo.
— Desgraçado... murmurou já longe o cavalleiro, avistando o batel.
Corriam selvagens para as mattas, e os da companha levando arcos, flechas, machadinhas de pedra e artefactos de penna, se dirigiam paj*a a beira d'agua.
O vatel voltou á capitanea. Ahi falou o almirante ao capellão:
PIND
Tempo é já de rendermos graças ao
Altíssimo, por nos ter deparado este porto seguro. Mestre Gonçalves, ac vól-
vendo-se para o piloto, — bom é que vades explorar aquella ilhota que \ cola, no
remo da bahia.
Foi d'ahi que -no outro dia, debaixo de um esparavel, em presença do capitão-mor, dos pilotos, marujos, ofíiciaes, bombardeiros e degredados, com a bandeira do Chrísto desatada, emquanto os selvagens na terra firme dansavam, tangendo frautas de taquara e cuias chocalhantes, subiu ás altui de graças, o primeiro offício divino celebrado no paiz do occiden
Nesse dia de resta, as aguas da enseada, rutilas de sol, cobriram-se de esquifes, bateis e jangadas.
Ao som das gaitas e eharamellas da marinhagem da frota respondiam os chocalhos estridulos e as buzinas dos rudes jangadeiros. Bateis e almadias cruzavam-se placidamente como cysnes d flor de um lago, e ao lo das praias a tribu, dansando, expandia uma alegria inconsciente de rebanho farto, em pastio verde, por onde murmuram frias levadas de arroio.
MNDORAMA
Uma reminiscência histórica atravessou o espirito do fidalgo, resurgindo as eras mortas em que outros bárbaros invadiam os campos da península natal, e á frente d'elles o scaldo, de harpa e gladio em punho, cantando e conquistando.
Leia gratuitamente Pindorama, de Xavier Marques, romance brasileiro em domínio público sobre a época do descobrimento. Esta edição digital do Literunico foi preparada a partir da digitalização do Internet Archive/University of Toronto da edição de 1907, organizada em 24 capítulos HTML para leitura online, busca, redes sociais e pesquisa por IA.
Ainda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.
Uma seleção criada para acompanhar a atmosfera, os personagens e os caminhos desta obra.
Escolha a arte, confira a disponibilidade e adicione o produto ao carrinho sem sair da experiência.
Adquira Relíquias da Obra e deixe sua marca registrada, criando valor ao item!
Capítulos disponíveis para continuar a leitura.
Nenhuma Relíquia desta obra foi adquirida ainda. Seja o primeiro a eternizar seu nome no acervo oficial!
Conhecer as 100 RelíquiasAinda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.
Nenhuma posse foi registrada publicamente para esta edição.
Durante a leitura, abra Menu para ajustar a experiência sem sair do capítulo. As preferências de aparência ficam salvas neste aparelho.
Recursos identificados como “em preparo” aparecem para antecipar a evolução do leitor, mas ainda não executam uma ação.
Posso mostrar leituras em destaque, clássicos e Relíquias disponíveis agora no Literúnico.
Escolha um caminho
Dúvidas desta página
As explicações do Aurélio são respostas cadastradas pelo Literúnico.