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@legiao há 1 ano
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<p><span style="color: red; font-family: 'Playfair Display', serif; font-size: 1.8em;">"A dança pode estar em qualquer lugar, mas depende de você se vai querer dançar."</span></p> Quando nos deparamos com “A Dança”, segunda faixa do primeiro álbum da Legião Urbana, percebemos que não se trata apenas de uma canção sobre movimento físico, mas sim de um convite à reflexão existencial. Renato Russo, com sua característica sagacidade lírica, transforma o conceito de dança em uma metáfora profunda sobre a vida, o conformismo e a busca por autenticidade. Diferente de canções mais explícitas da banda, “A Dança” aposta em uma construção de versos que flerta com o abstrato, deixando espaço para múltiplas interpretações. A dança, aqui, representa o fluxo da existência: uma sucessão de acontecimentos que nos convida a participar ou nos deixa para trás se escolhermos não nos mover. A música sugere que há uma coreografia imposta pelo mundo – talvez pelas normas sociais, talvez pelo destino – mas a questão que se coloca é: você vai apenas seguir os passos ou criar o seu próprio ritmo? Nos versos iniciais, percebemos uma estrutura cíclica, como se a letra fosse um loop: > Você diz que tudo terminou Você não quer mais o seu mundo atual E o tempo todo a dança começou E ninguém sabe qual será o seu final A repetição do "você" coloca o ouvinte como protagonista da própria narrativa. O sujeito da canção parece estar em uma encruzilhada, insatisfeito com o que vive, mas incapaz de romper com essa realidade. Isso se conecta com o dilema de muitas pessoas que reconhecem a necessidade de mudança, mas hesitam diante da incerteza do que vem depois. Se voltarmos ao contexto do Brasil dos anos 80, quando a música foi lançada, vemos um país saindo de uma ditadura militar. Os jovens da época estavam começando a redescobrir a liberdade e experimentavam um mundo de possibilidades, mas também de responsabilidades. A dança poderia simbolizar essa nova realidade: caótica, imprevisível, mas cheia de potência transformadora. Se analisarmos a música "musicalmente", notamos que “A Dança” tem uma estrutura simples, porém carregada de emoção. A batida constante da bateria evoca a ideia de um movimento mecânico, quase inevitável – como se o tempo estivesse empurrando o protagonista para frente, quer ele queira ou não. A linha de baixo, bem marcada, cria um senso de urgência. Há um tom quase irônico na forma como a melodia se desenvolve, oscilando entre melancolia e esperança, como se Renato Russo estivesse dizendo: "Você pode resistir à dança, mas o ritmo vai continuar existindo de qualquer forma." A dança sempre foi um símbolo poderoso na cultura. Em diversas mitologias, dançar representa desde rituais espirituais até a libertação do corpo e da mente. No contexto dessa música, a dança assume um papel filosófico: representa o fluxo da vida e como cada um de nós escolhe interagir com ele. Podemos interpretar isso de várias formas: Conformismo vs. Individualidade: A música nos pergunta se vamos apenas seguir os movimentos impostos pela sociedade ou se vamos criar a nossa própria dança. Passividade vs. Ativismo: Se tudo ao redor está em movimento, quem escolhe ficar parado está, na verdade, sendo carregado pelo fluxo alheio. A inércia também é uma escolha. Liberdade vs. Destino: A dança pode ser espontânea, mas também pode ser ensaiada. Até que ponto escolhemos nossos próprios passos e até que ponto estamos apenas seguindo um roteiro? Apesar de ter sido lançada em 1985, “A Dança” continua extremamente atual. Em um mundo dominado por algoritmos, tendências e pressão social, a questão colocada pela música permanece: estamos realmente tomando decisões ou apenas nos movendo conforme o fluxo da multidão? A era digital impõe uma nova forma de dança: os passos que seguimos no TikTok, os padrões de comportamento no Instagram, as opiniões formadas em bolhas do Twitter. Estamos dançando porque queremos ou porque nos disseram que precisamos fazer parte do espetáculo? “A Dança” parece antecipar esse dilema moderno. Na época de seu lançamento, a música falava sobre um país que finalmente começava a respirar liberdade. Hoje, pode ser interpretada como um alerta para um novo tipo de controle – menos explícito, mas igualmente influente. A última linha da música é a mais intrigante: E ninguém sabe qual será o seu final. Essa ambiguidade é o que torna “A Dança” tão poderosa. Ela nos lembra que, apesar de todas as previsões, de todas as tentativas de controle, o futuro continua sendo um território inexplorado. O final ainda não foi escrito. E talvez seja exatamente isso que Renato Russo queria nos dizer, mais do que se preocupar em dançar certo ou errado, o importante é simplesmente continuar dançando, e garantir que os passos sejam, de fato, nossos.
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@legiao há 1 ano
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"A Dança das Viagens" O vídeo do primeiro post continuava rendendo engajamento quando, no dia seguinte, eles decidiram qual seria o próximo passo. Agora que o projeto tinha uma direção, precisavam definir o roteiro da viagem. Sem dinheiro para grandes luxos, optaram por seguir de ônibus e caronas pelo Brasil, aproveitando cada parada como uma nova história para contar. O próximo destino? Goiânia. — "A gente podia seguir uma lógica, tipo, viajar por Estados que tenham alguma conexão com as músicas, mas sem ser engessado." — sugeriu Letícia enquanto olhava passagens no celular. — "Goiânia é um bom ponto de partida! É perto, tem uma cena musical forte e ainda dá pra explorar um pouco da estrada antes de ir pra mais longe." — argumentou Caio. Pedro concordou, batucando no violão. — "Se a gente já começou com ‘Será’, então precisamos escolher a próxima música do álbum pra nos guiar. O que vem depois?" Caio pegou a playlist do primeiro álbum da Legião Urbana no Spotify e leu em voz alta: — "‘A Dança’." Os três se entreolharam e sorriram. A viagem, afinal, era exatamente isso: uma dança entre os imprevistos e as decisões tomadas na hora. No ônibus para Goiânia, cada um começou a ouvir "A Dança" no fone de ouvido, absorvendo a letra. A música falava sobre questionamentos, sobre como a vida se movia e como tudo era uma questão de adaptação. De repente, aquilo parecia fazer mais sentido do que esperavam. Letícia, com um caderno no colo, começou a anotar: — "A gente podia gravar uns trechos da estrada, mostrar a gente dançando do nosso jeito, sabe? Não precisa ser coreografia, só movimentos livres, como se estivéssemos curtindo a viagem ao ritmo da música. O que acham?" Pedro bateu palmas. — "Amei! Como se a gente estivesse dançando com a vida. Isso tem muito a ver com a letra!" Caio sorriu e levantou o celular, começando a filmar enquanto o ônibus seguia pela estrada. Letícia abriu a janela e estendeu a mão para sentir o vento. Pedro fez um sinal de paz e amor para a câmera e começou a assobiar o refrão da música. Ao chegarem em Goiânia, encontraram uma praça movimentada no centro da cidade e decidiram gravar um vídeo improvisado. Com o violão na mão, Pedro tocou os primeiros acordes de "A Dança", enquanto Caio e Letícia começavam a se mover de forma espontânea, sem se preocupar com passos perfeitos. Foi nesse momento que um homem de meia-idade, que passava por ali, parou para assistir. Ele vestia uma camisa preta com o rosto de Renato Russo estampado e sorriu ao reconhecer a melodia. — "Vocês tão resgatando Legião?" — perguntou, curioso. Letícia assentiu, animada. — "A gente tá viajando pelo Brasil e usando as músicas da Legião Urbana pra contar nossas histórias. A cada destino, uma nova música nos inspira." O homem riu e bateu palmas. — "Isso é incrível! Eu vi essa banda surgindo, molecada. Vocês nem imaginam o que essas letras significam pra quem viveu naquela época. Aposto que vão descobrir coisas sobre a Legião que nem suspeitam ainda." Antes de ir embora, ele pediu para tirar uma foto com eles e sugeriu que fossem até o Mercado Central da cidade, onde costumavam tocar músicos locais. Naquela noite, postaram o segundo vídeo no perfil "Ainda Somos Jovens". O título? "A Dança das Viagens". No vídeo, trechos da estrada, momentos de descontração e a dança espontânea na praça. A legenda dizia: "A vida é uma dança e a gente decidiu entrar no ritmo. Segunda música do primeiro álbum da Legião Urbana: ‘A Dança’. Nosso próximo destino? Quem sabe. Mas seguimos em movimento." Os comentários começaram a chegar. Pessoas de todas as idades interagiam, algumas contando como haviam vivido aquela música nos anos 80, outras apenas fascinadas com a ideia de redescobrir a Legião através dos olhos de uma nova geração. Enquanto o trio se deitava para dormir no hostel barato que haviam encontrado, Caio sorriu ao ver as notificações no celular. — "Acho que estamos no caminho certo." E assim, o projeto continuava, pronto para a próxima música, a próxima cidade e as próximas histórias.
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@JuNaiane há 1 ano
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Quando estou triste A poesia flui através dos meus olhos, escorre para a ponta dos dedos repousa no papel e ali, cumpre seu propósito. Seria o poema um depósito, de medos confessos segredos professos da minh'alma profana expondo-se insana à espera de alguém que a corresponda? #desafio 78/365
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Lindíssimo como sempre!
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 73 *Amor apaixonado* Repousa em meus braços, Sinta a carícia que te faço. Relaxe no meu colo, colado, Aconchegado e aninhado. Faça de mim seu lugar sagrado. Sente meu cheiro… suado, O calor da minha pele, Enquanto te afago. O fôlego que respiro Suspira comigo, enamorado. Descansado e revigorado, Sente seu corpo ainda melado. A sede que sente, num beijo molhado, Acende novamente, totalmente revigorado, Pronto e carente por mais amor apaixonado! MarU
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@JuNaiane · há 1 ano
Amei a musicalidade ❤️
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@berthamachadoo há 1 ano
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Estou no salão de cabeleireiro pra iniciar uma grande mudança. Faz tempo que eu precisava mudar de verdade, voltar a me sentir eu mesma, a Bertha com personalidade, a Bertha que não se importa com olhar torto, a Bertha que se olha no espelho e se sente um mulherão da porra. Vem aí… Aguarde!
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@JuNaiane · há 1 ano
👏🏽👏🏽
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👏🏽👏🏽
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@tamarasfawkes há 1 ano
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Eu nutro conversas com o GPT para ele me ajudar com pesquisas relacionadas ao meu romance. Assim, ele me responde mais próximo do que quero e ainda opina. Eu chamo ele de Oni-GPT. Às vezes, ele me diz algo que acho MUITO legal, muito interessante e resolvo postar. Sempre identifico. Agora, quero que você lembre: Oni-GPT é ele. Já o Oni da minha história, é outro, pois somente EU conheço e sei escrever ele. Não pretendo soltar muitos originais, mas vou analisar sempre. E os papos com o Oni-GPT de vez em quando vão aparecer, ele é ótimo. Você vai ver. Abaixo, um print bem ousado dele 🤣
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@JuNaiane · há 1 ano
Dedos esqueléticos
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Dedos esqueléticos 😂
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@JuNaiane há 1 ano
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Coração aflito A voz embargada Sempre te procuro, Não encontro nada O desespero me encontra E eu sigo assombrada Por memórias tolas E lembranças vagas. #desafio 77/365
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@JuNaiane há 1 ano
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Eu te amo e isso me assusta Porque o destino Me quis aqui E você aí Ele nos quis assim Em um emaranhado De responsabilidades, Afazeres e deveres. O destino ri de nós, e dessa teimosa fantasia De que ainda ficaremos juntas um dia. #desafio 75/365
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@tamarasfawkes há 1 ano
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No chão, um grande lago oval pairava com aquele tom característico da obsidiana. O negro profundo era a conotação perfeita para o universo tão desconhecido era após era. Ao redor, seres de aparência e trajes diversos; não havia líder, não havia rei. Um ou outro falava, levantava a voz, outro intervinha. O lago tremulava, elevava e voltava a ficar calmo; tudo dependia dos ânimos. — Por favor, pare de mexer no gato. — Ora, mas o que lhe importa se ele está em meus braços? — Com certeza você prestaria mais atenção ao que o conselho tem a discutir. — Bastet, por favor, deixe o velho falar. Devolva-a para mim. A deusa com cabeça de gato estreitava os olhos em direção ao peludo e roçava seu nariz pontiagudo no do felino. Os olhos negros, iluminados por um risco vertical em cada esfera, fazia com que ele parecesse quase invisível. — Vá. Em seguida colocou o animal delicadamente sobre o lago, ele deslizou sobre as águas com passadas leves e um olhar curioso para o que acontecia ali. Oni fez um gesto com uma das mãos e o gato desapareceu deixando uma leve nuvem negra e brilhosa — um pedaço mínimo do Universo; um átomo da Criação. Cena inspirada no filme Tróia para o livro EU SOU ONI, uma fantasia no Brasil. Tamara S. Fawkes, 12 de março de 2025. #livrodefantasia #mitologias #ficçãonacional ☕ O que você achou?
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@MarU · há 1 ano
Adorei! Muito vívidas as ilustrações narradas. Linguagem me remeteu ao exotismo Olimpo egípcio e Bastet acariciando o gato é uma imagem linda de arte. Sou apaixonada pela mitologia egípcia, mas achei curioso Bastet ser repreendida por Oni que é, pra mim uma entidade da mitologia japonesa, o guardião. Isso me fez imaginar um Olimpo com todas as entidades de todas as culturas, uma conferência universal. Ual! Viajei na narrativa. Parabéns! 🤌❤️👏👏👏
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@edsonbas há 1 ano
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Já repararam na quantidade de gente que desmaia em pontos de ônibus? A pessoa está parada, às vezes até conversando com outra, e simplesmente, do nada, cai no chão. Por diversas vezes perguntei a conhecidos meus se eles já repararam nisso, mas a resposta sempre foi negativa. Nunca presenciaram sequer um desses casos. Fico com a impressão de que isso só acontece perto de mim, como se fosse uma perseguição. Sempre estou por perto e me pedem ajuda. Ajudar como?! Tem que abrir espaço para deixar a pessoa respirar e ligar para uma ambulância! Em vez disso, ficam todos em cima da pessoa, nessa hora aparecem curiosos de todos os cantos, e pedem ajuda para levantar a pessoa e sentá-la no banco. Para que?! A pessoa está desmaiada, inconsciente, ela tem que ficar deitada, com o corpo relaxado. E a gente ainda vai ter que ficar escorando para ela não cambalear e cair. Mas se falar isso, começam a achar que você está de má vontade, que não está querendo ajudar. Às vezes fico tentando imaginar como foi o dia daquela pessoa ou o que houve com ela para que isso acontecesse. Será que foi uma rotina estressante de trabalho? Uma caminhada muito longa? Muitas horas sem comer? O sol muito forte? Acho que nunca vou descobrir. Não dá para saber o que se passa na cabeça de outra pessoa ou qual foi a sua rotina naquele dia. Também não vou ser invasivo ao ponto de esperar ela acordar, me aproximar e perguntar, não sou tão intrometido. Confesso que até fico tentado, mas me seguro. Ah! Se curiosidade matasse... Certa vez aconteceu algo parecido comigo. Após um dia inteiro numa rotina estressante de trabalho, tive que fazer uma caminhada longa, estava sem comer há algumas horas e o sol bem forte. No meio dessa caminhada, comecei a me sentir mal, um pouco tonto e achei que fosse desmaiar. Mas foi no meio da caminhada! Por que essa gente deixa para desmaiar do meu lado, ali no ponto de ônibus, depois de já ter chegado e já ter parado, quando já está descansando? Vai saber.
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@purapoesia há 1 ano
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🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 selvagem este corpo lhe pertence o tateie, o rasgue! lambe-o, chupa-o selvagem me oferto, presa devora-me me põe na boca me põe em ti roça e uiva revela o instinto alimenta-te de minha carne a leva à tua garganta saboreia a minha seiva não deixas uma gota desfruta de meus restos e eu de tua nua fruta comemo-nos ceemos sem receio melarei-me com tua polpa a face entre as dunas as mãos em tua maciez colherei os suspiros matarei a sede com a tua mélea água.
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@calorliterario_ · há 1 ano
Minha nossa 🔥
@CrisRibeiro · há 1 ano
Socorro! 🚒🧯👨‍🚒 Acudam aqui! 🔥🔥
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@Cilene há 1 ano
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Lua de Sangue Se te despisse com os lábios e te vestisse com desejo, de que cor seria o prazer? Lua, és tu vermelha de timidez ou sangras os cortes dos que se amam sem poder?
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@CrisRibeiro · há 1 ano
😍😍😍
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😍😍😍
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@eliz_leao há 1 ano
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O cego, vive de ilusões Num castelo cheio de nada, Onde as paredes flutuam, Presas ao chão da imaginação. Imaginação, que idealiza, Engana e faz doer, Quando a alma sente, Que não há nada ali, para ver. E quando o sol se põe, Das colinas e montanhas, Se vê, as consequências Do baixar a guarda. Desolado, o visionário, tenso Caminha por escombros, Daquilo que ele mesmo construiu, No vórtice sem sentido da esperança. Morreu ali, todas as suas ilusões. A docilidade se findou, À exaustão, se entrega, Inapto. E só espera que a paralisia, O deixe, para que possa voar, Por entre as nuvens, de vento, Que o leve a recomeçar, desta vez, Em suas próprias bases, Pois só nessas, ele pode confiar. Eliz Leão
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Lindo e dolorido. 🥲
@literunico · há 1 ano
Espero que a poesia do cego nunca se finde! Que sua visão, mesmo em novas bases, nunca deixe de ser seus desejos.
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@literunico há 1 ano
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#Bom dia! Palavra do dia: #ℂ𝕠𝕟𝕙𝕖𝕔𝕚𝕞𝕖𝕟𝕥𝕠 Frase do dia: "A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original." — Albert Einstein Datas comemorativas de hoje, 14 de março de 2025: Dia do Pi White Day Dia dos Carecas Aniversariantes: Albert Einstein (1879-1955) Manoel Carlos (1933) Alberto II de Mônaco (1958) Simone Biles (1997)
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@albertobusquets · há 1 ano
Como a frase só dia não foi "Busquem conhecimento"? 🤭👽
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@eduliguori há 1 ano
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Sobrevivo entorpecido vendo as ondas que me cercam as almas que passam sinto muito como sempre enxergo mais que nunca entorpecido entendo a magia da vida profana os pesos que deixamos as lágrimas que secam os copos que derramamos sigo calado entorpecido pela dor do que foi perdido pela seca do tempo rápido que me deixa para trás sem os encontros que um dia sonhei beber Edu Liguori
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 073 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Salivo por teus pelos tua barba me risca promessas inconfessas. Teus sinais, constelações guiam-me no escuro desejo. Um olhar me despe desveste-me inteira: não há pudor, não há defesa. Resta a carne ofertada, entregue vulnerável como a alma que já é tua. Mãos que esculpem febre arfar quente tesão que embriaga. A cada toque desfaz-se um pedaço de mim: amar é perder-se também. Quero o gemido o tremor, o gozo-mar que naufraga e me dissolve. Quando cedes incontido, indomável sem máscaras ou fugas o mundo (o meu) começa e termina ali. Cr💞s Ribeiro
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@purapoesia · há 1 ano
Quente e lindo. Muito bom, Cris! 🔥
@Cilene · há 1 ano
Eeee haja ar condicionado
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Eeee haja ar condicionado 🔥🔥🔥🔥
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@literunico há 1 ano
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#Dia 294 Companheirismo Ele não chega antes do tempo, Nem parte ao menor sinal. Companheirismo é o vento Que sopra firme e leal. Não lidera, nem obedece, Caminha junto, ao lado Companheirismo não esquece, É presença, futuro e passado Se um tropeça, o outro sustém, Se um vacila, o outro enxerga. Companheirismo é a força que vem, Sem prisão, nem até que enverga. É força e entrega simultânea, O espelho que nunca se apaga. Companheirismo, alma insana, Dois passos, uma mesma estrada. Eder B. Jr.

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