Carta II Histórias da Nossa Terra · Capítulo 8 de 30
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Carta II

CARTA 11 cemos ás vezes I Tambem, quando ella fa::; uma prelecção, é tal o nosso silencio qcte, ao terminal-a, ella olha para a gente com um d'aquelles seus sorrisos que parecem di::;er .: obrigada I Tioe hoje excellenfes notas em todas as NATAL. -Jardim publico. tr;af('rias, e por isso colte1 radiante para casa, e foi com immenso jubilo qui' beijei a nossa adorada 'mãe. Esr·reoo-fe ds sete horas da noite ; vou Jechat· esta cm·ta para estwiar um pouco, bem "abes que tenho ordl'm de· ir para a r·a111a ris oito horas. A este metlwdo inal- .Jl) I USTQHI.\S DA :\OSSA 'I'ERBA feravel que lenho para ittdo, é que deoo o ter tão bóa saúde e tanto socego, e é ainda devido a elle que te pcsso dize!' : empreguei bem o meu dia, estudei, brinquei e vou adormecer com a consciencia tranquilla. Bria noite, minha querida innü! Tua Jsaura.

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