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@fksilvain há 1 ano
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As coisas entre Maria Eduarda e Davi estavam bem complicadas depois dos últimos acontecimentos... Então ela decide tomar uma atitude drástica, que demonstra seus progressos pessoais. O que será que ela vai fazer? 🤔 Te prepara, Davi. #epub #Duda&Davi +🔞
@CaDantasAutora · há 1 ano
Nossa, esqueci de comentar aqui. Alessandra se entregando muito e só o Davi que a Duda que não percebem. 😂😂😂 Amo os dois, mas dá vontade de sacudir. Espero que aRafa faça isso por mim. Obrigada por postar esses capítulos. Achei o momento do Davi muito poético e sofrido. Passou muito bem o sentimento dele de sofrimento e descoberta de sentimentos. ❤️
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@Branca20 há 1 ano
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Paixão X Amizade. Como explicar esse sentimento? Que domina os meus versos. A cada linha escrita, tem o seu nome como inspiração. Viajo através das palavras, querendo transformar o que sinto. Tantas palavras ditas, Um sentimento que corrói a alma. Palavras faltam! Mas a sua presença ainda domina o meu coração. A nossa amizade, um laço forte e puro, Em cada sorriso, um abraço seguro. Pensava que a felicidade te cercava, Sem saber que em teu peito a dor se acalentava. Por ti, sentia um afeto tão profundo, Um querer que transcendia o comum. Mas a amizade, um limite traçado, Em meu coração, o amor foi silenciado. Sentimentos diferentes, mas sempre presente muita intensidade Conexão criada Amor guardado Busco entender o que nos une Enquanto isso, sigo escrevendo a minha história Cheia de dor presente Buscando por reciprocidade Libertando dessa sociedade A culpa me corrói por dentro, A dor que te assola, me faz sofrer também. Queria poder te dar mais que amizade, Mas o destino, cruel, me fez ser só teu amigo. O meu maior desejo, é que seja feliz Sigo admirando você! O sentimento não passou Mas a vida sempre segue . Anderson e Branca
@CrisRibeiro · há 11 meses
Lindo! 😻
@MarU · há 1 ano
Tão lindo, Branca! ❤️
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@Branca20 há 1 ano
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Vivo questionando o motivo de certas escolhas Mas no fundo, sei que não posso controlar tudo Essa minha intensidade de querer tudo ao mesmo tempo Muitas vezes limita seguir os meus sonhos Escrevo para libertar sentimentos Nem sempre faz sentido para os outros, mas no meu coração toda palavra grita. Tempestade ✍️
@MarU · há 1 ano
A palavra indômita, não silencia. ❤️
@tibianchini · há 1 ano
Mas, sabe, eu sempre achei que meus poemas não tocavam as pessoas. Mas, sempre que os mostro ou público, recebo mensagens tão profundas!... Continue sempre escrevendo. Aquele poema pode não me tocar hoje, mas tocará a minha amiga. Algum outro poema seu não a tocará, mas tocará a mim. E, talvez, seu poema não me diga nada hoje, mas amanhã irá cair a ficha... A gente nunca sabe. Mas acontece o tempo todo. E que bom que é assim! 😊
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@aleituracria há 1 ano
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Além do livro do #clubedeleitura estou lendo: “ O desaparecimento de Stephanie Mailer” e só agora, na página 345 que o negócio ficou realmente interessante.
@literunico · há 1 ano
Caramba, depois conta se valeu a pena!
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@aleituracria há 1 ano
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A parte mais difícil do #Clubedeleitura está sendo em não ler o livro “Bárbara e Cléber” de uma vez só…está muito bom!
@fksilvain · há 1 ano
Esse livro é simplesmente maravilhoso!
@sylvviarubra · há 1 ano
Que delícia de ler! Ainda bem que loguei antes de dormir para ler isso aqui 🥰
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@autoramarianaaguiar há 1 ano
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O ano começou, mas não é só por isso que tudo vai acontecer como num passe de mágica. Muitos acreditam que um único dia ou mês é suficiente para criar um novo hábito, mas a verdade é que a mudança vem da constância. O segredo está em começar hoje, sem se prender a datas, focando em pequenos objetivos que, aos poucos, levam você a grandes conquistas.
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@carlajaia há 1 ano
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Diga, em voz alta, o nome das palavras. Permita que se formem diante de você, vistosas, pálidas, tortas, reluzentes. Deixe que derramem do seu livro de química as letras de uma tabela que mandaram decorar. Diga o nome do átomo da vida e perceba se ele bate mais forte que as asas de um beija-flor. Separe o beijo da flor e coloque um par de amantes para dançar. Ou um trio. Multiplique os amantes por sessenta, a idade da sua mãe. Grite a palavra velho e perceba seu próprio rosto ganhando marcas. Sussurre tempo e lance-o ao vento, permitindo que eras infinitas se formem diante de seus olhos. Assuste-se perante o infinito porque ele carrega o medo da morte e daquilo que vem depois. Converse com espíritos. Se apaixone por fadas. Deite-se no colo manso de uma sereia sáfica. Torne-se a esposa do demônio e vislumbre as inúmeras faces dele diante de você. Inclusive a mais bela, a de anjo-menino. Recite seu próprio nome como se fosse poema e brinque de ser musa com as rosas que nascerem de seus cabelos. Murmure sexo e examine com cuidado um quadro de Zeus chovendo dourado sobre Danae. Ou tentáculos saindo de sua própria vulva. Ria de si mesma. Peça ao seu amor para debruçar-se sobre você. Caia do décimo andar e pouse lentamente em um clipe de Rosalía. Cavalgue um homem. Mate alguém. Porque a palavra morte faz a noite vir. Acelera seu peito. Anuvia seu coração. E, pouco a pouco, você se encontra deitada em um caixão. É você a vítima. A algoz. E também a salvação. Com o nome das coisas você constrói galáxias e destrói universos. Você é multiversal. Pois nunca deixou de ser criança. Aquela que pintava de negro e roxo as pétalas das flores e as fazia voar feito deusas de um culto ancestral. A criança louca. Venerando a madrugada. Carla Carrion
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@sylvviarubra há 1 ano
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#desafio 365 dias Dia 13 - Jukebox Agora me dou conta de que acordei. Sem álcool. Eu peço, e o garçom me olha com desgosto. Sem álcool, eu repito, e espero você entender. Agora me dou conta de que, quanto mais falo, mais me visto de não-ditos. Ergo-me, arrastando a cadeira solenemente, como se o bar fosse um grande palco – eu toda cênica –, e você me olha, todo blasé, como se tudo não passasse de um poema marginal. Caminho ambígua, como se tanto pudesse me meter para fora do bar, quanto se fosse à jukebox, que agora canta algo alegre, como se houvesse palavras confortáveis nas quais me amparar. Tanto faz, os olhos que você debruça sobre mim não se importam com o caminho tomado. Eles se encravam em minhas costas, mas meus passos firmes maquiam todo esse sentimento de areia movediça em que piso. Minhas músicas preferidas sempre foram as do lado B. Grito, sem me virar. E meu tom de voz é meio de ódio, meio de incredulidade. Talvez eu diga isso por capricho e o bêbado, da mesa mais próxima, aplaude. Ponho uma moeda e o salão se enche do que eu queria ter dito. Porque a letra da canção, sim, essa fala de como o vinho que você me trouxe se tornou meu sangue… E agora me dou conta de que estou recitando isso e me voltando à direção da mesa onde você estava sentado e agora me dou conta de que você não está mais lá e agora me dou conta de que você na verdade nunca esteve. Sylvvia Rubraurora
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@Albertobusquets há 1 ano
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Fiz meu coração em pedaços na tentativa de sentir-me pleno. Vivi intensa a tristeza de cada caco. Fiz meu coração em pedaços na tentativa de amar melhor. Vivi imensa a desilusão de cada pranto. Fiz meu coração em pedaços. Doei-me em todos eles. Doeram-me de volta. Até os juntar novamente, nos moldes que teu coração me mostrou. Meu coração agora é holograma: Todos são inteiros, e cada um é teu. Alberto Busquets. #Desafio 013
@CrisRibeiro · há 1 ano
Como não admirar?
@MarU · há 1 ano
Que lindo! 🥹
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@josimary184 há 1 ano
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O caçador de Pipas - Khaled Hosseini Resenha: Um livro de 2003 mas com um tema que nunca deixará de ser atual. Foi adaptado para filme em 2007. O Autor Khaled Hosseini, nasceu em Cabul, no Afeganistão (1965). Desde os 15 anos reside nos Estados Unidos onde se formou em medicina. Escreveu 3 livros que se tornaram best-sellers. Você terá a oportunidade de conhecer a cultura afegã e um pouco da história deste lugar. O livro narra a trajetória de Amir, uma criança rica que morava no Afeganistão, livre da guerra, com seu pai, um empregado e seu filho, Hassan, que tinha sua idade e era seu melhor amigo. Apesar de morar numa casa boa, poder estudar, lhe faltava o amor e o reconhecimento de seu pai. Ele era capaz de fazer qualquer coisa por esse amor. Chega a guerra, ele o pai precisam deixar o país e passam maus bocados até conseguirem enfim, chegar aos Estados Unidos onde puderam reconstruir sua vida. Já adulto, casado, Amir precisa voltar ao seu país, devastado pelas guerras, para tentar consertar um erro do passado. O Amir não é um protagonista bonzinho e, confesso que eu tive tanta raiva dele que cheguei a torcer para que ele sofresse... Mas a trama foi acontecendo, fui me envolvendo e, no final, torci por ele. Enquanto a história vai sendo contada podemos observar a covardia versus a coragem, a lealdade versus a traição, a verdade versus a mentira, a bondade versus a maldade. Dói na alma. Quanto ao enredo, prende demais, teve momentos que eu precisava parar de ler mas não conseguia... Não é um livro leve, é bem tenso em alguns momentos, mas uma leitura que além de trazer conhecimento, te fará refletir Eu recomendo muito este livro.
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@MarU há 1 ano
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Indigna Ardendo por dentro, Ferida não sara. Remédio não alivia, Na verdade, estraga. Melhor, se pudesse Voltar no tempo! Evitar perder a calma, Ferir minha alma, Matar meu sentimento. Ainda não sei Se serei capaz De te esquecer! Ou apagar da mente Tudo que me fez sofrer. Falei em matar E também em morrer, Mas, na verdade, Minha alma está buscando De onde tirar forças Para continuar a viver. Se sobreviverei ao sacrilégio? Ainda não sei, talvez seja tarde. Mas, não me entregarei Neste momento À tal desalento, Não sem resgatar Minha dignidade. Até lá, eu aguento! MarU
@JuNaiane · há 1 ano
Não se entregar ao desalento 🤧🥺❤️
@eliz_leao · há 1 ano
🫂🩷
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@carlommarcello há 1 ano
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#Desafio dos 365 dias, dia 12: Ash nasceu durante a viagem de seus pais para o Norte, fugindo de Zahlet. Sua mãe, grávida, entrou em trabalho de parto na região do Pianto, em Chiaro, perto de Seme. O parto foi auxiliado por uma acólita do Templo de Cailtir, o deus da Luz, que deixou seu amuleto de presente para a recém nascida. Faruk e Oma decidiram chamar a filha de Durash, em homenagem a uma heroína lendária, mas, em Seme, foi sempre chamada de Ash. Ela cresceu na pequena vila, sempre levando o amuleto do deus da Luz em seu pescoço, sonhando com o dia que iria ao templo. Não demorou muito para que ela e todos ao seu redor percebessem que ela não seria uma clériga ou sacerdotisa; Ash demonstrava, desde cedo, uma determinação ímpar e muito talento para competições físicas. Ganhou campeonatos de corte de lenha, arremesso de troncos e queda de braço. Apesar de não ser tão alta, a garota estrangeira era uma das pessoas mais fortes de Seme. Então ela começou seu treinamento para ser paladina. Improvisou uma grande marreta com o que encontrou em casa e pediu a seu irmão que desenhasse monstros em pedaços de madeira velha e mofada. Treinou os golpes, o manejo do martelo e do machado, mas preferia a arma mais pesada. E ganhou uma nova do ferreiro Filippo quando afastou da cidade um pequeno bando de goblins. Quando atingiu a maioridade, deixou a família e viajou para a capital, em busca de seu treinamento no templo de Cailtir. Se dedicou com toda sua vontade, vivendo dia e noite buscando seu objetivo de se tornar uma paladina. Passava horas nos campos de treinamento, meditava sem parar e lua todo material oferecido pelo templo enquanto andava pelas ruas de Solime, à procura de um sanduíche para seu almoço. Tanto que, em uma dessas distrações, teve sua carteira roubada. Ela quase abandonou tudo quando soube do acidente do pai, mas seu irmão insistiu que ela ficasse e completasse o treinamento. E quando finalmente se tornou uma paladina, decidiu que era hora de visitar a família, para contar essa e outra novidade...
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 013 Sempre, iludiram-se; “por todos os anos”: amor, apoio, riso compartilhado. Não calcularam a vida, e seus desnivelados desvios. Nem as dores, nem o espaço, a repetição das horas ou as palavras mastigadas em silêncio… O beijo urgente virou toque gélido, A mão atrevida, afago casto. Eram tão próximos, tão íntimos, que no afeto, confundiram-se: Amigos na tristeza, cúmplices na solidão. Matavam-se a cada abraço. Queriam o mundo, renderam-se ao cansaço. Morriam do amor todos os dias… E do desgosto! Cr💞s Ribeiro
@JuNaiane · há 1 ano
🖤🖤
@MarU · há 1 ano
🫂❤️‍🩹 dilema
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@carlommarcello há 1 ano
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#Desafio dos 365 dias, dia 11: Melliamne é o maior reino élfico de Esser, com a maioria da sua população formada por elfos solares e elfos silvestres. E nesse reino adentrou uma humana, uma camponesa da distante Longland, buscando o pai da criança que trazia em seu colo. Entre falsos sorrisos e comentários abafados, a criança foi aceita por seu pai, o príncipe, e recebeu o nome de Anne Catherine, um nome comum entre os elfos. A mãe recebeu uma casa confortável perto do palácio em Couronne, para que pudesse visitar sempre a filha, que crescia rapidamente em comparação às crianças élficas, chocando a família real. Já na adolescência ela notava que não era bem vinda na corte, mesmo que a etiqueta impedisse que dissessem isso abertamente. Então ela passou seu tempo entre as Chacerresse, um grupo de caçadoras e guerreiras, voltando apenas para descansar na casa da mãe. Ela dominou o uso do arco e da espada, as técnicas de rastreamento e sobrevivência, e se tornou notória em poucos anos, um tempo curtíssimo entre os elfos. Seu sucesso não passou despercebido por seu pai, que a concedeu um presente à sua escolha. Ela pediu apenas para ser enviada a outro país, onde pudesse se aventurar como emissária de Melliamne, para que pudesse conhecer o mundo em sua curta vida. Ela foi enviada diretamente à capital de Chiaro, próxima da fronteira Sul do reino, onde poderia auxiliar o Ducado e adquirir a experiência que tanto queria. Assim que deu o primeiro passo além das sobras das árvores de Melliamne, ela decidiu abandonar a versão élfica de seu nome, escolhida pelo pai, e usar apenas a versão original, o nome da mãe de sua mãe. Dali em diante, ela seria Caetlynn...
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@literunico há 1 ano
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#Dia 249 Clareza Entre a névoa e o horizonte, Ela desponta, ténue e sincera. Não ofusca, mas sua luz é fonte, Que faz o dia romper a espera. No olhar, um brilho resoluto, Calma firme de quem não recua. Clareza não se entrega ao luto, Só dissolve a sombra em que atua. Seu rastro desenha o instante, Vestígio, não se perde no espaço É momento, claro e constante, Envolve-se num longo abraço. Onde a dúvida tenta vencer, Ela surge, translúcida e plena. Clareza nunca teme perder, Pois é essência da alma serena. Eder B. Jr.
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@marcella-albuquerque há 1 ano
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marcellaalbuq.autora 13/1/2025 Aparentemente um casal brigou na porta da minha casa e alianças voaram. Uma, achei no quintal da minha casa, ontem, achei o par na rua, na frente da minha casa. O casal pode estar separado, mas as alianças quiseram continuar juntas. 🤦‍♀️ 603 71 3 5 https://www.threads.com/@marcellaalbuq.autora/post/DExBiEPO93E
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@calorliterario_ há 1 ano
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Tocas meu peito mas é vazio Ruas tortas sonhos frios Fala de luz mas é sombra Teu abraço me desmorona. Amor ou febre? Não sei dizer. Verto em chamas morro em querer Me derramar em você. delírio doce Veneno a sós Somos dois amantes gritando em nós. Delírios.
@CrisRibeiro · há 1 ano
Delicado e gostoso de ler.
@MarU · há 1 ano
❤️‍🔥 adorei a sonoridade deste, amiga! 🤌❤️‍🔥👏👏👏
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