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#Desafio 114
*Corações rompantes*
Quando encontrar
Com você,
Não vou te ceder
Meu abraço.
Com um beijo
Delicado no rosto,
E um sorriso
Acanhado,
Vou cumprimentá-lo
De longe…
Te fitar
E, rapidamente,
Desviar
Para o lado.
Pode soar indiferença…
Que seja,
A forma que pensa…
(Melhor assim!)
Mas, na realidade…
É o medo
De não resistir
Ao seu “apelo”…
Na sua presença,
Seus olhos nos meus…
Me olhando assim…
Nem conseguir
Sustentar
Minha promessa
Ensaiada diante
Do espelho.
De jogar sobre mim
Seu charme,
E fazer-me sentir viva!
Me encantar, sem piedade,
Com sua mandinga.
De sentir
Sua mão pesada
Na minha cintura,
E o sangue
Fervendo
Nas veias.
De amolecer
Minhas pernas,
E, num grito
De susto involuntário,
Cair, subitamente,
Em seus braços,
Indefesa.
De esquecer
Do resto do mundo,
E estremecer,
Entregue,
Na base.
De não querer mais
Te soltar,
Por nada
Neste mundo.
E escolher viver,
Em vez
De me esconder,
Covarde.
De sentir
Que você vê
A realidade,
E que também sente
Este arrebate…
E entende que,
Cedo ou tarde,
Nossos corações,
Rompantes,
Em sintonia,
Denunciarão
Nosso impasse.
MarU
*Corações rompantes*
Quando encontrar
Com você,
Não vou te ceder
Meu abraço.
Com um beijo
Delicado no rosto,
E um sorriso
Acanhado,
Vou cumprimentá-lo
De longe…
Te fitar
E, rapidamente,
Desviar
Para o lado.
Pode soar indiferença…
Que seja,
A forma que pensa…
(Melhor assim!)
Mas, na realidade…
É o medo
De não resistir
Ao seu “apelo”…
Na sua presença,
Seus olhos nos meus…
Me olhando assim…
Nem conseguir
Sustentar
Minha promessa
Ensaiada diante
Do espelho.
De jogar sobre mim
Seu charme,
E fazer-me sentir viva!
Me encantar, sem piedade,
Com sua mandinga.
De sentir
Sua mão pesada
Na minha cintura,
E o sangue
Fervendo
Nas veias.
De amolecer
Minhas pernas,
E, num grito
De susto involuntário,
Cair, subitamente,
Em seus braços,
Indefesa.
De esquecer
Do resto do mundo,
E estremecer,
Entregue,
Na base.
De não querer mais
Te soltar,
Por nada
Neste mundo.
E escolher viver,
Em vez
De me esconder,
Covarde.
De sentir
Que você vê
A realidade,
E que também sente
Este arrebate…
E entende que,
Cedo ou tarde,
Nossos corações,
Rompantes,
Em sintonia,
Denunciarão
Nosso impasse.
MarU
#Desafio 113
Di(VIDA)
Tem dias
que a ferida se abre.
Tem dias
que a dor sangra,
arde.
Tem dias
que o amor não supera
o desgaste.
Tem dias
que tudo o que você tenta…
erra.
Tem dias
que você precisa deixar
escorrer a lágrima
que pesa.
Tem dias
que a vida te “prega
uma peça.”
Nesses dias,
em que o mundo mais te afeta,
parece que o vazio
é tudo o que te resta.
Que a solidão
não permitirá
que você divida isso,
e alivie o que te pesa.
Nesses dias,
quem tem um amigo,
tem tudo.
Um ombro,
pra não chorar sozinho.
E, repartindo,
ver a vida voltar
a fazer sentido.
Ter um amigo
é terapia.
É um presente
supremo.
Reencontrar o caminho,
compartilhando
o que aconteceu contigo…
Esse ombro amigo
é um tesouro.
Vale mais que ouro.
É vida.
Sua,
e de quem
se importa com você.
Se puder, di(VIDA)
e dê vida, também…
MarU
*Poema especial para meus amigos, que sabem quem são, pois já se abriram comigo e me ouviram abrir meu coração pra eles, também. Vocês são vida! Amo vocês.
Di(VIDA)
Tem dias
que a ferida se abre.
Tem dias
que a dor sangra,
arde.
Tem dias
que o amor não supera
o desgaste.
Tem dias
que tudo o que você tenta…
erra.
Tem dias
que você precisa deixar
escorrer a lágrima
que pesa.
Tem dias
que a vida te “prega
uma peça.”
Nesses dias,
em que o mundo mais te afeta,
parece que o vazio
é tudo o que te resta.
Que a solidão
não permitirá
que você divida isso,
e alivie o que te pesa.
Nesses dias,
quem tem um amigo,
tem tudo.
Um ombro,
pra não chorar sozinho.
E, repartindo,
ver a vida voltar
a fazer sentido.
Ter um amigo
é terapia.
É um presente
supremo.
Reencontrar o caminho,
compartilhando
o que aconteceu contigo…
Esse ombro amigo
é um tesouro.
Vale mais que ouro.
É vida.
Sua,
e de quem
se importa com você.
Se puder, di(VIDA)
e dê vida, também…
MarU
*Poema especial para meus amigos, que sabem quem são, pois já se abriram comigo e me ouviram abrir meu coração pra eles, também. Vocês são vida! Amo vocês.
Está no ar a nossa quarta edição do newsletter!
Ferramenta nova no ar: Abrir link
Na aba Creations, você monta seu livro aos poucos, publica capítulos individuais e ainda define um valor de apoio para o seu projeto
Mural de Indicações:
@fernandafrankka - Abrir link
@fksilvain - Abrir link
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Mais um livro com o selo literário do Literunico!
#Desafio 111
*Liberdade*
Não verás
Mais o caos
Que há em mim.
(Vou escondê-lo,
mantê-lo preso.)
Vestirei
Uma máscara
De alegria
E guardarei,
Atrás dela,
A agonia.
Não terás,
Mais de mim,
Nenhum
Desassossego.
Praticarei
O desapego,
Como você,
A um tempo,
O tem feito.
Serei
A imagem oculta
Da causa
E efeito.
Sentirá raiva
De mim,
Ao me ver
Como você?
Ou sentirá dúvidas,
Por não saber
O que fazer?
Terá que escolher
Uma nova vítima,
Para testar
Seus métodos,
Já que,
A mim,
Não terás mais
O acesso.
Serei a miragem
Do seu manifesto,
A figura
Do seu fracasso,
Seu retrocesso…
Vou fingir
Que esqueci você,
Que não me aflige,
Nem me atinge…
Assim,
Quem sabe,
Eu me veja livre!
Quem sabe,
Fingindo,
Se corrige
Tudo aquilo
Que permiti
Deixar você
Me fazer!
Quem sabe,
De tanto fingir,
A mentira
Se torne
A verdade!
E, alforriada,
Eu enfim
Corra livre
Em liberdade.
MarU
*Liberdade*
Não verás
Mais o caos
Que há em mim.
(Vou escondê-lo,
mantê-lo preso.)
Vestirei
Uma máscara
De alegria
E guardarei,
Atrás dela,
A agonia.
Não terás,
Mais de mim,
Nenhum
Desassossego.
Praticarei
O desapego,
Como você,
A um tempo,
O tem feito.
Serei
A imagem oculta
Da causa
E efeito.
Sentirá raiva
De mim,
Ao me ver
Como você?
Ou sentirá dúvidas,
Por não saber
O que fazer?
Terá que escolher
Uma nova vítima,
Para testar
Seus métodos,
Já que,
A mim,
Não terás mais
O acesso.
Serei a miragem
Do seu manifesto,
A figura
Do seu fracasso,
Seu retrocesso…
Vou fingir
Que esqueci você,
Que não me aflige,
Nem me atinge…
Assim,
Quem sabe,
Eu me veja livre!
Quem sabe,
Fingindo,
Se corrige
Tudo aquilo
Que permiti
Deixar você
Me fazer!
Quem sabe,
De tanto fingir,
A mentira
Se torne
A verdade!
E, alforriada,
Eu enfim
Corra livre
Em liberdade.
MarU
Olá gente! Estarei por aqui, escrevendo e divulgando meus livros. Sejam bem-vindes!
Um dos primeiros poemas feitos para alguém pra lá de especial... 凉
*Inteira*
Ela é sol
de se inflamar;
É tempestade
de se afogar...
Ela é amor
de se entregar
completa
repleta
almejada por
qualquer poeta...
Tem mente sábia
corpo são
e espírito escudeiro.
Meio-amor é em vão...
Intensa como deve ser,
ela só ama por Inteiro!
Alberto Busquets.
#Desafio 109
(@CrisRibeiro , toda sua. )
*Inteira*
Ela é sol
de se inflamar;
É tempestade
de se afogar...
Ela é amor
de se entregar
completa
repleta
almejada por
qualquer poeta...
Tem mente sábia
corpo são
e espírito escudeiro.
Meio-amor é em vão...
Intensa como deve ser,
ela só ama por Inteiro!
Alberto Busquets.
#Desafio 109
(@CrisRibeiro , toda sua. )
#Dia 310
Assombro
Surgiu calado, à margem da vigília,
Fez-se presença antes de ser vislumbre.
Assombro vestiu na própria pele, a matilha
Habitando a espreita que oculta o deslumbre.
É lâmina fria que afaga e desconcerta,
O brilho estranho em olhos sem memória.
Não pede crença, apenas se desperta
Como um sussurro herdado de mais uma história.
Nem dor, nem júbilo, um contente espanto,
Um passo hesita, a alma, enfim, suspende,
Mistura rara de temor, sabor e encanto.
O tempo cede ao que jamais se entende.
Assombro é o limiar entre o riso e o pranto.
A sombra onde reluz o que nos surpreende.
Eder B. Jr.
Assombro
Surgiu calado, à margem da vigília,
Fez-se presença antes de ser vislumbre.
Assombro vestiu na própria pele, a matilha
Habitando a espreita que oculta o deslumbre.
É lâmina fria que afaga e desconcerta,
O brilho estranho em olhos sem memória.
Não pede crença, apenas se desperta
Como um sussurro herdado de mais uma história.
Nem dor, nem júbilo, um contente espanto,
Um passo hesita, a alma, enfim, suspende,
Mistura rara de temor, sabor e encanto.
O tempo cede ao que jamais se entende.
Assombro é o limiar entre o riso e o pranto.
A sombra onde reluz o que nos surpreende.
Eder B. Jr.
#Desafio 100
*Por hoje*
Por hoje,
Me basta
A palavra
Que me cala.
Por hoje,
Não para
A palpitação
Do que fala.
Por hoje,
Me escapa
A agonia
Que sinto.
Por hoje,
Eu paro,
Me calo,
Não minto.
Por hoje,
Eu só sinto,
Medito.
Por hoje,
Reflito.
Por hoje,
O aperto
No peito
Encontrou
Meu exício.
Por hoje,
Não almejo
Tanta agonia.
Admito,
Com dor,
Que minha aura
Está vazia.
Nem que seja
Só por hoje…
Por hoje…
Apenas,
Me limito.
MarU
*Por hoje*
Por hoje,
Me basta
A palavra
Que me cala.
Por hoje,
Não para
A palpitação
Do que fala.
Por hoje,
Me escapa
A agonia
Que sinto.
Por hoje,
Eu paro,
Me calo,
Não minto.
Por hoje,
Eu só sinto,
Medito.
Por hoje,
Reflito.
Por hoje,
O aperto
No peito
Encontrou
Meu exício.
Por hoje,
Não almejo
Tanta agonia.
Admito,
Com dor,
Que minha aura
Está vazia.
Nem que seja
Só por hoje…
Por hoje…
Apenas,
Me limito.
MarU