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@eduliguori há 1 ano
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Nas páginas de um livro nas areias da praia na mesa do bar no sofá da sala sob o sol de fevereiro sob a chuva repentina sob as estrelas distantes cruzando os trópicos viajando nas estradas mergulhando no mar o gosto da cerveja o sabor dos peixes o calor do acarajé a fita no pulso o cordão no pescoço o chapéu na cabeça o cheiro de você o abraço de você o sorriso de você nas páginas da vida um poema uma baía nas areias da praia um café uma ventania na mesa do bar um brinde uma conversa no sofá da sala um sonho uma confissão um verão Edu Liguori
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@eduliguori há 1 ano
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Colecionamos tantas faltas preenchemos os espaços vazios com lamentos inodoros e insípidos tristezas e ausências em latas colecionamos tantos excessos recheamos gavetas já lotadas com gravatas que nos sufocam excedem lágrimas e abcessos colecionamos tantas mentiras douramos as falsas verdades com adjetivos superlativos enrubescem poetas sob rimas Edu Liguori
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 077 Alísios precisos num eco incerto, trouxeram teu nome de novo para perto: “Ele é feliz!” Seguiu, mesmo em chagas, de alma rasgada, cicatriz esculpida na pele marcada. O tempo endurece, mas o peito denuncia: há marcas que ficam gravadas na despedida. O mal que causei ainda me arranha, mas solto o peso: me dou à façanha. E me perdoo. E te perdoo. Pois fomos naufrágio, sem porto ou guia, errantes, perdidos no mar dessa vida. E sorrio sincera: te fizeste grande! Dos cacos dispersos, brilhas radiante: reflexo bonito de um tempo que foi. Lembrança desnuda, um dos amores meus! Que partiu com o vento, levando tudo que já era tormento. Cr💞s Ribeiro
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@JuNaiane · há 1 ano
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@albertobusquets · há 1 ano
🥹💞
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@literunico há 1 ano
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#Dia 297 Hilaridade Explode em riso, desaviso, Incontrolável, desmedida. Os K multiplica Hilaridade é lampejo preciso, Que rasga o peito, cor da vida. Um humor que replica O mundo se curva ao seu rastro, Contagia, derrama seu jeito Hilaridade é um salto, um estalo, Sem espaço, o tamanho do peito Onde a seriedade é comedida Comédia que direciona Hilaridade não perde a medida Modifica, Reina onde o tédio abandona. Não é descaso, nem zombaria, Mas a leveza sem contenção. Sente-se quase rica Hilaridade é a alma vazia, Felicidade sem limitação Eder B. Jr.
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@edsonbas há 1 ano
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Toda vez que pego um ônibus, para qualquer bairro que seja, sempre tem alguém comendo uma coxinha ou um pastel num saco de papel pardo com uma mancha úmida de gordura. A pessoa abre o saco, puxa o salgado um pouco para fora, dá uma mordida, passa a língua entre os lábios para tirar os farelos, enfia o salgado de volta no saco e começa a mastigar, tampando a boca com umas das mãos. Tudo isso com uma postura encurvada, quase corcunda, e um olhar desconfiado para os lados, como se estivesse comendo escondido, com medo de alguém pedir um pedaço. Eu que não seria. Nem aceitaria se me oferecesse. Mas só pelo egoísmo, fico desejando que tenha uma baita duma azia. Acho que nem todo mundo pára para pensar com mais frieza nos detalhes da forma que deveria. Além do ônibus não ser o local mais indicado para se fazer um lanche, por causa da quantidade enorme de gente que colocou as mãos no mesmo lugar que você, pessoas de higiene duvidosa, por exemplo, não se pode esquecer que você pegou no dinheiro para pagar o salgado e a passagem. Qual foi a mão que segurou aqui e ali? Qual foi a que pegou no dinheiro? Qual vai segurar o saco engordurado? Qual vai puxar e enfiar o salgado de volta no saco? Quando vejo uma pessoa comendo naquele lugar, tudo isso passa pela minha cabeça e meu estômago já fica embrulhado. Se estiver com fome, perco o apetite na hora. Mas ela, não! Ela está lá, com aquela mão suja, se deliciando com aquele salgado como se ele fosse a refeição mais deliciosa desse mundo, tão gostosa que vai mastigando, mastigando, mastigando e nunca engole. Na maioria das vezes demora uns 10 minutos para dar mais uma mordida. Sempre deixando cair um monte de farelos na blusa que, se for de lã, que é a que agarra mais, acaba virando uma árvore de Natal de casquinhas de pastel, pedacinhos de carne moída, fiapinhos de frango, entre outros “enfeites”. Mas o pior de tudo mesmo é a pessoa ser egoísta. Apesar de estar comendo um lanche gorduroso, sujo e babujado, ela acha que todos os outros passageiros do ônibus estão mortos de fome a ponto de não conseguir esperar chegar ao destino para comer alguma coisa e cobiçam seu salgado como se ele fosse a última comida disponível na face da Terra. Cada vez que o ônibus pára em um ponto, parece que dá para ver escrito na cara dela: “menos um” ou “menos dois”. Chega uma hora que, por estar satisfeita, ou por estar com muito medo de dividir, a pessoa simplesmente pára de comer, guarda o restante no saco, dobra ele várias vezes e guarda dentro de uma bolsa ou mochila para terminar mais tarde. O que acontece depois, nunca vou saber. Eu sempre desço antes.
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 76 - Fale sobre um livro que narra a história de um personagem circense. Sacanagem, hein? O único livro que encontrei um personagem malabarista com família circense é "Maktub", mas eu já usei esse livro no desafio 🙄 Então vou enfiar o pé na jaca e partir pra ignorância usando outro "artista": Esse livro aqui tem a sua diversão. Imagina uma garota normal, linda, que assina bêbada um contrato pra fazer um filme pornô. 😳 Aí ela transa com o ator pica das galáxias e é tudo maravilhoso. O contrato só prevê uma cena, então ok, eles não precisariam nunca mais se ver. Não fosse o fato que ele não consegue mais ter ereção com nenhuma outra mulher depois dela! 🤭 É daqueles livros bem detalhados e exagerados, mas é legal. E tem o 2, contando a história do filho do astro. #Link365TemasLivros
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"Pica das galáxias" 🤭 essa é boa.
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 75 - Fale sobre um livro da literatura africana. Gosto bastante desse livro e costumo usar com meus alunos. O conto que mais gostei e sempre lembro é "As mãos dos pretos", de Luís Bernardo Honwana. Um conto delicado sobre o racismo. #Link365TemasLivros
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 74 - Fale sobre um livro da literatura japonesa. Ihhhhhh 😬 Procurei nas minhas anotações e não lembro de nada que eu tenha lido que seja japonês. Roubando no jogo, indo lá para o continente asiático, li esse livro infantil chinês e gostei muito dele (não, eu não lembro da história). Só recordo que é um daqueles livros que tem uma moral da história e que transmite muita sabedoria com ela. #Link365TemasLivros
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@MarU · há 1 ano
Um dos livros mais caros que já comprei em sebo sem ser um livro jurídico, mas valeu cada centavo. Além de lindo a história tem uma lição valiosa.❤️
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@CrisRibeiro há 1 ano
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“De frente para o mar”
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@albertobusquets · há 1 ano
Uma lindeza completa 💞
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 76 *Sonhando* Sigo, Compondo poesia, Inspirada em você. Sonhando o sonho Que nunca irei viver. Derramando, Palavra a palavra, O que jurei esquecer. Não posso, não quero… Este sonho Me ajuda a viver. MarU
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@literunico há 1 ano
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Tomem esse choque de capa incrível! Nova capa da @fksilvain para a versão física de Carícias Sob o Céu.
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@fksilvain · há 1 ano
Ficou lindaaaaaaaa
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Ficou lindaaaaaaa 😍😍😍
@MarU · há 1 ano
Que lindaaaa! Da vontade de escolher o livro pela capa. Apesar que já li dois da maravilhosa autora, em outro pseudônimo dela e já sei que é uma escrita deliciosa, a capa faz jus. 👏👏👏❤️❤️❤️
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@wilcipolli há 1 ano
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Espelho, espelho meu O tempo passa, firme, inexorável, no espelho, a face se transfigura. Espreita o vidro, olhar interrogável, buscando a juventude que foi pura. A bruxa indaga ao vidro tão cruel, se ainda reina, jovial, sua nação. Mas vê no rosto um traço mais fiel, um sulco fundo em lenta erosão. Desperdiçamos quando ainda jovens, segundos raros que não retornam. A eternidade não serve aos homens, que de tique, em taque, evaporam. Jamais pedimos para aqui nascer, mas suplicamos para não perecer.
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@purapoesia há 1 ano
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sinto muito, apesar de tudo sentir é uma alforria ante o açoite diário os donos do mundo vetam o afeto sê frágil feito vidro caco fere se preciso sê límpido feito vidro peito aberto, sangria batimento em galeria inda não somos ossos é frágil a pedra, o aço é forte a pétala, a água a rosa desarma a bomba a nascente não desanda deixa escorrer teu sangue vence a sede vampírica vence os hematófagos deixa o rubro inundar tu, o outro, a metrópole a seda cortine os entulhos os monolitos titãs matando apolo inda há afrodites, apesar de tudo inda há cores britando escorra o rio sal horizonta o branco foz na face erupciona se couber escreve carta cursiva cola dois verbos põe em ti a peça restante fuja da carne toda a flora desmatada toda a fauna enjaulada.
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@JuNaiane há 1 ano
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"Está tudo bem" disse eu, ao ser indagada por aquela voz amada, preocupada. Tentei me convencer— o caos encontraria ordem, e tudo em breve, se alinharia. Entrei no banho, deixei a água levar o peso, afinal, a rotina chamava. Então fui, ao ritmo das manhãs preguiçosas, daquela impiedosa segunda-feira. Mas ao olhar no espelho, ele riu de mim. Mostrou-me as olheiras inchadas, o cansaço latente. "Sério? Tem certeza que está bem?" Me encarei por um instante. Não havia como fingir: eu não estava bem. O espelho é cruel, e os olhos não mentem. Jusley Naiane #desafio 80/365
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 076 O intenso sente no direito e no avesso, em cada dobra da alma. Dói fundo, rói os ossos arde o travesseiro, cala a fome. Explode sem freio: é muito, é demais e ainda falta espaço. Mas quando transborda, a luz entorpece e o mundo dança. A manhã invade a janela prisma insano de cores, melodia que ninguém ouve. Seja flor, poema ou um bom dia perdido na rua… tudo é motivo para rir até doer. Não há meio-termo. O morno é morte em prestações. E a vida, se não for para sentir, vira o quê? Esquina vazia, silêncio sem eco. Cr💞s Ribeiro
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Tomara! 🥲💞🌹
@albertobusquets · há 1 ano
A intensidade de quem sente com o espírito é a estrela mais linda na noite do mundo 🥹💞
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@albertobusquets há 1 ano
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Amanhece. Respingos de chuva em minha janela. Um bom café fumegando, Um ronronar do gato, vestir uma roupa a contra-gosto, E enfrentar os compromissos. Hoje, quisera eu ser o gato. manteria-me à janela, com o respingo da chuva e alguns raios de sol, Olhando aquele homem apressado entrar num carro e ir embora. Pularia para a cama, aninhando-me à bela adormecida e esqueceria do mundo. Aliás, que mundo? Alberto Busquets #Desafio 076
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Que bela adormecida?
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