Bem-vindo ao Litverso ✨
Você está vendo a versão pública. Entre para publicar, curtir e comentar.
Mostrando apenas posts públicos.
avatar
@tibianchini há 1 ano
Público
Pelé, 999 Estou voltando aos poucos. Hoje, mais um texto a R$1,00. Ainda é realismo fantástico, mas a premissa é: E se Pelé, o maior atleta de todos os tempos, jamais tivesse feito o inimaginável milésimo gol? Como ele seria tratado pelos brasileiros? Esse texto foi inicialmente criado quando o Rei ainda era vivo. A ideia aqui é um grande "E SE?", tentando imaginar algo como um "Efeito Borboleta" na história do futebol. Então, caros letores e leitoras, esta história fala de futebol, mas NÃO É SOBRE FUTEBOL. Os acontecimentos narrados até a partida do milésimo (em 19 de novembro de 1969, nm jogo contra o Vasco da Gama no Maracanã) são reais. Os jogadores e dirigentes citados existiram. os resultados dos jogos até então são verídicos. A história é como um Harry Potter: Londres é real, trens são reais, os ônibus londrinos e as cabines telefônicas são daquele jeito e a vida dos cidadãos é aquela mesma. O fato de haver um bruxo mágico no meio disso tudo não torna o todo menos real. Apreciem a desgraça da alma humana. Isso é futebol.
Entre para comentar.
avatar
@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
Público
Fala pessoal tudo bem? Eu estou escrevendo um livro de terror e mistério chamado "La Cruz: Entre o Sangue e a Fé" que fala sobre Religião, seitas e fé. E eu gostaria de compartilhar com vocês um texto/discurso de um dos personagens principais, que meio que surgiu na minha mente enquanto pensava sobre o personagem, ele é o líder da seita apresentada no livro então acho que o texto combina bastante com ele! Então fiquem aí com o Texto do meu querido personagem: O Profeta Ezequiel (que na verdade é o verdadeiro autor desse texto eu só transcrevi kkkk) A RAIZ DO MAL "Entre as boas almas do rebanho, crescia a horrível planta da maldade! E eu, em minha piedade, ceifei apenas os seus galhos! E por ser fraco paguei caro! Tudo me foi tirado! Mas hoje, aprendi minha lição, o mal plantado deve ser arrancado, expurgado, eliminado! A raiz deve ser tirada! Sangue será derramado! A dor dos ímpios ecoará pelos ares, e os santos ouvirão em deleite! Eu, vosso profeta, garanto, o mal será extirpado, o rebanho será protegido, vossa fé será compensada e o santos serão vingados!"
@MarU · há 1 ano
Uaaal, estou estarrecida. A força deste texto, está avassaladora. Adorei, um artista das palavras e temas difíceis. Sou fã! 👏👏👏👏🖤🤌
@tibianchini · há 1 ano
Ótimo texto! E eu sempre fico feliz em ver autores corajosos, que não têm medo de mexer em temas-vespeiros... Parabéns! Ah, e acabei de roubar o seu argumento: "O dono dessa ideia é meu personagem; eu apenas transcrevi"! Achei sensacional a sacada e vou começar a usar sempre daqui pra frente (e, olha, também escrevo temas-vespeiros, então vou usar MUITO) 😜
@dedensouza · há 1 ano
Parabéns Vitor <3 <3
Entre para comentar.
avatar
@tamarasfawkes há 1 ano
Público
Hoje vendi o primeiro livro do meu sebo online para fora do estado. Eu fiquei tão alegre, parecia ser meu. É um achadinho. Tentei imaginar como deve ser enviar os próprios livros. Chegar no Correios e dizer que são meus livros ali. Hahahahaha "Eu sou escritora e esses envios são MEUS livros para MEUS leitores!" Beem possessiva 🤭
Que ótimo amiga!!! Boas vendas pra vc minha querida!🥰👏
Entre para comentar.
avatar
@sylvviarubra há 1 ano
Público
#desafio 365 dias Dia 57 havia sim teu rosto em minha gaveta: último papel impresso de uma pilha de papeis impressos – guardados para que ocasião? ele restava ali e poeira alguma havia desgastado a suavidade dos pelos que o moldavam. e reencontrá-lo é sempre como a vez primeira que o encontrei: um susto pequeno que a possibilidade sempre causa. essa náusea. esse tremor discreto e sem antecedente. é sempre novo. me é sempre por inteiro. reencontro teu rosto em meio a post-its, bics que não riscam e corretivos que secaram. vai ver que é isto: teu rosto foi eternizado numa daquelas tarefas mimeografas que trouxemos para casa. e erramos. e se passarmos a borracha, mancha; e se tentarmos com mais força, rasga. e se passarmos o erroex já era: restará um grude criando relevos ainda mais quasímodos.
Entre para comentar.
avatar
@berthamachadoo há 1 ano
Público
Nesse calor nem lavar a louça é bom, porque até a água ta quente. Vou aproveitar pra escrever um pouco, bora terminar logo esse churrasco grego. Aliás, obrigada a quem comprou o ebook de Memento Mori!!
Entre para comentar.
avatar
@eliz_leao há 1 ano
Público
Quisera eu, ter asas, Nos pés, na alma, Quisera, voar, Por entre flores, De pensamentos. Nuvens, De encontro ao vento. Quisera, Que o meu coração medroso, Guardasse seu medo, um pouco, E que eu pudesse, Me libertar, Flutuando, Por sobre as águas, Desse mar imenso, Que é a vida. Transmuto, Meus pensamentos, Em quereres intensos, Da saudade, Que eu tinha, Da coragem, Que eu nunca tive, De quebrar, Dentro de mim, Minhas próprias correntes. E no final, eu sei, Que sou apenas a casca, De alguém que grita alto, Sobre todos os horrores Que passei, Sem mudar nada, Porque o medo, Ainda me consome, E o meu grito, só ecoa em mim. Eliz Leão
@literunico · há 1 ano
Maravilhosa. Sua cara! Li como se estivesse assistindo a um vídeo.
@CrisRibeiro · há 1 ano
Belíssimo, amiga!
@JuNaiane · há 1 ano
"Até o avesso da tua alma, é força"
Entre para comentar.
avatar
@eduliguori há 1 ano
Público
Senti no ar um cheiro de canela era ela o aroma que vinha da orla a brisa contínua e as ondas em seus cabelos negros Jorge não veio o Amado não era Gabriela era ela uma música em minha retina a pele o perfume era ela aquela que servia sorriso e cuscuz não me preocupo com o tempo não tenho nada para pensar só lembrar era ela Edu Liguori
@MarU · há 1 ano
Delícia de poema, Edu! Sabe que acho que tem um tempinho desde o seu poema que declamei, né?! Posso escolher mais um? 🙃🙏🏻
Entre para comentar.
avatar
@eduliguori há 1 ano
Público
Insuportavelmente perfeita de um grão de areia uma parábola insuportavelmente deliciosa de um oceano uma concha insuportavelmente distante a joia adornava o mais indelével pescoço com a pérola mais linda que já vi Edu Liguori
@MarU · há 1 ano
Já disse, o quanto eu adoro quando você escreve sobre suas musas? Ninguém escreve como você, Edu! Seu estilo é único, e eu sou fã demais.
Entre para comentar.
avatar
@edsonbas há 1 ano
Público
Um senhor que aparentava já passar dos 60 anos estava agachado em frente à porteira de madeira, de onde partia e retornava uma grande cerca de arame farpado. Levava um cigarro de palha mal enrolado, meio frouxo e torto, no meio do seu bigode amarelado, que deixava subir um fiapo bem fino de fumaça, em contraste com a nuvem espessa que saía pelo canto da boca em longas baforadas intercaladas com pigarros. Usava uma camisa xadrez meio encardida do trabalho na roça, uma calça jeans amarrada com uma corda que servia de cinto, tão apertada quanto nas vezes em que foi usada para fechar um saco no transporte das colheitas, uma bota muito larga para o seu pé, com o cano cortado, toda suja de barro e um chapéu de pescador bem velho e já desfiando. Me aproximei e dei um "boa tarde" que foi respondido com um preguiçoso "taaarde". - Tudo bem com o senhor? - Bããão. - Tô procurando o tio Joãozinho, ele tá? - Tá. - Posso ir falar com ele? - Vai lá. - O senhor abre pra mim? - Sim sinhô. - Ele tá aonde? - Dendi casa. - Obrigado! Toma um trocado pra você tomar uma branquinha. O senhor gosta? - Ô! Enquanto tratava de alguns assuntos de família com o meu tio, vi que aquele senhor se levantou e foi andando bem devagar na direção do horizonte até sumir. Tomamos café da tarde e nos despedimos. Dessa vez, fui eu mesmo quem teve que abrir e fechar a porteira. Dei umas voltas pela vizinhança, mas não achei mais o "porteiro" da fazenda para me despedir dele também. Na manhã seguinte, acordei com o telefone tocando na minha cabeceira. Atendi. Era meu tio Joãozinho: - O faz-tudo da fazenda sumiu. Cê num deu dinheiro pra ele não, né?
@tibianchini · há 1 ano
Kkk que texto maravilhoso! Parabéns!
Entre para comentar.
avatar
@autorsilviojunior há 1 ano
Público
Nammu criou um mundo onde os sonhos poderiam ser livres. Mas até os sonhos podem se tornar prisões?Conheça a origem de Ekhaya e de seus heróis em @literunico https://literunico.com.br/silvioasjnr/post/1565
Entre para comentar.
avatar
@JuNaiane há 1 ano
Público
Vida ingrata Que te maltrata, Que te desgasta, até o final, Onde tudo termina igual Carne fria e coração gelado, Dor e choro, Sonho sepultado. O amor de quem viveu, Se desfaz no nada, A vida se acaba A morte é ingrata. Jusley Naiane #desafio 57
@MarU · há 1 ano
Demais, amiga! ❤️‍🩹🫂
Lindo poema minha cara! A vida é realmente difícil de enfrentar🫂
Entre para comentar.
avatar
@josimary184 há 1 ano
Público
Kintsugi – A arte japonesa de aceitar suas imperfeições e encontrar felicidade. – Tomás Navarro. Considero esse livro uma verdadeira terapia. A cada página você se identifica ou identifica pessoas que ama e que você quer ajudar a ser mais feliz. Todo mundo deveria ler. Tomás é um psicólogo espanhol apaixonado pelo que as pessoas sentem, pensam e fazem. Atualmente, dirige um centro de bem-estar emocional fundado por ele, na Espanha. Este livro com certeza contribuirá para que você avalie sua postura diante das adversidades e possa viver melhor. E, se pra você está tudo perfeito, que bom! Então ele irá ajudá-lo a compreender pessoas que não são tão perfeitas assim. (Segredo: a maioria de nós humanos). A técnica japonesa denominada Kintsugi repara cerâmicas utilizando ouro, deixando as marcas visíveis e, tornando as peças ainda mais belas. Tomás faz um comparativo com nossa vida que pode ser despedaçada, mas também pode ser reconstruída, deixando cicatrizes que, muitas vezes, nos transformam em pessoas melhores. “A adversidade nada mais é que um desafio”. Com essa visão, Tomás vem nos mostrar que viver é diferente de sobreviver, já que viver, exige coragem. Enfrentamos adversidades todos os dias, e elas sempre farão parte do nosso caminho. Nós somos mais fortes que estas adversidades e precisamos ter consciência desta nossa força. Já a dor... é necessária para nossa sobrevivência. É através dos sinais dela que tomamos ações para nos defender de danos maiores. Esse é o motivo pelo qual tanto a dor física como a emocional não devem ser ignoradas e sim compreendidas. O autor nos alerta que quantificar a dor de alguém é impossível pois cada um tem uma forma de expressar sua dor. Enquanto uns exageram na vitimização, outros sofrem em silêncio. Algumas vezes nossa dor vem relacionada a um acontecimento e nossa tendência é buscar a nossa responsabilidade nesse acontecimento. O discernimento nesse caso é fundamental e Tomás nos ajuda nessa missão. Avalia as 5 formas de encarar as adversidades: negar ou minimizar o problema, aceitar o problema mas achar que não é tão grave não fazer nada, achar que é tão grave que não pode tratar e então se deprimir, achar que se tratar pode trazer outros problemas, melhor nem tentar. E o que realmente deveríamos fazer: LUTAR. O livro nos lembra que nosso corpo está preparado para se recuperar, ainda que fiquem cicatrizes. Qualquer pessoa que já tenha se arranhado, sabe disso. Aprendemos desde cedo que isso faz parte da vida: cair, se machucar, se curar e recomeçar. Mas ninguém nos conta que, assim como nosso corpo, nossa mente também tem o poder de curar feridas emocionais. E, exatamente como em nosso corpo, se não deixarmos a ferida cicatrizar, seja cutucando-a ou abrindo-a a cada momento, ela não irá cicatrizar. O recado aqui fica claro: cuide de suas feridas emocionais da mesma forma que você cuida de suas feridas físicas. Um outro aspecto abordado e que não pode deixar de ser citado é em relação à velocidade de reação. Muitas pessoas só reagem ao chegarem no fundo do poço, porém, algumas delas já não conseguem sair. Reagir o quanto antes é o melhor remédio. Na segunda parte do livro trata individualmente algumas situações que nos despedaçam, como: demissão, luto, depressão ou limitações físicas. Sei que nada supera um terapeuta de verdade mas, sinceramente, esse livro já ajuda bastante. Impossível sair dele da mesma forma que você entrou. Ele te arranca do papel de vítima e te mostra como ser o protagonista. Um dos melhores livros que li nos últimos tempos. Se eu recomendo? Claro que sim. Não deixe de ler.
Entre para comentar.
avatar
@Albertobusquets há 1 ano
Público
Gosto de fazer poesia, não apenas escrever. Poesia de se sentir pelos olhos as carícias que derramo sobre teu corpo. Poesia de se beijar com os dedos as palavras que sussurro em teu ouvido. Poesia de se deixar levar, de se livrar de entraves para se abrir inteira em cada rima de ritmo leve, ou para gemer de leve no mordiscar das letras maiúsculas. Gosto de pensar que faço poesia, quando na verdade só a descrevo. Poesia mesmo é o juntar dos lábios, dos corpos e dos desejos. Poesia é uma noite de possibilidades. Poesia é a comunhão das mãos e dos sentidos, o cheiro das peles, o gosto das bocas. Poesia é a paz entrelaçada com o nascer do sol, anunciando que há mais poemas a serem feitos, a cada Bom Dia. Alberto Busquets. #Desafio 057
@CrisRibeiro · há 1 ano
Coisa mais linda é você! E tudo que vem de você…
@JuNaiane · há 1 ano
Lindo é, fazer poesia ❤️
@MarU · há 1 ano
Já declamei esta! Nem preciso dizer o quanto amo esta❤️‍🔥🤌 Lindo, amigo.
Entre para comentar.
avatar
@fksilvain há 1 ano
Público
O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 57 - Fale sobre um livro de Conto de Fadas Vamos para um conto de fadas bem hardcore, sexualmente falando. Não é segredo que sou fã dos vampiros de Anne Rice. Como escritora de hot que usa pseudônimo, me despertou muita curiosidade saber que ela também escrevia literature erótica e que também se escondia atrás de um nome fictício: A. N. Roquelaure. Depois de sua morte, esse e os outros três livros que compõem a quadrilogia foram publicados com o nome verdadeiro da autora revelado. Li apenas o primeiro e olha, foi de bom tamanho. 😳 A história é um festival de sadomasoquismo que vou te contar. Tem muita escravidão sexual e submissão a dar com o pau (até literalmente 🤔). Recomendo a título de curiosidade, mas me preocupo se alguém achar saudável o tipo de interação retratada por aqui. Ah, eu gostei do livro, atinge seu objetivo de causar incômodo (pelo menos). #Link365TemasLivros
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Produções Satíricas e Bocageanas Autor: Bernardo Guimarães Lançamento: Não há uma data exata de publicação, mas as obras de Bernardo Guimarães foram escritas no século XIX. "Produções Satíricas e Bocageanas" reúne textos de Bernardo Guimarães que exploram a sátira e o humor mordaz, seguindo a tradição do poeta português Bocage. A obra traz críticas sociais e políticas, além de poesias irreverentes e espirituosas, refletindo o talento do autor para a ironia e o sarcasmo. Com um estilo provocador, Guimarães utiliza a poesia para desafiar convenções e expor os costumes de sua época. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: O Seminarista Autor: Bernardo Guimarães Lançamento: 1872 "O Seminarista" é um romance que aborda o drama de Eugênio, um jovem obrigado pelos pais a seguir a vida religiosa, contrariando sua vontade e seu amor por Margarida. A obra critica a imposição de vocações forçadas e os dogmas sociais do século XIX, explorando temas como liberdade, destino e repressão. Com uma narrativa envolvente e reflexiva, Bernardo Guimarães apresenta um dos primeiros romances brasileiros a questionar o poder da Igreja sobre as escolhas individuais. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: O Humor e a Ironia em Bernardo Guimarães Autor: Bernardo Guimarães Lançamento: Data desconhecida Essa obra reúne textos e narrativas que evidenciam o talento de Bernardo Guimarães para o humor e a ironia. Conhecido por seus romances regionalistas e sua abordagem crítica da sociedade do século XIX, Guimarães também explorava o cômico em suas histórias, satirizando costumes e comportamentos da época. Com uma linguagem leve e perspicaz, o autor cria situações que misturam comicidade e reflexão, tornando essa leitura uma experiência envolvente e divertida. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: O Garimpeiro Autor: Bernardo Guimarães Lançamento: 1872 "O Garimpeiro" é um romance regionalista de Bernardo Guimarães que narra a história de Ernesto, um jovem aventureiro que parte em busca de riqueza nas minas de ouro do interior do Brasil. Durante sua jornada, ele se depara com desafios, encontros inesperados e um grande amor. A obra traz um retrato fiel da vida dos garimpeiros no século XIX, explorando temas como ambição, caráter e o verdadeiro significado da felicidade. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: O Ermitão de Muquém Autor: Bernardo Guimarães Lançamento: 1869 "O Ermitão de Muquém" é um romance regionalista de Bernardo Guimarães que retrata a vida sertaneja em Goiás no século XIX. A trama acompanha a jornada de um misterioso ermitão, cuja história se entrelaça com dramas de amor, vingança e redenção. Com uma narrativa rica em descrições da paisagem e costumes locais, a obra destaca o talento do autor em mesclar ficção com elementos históricos e culturais do Brasil. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.