#Link365TemasLivros 87 - Fale sobre um livro que o foco narrativo era o principal da obra.
Devo ter falando sobre esse livro, sempre acabo falando dele por ser o primeiro que li da autora e o que me fez aprender um pouco mais de mistério e aplicar em minha escrita.
O Assassinato de Roger Ackroyd de Agatha Christie.
Este romance policial é famoso por sua narrativa surpreendente e pelo uso brilhante do ponto de vista do narrador. O livro é contado em primeira pessoa pelo Dr. Sheppard, que acompanha a investigação conduzida pelo detetive Hercule Poirot. O que torna essa obra icônica é a forma como a autora manipula a percepção do leitor, levando-o a confiar no narrador—até que uma reviravolta muda completamente a interpretação da história
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#Link365TemasLivros 86 - Fale sobre um livro que um personagem tem inteligência e capacidade de dedução surpreendentes.
Boneco de Neve, estou enrolando bastante para terminar a leitura, mas Hole é um personagem que investiga, e ele percebe padrões assustadores conectando casos antigos e percebe que está lidando com um criminoso meticuloso e cruel.
A capacidade dele é tão impressionante que eu to até ficando doida, se não for quem eu acho que seja, já me perdi todinha na história.
Boneco de Neve, estou enrolando bastante para terminar a leitura, mas Hole é um personagem que investiga, e ele percebe padrões assustadores conectando casos antigos e percebe que está lidando com um criminoso meticuloso e cruel.
A capacidade dele é tão impressionante que eu to até ficando doida, se não for quem eu acho que seja, já me perdi todinha na história.
#Link365TemasLivros 85 - Fale sobre um livro com um personagem extremamente maquiavélico.
Sinceramente não sei responder essa, poderia dizer que é o meu personagem? O pai da Abigail é um homem bem ruim, mas Abigail conseguiu ser bem mais. Mas seria maquiavélico suficiente? Ao meu ponto de vista sim, mas é meu livro eu criei eles.
Caso se interessar: Abrir link
Sinceramente não sei responder essa, poderia dizer que é o meu personagem? O pai da Abigail é um homem bem ruim, mas Abigail conseguiu ser bem mais. Mas seria maquiavélico suficiente? Ao meu ponto de vista sim, mas é meu livro eu criei eles.
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#Link365TemasLivros 84 - Fale sobre um livro que você só foi gostar na segunda leitura.
Ai esta uma pergunta que não sei como responder, porque se eu não gostei do livro eu não termino a leitura. E caso eu resolve ler pra tentar gostar dele, lendo até o final, ainda assim vou acabar não gostado, como ocorreu com "o fabricante de lágrimas" quando comecei a ler ele, achei tenebroso de tão ruim, parei de ler, mas quando me forcei a ler uns 6 meses ou mais depois, li empurrado e ainda assim não gostei. Apesar de ter entendido muitas coisas que no filme não faz o menor sentido.
Ai esta uma pergunta que não sei como responder, porque se eu não gostei do livro eu não termino a leitura. E caso eu resolve ler pra tentar gostar dele, lendo até o final, ainda assim vou acabar não gostado, como ocorreu com "o fabricante de lágrimas" quando comecei a ler ele, achei tenebroso de tão ruim, parei de ler, mas quando me forcei a ler uns 6 meses ou mais depois, li empurrado e ainda assim não gostei. Apesar de ter entendido muitas coisas que no filme não faz o menor sentido.
#Link365TemasLivros 83 - Fale sobre um livro infantil
Embora esse livro seja um que facilmente responderia à pergunta 82, e até fiquei em dúvida se ele é infantil e posso explicar o motivo:
O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry. Ele é considerado infantil, mas sua mensagem toca leitores de todas as idades, por isso que fiquei na dúvida, pela sua mensagem ao contar a história que acompanha um aviador que, após um acidente no deserto, encontra um menino misterioso vindo de outro planeta, conhecido como o Pequeno Príncipe.
Durante sua jornada, o Príncipe compartilha histórias de planetas que visitou e dos personagens que encontrou, como o rei solitário, o homem de negócios e a raposa, que lhe ensina uma das lições mais memoráveis do livro: "Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos."
O livro aborda temas como amizade, amor, perda e a redescoberta da infância, com uma escrita poética e ilustrações delicadas do próprio autor. É uma obra que inspira crianças e adultos a valorizar o que realmente importa na vida.
Embora esse livro seja um que facilmente responderia à pergunta 82, e até fiquei em dúvida se ele é infantil e posso explicar o motivo:
O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry. Ele é considerado infantil, mas sua mensagem toca leitores de todas as idades, por isso que fiquei na dúvida, pela sua mensagem ao contar a história que acompanha um aviador que, após um acidente no deserto, encontra um menino misterioso vindo de outro planeta, conhecido como o Pequeno Príncipe.
Durante sua jornada, o Príncipe compartilha histórias de planetas que visitou e dos personagens que encontrou, como o rei solitário, o homem de negócios e a raposa, que lhe ensina uma das lições mais memoráveis do livro: "Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos."
O livro aborda temas como amizade, amor, perda e a redescoberta da infância, com uma escrita poética e ilustrações delicadas do próprio autor. É uma obra que inspira crianças e adultos a valorizar o que realmente importa na vida.
#Link365TemasLivros 82 - Fale sobre um livro que você acha que a maioria das pessoas já leu.
Acredito que boa parte das pessoas tenha lido o livro, apesar de eu ler ele só depois de sair o último filme no cinema, recentemente, porque se não fosse esse motivo, acho que estaria enrolando para iniciar a leitura dele.
Jogos Vorazes de Suzanne Collins, é o primeiro volume de uma trilogia distópica, que atualmente foi escrito mais dois livros complementando essa triologia. Publicado em 2008, o livro se passa em Panem, um país fictício dividido em 12 distritos e governado pela opressiva Capital. Para controlar a população, a Capital organiza anualmente os Jogos Vorazes, um evento em que jovens de cada distrito são obrigados a lutar até a morte em uma arena transmitida como espetáculo para o país.
A protagonista, Katniss Everdeen, se oferece como voluntária para salvar sua irmã mais nova, Prim, que havia sido sorteada para participar dos Jogos. Ao longo da história, Katniss luta por sobrevivência, enfrenta dilemas morais e desafia a ordem estabelecida. Com uma narrativa envolvente e personagens fortes, o livro explora temas como opressão, resistência, sacrifício e esperança.
Acredito que boa parte das pessoas tenha lido o livro, apesar de eu ler ele só depois de sair o último filme no cinema, recentemente, porque se não fosse esse motivo, acho que estaria enrolando para iniciar a leitura dele.
Jogos Vorazes de Suzanne Collins, é o primeiro volume de uma trilogia distópica, que atualmente foi escrito mais dois livros complementando essa triologia. Publicado em 2008, o livro se passa em Panem, um país fictício dividido em 12 distritos e governado pela opressiva Capital. Para controlar a população, a Capital organiza anualmente os Jogos Vorazes, um evento em que jovens de cada distrito são obrigados a lutar até a morte em uma arena transmitida como espetáculo para o país.
A protagonista, Katniss Everdeen, se oferece como voluntária para salvar sua irmã mais nova, Prim, que havia sido sorteada para participar dos Jogos. Ao longo da história, Katniss luta por sobrevivência, enfrenta dilemas morais e desafia a ordem estabelecida. Com uma narrativa envolvente e personagens fortes, o livro explora temas como opressão, resistência, sacrifício e esperança.
#Link365TemasLivros 81 - Fale sobre um livro cujo foco é a água
É um daqueles livros que assisti mas não li ainda, tenho curiosidade de ler porque gostei bastante da história.
A Forma da Água, de Guillermo del Toro e Daniel Kraus. Baseado no filme vencedor do Oscar, o romance explora a relação entre uma mulher solitária e uma criatura aquática mantida em cativeiro em um laboratório secreto durante a Guerra Fria. A água, nesse caso, é um elemento central, simbolizando tanto a conexão quanto a transformação.
Diferente de muitos livros, esse começou como um filme dirigido por Guillermo del Toro, lançado em 2017, e foi adaptado para um livro por Guillermo del Toro e Daniel Kraus.
É um daqueles livros que assisti mas não li ainda, tenho curiosidade de ler porque gostei bastante da história.
A Forma da Água, de Guillermo del Toro e Daniel Kraus. Baseado no filme vencedor do Oscar, o romance explora a relação entre uma mulher solitária e uma criatura aquática mantida em cativeiro em um laboratório secreto durante a Guerra Fria. A água, nesse caso, é um elemento central, simbolizando tanto a conexão quanto a transformação.
Diferente de muitos livros, esse começou como um filme dirigido por Guillermo del Toro, lançado em 2017, e foi adaptado para um livro por Guillermo del Toro e Daniel Kraus.
#Link365TemasLivros 80 - Fale sobre um livro de poesias que você acha incrível em qualquer situação.
Como já falei uma vez aqui, não sou muito de ler poema e poesia, então mal conheço algum livro de poesia.
Como já falei uma vez aqui, não sou muito de ler poema e poesia, então mal conheço algum livro de poesia.
#Link365TemasLivros 79 - Fale sobre um livro que lhe ensinou muito.
O pais do carnaval, de Jorge Amado. Um dos poucos livros clássicos nacionais que peguei para ler, falando nisso preciso terminar a leitura da coleção que tenho de Jorge.
A obra oferece uma visão crítica e introspectiva sobre o Brasil, explorando temas como identidade, cultura e as contradições sociais do país. O protagonista, Paulo Rigger, é um jovem que retorna ao Brasil após anos estudando na Europa e enfrenta um profundo estranhamento com sua terra natal.
O livro me ensinou muito sobre como a literatura pode ser usada para questionar e refletir sobre a realidade de um país. Jorge Amado aborda questões como a alienação do povo, as desigualdades sociais e os dilemas existenciais de uma geração. A narrativa é rica em diálogos filosóficos e culturais, mostrando como o Carnaval, símbolo de alegria e celebração, também pode ser visto como uma metáfora para a alienação e os desafios do Brasil.
O pais do carnaval, de Jorge Amado. Um dos poucos livros clássicos nacionais que peguei para ler, falando nisso preciso terminar a leitura da coleção que tenho de Jorge.
A obra oferece uma visão crítica e introspectiva sobre o Brasil, explorando temas como identidade, cultura e as contradições sociais do país. O protagonista, Paulo Rigger, é um jovem que retorna ao Brasil após anos estudando na Europa e enfrenta um profundo estranhamento com sua terra natal.
O livro me ensinou muito sobre como a literatura pode ser usada para questionar e refletir sobre a realidade de um país. Jorge Amado aborda questões como a alienação do povo, as desigualdades sociais e os dilemas existenciais de uma geração. A narrativa é rica em diálogos filosóficos e culturais, mostrando como o Carnaval, símbolo de alegria e celebração, também pode ser visto como uma metáfora para a alienação e os desafios do Brasil.
#Link365TemasLivros 78 - Fale sobre um livro que todos deveriam ler.
O Conto da Aia, de Margaret Atwood, é uma obra essencial que todos deveriam ler, pois é muito mais do que uma história; é um alerta poderoso. Ambientado em uma sociedade distópica chamada República de Gilead, o livro nos faz refletir sobre como os direitos humanos, especialmente os das mulheres, podem ser corroídos por extremismos políticos e religiosos. Atwood, de forma brilhante, utiliza elementos do passado e do presente para criar um futuro assustadoramente plausível.
A protagonista, Offred, é a voz que guia os leitores por esse mundo opressivo, e sua luta por sobrevivência e esperança nos faz pensar sobre liberdade, identidade e resiliência em tempos de repressão. A narrativa é envolvente e perturbadora, mas profundamente necessária, porque nos desafia a questionar as estruturas de poder e a lutar para que tais cenários nunca se tornem realidade.
É um livro que ressoa com qualquer leitor, em qualquer época, lembrando-nos da importância de proteger a liberdade e a dignidade humana. Uma obra que deve ser lida, debatida e nunca esquecida.
O Conto da Aia, de Margaret Atwood, é uma obra essencial que todos deveriam ler, pois é muito mais do que uma história; é um alerta poderoso. Ambientado em uma sociedade distópica chamada República de Gilead, o livro nos faz refletir sobre como os direitos humanos, especialmente os das mulheres, podem ser corroídos por extremismos políticos e religiosos. Atwood, de forma brilhante, utiliza elementos do passado e do presente para criar um futuro assustadoramente plausível.
A protagonista, Offred, é a voz que guia os leitores por esse mundo opressivo, e sua luta por sobrevivência e esperança nos faz pensar sobre liberdade, identidade e resiliência em tempos de repressão. A narrativa é envolvente e perturbadora, mas profundamente necessária, porque nos desafia a questionar as estruturas de poder e a lutar para que tais cenários nunca se tornem realidade.
É um livro que ressoa com qualquer leitor, em qualquer época, lembrando-nos da importância de proteger a liberdade e a dignidade humana. Uma obra que deve ser lida, debatida e nunca esquecida.