Leia agora
Caetés

Universo da obra

Caetés

Capítulo 26 · Caetés

Capítulo XXVI

26 de 31 ≈ 16 min de leitura

PREZADO AMIGO:

Não tenho ânimo de assinar esta carta nem de escrevê-

-la com a minha letra. Venho participar-lhe um ingente in fortúnio. Prepare-se para receber a notícia mais infausta que um homem de brio pode receber.

Saberá que servem de assunto a boateiros desocupados as relações pecaminosas que existem entre sua esposa e o guarda-livros da firma Teixeira & Irmão. Envidei sumos esforços para reprimir comentários desabonadores. Inutil mente. O indigno auxiliar do estabelecimento que o amigo dirige, com muita competência, esqueceu benefícios inesti máveis e, mordendo a mão caridosa que o protegeu, acção negra, condenada em estrofes imortais pelo nosso impera dor, ousou levantar olhos impudicos para aquela que sem pre reputámos um modêlo de virtudes.

E os sentimentos libidinosos do celerado foram bem acolhidos. Alguém viu êsse ingrato passeando com a amante pelos arrabaldes, na aprazível companhia de uma respeitável matrona e duas gentis meninas, ignorantes das maldades que pululam neste mundo de provações. Também se julga com fundamento que o nefando par esteve uma tarde no Tanque, à sombra frondosa das mangueiras, como diz o poeta.

Enfim, meu caro, o seu nome está sendo atassalhado, vilmente atassalhado em todos os recantos da urbe.

Há poucos dias, num bilhar, o sedutor teve discussão acalorada com o digno órgão da justiça pública. Foram quási às vias de facto, e no decurso da contenda surgiram referências prejudiciais à honra de sua excelentíssima con sorte.

Penalizado em extremo, trago-lhe estas informações la mentáveis. Peça ao Divino Mestre coragem e resignação.

Sou um dos seus amigos mais sinceros.”

Deixei cair a fôlha dactilografada sobre o diário. Depois senti nojo. Afastei-a com as pontas dos dedos e abri o razão.

Creio que não pensava em nada. Ou talvez pensasse em tudo, mas era como se não pensasse em nada. Pus-me a tremer com violência e a bater os dentes. Percebi que aquela atitude me condenava e esforcei-me por cerrar os queixos e dominar os músculos, o que não consegui.

— João Valério, gemeu Adrião, peço-lhe que me diga com franqueza.. .

Esfreguei os olhos para afugentar uma nuvem escura que flutuava entre mim e o livro aberto.

— A verdade, João Valério.

Atentei no velho com espanto: tinha-me esquecido da presença dêle.

— A verdade. . .

E lembrei-me de Nicolau Varejão, do dr. Liberato e do Miranda.

— Sim, João. Leu o papel.

— Que papel?

Meti os dedos pelos cabelos, sacudi-me para vencer um entorpecimento que se apoderava de mim. Adrião Teixeira avançou a mão- e levou uma eternidade a apanhar a carta, que me entregou pela segunda vez. Reli aquela imundície e compreendi que era trabalho do farmacêutico. Estabeleci alomma ordem nas minhas idéias e contive os nervos. Afinal Adrião não tinha visto nada.

— Então, Valério, não responde?

— Responder. . . Ora está aí. De duas uma: ou o se nhor não acredita, e neste caso. . .

Olhei, por cima das grades do escritório, as pipas de aguardente e os sacos de açúcar.

— Ninguém. Foram jantar. Continue, fêz Adrião. E deixemo-nos de palavrórios difíceis, que não gosto dêles. É verdade ou mentira?

— Mentira, naturalmente.

Depois de longo silêncio, Adrião falou desalentado:

— Sou uma besta. Não vai confessar, é claro. M as...

nem sei. Desde ontem esta miséria! Não dormi.

Acendeu um charuto, sentou-se, pesado, junto à maquina de escrever.

— Vamos, João, exclamou. Eu preciso tomar uma pro vidência, uma providência razoável. Desquite, separação decente.

— Não há nada, assegurei fechando os livros. Era o que eu ia dizer há pouco. Se o senhor não der crédito a esta infâmia, pode dispensar a minha resposta; se der, ainda que eu jure mil vezes. . .

—■ E você é capaz de jurar, homem?

— Com certeza. — — Ah! gimi murmurou o infeliz. Não crê em Deus.

JX ão crê em nada. Ninguém crê em nada. E pensar que o tive em conta de filho! pensar q u ê ... Vão-se embora.

Interrompeu.se para falar a Vitorino e aos empregados, que entravam; °

— Fechem, podem retirar-se. Cinco horas? Bem, dei xem uma porta aberta. E você, m ano... Fechem isso! Por quem esperam?

Quando eles saíram, soltou o charuto apagado, cruzou as pernas e pos-se a bater com o calcanhar no tablado do escritorio. De repente levantou-se, agitou os punhos:

. . .julguei amigo seis anos! É duro! E tinha inteira confiança. Podia imaginar tudo neste mundo, tudo, n o s isto. Ainda ontem descansado, longe de sonhar...

uclenaa-se.

Por amor de Luísa, menti descaradamente:

- - Defender-me? E de quê? Eu tenho lá de que me defender. Uma carta anônima. Isto vale nada!

E a sua cara! Você nem sabe mentir.

E suposição. Não tem fundamento. Que foi que o senhor viu? Notou alguma transformação em sua casa?

Nao notou. E então! Quer à fina fôrça que eu confirme esse disparate que o Neves inventou, o Neves, um sujeito conhecido.

— O Neves?

— Nao foi outro. Não há aqui ninguém capaz de se melhante patifaria. O Divino Mestre, leia. É êle, não tem duvida. E o mundo de prov*ações, veja. Não foi senão êle.

— E exacto, ciciou Adrião. Deve ter sido êle. Um malandro. Mas o caso é êste: andam atássalhando o meu nome por todos os recantos não sei de quê, pelos bilhares.

E o culpado é você.

Não tenho nada com isso? É um absurdo, uma acusação injusta, sem prova. Não me defendo. De quê?

E cruzei os braços. Adrião encarou-me; possível que você esteja inocente. Se estiver, perdoe-me. E é possível que seja um traste. De qualquer maneira compreende que não pode ficar nesta casa.

— Compreendo.

— É necessário sair logo.

— Perfeitamente.

Vamos então balancear isto. E faça-me um favor.

Promete?

Prometo, respondi sem reflectir.

— Pois bem. Eu sei que você recebeu uma proposta do Mendonça. Aceite agora a proposta. Amanhã liquida aqui os seus negócios e coloca-se lá. Depois de um mês, deixa o Mendonça e vai para o Recife ou para a Baía. .Acho conve niente não mudar-se logo, para não dar nas vistas. O Men d o n ça ... você entende... melhor ordenado... um pretexto.

Fale com êle. Estamos de acordo? O mês vindouro, como ficou resolvido, para a Baía. Leva uma carta de recomen dação.

—■ Muito obrigado. Estamos de acordo, mas não aceito a recomendação. Vou para o Rio.

— É bom. E amanhã o balanço.

— Até amanhã.

Saí. Entrei no estabelecimento do Mendonça; Men donça não estava. E Mendonça filho? Também não estava, fôra passar uma procuração no cartório do Miranda.

Corri em busca de Isidoro, queria confiar-lhe tudo.

— Ó d. Maria, chame o Pinheiro, gritei da porta.

Tinha ido a casa do Miranda. Respirei com alívio, por que de súbito me havia aparecido um grande acanhamento de contar aquela desgraça.

Desci a rua dos Italianos e estive de longe olhando o jardim, a varanda do casarão. Senti um nó na garganta, engoli um soluço e dirigi-me à rua de Baixo, como. se fôsse tratar de algum negócio urgente. Não ia tratar de coisa nenhuma, mas precisava agitar-me, andar depressa.

Ao passar pela rua Floriano Peixoto, achei conveniente embriagar-me: subi ao Quadro, fui ao Bacurau e pedi co nhaque. Bebi um cálice, pedi outro, bebi, pedi o terceiro.

Acendi um cigarro e esperei o efeito do álcool. As minhas idéias tornaram-se mais lúcidas; o que senti foi um apêrto no coração e desejo de chorar. Bebi o último cálice, levan tei-me e enfiei pela rua de Cima. . . .

Adiantei-me até o Melão. Noite fechada. Recuei, decidi do a procurar padre Atanásio, distrair-me conversando com êle. Dei uma caminhada ao Chucuru.

— Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Não se via quem falava, porque a escuridão era grande.

Nem se ouviam os passos: o vulto movia-se como uma som bra. Mas pela voz, muito suave, reconheci o caboclo. Que andaria êle fazendo por ali àquela hora? Talvez procurando recurso para me pagar quinze mil-réis que lhe mandei quando esteve prêso. Pagava. Mata para roubar, mas não deve dinheiro a ninguém.

— Boa noite, Manuel Tavares. Passeando?

— Sim e não. Sim porque gosto de eaminhar; não porque estou de serviço. Vou levar um oííeio a Quebrangulo Kecordei o corpo de gigante, as mãos enormes, os olhos miúdos, o rosto duro, a barba emaranliada, tudo a contras tar com a doçura da voz.

— Do promotor, o ofício?

— Não senhor, do doutor delegado. Eu agora estou ajudando o destacamento.

— Ah! Você é soldado?

— Sou e não sou. Soldado, òpriamente, não sou. Pra fazer sentinela não sou. Mas quando há diligência, trabalho do cão, e os macacos do govêmo amimhecam, sou.

— Pois é um bom emprêgo, Manuel Tavares. Continue.

Às nove horas entrei na redacção da Semana. Padre Atanásio, debruçado sôbre a mesa, dormia profundamente, o rosto escondido nos braços. Respirava com ruído e tinha roxas as orelhas enormes. Sentei-me à banca que foi minha, lá desocupada desde Janeiro. Obedecendo a um velho há bito, abri a gaveta e tirei um maço de aparas de papel.

— Por aqui, seu Valério? exclamou o sargento chegan do à porta da tipografia. Pensei que nos tivesse deixado.

É uma ingratidão. O seu Pinheiro é que não falha, pontual, fiime nas Sociais. Quer que acorde o patrão?

Fiz um gesto negativo com a cabeça.

— Sabe se o dr. Castro está na cidade, sargento? per guntei bruscamente, levantando-me.

— Não sei. Êle também aparece aqui às vezes. Até escreveu uma poesia. O senhor leu? Uma história de luar e de sapos. Saiu no fim da quarta página. O reverendo meteu dois versos que faltavam, mas seu Miranda diz que está tudo quebrado. Brigaram. Julgo que o casamento gorou. O senhor não traz nada?

— Não trago nada, sargento. E isso é exacto, a briga dêles? Adeus.

Que azar de Clementina! Sempre os casamentos que dão em ossos de minhoca! Melhor para ela. Antes continuar arranhando, que um marido como aquilo não presta. E me lhor para mim: ia procurar o Pinheiro, o que não faria se receasse encontrar o bacharel.

Ao passar pela casa do Miranda, vi Clementina à janela:

— O Pinheiro está aí, d. Clementina?

— Está, sim senhor. Fizeram um jogo lá dentro, por causa do dr. Barroca, que chegou hoje. ,

— A senhora faz o obséquio de pedir a êle que venha até aqiui?

— Ao dr. Barroca?

— Não senhora, ao Pinheiro.

— Pois não. Porque não entra? Estão na sala de jantar, o Valentim Mendonça também. Entre.

— Ah! O Mendonça está aí?

Acompanhei-a. Diante da mesa de jôgo falei duas vezes antes que os parceiros me respondessem: tinham os ollios em chamas e puxavam as cartas uma a uma, lentamente. Finda a partida, Evaristo Barroca estendeu-me a mão com aquele modo de superioridade protectora, que lhe fica bem e que abomino.

— Ó Pinheiro, dá-me aqui fora uma palavra? É um instante.

— Impossível, meu filho, inteiramente impossível.

Ocupadíssimo. O poker é uma grande instituição. Faça uma perna.

Detesto as cartas, mas naquela ocasião julguei que elas me seriam úteis. Se o Teixeira soubesse que eu tinha estado a jogar, talvez se imaginasse injusto.

— O senhor entra? perguntou Evaristo baralhando.

— Entrada de quanto?

— Cem mil-réis, disse o tabelião entregando-me as fichas.

Paguei e sentei-me:

— Cinco mil-réis?

— Cinco, respondeu Evaristo. O senhor joga? Pois eu sou forçado a reabrir. Quer cartas?

— Duas. ,i Evaristo Barroca soltou o baralho:

— Fala o senhor.

— Mesa.

E pensei nas amarguras que me iam aparecer no dia seguinte. O que eu devia fazer era esperar o Neves à saída da sessão de espiritismo e dar-lhe uma sova. Era o que eu devia fazer, mas sou um indivíduo fraco, desgraçadamente.

— Para iniciar aposto apenas uma, disse Evaristo com aquela voz sossegada, aquele olhar tranquilo que nunca mos tra o que êle tem por dentro.

— Vejo, doutor.

E atirei a ficha.

— Que tem o senhor? perguntou êle.

Mostrei uma trinca de damas.

— Ganha.

E franziu os beiços delgados.

— Homem, essa agora! exclamou Valentim Mendonça.

O doutor estava feito. Como foi que o senhor conheceu que aquilo era bluff? O doutor não pediu.

Abandonei um par de ases:

— Preciso falar com o senhor hoje ou amanhã cedo, seu Mendonça. Com o senhor e com seu pai. Èle está aí?

Mendonça filho levantou o queixo quadrado e propôs que fôssemos procurar Mendonça pai. Se era assunto de interesse, devíamos ir logo.

— Como! bradou o Pinheiro. Negócio a esta hora?

É uma indignidade. Outro Huff, doutor? Muito bem. O bluff é uma grande instituição. Dê cartas, Mendonça, que diabo! Você está namorando com o Valério?

Arriscou uma reabertura com trinca branca e atacou o Miranda, que tinha sequência:

— É possível? Você pede duas e faz sequência? E máxi ma? Abra os dedos, criatura, isso assim na mão ninguém vê.

Confiança, naturalmente, todos nós somos de confiança, mas jôgo é na mesa, e tenho visto muita sequência errada.

Joguei duas horas, distraído.

O que eu queria era saber por que razão não me vinha o ânimo de esbofetear o Neves uma tarde, à porta da farmácia.

No bilhar do Silvério levantei o taco para rachar a cabeça do dr. Castro. E arreceava-me de molestar o Neves. Porque se rá que aquêle velhaco me faz mêdo?

— Joga?

— Jogo, respondi separando três reis.

Evaristo reabriu.

— Outra reabertura, doutor? Santa Maria! o senhor le va o dinheiro todo, reclamou Valentim Mendonça.

Tirei um rei. Evaristo e Mendonça não quiseram cartas.

Já que me faltava coragem, não seria mau dar cinquenta mil-réis a Manuel Tavares e mandar que êle desancasse o boticário, no Chucuru, que é quási deserto.

— Fala você, João Valério, resmungou o tabelião.

Assim, não se acaba isto.

— Aposto duas.

— Duas e mais quatro, disse Evaristo.

Mendonça fugiu. ■

— Vem ver? perguntou o Barroca.

— Não senhor, reaposto. Mais quatro. ' ]E deitei na salva as pito fichas que me restavaiq.

— Vamos então com mais oito, gracejou Evaristo. E desta vez estou forte, pode crer. — Ainda reaposta, doutor? Vejo. Dê-me aí oito fichas.

Pinheiro. Vejo com um four de reis.

— Perde, fêz Evaristo calmamente.

E mostrou um four de ases. Levantei-me.

— Safa! exclamou Valentim Mendonça. Já é ser caipora. Onde estava eu metido! Deixa? Também vou. Os senhores continuam?

E c o n t o u a s s u a s f i c h a s , a p r e s s a d o , e n t r e g o u - a s a J N a z a r e p a r a r e c o lh e r . — Ó Pinheiro, chamei, quando voltar para casa, preci so falar-lhe, ouviu? Boa noite, meus senhores.

Isidoro, que chorava as cartas com ferocidade, teve um grunhido que terminou numa praga; — Ora pílulas! Estas miseráveis estragam tudo no fim.

Vão-se embora, hem? Ê uma traição. Saímos. Quando nos separámos, à esquina da padaria, Mendonça interrompeu o estribilho que ia cantarolando:

— Então, êsse negócio que tem connosco. . . — É isto. Os senhores me fizeram uma proposta por intermédio de padre Atanásio.

— Sim, em Dezembro.

— E escreveram insistindo. Respondi que não aceitava, mas que se me desempregasse, contassem comigo. Caso ain da estejam pelo oferecimento... Deixo os Teixeira.

Lembrei-me de que tinha prometido a Adrião só ficar na cidade um mês:

— Isto é, s e 'houver vaga. Não quero prejudicar ninguém. — Há vaga, confessou M endonça. O guarda-livros de lá enrascou a escrituração e levou-o o diabo. O senhor te ve alguma pega com os Teixeira?

— Ah! não! É que há vantagem. E ando necessitado.

A crise... Adeus.

—■ Apareça.

Desci até o fim dos Italianos, encostei-me a esquina do armazém. _ , Vigia prolongada. Se pudesse falar com L u is a ... u quando em quando surgiam sombras entre as palmeiras do jardim, mas era a minha impaciência que se distraia a criar fantasmas. Acerquei-me da grade.

Esperança doida de encontrar Luísa. Que lhe teria dito Adrião? Imaginei-o de pijama e chinelos, coxeando pelo quar to, a bradar com os punhos cerrados: Pensar que sempre ti ve confiança na senhora! Defenda-se!’’ E ã carta, cem vezes relida, amarrotada entre os dedos magros.

Desgraçado desejo de conhecer as coisas. Melhor teria sido para êle não acreditar na denúncia e continuar como ia.

Voltei para a calçada do armazém e ruminei o procedi mento do Neves. Que interesse tinha êle em revelar aquilo?

Nenhum. Mostrar que sabia.

— Animal infeliz! exclamei em voz alta.

Referia-me ao Neves, a Adrião, a mim, ao Miranda Na zaré, a tôda a gente. Necessidade idiota de saber e espalhar o que sabemos. Depois de muitos dias ou muitos anos de canseiia e conjectura, um sujeito descobre uma lei da natureoutro faz uma carta anônima contando os amores de Luísa Teixeira com um João Valério como eu.

X X V II

Caetés

Sinopse

Leia gratuitamente Caetés, de Graciliano Ramos, romance de estreia do autor em domínio público. Edição digital preparada a partir dos capítulos transcritos no Wikisource, dos fac-símiles BBM/USP de 1933 e 1947 e de cotejo adicional com fonte integral antiga e capítulos publicados no site oficial do autor, organizada em 31 capítulos para leitura online, busca, redes sociais e pesquisa por IA.

Caetés

Resenhas do livro

0 publicadas

Ainda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.

Caetés

Trilha sonora oficial

Uma seleção criada para acompanhar a atmosfera, os personagens e os caminhos desta obra.

Abrir no Spotify
Ir para o carrinho
Mercado de Caetés

Leve um fragmento deste universo

Escolha a arte, confira a disponibilidade e adicione o produto ao carrinho sem sair da experiência.

Nenhum livro físico está disponível neste universo.
Relíquias da Obra

Adquira Relíquias da Obra e deixe sua marca registrada, criando valor ao item!

Aguardando Aprovação do Autor
Aguardando grupo autoral Caetés Escolha uma Relíquia e envie uma proposta de aquisição, mesmo antes da ativação.
100Relíquias
0Titulares
0 Passagens
Central de RelíquiasDescubra coleções de outros universos e obras.
ver todas
Capítulo 26 carregado no app · 1 livro conectado 1/1
Abrir leitor completo

Capítulos disponíveis para continuar a leitura.

Capítulos de Caetés

Todos os capítulos 31 disponíveis

Donos de Relíquias

0 titulares

Nenhuma Relíquia desta obra foi adquirida ainda. Seja o primeiro a eternizar seu nome no acervo oficial!

Conhecer as 100 Relíquias

Resenhas do livro

0 publicadas

Ainda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.

Entrar para resenhar

Posses do livro

0 Leitores com posse
0 Unidades registradas

Nenhuma posse foi registrada publicamente para esta edição.

Adicionais do Universo

Visual ClássicoAbra a leitura editorial, no estilo de uma página de livro
ler
Visual AuroraApresentação imersiva do universo da obra
abrir