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Publicações de pessoas, em ordem cronológica
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@classicos há 1 ano
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Livro: Ondas e Outros Poemas Esparsos Autor: Euclides da Cunha Lançamento: Publicação póstuma "Ondas e Outros Poemas Esparsos" é uma coletânea póstuma que reúne poesias escritas por Euclides da Cunha ao longo de sua vida. Conhecido principalmente por suas obras de cunho histórico e sociológico, Euclides também explorou a poesia como forma de expressão. Seus versos refletem temas como a natureza, a condição humana e a contemplação filosófica, mostrando uma faceta mais intimista do autor. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Canudos e Outros Temas Autor: Euclides da Cunha Lançamento: 1903 (coletânea publicada postumamente) "Canudos e Outros Temas" reúne textos e ensaios de Euclides da Cunha sobre diversos assuntos, com destaque para reflexões e aprofundamentos acerca da Guerra de Canudos, um dos eventos mais marcantes da história brasileira. Além disso, a coletânea traz análises sobre geografia, sociologia, política e cultura do Brasil no início do século XX. A obra reforça a visão crítica e detalhista do autor, complementando sua magistral narrativa apresentada em Os Sertões. #domíniopúblico #Clássicos
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@aleituracria há 1 ano
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📌 Segundo Livro: O Mistério do Trem Azul (26 de fevereiro a 10 de março) 26 de fevereiro: Leia até a página 16 27 de fevereiro: Leia até a página 32 28 de fevereiro: Leia até a página 64 1º de março: Leia até a página 81
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@aleituracria há 1 ano
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Ainda dá tempo de participar das leituras de fevereiro? Dá sim, pois os tópicos ficam arquivados e eu sempre volto para ver se alguém novo comentou. O objeito é trocarmos opiniões, ideias e prestigiar os nossos autores nacionais!
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 058 A dor física é grito é carne aberta é incêndio breve que consome e passa. Mas a dor da alma.. Ah, essa é outra! É naufrágio sem água é ferida sem sangue é um luto que não veste preto. Ela desbota os dias apaga as manhãs e o mundo inteiro vira um palco vazio. É uma ausência que pesa. Um grito que ninguém ouve. Uma espera sem chegada. E não há cura nem bálsamo nem prece que adormeça. Só o tempo, esse carrasco paciente… Talvez, um dia, nos devolva a coragem do riso. Cr💞s Ribeiro
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Obrigada, linda! O seu sorriso também.🌹
@MarU · há 1 ano
🥺❤️🫂 Seu riso é luz de sol, que ilumina a tudo e todos, amiga. E a única certeza nesta vida, é que mesmo que escureça, no sol se pode confiar. Ele sempre virá todos os dias! Amucê, malavilosinha! 🥹❤️‍🩹
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@literunico há 1 ano
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Somos?
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Lindo poema! Parabéns meu querido!!! 👏👏👏
@MarU · há 1 ano
Bravooooo, bravíssimo, migo! 👏👏👏👏🥹🙌
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 58 - Fale sobre um bom livro didático. Acho que podemos considerar gramáticas como livros didáticos e essa, especificamente, por ser pedagógica, mais ainda. Já gostava do Bagno por ter lido "Preconceito Linguístico" na faculdade e comprei esse calhamaço na Feira do Livro de Porto Alegre. Fiquei realmente encantada e li como se fosse um livro de literatura, de cabo a rabo, de tão bem escrita e até ilustrada com fotos em preto e branco da construção de Brasília. Ganhei a versão de bolso, autografada, de uma amiga, para consulta. Mas o livrão é meu xodó (e isso, inclusive, me lembra que está emprestado com uma colega 🙄). #Link365TemasLivros
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@sylvviarubra · há 1 ano
Esse eu tenho!
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@literunico há 1 ano
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#Bom dia! Palavra do dia: #𝔼𝕊ℂℝ𝕀𝕋𝔸 Frase do dia: "O ato de escrever é uma sequela do ato de ler." — Moacyr Scliar Datas comemorativas de hoje, 27 de fevereiro de 2025: Dia Nacional do Livro Didático Dia do Agente Fiscal da Receita Federal Aniversariantes: John Steinbeck (1902) Henry Wadsworth Longfellow (1807) Moacyr Scliar (1937) Elizabeth Taylor (1932) Chelsea Clinton (1980)
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@tibianchini há 1 ano
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Pelé, 999 Estou voltando aos poucos. Hoje, mais um texto a R$1,00. Ainda é realismo fantástico, mas a premissa é: E se Pelé, o maior atleta de todos os tempos, jamais tivesse feito o inimaginável milésimo gol? Como ele seria tratado pelos brasileiros? Esse texto foi inicialmente criado quando o Rei ainda era vivo. A ideia aqui é um grande "E SE?", tentando imaginar algo como um "Efeito Borboleta" na história do futebol. Então, caros letores e leitoras, esta história fala de futebol, mas NÃO É SOBRE FUTEBOL. Os acontecimentos narrados até a partida do milésimo (em 19 de novembro de 1969, nm jogo contra o Vasco da Gama no Maracanã) são reais. Os jogadores e dirigentes citados existiram. os resultados dos jogos até então são verídicos. A história é como um Harry Potter: Londres é real, trens são reais, os ônibus londrinos e as cabines telefônicas são daquele jeito e a vida dos cidadãos é aquela mesma. O fato de haver um bruxo mágico no meio disso tudo não torna o todo menos real. Apreciem a desgraça da alma humana. Isso é futebol.
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R$ 1,00 · pode evoluir para coleção e Aurora
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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Fala pessoal tudo bem? Eu estou escrevendo um livro de terror e mistério chamado "La Cruz: Entre o Sangue e a Fé" que fala sobre Religião, seitas e fé. E eu gostaria de compartilhar com vocês um texto/discurso de um dos personagens principais, que meio que surgiu na minha mente enquanto pensava sobre o personagem, ele é o líder da seita apresentada no livro então acho que o texto combina bastante com ele! Então fiquem aí com o Texto do meu querido personagem: O Profeta Ezequiel (que na verdade é o verdadeiro autor desse texto eu só transcrevi kkkk) A RAIZ DO MAL "Entre as boas almas do rebanho, crescia a horrível planta da maldade! E eu, em minha piedade, ceifei apenas os seus galhos! E por ser fraco paguei caro! Tudo me foi tirado! Mas hoje, aprendi minha lição, o mal plantado deve ser arrancado, expurgado, eliminado! A raiz deve ser tirada! Sangue será derramado! A dor dos ímpios ecoará pelos ares, e os santos ouvirão em deleite! Eu, vosso profeta, garanto, o mal será extirpado, o rebanho será protegido, vossa fé será compensada e o santos serão vingados!"
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@dedensouza · há 1 ano
Parabéns Vitor <3 <3
@MarU · há 1 ano
Uaaal, estou estarrecida. A força deste texto, está avassaladora. Adorei, um artista das palavras e temas difíceis. Sou fã! 👏👏👏👏🖤🤌
@tibianchini · há 1 ano
Ótimo texto! E eu sempre fico feliz em ver autores corajosos, que não têm medo de mexer em temas-vespeiros... Parabéns! Ah, e acabei de roubar o seu argumento: "O dono dessa ideia é meu personagem; eu apenas transcrevi"! Achei sensacional a sacada e vou começar a usar sempre daqui pra frente (e, olha, também escrevo temas-vespeiros, então vou usar MUITO) 😜
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@tamarasfawkes há 1 ano
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Hoje vendi o primeiro livro do meu sebo online para fora do estado. Eu fiquei tão alegre, parecia ser meu. É um achadinho. Tentei imaginar como deve ser enviar os próprios livros. Chegar no Correios e dizer que são meus livros ali. Hahahahaha "Eu sou escritora e esses envios são MEUS livros para MEUS leitores!" Beem possessiva 🤭
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Que ótimo amiga!!! Boas vendas pra vc minha querida!🥰👏
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@sylvviarubra há 1 ano
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#desafio 365 dias Dia 57 havia sim teu rosto em minha gaveta: último papel impresso de uma pilha de papeis impressos – guardados para que ocasião? ele restava ali e poeira alguma havia desgastado a suavidade dos pelos que o moldavam. e reencontrá-lo é sempre como a vez primeira que o encontrei: um susto pequeno que a possibilidade sempre causa. essa náusea. esse tremor discreto e sem antecedente. é sempre novo. me é sempre por inteiro. reencontro teu rosto em meio a post-its, bics que não riscam e corretivos que secaram. vai ver que é isto: teu rosto foi eternizado numa daquelas tarefas mimeografas que trouxemos para casa. e erramos. e se passarmos a borracha, mancha; e se tentarmos com mais força, rasga. e se passarmos o erroex já era: restará um grude criando relevos ainda mais quasímodos.
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@berthamachadoo há 1 ano
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Nesse calor nem lavar a louça é bom, porque até a água ta quente. Vou aproveitar pra escrever um pouco, bora terminar logo esse churrasco grego. Aliás, obrigada a quem comprou o ebook de Memento Mori!!
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@eliz_leao há 1 ano
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Quisera eu, ter asas, Nos pés, na alma, Quisera, voar, Por entre flores, De pensamentos. Nuvens, De encontro ao vento. Quisera, Que o meu coração medroso, Guardasse seu medo, um pouco, E que eu pudesse, Me libertar, Flutuando, Por sobre as águas, Desse mar imenso, Que é a vida. Transmuto, Meus pensamentos, Em quereres intensos, Da saudade, Que eu tinha, Da coragem, Que eu nunca tive, De quebrar, Dentro de mim, Minhas próprias correntes. E no final, eu sei, Que sou apenas a casca, De alguém que grita alto, Sobre todos os horrores Que passei, Sem mudar nada, Porque o medo, Ainda me consome, E o meu grito, só ecoa em mim. Eliz Leão
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Belíssimo, amiga!
@MarU · há 1 ano
🥺❤️‍🩹🫂 Tão tão forte, senti cada palavra, miga. Uaaal!🥹👏👏👏👏👏❤️❤️❤️❤️❤️
@JuNaiane · há 1 ano
"Até o avesso da tua alma, é força"
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@eduliguori há 1 ano
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Senti no ar um cheiro de canela era ela o aroma que vinha da orla a brisa contínua e as ondas em seus cabelos negros Jorge não veio o Amado não era Gabriela era ela uma música em minha retina a pele o perfume era ela aquela que servia sorriso e cuscuz não me preocupo com o tempo não tenho nada para pensar só lembrar era ela Edu Liguori
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@MarU · há 1 ano
Delícia de poema, Edu! Sabe que acho que tem um tempinho desde o seu poema que declamei, né?! Posso escolher mais um? 🙃🙏🏻
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@eduliguori há 1 ano
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Insuportavelmente perfeita de um grão de areia uma parábola insuportavelmente deliciosa de um oceano uma concha insuportavelmente distante a joia adornava o mais indelével pescoço com a pérola mais linda que já vi Edu Liguori
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@MarU · há 1 ano
Já disse, o quanto eu adoro quando você escreve sobre suas musas? Ninguém escreve como você, Edu! Seu estilo é único, e eu sou fã demais.
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@edsonbas há 1 ano
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Um senhor que aparentava já passar dos 60 anos estava agachado em frente à porteira de madeira, de onde partia e retornava uma grande cerca de arame farpado. Levava um cigarro de palha mal enrolado, meio frouxo e torto, no meio do seu bigode amarelado, que deixava subir um fiapo bem fino de fumaça, em contraste com a nuvem espessa que saía pelo canto da boca em longas baforadas intercaladas com pigarros. Usava uma camisa xadrez meio encardida do trabalho na roça, uma calça jeans amarrada com uma corda que servia de cinto, tão apertada quanto nas vezes em que foi usada para fechar um saco no transporte das colheitas, uma bota muito larga para o seu pé, com o cano cortado, toda suja de barro e um chapéu de pescador bem velho e já desfiando. Me aproximei e dei um "boa tarde" que foi respondido com um preguiçoso "taaarde". - Tudo bem com o senhor? - Bããão. - Tô procurando o tio Joãozinho, ele tá? - Tá. - Posso ir falar com ele? - Vai lá. - O senhor abre pra mim? - Sim sinhô. - Ele tá aonde? - Dendi casa. - Obrigado! Toma um trocado pra você tomar uma branquinha. O senhor gosta? - Ô! Enquanto tratava de alguns assuntos de família com o meu tio, vi que aquele senhor se levantou e foi andando bem devagar na direção do horizonte até sumir. Tomamos café da tarde e nos despedimos. Dessa vez, fui eu mesmo quem teve que abrir e fechar a porteira. Dei umas voltas pela vizinhança, mas não achei mais o "porteiro" da fazenda para me despedir dele também. Na manhã seguinte, acordei com o telefone tocando na minha cabeceira. Atendi. Era meu tio Joãozinho: - O faz-tudo da fazenda sumiu. Cê num deu dinheiro pra ele não, né?
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@tibianchini · há 1 ano
Kkk que texto maravilhoso! Parabéns!
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