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@novidadesliterunico há 1 ano
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Hermann Melville (1819–1891) explorou os abismos da alma humana com a força de um mar revolto. Autor de Moby Dick, sua escrita une aventura, filosofia e existencialismo. Em cada página, revela a luta entre o homem e o mistério do mundo — entre destino e liberdade, obsessão e redenção. Ler Melville é embarcar numa jornada profunda e inesquecível. Moby Dick: edição comentada: https://www.literunico.com.br/books/1098 #hermannmelville #mobydick #clássicos #literaturanorteamericana #aventura #literunico
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Milton Friedman (1912–2006) foi um dos economistas mais influentes do século XX. Defensor da liberdade individual e do livre mercado, escreveu com clareza sobre temas que moldam nosso cotidiano: inflação, política pública, consumo e responsabilidade. Suas ideias provocam reflexão até hoje — dentro e fora da economia. Ler Friedman é entender como a liberdade econômica impacta a sociedade. Capitalismo e Liberdade: https://www.literunico.com.br/books/1070 #miltonfriedman #economia #liberdadeindividual #livremercado #pensamentoeconômico #literunico
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@literunico há 1 ano
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Deixo aqui para vocês uma possibilidade de ideia de ficção científica. Quem tiver interesse de utilizar para desenvolvimento, posso tutorar a criação! 🤩 https://chatgpt.com/share/688cb7d9-fa6c-8011-be4d-9275db69a01e
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@jjr · há 1 ano
Eu dei uma lida e lembrei daquela serie dark (Netflix) que é maravilhosa e se você perder o fio da meada se perde todo na história.
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@eduliguori há 1 ano
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Sob os cabelos a nuca desnuda onde dedos finos alisam e escorrem a malícia felina uma unha afiada entre os montes percorre o vale e da serra entre pelos atinge o planalto até a foz da carne cachoeira e sino não há pecado sob os cabelos negros badala o sino do sorriso e do gozo
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 206 *deusa absoluta* Meu sexo é só meu! Eu pertenço a mim mesma. Meu prazer é absoluto, uma força da natureza. Eu conheço os meus mapas e minhas zonas erógenas. Desvendo meu corpo, desbravo meu sexo. Sem roupas, desnuda, em carne e pele cruas. Meu poder é me dar prazer! E, nisso, sou deusa absoluta. MarU
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@JuNaiane · há 1 ano
Deusaa
Traduzido automaticamente do inglês.
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Deusaaa ❤️‍🔥
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@literunico há 1 ano
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 72 Comente na Biblioteca em um livro onde a memória não é estática, mas fragmentada, uma reconstrução hesitante feita de sombras e rastros, como um detetive revirando o passado em busca de si mesmo. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365Postagens Dia 210 Rastros em Fumaça Um nome esquecido, um endereço com neblina, uma fotografia manchada. A cena do crime não está no mundo, mas na lembrança difusa de quem viu e nem sabe se só imaginou ter visto. Indicação: Cena de um Crime — Patrick Modiano @literunico <h5><span style='color: red;'>#Cenadeumcrime</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Em Leitura - Fato Marcante</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1069'><strong>Cena de um crime</strong></a></p>
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio208 CEGUEIRA PROVOCADA Fechou os olhos. Acolheu a cegueira. Não suportou me sentir inteira. Escolha dele. Ouviu. Cada sílaba do que não podia nomear. As entrelinhas, as pausas, os silêncios escancarados que eu teimava em gritar. Fez bico pro gosto: amargo. Cuspiu. Disse: “te quero.” Disse: “você é livre.” E em cada linha do discurso uma cela com vista para o mar. Soltou minha mão como um homem nobre solta o que não sabe tocar. Mas os dedos dele ainda rondavam minha garganta. Puxou de volta não com pegada, com lógica. Essas armadilhas que desmontam um “não” desfazendo o laço. Aceitou migalhas restos mornos de um banquete que eu já não queria servir. E eu fiquei: sua mulher, seu altar. mesmo ele sem nunca ter aprendido a ajoelhar. Cr💞s Ribeiro
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@JuNaiane há 1 ano
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Se a vida me cobra me dobra, me joga assim no abismo sem sequer um aviso se eu caio e resisto se eu ainda persisto mais um dia permito ser a força que ainda me mantém vivo. #desafio 365/204
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@JuNaiane há 1 ano
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Meu amor Se eu escrevesse cartas à mão; ou publicasse uma canção. Se eu fizesse das palavras Serenatas à porta do seu coração; Você me amaria então? Ou tudo seria em vão? Não quero acreditar que não. #desafio 365/203
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@tibianchini · há 1 ano
Que espetáculo! 😍
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@fernandafrankka há 1 ano
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Gente! Estou de volta após um período familiar conturbado, mas espero conseguir manter a constância por aqui de agora em diante 😊A partir de amanhã, soltarei mais conteúdos sobre meu próximo lançamento, Depois daquele Dia e seguirei postando contos inéditos e em breve um novo livro pra ser acompanhado somente por aqui. Obrigada aos assinantes que não me abandonaram e boas vindas desde já aos novos leitores e assinantes. Beijo grande pra cada um e espero que gostem do que vem por aí 🥰
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@literunico · há 1 ano
Bem-vinda de volta!
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@fernandafrankka há 1 ano
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Conto Quando o coração chama - Parte 1 Esfregou os olhos pela décima vez desde que entraram na estrada empoeirada onde não se via nada, além do pasto verde e um sol que parecia nunca mais se pôr. Rafael Brum olhou o relógio soltando um muxoxo fraco ao perceber a quantidade de horas em viagem. Suavizou a expressão de impaciência ao acompanhar a irmã mais nova, que dormia confortavelmente no carro. Era a única que sempre esteve ao seu lado e sabia que daria a vida por ela se preciso. Trocaria de lugar com Marina num piscar de olhos e ficaria feliz por estar preso a um cilindro de ar se aquilo significasse uma vida com menos limitações para ela. Então, lembrou-se de que manter sua carreira era a melhor maneira de continuar dando melhores condições para a irmã. Por isso, concordou em se exilar numa cidadezinha pequena para abafar as últimas manchetes de um escândalo envolvendo seu nome. E foi assim, que foi parar na casa de um tio de terceiro grau de sua mãe, que não via desde que tinha cinco anos de idade. Mas sempre ouviu de sua mãe que se um dia precisasse de algo, poderia contar com seu tio Angelino, afinal, “família, é sempre família”. O carro parou na entrada do enorme sítio e em poucos segundos, encontrou o tio de braços abertos à sua espera na varanda da casa. Ajudou Marina a descer do veículo e ambos foram recepcionados num abraço amoroso pelo homem de estatura baixa, cabelo ralo e uma pequena protuberância abdominal, que já passava dos sessenta anos. — Espero que os ares da cidade o ajude, meu jovem. Talvez nem queira pensar em voltar para a cidade grande. — Angelino deu dois tapinhas no ombro do sobrinho distante que encarou Mariana com um ligeiro desdém. — Vamos entrando! Vou pedir a Joelma para preparar algo para vocês comerem, devem estar famintos. — O homem falou, cruzando a enorme sala até a cozinha. Rafael acompanhou os passos do tio e ao olhar para o longo corredor que dava para os quartos, viu a garota franzina de cabelos longos e cacheados parada a espiar. Ameaçou dois passos na direção dela, mas a menina se assustou e correu para um dos quartos batendo a porta com força. O músico olhou confuso para a irmã que estava alheia ao ocorrido, vistoriando a quantidade de fotos de família na enorme estante, no mesmo segundo em que o tio retornava para o cômodo. Não conseguiu conter a curiosidade. — Tio! Quem é a menina no quarto, no final do corredor? — É sua prima, Clara. — Rafael acompanhou o homem desolado coçar os poucos fios. — Ela vive enfurnada naquele quarto, até as refeições faz por lá. Estranho ela ter saído para averiguar. Deve ter ficado curiosa com a movimentação na casa. Venham! Vou acomodar vocês e poderão descansar após comerem algo. — Angelino argumentou, conduzindo os irmãos para os cômodos. Rafael rolou de um lado para outro na cama, mas não conseguiu pregar os olhos. De alguma forma estranha a imagem da prima não saía de sua mente, deixando-o inquieto. Observou a irmã que dormia tranquilamente e levantou na ponta dos pés para não acordar a garota, seguindo até a cozinha. Bebia um gole generoso de água quando foi surpreendido com a figura de Clara debruçada na janela da sala, contemplando a lua, que iluminava boa parte do ambiente. O rapaz parecia enfeitiçado pela inusitada combinação. Continua....
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@GilbertoHSG há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/Y7NH0ABCQikC2xQ3ZGzDZ0ul0foWksJ87ro5L4YX.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/48' target='_blank'><strong>Torh Ius IV - O Ultimo Herdeiro</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/48/chapters/221' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo I - As Chamas" completo</a></p></div>
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 207 #PoesiaUrbana#PoesiaAutorais#VersoSolto#PoesiaNaPele#PoetasContemporâneos#PoesiaQueResiste#PalavraCravada#TextoSolto#PoemaDeRua#CrônicaPoética#LiberdadeEmVerso#PoetaDoAsfalto#GrafitePoético#VentoSemBagagem#EscrevoPorqueRespiro#VersosLivres#ArteDeRua#RascunhoDeMim#PoesiaÉProtesto#Cr💞sRibeiro
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 205 *Taça de Delírios* Uma taça de vinho, palavras ébrias, do paladar ao instinto… ao unir versos, nos conecta. Tenho amor em taça de delírios, torpor em palavras de teor etílico, ternura em tudo que proferimos. Um luxo raro. Admiro. (Não o vinho). Embriagar-se de emoção, à luz da lua nos sorrindo. Em noites de emoções, em monções de delírios, admito, não admitindo… fugimos das palavras, mantendo nossos corações protegidos. Mantemos, assim, a amizade. E, se transbordarmos intimidades… culpemos a lua, o eu lírico, ou o vinho. Mas, no fundo, a culpa mesmo é do vício. Não no vinho… Mas de falar com você e deixar verter da taça: o vinho… as palavras… Transbordamos, levemente embriagados, o que sóbrios não poderíamos. Sem palavras elaboradas. Bebamos, amigos! O amor estou servindo. Amo vocês! MarU
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@eduliguori há 1 ano
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Sou muito comum vulgar no sentido da palavra adotei a simplicidade minimizei tudo que pude minha riqueza são minhas memórias muitas histórias com clareza escolhi a felicidade da palavra contar o vivido não ser só mais um maximizei tudo que pude Edu Liguori
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@tibianchini há 1 ano
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À Soberana Deusa da Noite que Brilha nos Céus A Lua (Poemas Antigos) I Do céu nos olha a Senhora Lua Clareando a noite, esperando o dia, Tirando das nuvens sua vã magia Que cai sobre o rio, a casa, a rua. Do céu, soberana, permanece nua Minguante, crescente, cheia, vazia; Alegre, que dança na doce folia; Do céu, soberana, nos olha e flutua. Que faz, neste céu, moradia Tua, Ó Lua, perfeita paz e calmaria, Que em ti se incendeia, perfaz, perpetua? Não deixe que exista, nesta noite fria, Um sopro de dor, que em Ti situa Os restos noturnos da minha poesia. II A Lua Branca clareava a rua E tão escura, e tão singela, Que eu, da janela quase nua Contemplava a rua, que se via bela, A pensar naquela que me deu ternura Na forma mais pura de dizer “te amo”, E em teu oceano nadei com bravura E tanta doçura, que hoje te chamo E sem saber clamo pelo teu apreço; Nem sei se mereço, mas eu vou buscar Um jeito de amar-te, como eu não conheço E assim eu cresço pra te conquistar; E dar-te o mundo, que por ti esqueço, Onde não tem preço pra quem quer sonhar. III Lua, que do céu belo e profundo Brilha, pisca, encanta o mundo, Leve-me até ela, sem demora Antes que o Sol alcance a aurora. Lua, doce bola iluminada, Leve-me logo, até a minha amada; Que, então, eu me encarrego de fazê-la Brilhar em mim mais que qualquer estrela. Lua, que do alto nos espia, E para quem dedico esta poesia, Atenda a este meu apelo, por favor: Pois ela sabe que eu vivo sem dinheiro, E com saúde vago pelo mundo inteiro; Mas morro em um segundo sem o seu amor.