Apareceu uma manchinha vermelha no meu globo ocular e a amanhã, pelo visto, terei que marcar um oftamologista para ver o que é isso.
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Boa noite! Bom fim de domingo para todos
O sistema do R$1,00 para quem fizer resenhas de autores cadastrados na plataforma está quase pronto!
#Desafio 277
#Desafio 239
Petição ao Desejo
Requeiro,
liminar,
que teu beijo
seja DEFERIDO.
Executado.
Cumprido.
Em
caráter
IRREVOGÁVEL
(assinado em suor).
Erga omnes.
Corpo,
alma,
LIBIDO.
(Em combustão)
Declaro
INCOMPETENTE
o juízo da razão.
Paixão:
transitada
em JULGADO.
Sem recurso.
Sem apelação.
Tua ausência:
CRIME INAFIANÇÁVEL
no peito rasgado
do meu peito
rasgado
do meu peito…
Ônus da prova?
Teu sorriso.
Produzido
em audiência íntima,
suspiro após suspiro,
gemido…
gemido…
Prova viva,
assinatura líquida,
carimbo do desejo.
Sentença:
AMOR VITALÍCIO
sem prescrição,
sem prazo,
sem súmula vinculante,
sem saída,
sem perdão.
SEM ABSOLVIÇÃO.
Sempre.
Jurisprudência única:
tua boca…
na minha…
na minha…
na minha…
NA MINHA…
Fim.
E ainda não acabou…
(Nunca acabará)
Crs Ribeiro
Petição ao Desejo
Requeiro,
liminar,
que teu beijo
seja DEFERIDO.
Executado.
Cumprido.
Em
caráter
IRREVOGÁVEL
(assinado em suor).
Erga omnes.
Corpo,
alma,
LIBIDO.
(Em combustão)
Declaro
INCOMPETENTE
o juízo da razão.
Paixão:
transitada
em JULGADO.
Sem recurso.
Sem apelação.
Tua ausência:
CRIME INAFIANÇÁVEL
no peito rasgado
do meu peito
rasgado
do meu peito…
Ônus da prova?
Teu sorriso.
Produzido
em audiência íntima,
suspiro após suspiro,
gemido…
gemido…
Prova viva,
assinatura líquida,
carimbo do desejo.
Sentença:
AMOR VITALÍCIO
sem prescrição,
sem prazo,
sem súmula vinculante,
sem saída,
sem perdão.
SEM ABSOLVIÇÃO.
Sempre.
Jurisprudência única:
tua boca…
na minha…
na minha…
na minha…
NA MINHA…
Fim.
E ainda não acabou…
(Nunca acabará)
Crs Ribeiro
#Desafio 224
*Por tudo que há de sagrado*
Aos poderes da água,
do vento, da alma…
Aos ventos intensos,
que bagunçam e acalmam…
Ao firmamento,
apelo sem pausa.
E por tudo que arde aqui dentro,
ergo meu protesto,
contra um sentimento,
que me toma e me arrasta.
Por tudo que penso sem querer,
que entrego ao desejo sem perceber…
Renego a mim mesma,
evitando o sofrer…
e sofro, botando tudo a perder.
Por tudo que há de sagrado,
não quero arder neste pecado!
Penso em partir, sem deixar rastro…
e penso também em ficar aqui
e ver como me saio.
Se ao menos a lua
atendesse meu recado?
Se os deuses me provessem a cura
para este coração desvairado?
Se o saber coubesse no conter,
e não pudesse ser transbordado!
Se existisse uma brecha
no tempo e espaço…
Aqui dentro,
iria viver com um coração libertado…
sem perder mais tempo,
contendo os sentimentos
mantendo-os guardados.
MarU
*Por tudo que há de sagrado*
Aos poderes da água,
do vento, da alma…
Aos ventos intensos,
que bagunçam e acalmam…
Ao firmamento,
apelo sem pausa.
E por tudo que arde aqui dentro,
ergo meu protesto,
contra um sentimento,
que me toma e me arrasta.
Por tudo que penso sem querer,
que entrego ao desejo sem perceber…
Renego a mim mesma,
evitando o sofrer…
e sofro, botando tudo a perder.
Por tudo que há de sagrado,
não quero arder neste pecado!
Penso em partir, sem deixar rastro…
e penso também em ficar aqui
e ver como me saio.
Se ao menos a lua
atendesse meu recado?
Se os deuses me provessem a cura
para este coração desvairado?
Se o saber coubesse no conter,
e não pudesse ser transbordado!
Se existisse uma brecha
no tempo e espaço…
Aqui dentro,
iria viver com um coração libertado…
sem perder mais tempo,
contendo os sentimentos
mantendo-os guardados.
MarU
#Desafio 222
*não nos meus sonhos*
Um pouco mais
do que pensa…
além da amizade,
contemplamento.
Admiração de verdade…
liberdade,
(mais do que mostro),
pensamentos.
E junto,
o medo de tomar liberdades
e bagunçar seus sentimentos.
Não devo,
não posso,
contenho.
Mas não em meus pensamentos,
não nos sonhos que invento…
Ali,
me entrego
e te tenho.
MarU
*não nos meus sonhos*
Um pouco mais
do que pensa…
além da amizade,
contemplamento.
Admiração de verdade…
liberdade,
(mais do que mostro),
pensamentos.
E junto,
o medo de tomar liberdades
e bagunçar seus sentimentos.
Não devo,
não posso,
contenho.
Mas não em meus pensamentos,
não nos sonhos que invento…
Ali,
me entrego
e te tenho.
MarU
Ela não tem começo.
Ela se faz meio.
Ela está além do fim.
E enfim...
arrebenta.
como ar na face,
como água na sede,
como calor na carne.
Seus abismos são meu lar.
Se um dia precisaram de escuridão,
hoje abrimos os braços
e seus olhos fazem voar.
E eu te encontro
na ribanceira do instante,
meu chão, meu espaço,
meu universo infinito.
Há um rio dentro dela:
de relâmpagos,
de vozes presas
que me atravessam
como flechas.
E eu?
sou sua barca em tormenta,
o corpo engolido,
o náufrago grato.
Na incandescência
do que não dói,
queima e cicatriza ao mesmo tempo.
Marca que não pede fuga,
fronteira que me dá raiz.
Ela me arrebata,
me toma,
me explode,
me implode.
E eu imploro que continue.
E tudo me absorve.
Chamar isso de amor?
Impossível.
É mais que nome.
É mais que palavra.
É fúria divina,
incêndio companheiro,
presente impossível.
No corpo:
um terremoto em câmera lenta.
Na alma:
um cortejo de erupções.
No silêncio:
a última música antes da próxima.
Eu, por escolha,
a celebro.
Não com flores,
mais que clichês...
No nosso sangue,
no futuro,
na eternidade da vida.
Pois ela merece
a imortalidade da Felicidade.
Ela se faz meio.
Ela está além do fim.
E enfim...
arrebenta.
como ar na face,
como água na sede,
como calor na carne.
Seus abismos são meu lar.
Se um dia precisaram de escuridão,
hoje abrimos os braços
e seus olhos fazem voar.
E eu te encontro
na ribanceira do instante,
meu chão, meu espaço,
meu universo infinito.
Há um rio dentro dela:
de relâmpagos,
de vozes presas
que me atravessam
como flechas.
E eu?
sou sua barca em tormenta,
o corpo engolido,
o náufrago grato.
Na incandescência
do que não dói,
queima e cicatriza ao mesmo tempo.
Marca que não pede fuga,
fronteira que me dá raiz.
Ela me arrebata,
me toma,
me explode,
me implode.
E eu imploro que continue.
E tudo me absorve.
Chamar isso de amor?
Impossível.
É mais que nome.
É mais que palavra.
É fúria divina,
incêndio companheiro,
presente impossível.
No corpo:
um terremoto em câmera lenta.
Na alma:
um cortejo de erupções.
No silêncio:
a última música antes da próxima.
Eu, por escolha,
a celebro.
Não com flores,
mais que clichês...
No nosso sangue,
no futuro,
na eternidade da vida.
Pois ela merece
a imortalidade da Felicidade.
Toque
Toco…
A pele…
Que arrepia…
Toco.
De forma suave…
Lento.
Percorrendo cada centímetro…
Explorando toda a extensão…
Toque…
Apenas o toque…
A experiência sensorial mais pura…
Que por si só,
Nos guia a sensações únicas.
Respiro fundo,
Fecho os olhos…
E apenas sinto…
O nível, o relevo…
As imperfeições perfeitas…
As marcas nas mãos…
Os nós dos dedos…
Consigo sentir o pelo que se eriça…
E o sangue correndo sob a pele…
Com a mão em seu peito…
Toco.
Sinto o vai e vem da respiração ofegante…
O ar que entra…
O ar que sai.
No toque,
Descubro textura…
Volume…
Curvas…
Encontro pontos sensíveis…
Toco…
Pontos erógenos…
Arrepia…
Nem sempre precisa ser bruto.
Nem sempre precisa ser apressado.
Pode ser com delicadeza…
Ao som de uma música suave,
No ambiente de meia luz…
Olhos vendados…
Guiados apenas pelo toque…
Pele na pele…
Respiro em sua nuca,
Sinto o cheiro…
Enlouqueço-te.
Seus lábios no meu peito…
Me arrepio.
Beijos que marcam,
Mordidas que revelam…
Unhas nas costas…
Arrepio…
Enrijeço…
Apenas com isso…
Dedos ágeis,
Bocas vorazes,
Narizes em brasa…
As roupas já no chão…
Apenas nós dois,
Trocando toques suaves…
Intensos.
Profundos…
Toco…
Onde queima…
Sinto-a escorrer…
E quando me toca,
Endureço…
Me contorço…
No vai e vem…
Sem afastar,
Sem falar…
Apenas gemidos a ecoar.
Nada nos separa…
Apenas dois corpos,
Se tocando…
Se envolvendo…
Explorando…
A mais sensorial forma de amar.
Toque.
Apenas,
Toque.
#
Toco…
A pele…
Que arrepia…
Toco.
De forma suave…
Lento.
Percorrendo cada centímetro…
Explorando toda a extensão…
Toque…
Apenas o toque…
A experiência sensorial mais pura…
Que por si só,
Nos guia a sensações únicas.
Respiro fundo,
Fecho os olhos…
E apenas sinto…
O nível, o relevo…
As imperfeições perfeitas…
As marcas nas mãos…
Os nós dos dedos…
Consigo sentir o pelo que se eriça…
E o sangue correndo sob a pele…
Com a mão em seu peito…
Toco.
Sinto o vai e vem da respiração ofegante…
O ar que entra…
O ar que sai.
No toque,
Descubro textura…
Volume…
Curvas…
Encontro pontos sensíveis…
Toco…
Pontos erógenos…
Arrepia…
Nem sempre precisa ser bruto.
Nem sempre precisa ser apressado.
Pode ser com delicadeza…
Ao som de uma música suave,
No ambiente de meia luz…
Olhos vendados…
Guiados apenas pelo toque…
Pele na pele…
Respiro em sua nuca,
Sinto o cheiro…
Enlouqueço-te.
Seus lábios no meu peito…
Me arrepio.
Beijos que marcam,
Mordidas que revelam…
Unhas nas costas…
Arrepio…
Enrijeço…
Apenas com isso…
Dedos ágeis,
Bocas vorazes,
Narizes em brasa…
As roupas já no chão…
Apenas nós dois,
Trocando toques suaves…
Intensos.
Profundos…
Toco…
Onde queima…
Sinto-a escorrer…
E quando me toca,
Endureço…
Me contorço…
No vai e vem…
Sem afastar,
Sem falar…
Apenas gemidos a ecoar.
Nada nos separa…
Apenas dois corpos,
Se tocando…
Se envolvendo…
Explorando…
A mais sensorial forma de amar.
Toque.
Apenas,
Toque.
#
#Desafio 230
#
Voragem
Teu beijo
não é só boca.
É maremoto
lambendo
a areia
dos meus seios,
calor líquido
infiltrando-se
entre minhas pernas
antes mesmo
de me tocar.
A ideia
da tua língua
me abre
em flor molhada,
acende
cada nervo,
faz o chão
do mundo
tremer.
Respiras
na minha pele.
Meus mamilos
imploram por ti:
erguidos, ansiosos,
sussurram teu nome
hipnose
de fogo.
Sinto
antes do toque.
Me arqueio
antes da posse.
E quando tua boca
enfim
invade
o espaço
entre meu querer
e o teu,
me perco.
Como se
cada nuance
de ti
arrancasse
minha pele
e minha mente
ao mesmo tempo.
Sou um corpo
feito de ondas,
gemidos
e silêncio.
Gozo
que começa nos lábios
e desce
queimando
até onde
minha fome
é mais funda,
até onde
só tu
podes chegar.
Crs Ribeiro
#
Voragem
Teu beijo
não é só boca.
É maremoto
lambendo
a areia
dos meus seios,
calor líquido
infiltrando-se
entre minhas pernas
antes mesmo
de me tocar.
A ideia
da tua língua
me abre
em flor molhada,
acende
cada nervo,
faz o chão
do mundo
tremer.
Respiras
na minha pele.
Meus mamilos
imploram por ti:
erguidos, ansiosos,
sussurram teu nome
hipnose
de fogo.
Sinto
antes do toque.
Me arqueio
antes da posse.
E quando tua boca
enfim
invade
o espaço
entre meu querer
e o teu,
me perco.
Como se
cada nuance
de ti
arrancasse
minha pele
e minha mente
ao mesmo tempo.
Sou um corpo
feito de ondas,
gemidos
e silêncio.
Gozo
que começa nos lábios
e desce
queimando
até onde
minha fome
é mais funda,
até onde
só tu
podes chegar.
Crs Ribeiro