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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 066 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Na costura sensível do teu prazer Teu hálito quente me fustiga. A respiração entrecortada te entrega: tua fragilidade, tua ânsia. Teus olhos cravados nos meus trazem uma súplica velada, um desafio silencioso. Minhas mãos deslizam em tua pele, decifram-te sem pressa. És território aberto, entregue, mas ainda resistente. Essa tensão me fascina. Exploro-te reivindicando minha conquista. Seguro-te com firmeza, exponho-te sem pudor. A pele esticada revela tua vulnerabilidade latejante sob meus dedos. Dedilho-te como quem toca uma harpa e, a cada movimento, arranco uma nota: um arrepio, um suspiro, uma contração involuntária. Molho meus dedos na tua boca: um gesto quase sagrado. Te batizo no sal e no desejo. Desço lenta, inexorável, enquanto traço círculos delicados, quase cruéis, na costura onde se concentra tua vontade. Te beijo como quem se despede antes de uma travessia. Um último gosto teu na minha língua antes do mergulho. E então me ponho a teus pés, não como ato de rendição, mas como quem detém o controle absoluto do teu prazer. Seguro-te com a reverência de quem segura o inevitável. Minha língua encontra teu frenulum e só ali permanece. Dedicada, obsessiva, negando-te todo o resto. Subo, desço, desenho círculos enquanto minha saliva te marca, te assina, te reclama. Sucções lentas, depois urgentes, depois quase ternas: tortura doce, precisão perversa. Teu corpo responde como um instrumento afinado: cada fibra, cada músculo, cada estremecimento sob meu comando. Minhas mãos te exploram por baixo, amplificam a tensão enquanto minha língua dita o ritmo. Te vejo sucumbir. Teu olhar se perde, teus lábios entreabertos tentam formar palavras que não vêm. E essa fraqueza só aumenta minha fome. Tuas mãos se crispam, teu corpo se contrai impotente diante da exatidão da minha língua, da pressão calculada dos meus lábios. Vês a ti mesmo: ereto, entregue, vulnerável. Me vês devota e faminta, a boca aberta para o teu prazer. A lambida se aprofunda sem que a boca te acolha e não há mais distância. Só a umidade, a textura, o desespero e a rendição. E quando o prazer te invade uma onda te consome inteiro: olhos, boca, mãos, respiração. E ainda assim, minha língua não para. Minha boca permanece, insaciável. Desejando-te além do gozo, além da carne, além de qualquer fim. Cr💞s Ribeiro
@Albertobusquets · há 1 ano
😍🤤🫠💞🔥
@JuNaiane · há 1 ano
Oral (quer dizer) Uau 🔥🔥
@fksilvain · há 1 ano
Caralho de poema incendiário 🔥🔥🔥🔥🔥 Matou a pau!
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@AnneCFreitas há 1 ano
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Hoje vou jogar RPG pela primeira vez, e desenhei a minha personagem. Ladina, Dahllan Mundo Tormenta Flora - baseada na personagem Flora do mundo que eu criei* (Os devaneios de Rory Agnes)
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@aleituracria há 1 ano
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Debate 2 - Comentários da leitura até a página 170 do livro "Memento Mori" "Chegou o momento de discutirmos as páginas finais do livro Memento Mori. Eu começo! Sobre o desenvolvimento dos personagens, como a história é mais focada na Tati, é compreensível que o foco seja mais nessa personagem, mas acho que, para um segundo ou terceiro volume, seria legal abordar mais sobre o Miguel ou a dinâmica na delegacia..." Leia o restante após participar do Clube: https://www.literunico.com.br/reading-clubs/2/forum
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@aleituracria há 1 ano
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Tem uma galera que nunca comentou no Clube do Livro! ☹️ https://www.literunico.com.br/reading-clubs/2/forum?filter=fevereiro/2025 Estamos indo para o nosso terceiro mês de leituras. Não precisa fazer uma resenha, um simples comentário já ajuda no nosso debate! Só tem livros nacionais, e eles precisam do nosso apoio!
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@MarU há 1 ano
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*Te quero…* Tua boca na minha, Tua língua dentro da minha boca, Tua saliva misturada com a minha. Teu gosto… Eu gosto, degusto… Tuas mãos pressionando meu corpo, Te sinto, me perco… Não minto! Cada segundo, desfruto, usufruindo, Nossos desejos entregues ao instinto, De um segundo ao infinito. Viajo em calores internos, intensos, Te entrego tudo que sinto. Te quero! Quero mais, mais… A química entre nós, Naturalmente fluindo. Esqueço de tudo, de todos… Te quero… Em outros lábios rosados, Entre meus pelos dourados, Saboreando o mel do meu desejo. Nessa boca, entre arquejos, Arfante, língua adentro, e dedos. Salivante, explorando mais a fundo, Destrinchando-me por dentro. Te quero… MarU #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
@CrisRibeiro · há 1 ano
Que isso, gente! Lindo, como sempre…
@purapoesia · há 1 ano
Fervente! Aqueceu meu dia chuvoso! 🔥
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@purapoesia há 1 ano
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#🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 devo(ra)ção provo-a com os dedos choves sobre eles tenho sede de tomá-la nos braços, na boca fome de comê-la lamber os lábios me sirvo de tua tez inebrio-me e devaneio meto-me em teus seios adentro-a dança lenta cálida e úmida a cama, em chamas, geme derretes e tremes jorro-lhe meu desejo a cereja do bolo amoleço e adormeço dentro de ti.
@CrisRibeiro · há 1 ano
Aff! O ar condicionado dá conta da repartição pública? Responde aí! 😂😂😂 Você é meu colega, né? TJ?
@JuNaiane · há 1 ano
🫠❤️‍🔥
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@edsonbas há 1 ano
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Engarrafamento numa sexta-feira depois do expediente ninguém merece. As quatro pistas paradas e eu doido para chegar em casa. Não anda de jeito nenhum, meia hora já e não saio do lugar, nem um centímetro. Há muito tempo não engarrafava desse jeito, por isso eu já tinha feito até planos para o fim de tarde e noite. Comprei a bebida e os tira-gostos. Ia ser só eu e ela, era só chegar, ligar, tomar um banho, me arrumar e esperar. Mas engarrafou. Justamente nessa sexta. Passou um vendedor de biscoito, desses que sempre aparecem do nada nos engarrafamentos e a gente nunca sabe de onde eles surgem e se já sabiam que iria engarrafar ou como eles conseguiram comprar tanto biscoito assim de última hora. Ele chegou do lado do carro, enfiou a mão pelo vidro da porta, segurando aquele saquinho branco com o desenho do bonequinho com um cabeção redondo, e disse: "- Biscoito Globo, freguês?! É o maior sucesso!". Eu detesto esse biscoito, ele é horrível, tão horrível quanto ser chamado de "freguês" por um vendedor. Agradeci e perguntei se tinha água mineral, ele respondeu que não, mas que tinha um camarada que vendia e ia mandar ele vir trazer para mim. Agora já tinha uma hora que eu estava parado ali. Ou melhor, tinha andado mais ou menos um quilômetro, mas não fazia muita diferença. Nada de água, a camisa e a calça encharcadas de suor e colando na pele. A garganta seca e a cabeça já começava a doer. Liguei avisando que ia atrasar, disse que não aguentava mais esperar, ela disse que também não. - Água aí, freguês? - Ô! Finalmente! - O camarada do biscoito falou que você queria água. - Sim. Quero sim. Me dá duas. - Tá na mão, freguês! - Graças a Deus! Você me salvou. - Tamo aqui pra isso, freguês. Agora deixa eu ir naquele outro carro ali. Abri uma das garrafinhas e já tomei metade da água de uma vez só, sem parar para respirar. Deu uma aliviada na secura. Comecei a sentir fome, poderia comer qualquer coisa. Menos aquele biscoito. Argh! Aquele não! Mais meia hora e só tinha andado mais uns 700 metros. Liguei de novo para ela cancelando o encontro: "- Marcamos para amanhã, pode ser?". Respondeu que tudo bem. A fome foi aumentando, mas aquele biscoito... Comecei a pensar em tudo o que poderia ter rolado naquele fim de tarde e noite com ela, em como teria sido bom, mas ia ter que ficar para amanhã. Pensei na bebida e nos tira-gostos. Eu tinha comprado tantos tira-gostos gostosos, mas eles estavam tão longe. Aqui o que reinava era só o Biscoito Globo e eu já estava entendendo porque ele era "o maior sucesso". Não tinha escolha, não tinha outra coisa para comer ali a não ser o biscoito do saquinho branco com o desenho do bonequinho com um cabeção redondo. Avistei pelo retrovisor um vendedor passando com um saco transparente lotado desses saquinhos. Ele estava meio longe, então saí do carro e, com as duas mãos em forma de concha em volta da boca, berrei: - Ô BISCOITO GLOBOOOOOO!!!
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@literunico há 1 ano
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Bom dia! Palavra do dia: #𝕀𝕟𝕤𝕡𝕚𝕣𝕒çã𝕠 Frase do dia: "Sempre há luz, se formos corajosos o suficiente para vê-la. Se formos corajosos o suficiente para sê-la." — Amanda Gorman Datas comemorativas de hoje, 7 de março de 2025: Dia do Fuzileiro Naval Dia Nacional da Advocacia Pública Dia do Paleontólogo Aniversariantes famosos: Amanda Gorman (1998) Abdala Mameri (1971) Bryan Cranston (1956) Rogério Cardoso (1937-2003) Nívea Maria (1947) Laura Prepon (1980) Olesya Rulin (1986) Que seu dia seja repleto de inspiração e coragem!
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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ROTINA O Relógio despertou, despertou-me num estrondo! Me acordou, me avisou, era hora do levanto! Eu levanto, escovo os dentes, lavo o rosto e lá vou eu! Vou correndo, vou entrando na rotina que Deus deu Se começa, se termina, se inicia ou se finda, já não vejo o início, já não sei quando termina! Sigo aqui lavando a louça, digitando no escritório, levantando o edifício, escrevendo sem ser lido Vou andando, vou correndo, vou parando e até tentando, ver se saio dessa roda, ver se escapo da ciranda! Se começa, se termina, se inicia ou se finda, já não vejo o início, já não sei quando termina! Eu só ando em linha curva, vou girando nesse circo, sempre vejo o mesmo show, e acabo entre os palhaços Vou tentando, vou tentando, não dá tempo, não dá tempo, já perdi o raciocínio, vou voltar pra minha Rotina Se começa, se termina, se inicia ou se finda, já não vejo o início, já não sei quando termina! (Esse eu escrevi como se fosse uma música, pensei até na melodia 😅 Enfim, espero que gostem!🥰❤️)
@JuNaiane · há 1 ano
Amei!
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@literunico há 1 ano
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#Dia 288 Sonolência Passos tão lentos, Vento morno, luz oblíqua. Sonolência dissolve momentos, Tinge o tempo de névoa líquida. Nos olhos, areia áspera, A mente vaga sem direção. Sonolência é suave, mas drástica Puxa a alma para a imersão. Onde a vigília clama forte, Ela sussurra, leva adiante. Sonolência antevê a morte, Como um convite ao distante. Não tem pressa, mas não espera, No limiar da inconsciência. Sonolência a cama tempera, Com o real e a inexistência. Eder B. Jr.
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@literunico há 1 ano
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A decisão do governo, informada pelo VP Alckimin, me lembrou de uma leitura de bastante tempo: SILVA, Heloisa Machado. Da substituição de importações a substituição de exportações: a política de comércio exterior brasileira de 1945 a 1979 O governo sabe que não pode contar com o apoio do agro brasileiro, pelo menos aqueles grandes que mesmo diante de um plano safra robusto, ainda iriam preferir a exportação do que subsídio para o mercado interno. Infelizmente, muitas decisões empresariais, hoje, além de financeiras, também são políticas. Não haverá apoio a nenhuma medida do governo, mesmo que isso pudesse significar mais comida para a população. Logo, a saída da "substituição de exportações" é lógica e não é ninguém criando algo do nada. Enquanto o presidente dos EUA tenta tirar o foco para a falência de seu país, buscando conseguir aumentar "tributos internacionais" que na verdade vão apenas ou tirar dinheiro do próprio povo, o verdadeiro a arcar com o imposto, ou tirar deles o acesso à determinados recursos, certamente elevando a inflação, para não ser tão mal visto com taxação direta, o governo brasileiro vai retirar os impostos de alimentos, não para prejudicar empresas nacionais, que optaram por exportar, mas para atender o mercado interno, diminuído os preços. Os objetivos de cada postura política ficam muito claros.
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 65 - Fale sobre um livro que algum personagem te lembre alguém próximo, que você conhece. Venâncio de Tudo é Rio, não é exatamente alguém, mas ao ler o livro Tudo é rio de Carla Madeira me fez lembrar bastante de vários tios meu e não gostei muito dessa lembrança não. Um dos motivos de não concordar com o final do livro, principalmente pelo fato de uma das minhas tias ter permanecido no casamento mesmo depois de tudo que ela passou.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 065 Viajar Para fora e dentro de mim um desassossego doce… Na bagagem, febre e delírio. A vida entrando sem portas, sem cadeados, sem avisos. Relógio? Só o tempo das marés. Esse tempo molhado, distraído que nem se importa em passar. Trafego de peito aberto, alma nua vielas de eternidades miúdas percorro com sede absurda uma fome cruel de viver até doer, até ser demais, até não sobrar nada. Cr💞s Carneiro
@Albertobusquets · há 1 ano
Me leva? 🥹💞⛵☀️
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 65 *Almas que se chamam* Quando minha mão não toca a sua, É minha alma quem te toca. Não preciso ouvir Sua melodia a todo tempo, Pois sua voz me acompanha; Meu pensamento, mesmo em silêncio, Te nota. Meus olhos não te veem sempre aqui, Mas tenho um sexto sentido Que te sente. Minha pele desperta e aquece, Mesmo sem seu toque. E sinto o sabor do seu beijo, Seus lábios serenos, Seu desejo, que me queima, Consumindo todos os meus anseios. Meu coração dispara em sincronia Nestes doces devaneios. Talvez sejamos O encontro de outras vidas… Talvez apenas desejos, De duas almas que se querem unidas? E mesmo quando estamos distantes, Se amando, se chamam. Nosso querer nos faz libertos, Nos traz pra perto, Consolidados em desejos e sonhos. Predestinados A sempre encontrar os caminhos certos, Que nos levem de encontro um ao outro. Te amo! MarU
@CrisRibeiro · há 1 ano
😍😍😍🌹
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@rodrigosantos há 1 ano
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Joaquim nunca foi um homem bom. Desde jovem, aprendeu que o poder está nas mãos daqueles que o tomam à força. Vivia de trapaças, extorquia os pequenos agricultores da vila e caçava sem se preocupar com as regras da floresta. Não havia bicho, homem ou espírito que o impedisse de fazer o que quisesse. Ria dos velhos que murmuravam sobre luzes traiçoeiras e assombrações na mata. Para ele, tudo não passava de histórias para assustar crianças. Naquela noite, com a espingarda pendurada no ombro e um cigarro pendendo dos lábios, ele invadiu a mata em busca de uma presa valiosa. Os colonos falavam sobre uma onça que rondava a região e a pele dela valeria um bom dinheiro no mercado negro. Ele já podia imaginar as moedas pesadas em suas mãos, o olhar invejoso dos outros homens da vila e o quanto ele poderia aumentar suas terras e explorar ainda mais o lugarejo. O silêncio da mata à noite era interrompido apenas pelos passos pesados do jovem caçador. Joaquim caminhava atento, segurando firme sua espingarda e vasculhando cada canto da mata com seu olhar como um verdadeiro predador e nada tomaria dele sua presa. Foi então que a viu. No meio da clareira, banhada pela luz prateada da lua, estava uma mulher. Seus cabelos eram longos e negros como a noite, e sua pele brilhava com um tom dourado, como se fosse feita de brasas que ainda não se apagaram. Seus olhos ardiam como pequenas fogueiras, e quando ela sorriu, Joaquim sentiu o corpo inteiro formigar. — Perdido, forasteiro? — ela disse imponente. Ela estava coberta por uma túnica quase translúcida, que deixava entrever suas formas, um cheiro de madeira queimada e jasmim exalava dela. Ele umedeceu os lábios, os olhos percorrendo cada curva exposta sob a luz da lua. O calor do desejo preencheu seu peito com luxúria. Joaquim era um predador e ela, uma presa caída do céu. Para Joaquim, o olhar da mulher era um convite. Ele sorriu de lado, a mente já arquitetando o que faria com ela ali mesmo, no meio da mata escura. Ninguém para ouvi-la gritar, ninguém para se intrometer. Podia tomar o que quisesse, como sempre fez. — Quem é você? — ele perguntou com brutalidade. — Uma guardiã — ela respondeu, aproximando-se ainda mais. — Cuido da floresta... e daqueles que ousam desrespeitá-la. Ela levou a mão ao rosto de Joaquim com suavidade. Ele segurou o pulso dela, firme, sentindo a pele quente sob seus dedos, pronto para puxá-la contra si. Ela sorriu e então o calor aumentou e o caçador sentiu a visão embaçar, ao mesmo tempo em que a pele da mulher começou a brilhar mais intensamente, tornando-se incandescente. Ele tentou soltar o braço, mas não conseguiu. — O que é isso? — rosnou, tentando recuar. Os olhos dela brilharam em brasas incandescentes. Ela moveu o pescoço e seu tronco começou a se alongar enquanto seus membros iam se fundindo em algo escamoso e brilhante. Até se tornar uma cobra de fogo. Joaquim tentou lutar, mas a criatura enroscou-se ao redor de seu corpo, apertando-o como uma presa indefesa. Ele podia sentir o calor o consumindo por dentro. Sua carne queimava, mas não havia chamas visíveis. Apenas a dor avassaladora de ser consumido vivo pelo fogo de dentro para fora. Ele abriu a boca para gritar, mas só conseguiu soltar um último suspiro antes de tudo se tornar cinzas. Na manhã seguinte, quando outros caçadores da vila foram procurá-lo, encontraram apenas um círculo de terra queimada no meio da mata. E, à noite, uma nova luz dançava entre as árvores, como uma chama viva, esperando o próximo desavisado.
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@rodrigosantos há 1 ano
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O movimento rápido dos meus dedos extrai sons ritmados O toque e a pressão produzem palavras Já não sei o que é meu e o que é êxtase Ao fim da digitação, vejo na tela uma versão incompleta e não lapidada da minha alma
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@JuNaiane há 1 ano
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Algo ecoa Aqui dentro Algo pulsa Em meu peito. Cada batida Um lamento, Por não te ter aqui por perto. Mas ouço um ruído Um som, Que transforma em música Esse tom; Transformando o medo Em enredo E meu coração em bateria, Que palpita, dança, pula Explodindo de alegria. #desafio 65/365
@CrisRibeiro · há 1 ano
Lindo!
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@eduliguori há 1 ano
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Estou desde aquele tempo como que sob uma infecção febril afetado pelo espectro de tua única existência não sou muito espiritual tampouco creio em milagres mas inegável estar capturado desde aquele tempo em que senti a respiração fui contaminado circunflexo de tanto conteúdo e aparência envolto em afetos e carnaval sequestrado entre os pilares um poeta gentil desarmado desde aquele tempo Edu Liguori
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