Está no ar a nossa segunda edição do newsletter!
Estamos em festa com o lançamento do livro "Um Jardim em Mim" da Jusley Naiane ,
link para você adquirir o seu:
Abrir link
Na primeira edição, pedi indicações de conteúdo aos membros aqui do site.
Mural de Indicações:
@eliz_leao: Abrir link
@EscritosdeVitorHugo:Abrir link
@tiagoandreatto: Abrir link
@EscritosdeVitorHugo
Vitor Hugo Oliveira de Araújo
66
posts
23
Seguidores
25
Seguindo
Séries por #
Detectadas nos posts
@Solitude
Dexter Solitude
@cynthiabrum
Cynthia Brum
@jjr
Jason Da Silva Cajazeira Junior
@gledson489
Gledson Rogério Viana Raimundo
@dedensouza
Denise Nunes de Souza
@isabela324
Isabela soares
@pedrohenriqueyoung
Pedro Henrique
@NandaSalima
Fernanda Oliveira (Nanda Salima)
@leticia313
Letícia Cavalcanti Moreira
@rafaelaraujoescritor
RAFAEL ARAUJO
@tamarasfawkes
Tamara S. Fawkes
@autorpedrobarretho
Pedro Rogério Villar Barreto
@tibianchini
Tiago Bianchini Fidalgo
@Cilene
CILENE RESENDE
@sylvviarubra
Sylvvia Rubraurora
@deivesferraz
Deives Gabriel Ferraz
@MarU
Mar.U
@ariazenite
Aria Zênite
@JuNaiane
Jusley Naiane
@Albertobusquets
Alberto Knobbe Busquets
@CrisRibeiro
Cristiane Inácio Ribeiro Carneiro
@calorliterario_
Lidiane Queiroz Bastos
@literunico
Eder B. Jr.
@cynthiabrum
Cynthia Brum
@jjr
Jason Da Silva Cajazeira Junior
@jessicacoutinhoautora
Jéssica Coutinho
@paola523
Paola Guedes machado
@ellen
Ellen
@dani_ln
Dani. LN
@edsonbas
Edson Basilio
@tamarasfawkes
Tamara S. Fawkes
@autorpedrobarretho
Pedro Rogério Villar Barreto
@yolanda187
Yolanda Rodrigues Vasconcellos
@mariadriano
Mari Adriano
@jessicaS
Jéssica Santos
@tibianchini
Tiago Bianchini Fidalgo
@classicos
Clássicos da Literatura
@Cilene
CILENE RESENDE
@novidadesliterunico
Novidades Literunico
@deivesferraz
Deives Gabriel Ferraz
@Branca20
Branca
@MarU
Mar.U
@aleituracria
A Leitura Cria
@JuNaiane
Jusley Naiane
@Albertobusquets
Alberto Knobbe Busquets
@CrisRibeiro
Cristiane Inácio Ribeiro Carneiro
@calorliterario_
Lidiane Queiroz Bastos
@literunico
Eder B. Jr.
#Desafio 78
*Homem com “H” de Hipocrisia*
Não sou mais uma filha
Do “melhor pai do mundo”!
Não.
Meu pai, na verdade,
Era só mais um homem fecundo.
Daqueles que não planejaram
Nem desejaram minha existência.
Um pai que se sentia atacado
Por ter sido descuidado num ato
De natural exercício de sua essência.
Apenas um homem ordinário, comum,
Como qualquer outro na face da Terra.
Um homem que foi criado para dominar
Sem se responsabilizar.
Homem com “H” (de hipocrisia),
Homem se sente
À vontade em abandonar,
Pois homem não foi feito pra criar.
Homem que é assim mesmo,
Por natureza,
Que precisa demonstrar virilidade
Sem a responsabilidade
Como sua defesa.
E ao rebento intitula como “filho da puta”:
“Quem pariu que alimente e balance,
Que se vire sozinha com esta criança.”
Bom dia para quem é pai de verdade!
Pra quem não é, que se exploda…
Pra não dizer outra coisa.
MarU
*Homem com “H” de Hipocrisia*
Não sou mais uma filha
Do “melhor pai do mundo”!
Não.
Meu pai, na verdade,
Era só mais um homem fecundo.
Daqueles que não planejaram
Nem desejaram minha existência.
Um pai que se sentia atacado
Por ter sido descuidado num ato
De natural exercício de sua essência.
Apenas um homem ordinário, comum,
Como qualquer outro na face da Terra.
Um homem que foi criado para dominar
Sem se responsabilizar.
Homem com “H” (de hipocrisia),
Homem se sente
À vontade em abandonar,
Pois homem não foi feito pra criar.
Homem que é assim mesmo,
Por natureza,
Que precisa demonstrar virilidade
Sem a responsabilidade
Como sua defesa.
E ao rebento intitula como “filho da puta”:
“Quem pariu que alimente e balance,
Que se vire sozinha com esta criança.”
Bom dia para quem é pai de verdade!
Pra quem não é, que se exploda…
Pra não dizer outra coisa.
MarU
#Desafio 77
*Ressonâncias*
Nem a noite, nem o dia,
Nem o tempo que passa,
Nem a ausência de palavras…
Não preciso de nada disso!
Tenho esse seu olhar perdido me seguindo,
E a certeza da fúria do nosso instinto.
A suspeita da fuga por puro capricho,
E o orgulho ferido, carcomendo
O que sentimos, não silenciaram o som,
Nem apagaram o brilho.
Não me importam, todavia, seus caminhos!
O medo de amar e se entregar,
Não afastou nossos destinos.
Segues ainda que calado, ao meu lado, Sentindo…
Sonhando… Dormindo e acordado,
Com este sentir correspondido.
E a força do que distorces,
Presumindo ocultar-se…
Na verdade!
Sinto nas entrelinhas, que me dedicas.
Sinto o seu coração, sustenido,
Em tom maior harmonioso, comigo,
Ressonas…
O que não se pode calar.
MarU
*Ressonâncias*
Nem a noite, nem o dia,
Nem o tempo que passa,
Nem a ausência de palavras…
Não preciso de nada disso!
Tenho esse seu olhar perdido me seguindo,
E a certeza da fúria do nosso instinto.
A suspeita da fuga por puro capricho,
E o orgulho ferido, carcomendo
O que sentimos, não silenciaram o som,
Nem apagaram o brilho.
Não me importam, todavia, seus caminhos!
O medo de amar e se entregar,
Não afastou nossos destinos.
Segues ainda que calado, ao meu lado, Sentindo…
Sonhando… Dormindo e acordado,
Com este sentir correspondido.
E a força do que distorces,
Presumindo ocultar-se…
Na verdade!
Sinto nas entrelinhas, que me dedicas.
Sinto o seu coração, sustenido,
Em tom maior harmonioso, comigo,
Ressonas…
O que não se pode calar.
MarU
#Desafio 67
*Alma de leão*
Cabisbaixa e meio tímida,
Ela nem sequer imagina
A força que tem seu olhar!
Bravura emana quando caminha.
A mulher, que em parte é menina,
Na alma é leão em fronte de guerra.
Força nata de quem tudo supera!
Quisera criar sua própria sorte,
Criou sua prole, sua rica família.
Quase custou sua própria vida!
Resiliente, caminha dedicada,
Nada passa sem sua ciência.
Sua luz intensa nunca dorme.
Farol reluzente guiando barcos.
O amor que sente e se estende
Noite adentro, em mar revolto.
Abraça o breu, se destaca no mar!
Imponência de extrema beleza,
Como, na noite, fosse uma deusa.
Traz em seu reluzir a esperança
Para quem busca ao lar retornar.
MarU
Poema em homenagem a minha melhor amiga, autora @eliz_leao uma das mulheres que mais me inspiram na vida.
*Alma de leão*
Cabisbaixa e meio tímida,
Ela nem sequer imagina
A força que tem seu olhar!
Bravura emana quando caminha.
A mulher, que em parte é menina,
Na alma é leão em fronte de guerra.
Força nata de quem tudo supera!
Quisera criar sua própria sorte,
Criou sua prole, sua rica família.
Quase custou sua própria vida!
Resiliente, caminha dedicada,
Nada passa sem sua ciência.
Sua luz intensa nunca dorme.
Farol reluzente guiando barcos.
O amor que sente e se estende
Noite adentro, em mar revolto.
Abraça o breu, se destaca no mar!
Imponência de extrema beleza,
Como, na noite, fosse uma deusa.
Traz em seu reluzir a esperança
Para quem busca ao lar retornar.
MarU
Poema em homenagem a minha melhor amiga, autora @eliz_leao uma das mulheres que mais me inspiram na vida.
Vejo a vida em cores,
Mesmo e apesar das dores,
Somos seres não lineares.
Não temos constância.
Mas vejo você em cores.
Vejo a luz do teu olhar,
Ao encontrar soluções.
O sorriso dos teus lábios,
Ao contentar-se.
Vejo, o toque das suas mãos,
No dia a dia, ao me agradar.
Vejo.
Te sinto.
Inteiro .
A luz e a cor dos meus dias.
Por sua culpa, te vejo intenso,
Propenso,
Baseado em bom senso.
Colore mesmo sem querer,
Mesmo por querer.
Tudo que faz,
Tudo que quer,
Tudo que vive, você é...
Vida! Minha vida!
Eliz Leão
Mesmo e apesar das dores,
Somos seres não lineares.
Não temos constância.
Mas vejo você em cores.
Vejo a luz do teu olhar,
Ao encontrar soluções.
O sorriso dos teus lábios,
Ao contentar-se.
Vejo, o toque das suas mãos,
No dia a dia, ao me agradar.
Vejo.
Te sinto.
Inteiro .
A luz e a cor dos meus dias.
Por sua culpa, te vejo intenso,
Propenso,
Baseado em bom senso.
Colore mesmo sem querer,
Mesmo por querer.
Tudo que faz,
Tudo que quer,
Tudo que vive, você é...
Vida! Minha vida!
Eliz Leão
Deslizar as minhas mãos
Pelos teus cabelos negros,
Te percorrer até chegar
Naquele ponto
Onde meu destino encontro,
Sorver o néctar do teu prazer
E, me alimentar de você.
"Amor não enche barriga"
Pode até ser,
Mas já me sinto preenchida
De você.
Jusley Naiane
#desafio 64/365
Pelos teus cabelos negros,
Te percorrer até chegar
Naquele ponto
Onde meu destino encontro,
Sorver o néctar do teu prazer
E, me alimentar de você.
"Amor não enche barriga"
Pode até ser,
Mas já me sinto preenchida
De você.
Jusley Naiane
#desafio 64/365
#Desafio 64
*Nunca mais*
Nunca mais
Transbordarei uma gota.
Serei gelo moldado ao copo,
Serei outra!
Nunca mais
Doarei de mim
Refresco ao calor
Que molha a roupa.
Nunca mais
Me perderei, derretendo
Em teus lábios,
Que me deixam louca.
Nunca mais
Deixarei, essas mãos
Que invadem meus desejos,
Tocarem meu corpo e minha alma,
Até em sonhos e pensamentos.
Nunca mais…
Me parece tanto tempo!
Nunca mais,
Até você olhar pra mim
E derreter o gelo,
Fervendo meu sangue
E me ardendo o fogo que tenho dentro.
Nunca mais,
Só de pensar em você,
Por te amar tanto assim…
Nunca mais
Terei sossego.
Nem que seja, à tinta e caneta,
Escrevendo este amor
Em louca poesia,
Herege dicotomia,
Que jamais esqueço.
Nunca mais, reconheço…
Serei livre, com você dentro do peito.
Me perco…
MarU
*Nunca mais*
Nunca mais
Transbordarei uma gota.
Serei gelo moldado ao copo,
Serei outra!
Nunca mais
Doarei de mim
Refresco ao calor
Que molha a roupa.
Nunca mais
Me perderei, derretendo
Em teus lábios,
Que me deixam louca.
Nunca mais
Deixarei, essas mãos
Que invadem meus desejos,
Tocarem meu corpo e minha alma,
Até em sonhos e pensamentos.
Nunca mais…
Me parece tanto tempo!
Nunca mais,
Até você olhar pra mim
E derreter o gelo,
Fervendo meu sangue
E me ardendo o fogo que tenho dentro.
Nunca mais,
Só de pensar em você,
Por te amar tanto assim…
Nunca mais
Terei sossego.
Nem que seja, à tinta e caneta,
Escrevendo este amor
Em louca poesia,
Herege dicotomia,
Que jamais esqueço.
Nunca mais, reconheço…
Serei livre, com você dentro do peito.
Me perco…
MarU
#Desafio 062
O Pai escuta,
Mas até quando?
Por ora, afasta o cálice.
Mas a mancha de vinho tinto
é impressa na pele,
lateja na alma:
amarga cicatriz que o tempo não lava.
A boca não cerra
não pode, não deve!
Há um grito entranhado na carne
Um grito obsceno
visceral
que ainda rasga pela voz de Chico:
alerta sem calmaria.
O monstro?
Esse nunca dorme.
Ronda, espreita, saliva.
Tem fome:
fome de silêncio,
fome de medo
fome da carne
fome de sangue fresco.
Mas há quem não se cale
quem faça do peito uma ferida aberta
do grito, um corpo em convulsão.
E que ecoe
que tome o mundo,
que arrombe as portas trancadas
que profane e impeça o retorno da noite.
Porque há corpos demais sob a terra
e memórias que urram na escuridão.
E enquanto houver voz
o cálice não se erguerá.
E que o vento leve esse grito
como leva as sementes
fazendo germinar a palavra
no caos da devastação.
Que a coragem seja nossa arte
a arte seja o nosso berro
e que o berro seja insubmisso
feroz, imbatível.
Ainda estamos aqui.
Sempre estaremos.
Crs Ribeiro
O Pai escuta,
Mas até quando?
Por ora, afasta o cálice.
Mas a mancha de vinho tinto
é impressa na pele,
lateja na alma:
amarga cicatriz que o tempo não lava.
A boca não cerra
não pode, não deve!
Há um grito entranhado na carne
Um grito obsceno
visceral
que ainda rasga pela voz de Chico:
alerta sem calmaria.
O monstro?
Esse nunca dorme.
Ronda, espreita, saliva.
Tem fome:
fome de silêncio,
fome de medo
fome da carne
fome de sangue fresco.
Mas há quem não se cale
quem faça do peito uma ferida aberta
do grito, um corpo em convulsão.
E que ecoe
que tome o mundo,
que arrombe as portas trancadas
que profane e impeça o retorno da noite.
Porque há corpos demais sob a terra
e memórias que urram na escuridão.
E enquanto houver voz
o cálice não se erguerá.
E que o vento leve esse grito
como leva as sementes
fazendo germinar a palavra
no caos da devastação.
Que a coragem seja nossa arte
a arte seja o nosso berro
e que o berro seja insubmisso
feroz, imbatível.
Ainda estamos aqui.
Sempre estaremos.
Crs Ribeiro
#Desafio 63
*Citereia e Marte
“Amor de outono no mês de março”*
Ante o meritíssimo tempo,
O mundo gira e, intenso,
Bagunça as estações.
Um vento dispensa o verão,
As folhas caem das árvores,
Anunciando uma nova estação.
Uma névoa, sem prelúdio de chuvas,
Um aroma adocicado de frutas,
Um arrepio no pelo da pele desnuda,
Uma sensação de ardor e inverno,
Uma emoção confusa.
Março chegou e com ele, a mais linda e incompreendida estação.
O ardor da guerra deflorando a Citereia,
Estio em calor aflorando no interno,
Arrepios de inverno bagunçando o momento.
Inconsequente, indômito,
Sapiente da efemeridade da harmonia.
É só um momento,
Uma carícia do tempo.
Prosa pra poesia,
Inspiração por heresia,
A colheita sacra do semeio que jazia.
De crucificar e ressurgir,
De chorar e sorrir,
De queimar e fluir,
De esperança excutir.
MarU
*Citereia e Marte
“Amor de outono no mês de março”*
Ante o meritíssimo tempo,
O mundo gira e, intenso,
Bagunça as estações.
Um vento dispensa o verão,
As folhas caem das árvores,
Anunciando uma nova estação.
Uma névoa, sem prelúdio de chuvas,
Um aroma adocicado de frutas,
Um arrepio no pelo da pele desnuda,
Uma sensação de ardor e inverno,
Uma emoção confusa.
Março chegou e com ele, a mais linda e incompreendida estação.
O ardor da guerra deflorando a Citereia,
Estio em calor aflorando no interno,
Arrepios de inverno bagunçando o momento.
Inconsequente, indômito,
Sapiente da efemeridade da harmonia.
É só um momento,
Uma carícia do tempo.
Prosa pra poesia,
Inspiração por heresia,
A colheita sacra do semeio que jazia.
De crucificar e ressurgir,
De chorar e sorrir,
De queimar e fluir,
De esperança excutir.
MarU
#Desafio 62
*Chamado do Mar*
Caminho descalça na areia,
mirando o caminho do mar.
O sol, em minha pele, bronzeia,
nutrindo meu corpo de raio solar.
Descarrego no mar minha angústia,
sinto a energia do mar me alcançar.
Nas ondas, a maré forte me puxa,
como um chamado a deixar-me levar.
O vento assobia nossa música
e balança meus cabelos no ar.
O sal que tempera minha pele
me traz a salgada lembrança
dos versos que sonhei recitar.
Esperanças que já tive um dia,
mas que tento do peito arrancar
e não mais voltar a pensar.
Você!
MarU
*Chamado do Mar*
Caminho descalça na areia,
mirando o caminho do mar.
O sol, em minha pele, bronzeia,
nutrindo meu corpo de raio solar.
Descarrego no mar minha angústia,
sinto a energia do mar me alcançar.
Nas ondas, a maré forte me puxa,
como um chamado a deixar-me levar.
O vento assobia nossa música
e balança meus cabelos no ar.
O sal que tempera minha pele
me traz a salgada lembrança
dos versos que sonhei recitar.
Esperanças que já tive um dia,
mas que tento do peito arrancar
e não mais voltar a pensar.
Você!
MarU