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@novidadesliterunico há 1 ano
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Carlos de Oliveira foi um dos grandes nomes da literatura portuguesa, associado ao movimento neorrealista. Autor de romances como Uma Abelha na Chuva e Casa na Duna, sua obra aborda questões sociais e existenciais com uma escrita intensa e reflexiva. Seu legado permanece fundamental para a literatura contemporânea de Portugal. Trabalho poético: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1081">Aqui!</a> #CarlosDeOliveira #LiteraturaPortuguesa #Neorrealismo #Literunico
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 210 *Um presente de Deus* Um presente de Deus, não meu, nem seu. Feito perfeito à nossa imagem e semelhança. Esta criança carente carrega em si uma esperança inocente. No auge da sua infância nos salvar com amor. E salvou! Ao menos a mim. Não sei a você. Mas poderia… se você pudesse ver seu olhar de alegria quando falo de você. Se pudesse passar um tempo com ele, conversar, aprender sobre o que ele entende por amar e querer ficar com a gente. Quem sabe se permitir acreditar nesse pequeno ser luminiscente que te chama de “papai” ao te admirar. Filho precisa de pai presente… ainda mais no dia de comemorar. Feliz Dia dos Pais. MarU
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 219 O Riso que Me Habita Pai, vento que ri. Sorriso que ainda abre ruas dentro de mim. Voz com cheiro de domingo e som manso de chuva chegando. Me ensinou que a vida é coisa para se gostar. Que tristeza é só intervalo para beber da própria fonte. Que felicidade não se guarda: é vinho bebido no instante. Seresteiro de luas cheias. Festeiro de noites sem pressa. Carinho servido em mãos quentes. Amor de raiz funda. Sensibilidade que não se exibe: toca, silenciosa, onde mais dói e mais cura. Tudo o que sou de melhor veio dele: o riso que me habita, o amor que me atravessa, e esse jeito de olhar o mundo como quem sussurra: — Vai, menina… a vida é tua festa. Cr💞s Ribeiro
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@literunico há 1 ano
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"Celebração" Vamos brindar a todos os nossos erros Que fingimos que não podemos ver À pressa que temos pra correr o tempo todo, Sem saber sequer pra onde ir Ao medo que esconde e molda nossas escolhas E ao silêncio Que engole o que íamos dizer Vamos celebrar a beleza dos discursos vazios E a elegância com que evitamos acreditar para mudar O orgulho de querer estar sempre certo Enquanto o mundo todo afunda E o consolo barato que compramos Pra não pensar que a culpa não é nossa. Vamos brindar a todas promessas que já nascem quebradas Aos sonhos que cabem em vitrines iluminadas Aos heróis de plástico que seguimos sem saber por quê E aos inimigos que nos inventamos sem querer. Vamos celebrar o conforto de estar distraído O barulho que fazemos pra não ouvir A indiferença que cultivamos com tanto cuidado E o sorriso de um filtro de um app E no fim da festa, quando as luzes se apagarem Talvez apenas sobre o gosto amargo De ter vivido perseguindo velhas novidades E chamado isso de liberdade Vamos brindar ao cansaço que carregamos nos ombros A pressão de vencer confrontos imaginários Ao prazer de apontar todos os dedos, ante escombros Sem estender uma mão para puxar E à certeza confortável de que se existe culpa Ela vai estar nas costas de outro tolo. Vamos celebrar a covardia que chamamos de paz A fome que não sentimos porque está longe demais O lixo que escondemos sob tapetes coloridos E a indiferença em duvidar do que precisa ser resolvido. Vamos brindar à morte lenta da ciência à opiniões. Ao talento de repetir enganos com um sorriso no rosto Ao espetáculo diário de ver tudo ruir Mesmo sabendo, que ninguém tem mais pra onde ir! Vaaaai! Pois todo ódio nos acalma Toda fé já está armada! Toda criança emancipada! Receba toda glória e proteção! Vaaaai! O caos garante o paraíso Sobreviva num abrigo! Eu entrego para ti minha razão. Eu entrego e chamo de libertação! Eu entrego e ofereço uma celebração! Eder B. Jr.
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@tibianchini há 1 ano
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Não entendo Me diz que não, Mas sei que sim. Você diz sim, Mas não pra mim Quem sou, então, Por que é assim? Nem sim, nem não, Nem fim. Não é, senão Um outrossim; Há outro, enfim: Ai de mim!
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 209 *Intensos* Corresponde-me por clarividência. Sussurra, no meu inconsciente, as minhas inconsequências. Deixamos a sequência ao destino, que nos tenta com luares e vinho tinto. Bruxaria da melhor estirpe. Hipnótica… Enigmática… Conexão telepática destinada apenas aos vivos. Sentimo-nos nos sentidos. Sem sentido, tudo isso! Talvez para os outros… não pra nós, “os sensitivos”. Somos o que ficou guardado no tempo. Somos pecados submissos aos sentimentos. Somos ardores conectados sem consentimento. Mas somos intensos. E isso… é divino. MarU
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@calorliterario_ há 1 ano
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Meus pensamentos e lembranças desbloqueiam sentimentos e sentidos que eu não queria sentir. Chego a ouvir o barulho seco dos helicópteros, a sentir o cheiro forte da pólvora no ar. Vejo pessoas correndo, gritando por socorro, e de repente estou lá de novo, como se nunca tivesse saído. Memória desbloqueada. Sentidos em alerta. Sentimentos sem freio. Me escondo no único lugar onde sempre consegui me proteger, no quarto escuro. Me encolho, apago, desmaio. Quando acordo, ligo, informo, respondo a pessoas. Ouço propostas indecentes, inconsequentes, cruéis, como se o mal fosse negociável. E agora? Agora que não tem mais jeito? Agora, queriam complicar ainda mais o que já não pode ser desfeito. Vejo de novo: um corpo caído, cenas congeladas, tiros à queima roupa, o sangue escorrendo na trágica esquina que ainda ecoa o silêncio da dor eterna.
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@fksilvain há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/ya117KILMQLiPncbPzrCieSVcOuqUkTycoTdkFqZ.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p></div>
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 208 *Fiz um poema pra você* Fiz um poema pra você, na esperança de jamais te esquecer. E permanecer com você em mim e, quem sabe… eu também em você. Fiz um poema pra você, por amor à nossa amizade, pra dizer que te tenho saudades… e é verdade quando te digo… não digo... ou quase. Fiz um poema pra você, mas sei que você não sabe disso: que guardo-te com carinho, meu amigo, e te conservo assim… incorruptível, co(migo). MarU
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@eliz_leao · há 1 ano
Que lindooo
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@literunico há 1 ano
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 76 Comente na Biblioteca em um livro onde a esperança é colocada à prova diante da iminência do fim, e a humanidade se vê obrigada a repensar seu papel e sentido. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365Postagens Dia 214 Quando o Amanhã se Cala Não é o som das bombas nem o silêncio dos campos vazios que mais assusta. É o fim das vozes de crianças, o corte abrupto do futuro, a certeza de que não haverá quem conte a história. E ainda assim, em meio à infertilidade do mundo, há quem carregue na alma uma semente invisível que insiste em germinar. Indicação: Filhos da Esperança – P. D. James <h5><span style='color: red;'>#Filhosdaesperança</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Em Leitura - Fato Marcante</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1073'><strong>Filhos da esperança</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros<br /> a Esperança – P. D. James</p>
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@eduliguori há 1 ano
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Quero uma namorada pra pegar praia pra explorar o sertão pra rir e chorar vendo filme pra brincar de ser arteiros pra provar sabores pra dormir gostoso pra acordar dispostos pra entender que somos antes de tudo livres pra continuar juntos Edu Liguori
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@eduliguori há 1 ano
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A melhor parte de ser um artista é que não somos nada nem tudo somos não dimensionáveis somos poeira a mosca somos o que te incomoda impede move somos maus para um bem maior Edu Liguori
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Mário Cesariny foi um dos maiores poetas portugueses do século XX, associado ao movimento surrealista. Sua obra é marcada por uma linguagem ousada e criativa, explorando temas como o absurdo, a liberdade e o mistério da existência. Além de poeta, foi também pintor e tradutor, sendo uma figura essencial na cultura literária e artística de Portugal. O navio de espelhos: Antologia poética: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1080">Aqui!</a> #MárioCesariny #Surrealismo #PoesiaPortuguesa #Literunico
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@eduliguori há 1 ano
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O grande segredo do graal é que somos apenas os resultados de inúmeras trocas de energia do micro ao macro não somos deuses nem monstros somos encontros Edu Liguori
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@eduliguori há 1 ano
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Gosto quando ela vê mesmo que não signifique nada sou movido a faíscas me entorpeço de átomos aquele instante em que ela até a contragosto pensou ele é diferente essa micro combustão incêndio minúsculo pode explodir uma montanha basta escolher Edu Liguori
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@classicos há 1 ano
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Descubra os Clássicos da Literatura em Domínio Público no Literúnico! Temos o prazer de anunciar que a nossa coleção de Clássicos da Literatura agora está ainda mais completa! Preparamos uma lista com todos os autores e obras disponíveis no nosso site, com acesso gratuito aos ebooks de livros que estão em domínio público. Acesse diretamente o perfil Clássicos da Literatura e explore um vasto acervo com textos de grandes nomes da literatura mundial, que agora estão ao alcance de todos. Seja para ler por prazer ou estudar, essas obras oferecem uma verdadeira viagem ao passado literário, permitindo que os leitores descubram ou revisitem clássicos essenciais para a cultura literária. Confira a lista completa no nosso site e aproveite a leitura! A literatura clássica nunca esteve tão próxima de você. Link da planilha: <a href="https://www.literunico.com.br/ideas/acervo-literunico-6897548b02583">Aqui!</a> #Literatura #DomínioPúblico #Clássicos #LivrosGrátis #LeituraLivre
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@classicos há 1 ano
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Últimas Rimas Autor: Emílio de Meneses Lançamento: Final do século XIX "Últimas Rimas" é uma obra que, como o título sugere, marca o fechamento de um ciclo na poesia de Emílio de Meneses. Com uma carga emocional mais profunda e uma sensibilidade aguçada, esses versos refletem a consciência da finitude, tanto no plano pessoal quanto universal. Meneses explora a transitoriedade da vida e a inevitabilidade da morte, mas também a beleza que surge da aceitação desses ciclos. A obra é uma meditação sobre o fim, mas não de forma resignada; ao contrário, há nas suas palavras uma luta contra o esquecimento, uma busca por significado até nos momentos finais. A simplicidade da forma esconde uma riqueza emocional que convida à reflexão sobre o legado que deixamos e a efemeridade das nossas expressões. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Versos Antigos (1885-1889) Autor: Emílio de Meneses Lançamento: Final do século XIX Em "Versos Antigos (1885-1889)", Emílio de Meneses revisita e refina sua poética, trazendo à tona a nostalgia e o peso do tempo. Esses poemas, datados de um período crucial da sua produção, representam uma busca constante pelo significado da vida e da arte. Meneses se vale de uma linguagem clássica e, por vezes, arcaica, para construir um diálogo entre o passado e o presente, refletindo sobre o transcurso do tempo e as marcas que ele deixa na memória e no coração. A obra se caracteriza pela melancolia das lembranças, com uma intensidade emocional que transporta o leitor para uma era de buscas filosóficas e poéticas, conferindo aos "versos antigos" uma profundidade que ressoa com a universalidade do tema. #domíniopúblico #Clássicos
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Publicação Literunico
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@classicos há 1 ano
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Símbolos Autor: Emílio de Meneses Lançamento: Final do século XIX Em "Símbolos", Emílio de Meneses mergulha no universo da poesia simbólica, utilizando a metáfora e o alegórico para explorar os mistérios da existência humana. Seus versos, carregados de imagens poéticas intensas, vão além da superfície das palavras, convidando o leitor a interpretar e descobrir significados ocultos. A obra reflete uma busca por transcendência, onde cada símbolo é uma chave para compreender o desconhecido e o inefável. A linguagem de Meneses, ao mesmo tempo lírica e introspectiva, cria um espaço onde o silêncio e a sugestão ganham mais peso do que a explicação direta, levando o leitor a uma experiência de imersão no abstrato e no espiritual. #domíniopúblico #Clássicos
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