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@novidadesliterunico há 1 ano
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✨ Arna Bontemps (1902–1973) foi poeta, romancista e guardião da memória cultural afro-americana. Integrante do Renascimento do Harlem, retratou em sua obra a resistência, os sonhos e a herança do povo negro nos Estados Unidos. Em Black Thunder (1936), transformou uma revolta de escravizados em literatura de denúncia e dignidade. Também dedicou sua vida a preservar e divulgar a história afro-americana, como bibliotecário e educador. Sua escrita ecoa como poesia e testemunho, lembrando que a palavra é arma contra o esquecimento. 📚✊ Black Thunder: Gabriel's Revolt: Virginia, 1800 <a href="https://www.literunico.com.br/books/1327">Aqui!</a> #literunico #ArnaBontemps #HarlemRenaissance #literatura #resistência
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 283
Traduzido automaticamente do inglês.
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#Desafio 283
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@fernandafrankka há 1 ano
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Conto Quando o coração chama - Parte final — O que está acontecendo, Rafael? — Explico depois, mas preciso encontrá-la. A empregada ensinou o percurso e o cantor saiu em disparada com o coração na mão. Se Clara estava internada a tanto tempo, talvez não acordasse nunca mais. Seu coração ansiava por vê-la mais uma vez antes que fosse tarde. Ao passar pela recepção, dirigiu-se até o quarto 205, abriu a porta lentamente e deparou-se com o tio de cabeça baixa, debruçado sobre a cama numa oração silenciosa. — O que faz aqui, menino? — Eu a vi durante a madrugada quando não conseguia dormir. Eu tinha que vê-la — Já tem quase um ano que ela está em coma após uma queda de bicicleta. Mas sei que ela ainda vai acordar, eu continuo com esperanças. — Angelino enxugou os olhos num lenço, o coração de Rafael ficou um pouco menor. — Por que não vai tomar um café, tio? Eu fico aqui com ela. — O homem assentiu para a oferta e deixou o rapaz a sós com a filha. Rafael tomou o lugar do tio ao pé da cama, tomou uma das mãos da prima na sua e suspirou pensativo diante daquela situação. Uma jovem tão bonita com a vida pela frente, presa numa cama de hospital por conta de uma queda estúpida. Fechou os olhos e sem perceber, começou a recitar a letra da música que o consumia desde que conversara com a garota na noite anterior. Sentiu os olhos marejados ao abri-los, deixando toda a emoção transbordar numa harmonia suave e emotiva. Quando terminou, aproximou seu rosto do dela, plantando um beijo delicado em sua testa. Ameaçou largar a mão da moça, mas os dedos finos timidamente seguraram os seus. — Essa veio da alma. — Clara balbuciou baixinho, abrindo os olhos lentamente. Um sorriso radiante tomou conta da face de Rafael que quase não acreditava no que estava acontecendo. — Ei! Como está se sentindo? — Perguntou, acariciando a bochecha dela com cuidado. — Viva novamente. — Acho que esse vai ser meu novo som, novo estilo. — Bom, vou adorar ouvir todas as melodias depois que sair daqui. — Eu vou amar mostrar todas para você. — Rafael beijou o dorso da mão dela com carinho, em seguida, segurou-a firmemente entre a sua num olhar tenro. Encontrara não somente a si mesmo, mas uma nova esperança de recomeçar e não desperdiçaria por nada nessa vida.
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@novidadesliterunico há 1 ano
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✨ Eugenio Montale (1896–1981) foi um dos grandes nomes da poesia do século XX e vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1975. Em obras como Ossos de Sépia, trouxe versos densos e enxutos, capazes de transformar a paisagem cotidiana em metáforas existenciais sobre o tempo, o silêncio e a fragilidade humana. Sua escrita é uma resistência à banalidade, uma busca pela essência no meio do caos. 📚✨ Ossos de sépia: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1326">Aqui!</a> #literunico #EugenioMontale #poesia #nobel #literatura
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@Tettrark5094 há 1 ano
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<h5><span style='color:#00aaff;'>🔁 </span> O assassino do bosque solidão ~ Escrito por Tettrark</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://www.literunico.com.br/ideas/o-assassino-do-bosque-solidao-escrito-por-tettrark-68ea7fe7e3891'>Clique aqui</a></p>
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@PauloFlorindo há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/m4IILwjrqufpuGhZ2zQ9f0bC1yTbLFxFDIz5LaSg.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/255' target='_blank'><strong>Deepfake</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/255/chapters/919' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "CAPÍTULO 1 - A MORTE SILENCIOSA" completo</a></p></div>
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@PauloFlorindo há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/m4IILwjrqufpuGhZ2zQ9f0bC1yTbLFxFDIz5LaSg.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/255' target='_blank'><strong>Deepfake</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/255/chapters/918' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo" completo</a></p></div>
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@novidadesliterunico há 1 ano
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✨ François Mauriac (1885–1970), Nobel de Literatura em 1952, foi um dos grandes romancistas franceses do século XX. Em obras como Thérèse Desqueyroux e Beijo no Leproso, explorou com profundidade os dilemas morais, espirituais e afetivos do ser humano. Sua escrita intimista e refinada revela a complexidade das paixões e das culpas que habitam o coração humano. 📚✨ O beijo no leproso:<a href="https://www.literunico.com.br/books/1307">Aqui!</a> #FrancoisMauriac #literunico #literaturaFrancesa
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@rosana858 há 1 ano
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A Alma de Carrara Ele exala perfume; e sua pele revela um deus moldado em carne e osso. Onde deveriam estar os olhos, brilham duas gemas — capazes de cegar quem ousa encará-las por muito tempo. Os lábios fartos e úmidos ocultam um sorriso antigo, talvez perigoso. Sua alma habita o passado, seus desejos vagam pelo futuro. A mulher teme a magia e os encantos do presente — o único momento real. Na escuridão da madrugada, ele envolve o quarto em mistério e sedução. Luísa busca o sono que escapa, inquieta sob os lençóis e entre os travesseiros. Ele está ali — ou talvez apenas a ideia dele. Ainda assim, ela se rende à presença invisível. Teme que o sonho desperte junto com as imperfeições da realidade. Teme que a imagem ideal ganhe corpo. Mas, entregue ao êxtase do delírio, deixa que sua alma o alcance no abismo da imaginação. A manhã nasce como um presságio. O sol atravessa a janela e toca o jardim — um convite sutil para dar forma ao que já vive em seu peito. Luísa pega o conjunto de maceta e cinzel e caminha até o quintal. Diante da pedra, ela silencia. Por horas, apenas observa. Depois, começa a preparar o ambiente com a solenidade de um ritual. Dar vida ao pensamento — ela reflete — é como invocar um espírito antigo. É preciso coragem para libertar o que dorme dentro da rocha. Algo que pode coroá-la com glória… ou arrastá-la às chamas. Mas o fogo interno, alimentado pela dopamina, exige mais. Com mãos trêmulas e olhos febris, Luísa ergue a ferramenta e inicia o ato da criação. Toca a pedra com reverência. Sente os veios e as fendas como quem decifra sinais de outra era. Em seus dedos, a firmeza delicada de quem carrega o segredo do mito. A paixão a embriaga, ativando seus instintos. Martela. Esculpe. Invoca. Seu chamado ecoa — e se perde na mata. Os suspiros dissolvem-se no ar, e o suor escorre como oferenda. Diante da obra, o coração dispara — ele parece sorrir, mesmo imóvel, como se lutasse para sair da prisão de mármore. Luísa acaricia a superfície fria da rocha. Concentrada, vai libertando o pensamento. Rasga o mármore com precisão, revelando o bigode que oculta os lábios, que se misturam à barba e aos cabelos, domados por uma coroa de louros. Dá vida aos olhos — até então mergulhados nas trevas — como quem rompe o véu entre mundos. Por fim, ela permite que o amor a invada por completo. Já não há limites entre o que pensa, sente e esculpe — tudo pulsa no mármore, tudo vibra sob sua pele. A imagem, perfeita e ancestral, sempre estivera ali — adormecida em sua alma. Agora, libertada da pedra, ela vive.
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@tibianchini há 1 ano
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Na minha mente Teus olhos: Luz e movimento e cor. Teus lábios: Mel de divinal sabor. Teu colo: Picos que minha língua explora. Teu ventre: Vale onde o desejo mora. Meu ápice: Gritos de ardor e orgasmo. Meu êxtase: Coxas em tremor e espasmo. Meu fogo: Jorros de um vulcão em chamas. Meu sonho: Tu, dizendo que me amas.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 281 #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Fogo Manso Tua presença acende um fogo manso, meu corpo inteiro atento, cada fibra em alerta. Teu olhar me despede o fôlego, a pele recorda o caminho que, sôfrego, percorreste. Teu desejo me chama em silêncio, promessa de toque, febre que não passa. Ocitocina, endorfina, dopamina a química é só desculpa. É o corpo querendo o corpo, até o limite da calma. Até que eu o veja novamente… Cr💞s Ribeiro
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@chico-viana-lwd0u há 1 ano
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SOBRE "O EVANGELHO DA PODRIDÃO" Nesse livro, que apreceu inicialmenre como tese de Doutorado, Chico Viana aborda a representação da melancolia no poeta paraibano, destacando os procedimentos literários de que o poeta se serve para expressá-la. A estruturação da obra, que apareceu inicialmente como tese de Doutorado, se inspira no modelo pelo qual a psicanálise articula os elementos desse quadro afetivo-emocional: luto pelo Objeto Perdido, sentimento de culpa e renúncia à sexualidade. No melancólico, a “pulsão de morte” tende a prevalecer sobre as pulsões vitais, precipitando o indivíduo numa tristeza profunda e irremediável. A cada um dos elementos que compõem o quadro da melancolia corresponde uma trilha crítico-interpretativa, que o autor se dispôs a seguir, procurando ao máximo ilustrar as considerações teóricas com passagens do autor de “Eu e outras poesias”. Segundo o poeta e crítico Antonio Carlos Secchin, “‘O evangelho da podridão’revela, de modo cabal, o alto nível que a crítica universitária pode atingir, quando exercida por profissionais que saibam aliar sutileza e erudição. É o caso de Chico Viana: seu texto, sem dúvida, se tomará referência obrigatória para os leitores e exegetas da poesia de Augusto”.
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@sam_alves_escritora há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/lQCC8cHcrrQN2LfcvrbNkVrbuWHfDKe9p7dYmAvQ.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/160' target='_blank'><strong>Rosnados na escuridão</strong></a></p></div>
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@deleted · há 1 ano
Parece bom
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@novidadesliterunico há 1 ano
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✨ Mercè Rodoreda (1908–1983) é considerada a maior romancista em língua catalã do século XX. Sua obra mais conhecida, A Praça do Diamante, retrata com lirismo e intensidade a vida de uma mulher comum em meio às dores da guerra e das transformações sociais. Com uma prosa delicada e profunda, Rodoreda deu voz à memória, à identidade e à resistência feminina. 📚✨ A praça do diamante: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1306">Aqui!</a> #MerceRodoreda #literunico #literatura
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@deleted há 1 ano
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Ser escritor é muito mais do que apenas sentar e escrever. É saber que precisa investir, divulgar, se desdobrar em dois, mas, principalmente, ter psicológico Diariamente vemos autores reclamando de notas baixas em seus livros, algo que afasta MUITOS leitores, mas cria outros questionamentos: Esse autor que reclama publicou achando que todos iriam gostar? Vários não gostam dos mais clássicos e famosos nomes da literatura, por que todos deveriam gostar do livro de um desconhecido/iniciante/qualquer pessoa? A conta não fecha Eles se irritam com 1⭐️ solitária ou com erros apontados… eles não têm maturidade para publicar Quem publica precisa entender que está sujeito a críticas, principalmente se estiver errando em algo. Não se iludam por avaliações todas 5⭐️ e apenas elogiando — algo tem. Livros de autores honestos sempre têm críticas, seja 3⭐️ ou 4⭐️, e isso é completamente normal As críticas virão de leitores, influencers, profissionais, amadores, amigos, familiares… até de quem nem sabe qual é o livro em questão. Um autor precisa ter maturidade pra lidar com tudo isso Autores recebem críticas da própria mente desde que começam a escrever. Recebem críticas de profissionais que estão tentando ajudar (muitos sequer passam pelos processos por medo do que ouvirão e publicam de qualquer forma, é triste) Mas apontar erros em um livro nacional NÃO SIGNIFICA dar hater, ser lacração, máfia de 1⭐️ (existe, mas nem tudo é sobre isso) Um autor, em minha opinião, deveria chegar ao mercado literário ciente de que nem todos vão gostar do seu livro, principalmente quem pagou para ler e não está divulgando. Existem relatos e provas de pessoas que pararam de avaliar na Amazon ou no Skoob por terem recebido ataques. Nossos leitores estão ficando com medo de dar sua opinião pessoal, que deveria ser um direito — e isso NÃO É CERTO. Valorizar literatura nacional não é tratar como "café com leite" e dar apenas elogios. Valorizar significa avaliar, comprar, divulgar e dar opinião sincera — seja positiva ou negativa. Valorizar não é iludir ou aplaudir narrativas ruins. Autores, independentemente de serem nacionais, gringos, de editoras ou independentes, devem oferecer qualidade aos leitores, e valorizar significa justamente reconhecer isso. Há editoras publicando livros horríveis, independentes também — e nenhum dos dois deve ser aplaudido pela má qualidade. Ao mesmo tempo coisas boas estão sendo publicada e devem ser valorizados por mérito As pessoas deveriam ser livres para criticar o que não gostam, principalmente no meio literário, que é formado por opiniões. Críticas não devem ser feitas apenas por profissionais — os leitores também têm direito de expressar suas opiniões, positivas ou negativas — e os autores devem aceitar. Nem todo mundo vai avaliar com senso crítico, gostar ou ser educado, mas esquentar a cabeça com isso prejudica muito mais a saúde mental.
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@JuNaiane há 1 ano
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Se eu disser que te amo eu estarei mentindo, mas eu digo: que no espaço entre minha boca e a curva do teu sorriso, existe muito mais que isso — algo puramente lindo, que mora entre a ponta da língua e a extremidade do verbo, sim, eu fico Imaginando versos que crio a cada toque meu, deslizo entre a suavidade da pele e a textura dos cabelos teus, eu fixo o teu perfume na mente tua imagem somente inebria o meu juízo. Mas se indagar o que sinto eu vou dizer que finjo; que a poesia que flui nestas páginas são só palavras sem nenhum sentido. Mas Pessoa já disse, e eu ainda repito: deveras sentir ou fingir não importa o verbo — amar afirmo.
Últimas respostas
@deleted · há 1 ano
Ficou bom
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