dois mundos
sobre a mesa
riso indiscreto
abaixo dela
mão boba
sobre a mesa
caretas
embaixo
carícias
sobre a mesa
a sobremesa
abaixo
uma delícia
sobre a mesa
faces rubras
abaixo dela
impudicos
sobre a mesa
uma conversa
lá embaixo
o grito
sobre a mesa
descontração
por baixo
descontrole
sobre a mesa
olhos desencontrados
embaixo
corpos colados
sobre a mesa
uma mão gesticula
abaixo
a outra ejacula
sobre a mesa
conversa mole
debaixo
o duro e o melado
sobre a mesa
lado a lado
abaixo
trançados
sobre a mesa
transações
debaixo
transa
sobre a mesa
quem diria
logo abaixo
uma orgia!
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É belo, é sensível, é elegante…
É ele: @literunico.
Declamação: setembro de 2024
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Faz do meu peito
trampolim!
Mergulhe em meu ser que
te venera,
pastagem da mais
louca fera
caçando o momento
oportuno em mim!
Faz da minha boca
canção...
Aninha teu gosto
carente
envolve-me com ar
displicente
e devora-me sem medo
ou razão!
Faz do meu corpo
instrumento!
Toca-me com mãos
esfomeadas
entonando canções
aladas
ofertas de doce
alimento
qual mais sagrada
ambrosia!
Faz de mim
o que queres!
Consome, queima
arranha meu peito!
Toma o que é teu
por direito
goza vida
prosa vida
e poesia leito,
partilhando amor
todo dia!
Alberto Busquets.
#Desafio 045
Faz do meu peito
trampolim!
Mergulhe em meu ser que
te venera,
pastagem da mais
louca fera
caçando o momento
oportuno em mim!
Faz da minha boca
canção...
Aninha teu gosto
carente
envolve-me com ar
displicente
e devora-me sem medo
ou razão!
Faz do meu corpo
instrumento!
Toca-me com mãos
esfomeadas
entonando canções
aladas
ofertas de doce
alimento
qual mais sagrada
ambrosia!
Faz de mim
o que queres!
Consome, queima
arranha meu peito!
Toma o que é teu
por direito
goza vida
prosa vida
e poesia leito,
partilhando amor
todo dia!
Alberto Busquets.
#Desafio 045
Feb/14
If Love is always
Brave and eternal,
Would you be
my infinite
"Valiant Time"?
Alberto Busquets.
If Love is always
Brave and eternal,
Would you be
my infinite
"Valiant Time"?
Alberto Busquets.
#desafio 45/365
Ela era um livro,
Desses que a gente lia
Com a alma nua, crua
Exposta.
Estava sempre disposta
A abraçar o mundo
Enquanto seu coração
Sangrava.
E eu, não falava nada
Só observava,
Acompanhava;
Mas eu queria mesmo
Era trocar de lugar com ela,
Absorver toda aquela tristeza
Só para vê-la
Sorrir denovo.
Jusley Naiane
Ela era um livro,
Desses que a gente lia
Com a alma nua, crua
Exposta.
Estava sempre disposta
A abraçar o mundo
Enquanto seu coração
Sangrava.
E eu, não falava nada
Só observava,
Acompanhava;
Mas eu queria mesmo
Era trocar de lugar com ela,
Absorver toda aquela tristeza
Só para vê-la
Sorrir denovo.
Jusley Naiane
Bom dia!
Palavra do dia:
#픸필핆ℝ
Frase do dia:
"O amor é a única flor que desabrocha sem a ajuda das estações."
— Khalil Gibran
Datas comemorativas de hoje, 14 de fevereiro de 2025:
Dia de São Valentim (Valentine's Day)
Dia Mundial do Amor
Dia Internacional da Doação de Livros
Aniversariantes:
Thaila Ayala (1986)
Gregory Hines (1946)
Alan Parker (1944)
Palavra do dia:
#픸필핆ℝ
Frase do dia:
"O amor é a única flor que desabrocha sem a ajuda das estações."
— Khalil Gibran
Datas comemorativas de hoje, 14 de fevereiro de 2025:
Dia de São Valentim (Valentine's Day)
Dia Mundial do Amor
Dia Internacional da Doação de Livros
Aniversariantes:
Thaila Ayala (1986)
Gregory Hines (1946)
Alan Parker (1944)
Relógio
Se eu fosse me prender ao tempo
Ausência
A saudade que você me traz
Quimera
Se eu fosse contar o meu desejo
Vertigem
Desfalecer em vontades absurdas
Silêncio
Se assim fosse
“Agridoce”.
Se eu fosse me prender ao tempo
Ausência
A saudade que você me traz
Quimera
Se eu fosse contar o meu desejo
Vertigem
Desfalecer em vontades absurdas
Silêncio
Se assim fosse
“Agridoce”.
Eu desejo,
Você realiza;
Eu peço,
Você me excita.
Me guia,
O caminho traçado
Pela sua língua;
Mata minha sede
—Não goza ainda—
Meu prazer só termina
Ao seu comando,
Continua me amando
Me explorando;
Eu eu, delirando
Imploro:
— Já posso?
— Pode!
Me fode...
Ahh...
Jusley Naiane
Eu desejo,
Você realiza;
Eu peço,
Você me excita.
Me guia,
O caminho traçado
Pela sua língua;
Mata minha sede
—Não goza ainda—
Meu prazer só termina
Ao seu comando,
Continua me amando
Me explorando;
Eu eu, delirando
Imploro:
— Já posso?
— Pode!
Me fode...
Ahh...
Jusley Naiane
Teu corpo encosta no meu
Me arrepia
O calor sobe
pulsa
queima
O querer é urgente
querido
esperado
Não contesto
Me entrego
Conto os dias
para as mãos se acharem
as línguas duelarem
molhadas
famintas
Sinto o arrepio no ventre
quando tua respiração quente
se espalha pela minha pele
e tuas mãos me puxam
Teus dedos exigem
tua boca pede
marca caminhos na minha carne
Meu corpo responde
arqueia
entregue
desfeito em gemidos
Teu gosto me invade
gruda na minha língua
fica
vicia
como se o mundo lá fora não existisse
Não há silêncio
Só pele
só fôlego
só nós
O cheiro do desejo toma o ar
Cada movimento um verso escrito no meu corpo
Me prendes
me tomas
me rasgas em êxtase
Suave e feroz
Lento e cruel
Até que o prazer me desaba nos teus braços
e você se dissolve na minha boca faminta.
#sexxxtou
Me arrepia
O calor sobe
pulsa
queima
O querer é urgente
querido
esperado
Não contesto
Me entrego
Conto os dias
para as mãos se acharem
as línguas duelarem
molhadas
famintas
Sinto o arrepio no ventre
quando tua respiração quente
se espalha pela minha pele
e tuas mãos me puxam
Teus dedos exigem
tua boca pede
marca caminhos na minha carne
Meu corpo responde
arqueia
entregue
desfeito em gemidos
Teu gosto me invade
gruda na minha língua
fica
vicia
como se o mundo lá fora não existisse
Não há silêncio
Só pele
só fôlego
só nós
O cheiro do desejo toma o ar
Cada movimento um verso escrito no meu corpo
Me prendes
me tomas
me rasgas em êxtase
Suave e feroz
Lento e cruel
Até que o prazer me desaba nos teus braços
e você se dissolve na minha boca faminta.
#sexxxtou
#Desafio 45
Meu Gozo
Começa no teu olhar:
lâmina afiada
rasga-me devagar
saboreando a própria fome.
Tua língua
lufada quente
desfolha minha pele
toma, exige,
não pede licença.
Árvore em cio
explora cada fresta
disseca segredos
saliva minha boca
até que eu me renda.
Teus dedos
raízes rebeldes
escavam, invadem
com a precisão de quem vive o vício
o tormento de ser o toque.
Fazem de mim terra úmida
fértil ao plantio.
Desidrato
fraquejo, cambaleio.
Arrancas-me do chão
desapareces entre minhas coxas
desfazes-me
gota a gota.
Bebo-te
deixo me beber.
Levantas o rosto
olhar de predador
bicho que não se satisfaz.
Lábios úmidos
marcados de mim.
Puxo-te de volta
sugo, mordo.
Sinto meu gosto em tua boca
tua marca de posse
tatuagem que arde na língua.
Quero ver-te derramar,
meu nome escapando rouco
de tua garganta
quantas vezes couber em nós.
E, em cada espasmo teu,
reinvento o prazer e o castigo
porque sabes:
não há redenção
sem pecado.
Crs Ribeiro
Meu Gozo
Começa no teu olhar:
lâmina afiada
rasga-me devagar
saboreando a própria fome.
Tua língua
lufada quente
desfolha minha pele
toma, exige,
não pede licença.
Árvore em cio
explora cada fresta
disseca segredos
saliva minha boca
até que eu me renda.
Teus dedos
raízes rebeldes
escavam, invadem
com a precisão de quem vive o vício
o tormento de ser o toque.
Fazem de mim terra úmida
fértil ao plantio.
Desidrato
fraquejo, cambaleio.
Arrancas-me do chão
desapareces entre minhas coxas
desfazes-me
gota a gota.
Bebo-te
deixo me beber.
Levantas o rosto
olhar de predador
bicho que não se satisfaz.
Lábios úmidos
marcados de mim.
Puxo-te de volta
sugo, mordo.
Sinto meu gosto em tua boca
tua marca de posse
tatuagem que arde na língua.
Quero ver-te derramar,
meu nome escapando rouco
de tua garganta
quantas vezes couber em nós.
E, em cada espasmo teu,
reinvento o prazer e o castigo
porque sabes:
não há redenção
sem pecado.
Crs Ribeiro