Bom dia com poesia.
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O cego, vive de ilusões
Num castelo cheio de nada,
Onde as paredes flutuam,
Presas ao chão da imaginação.
Imaginação, que idealiza,
Engana e faz doer,
Quando a alma sente,
Que não há nada ali, para ver.
E quando o sol se põe,
Das colinas e montanhas,
Se vê, as consequências
Do baixar a guarda.
Desolado, o visionário, tenso
Caminha por escombros,
Daquilo que ele mesmo construiu,
No vórtice sem sentido da esperança.
Morreu ali, todas as suas ilusões.
A docilidade se findou,
À exaustão, se entrega,
Inapto.
E só espera que a paralisia,
O deixe, para que possa voar,
Por entre as nuvens, de vento,
Que o leve a recomeçar, desta vez,
Em suas próprias bases,
Pois só nessas, ele pode confiar.
Eliz Leão
Num castelo cheio de nada,
Onde as paredes flutuam,
Presas ao chão da imaginação.
Imaginação, que idealiza,
Engana e faz doer,
Quando a alma sente,
Que não há nada ali, para ver.
E quando o sol se põe,
Das colinas e montanhas,
Se vê, as consequências
Do baixar a guarda.
Desolado, o visionário, tenso
Caminha por escombros,
Daquilo que ele mesmo construiu,
No vórtice sem sentido da esperança.
Morreu ali, todas as suas ilusões.
A docilidade se findou,
À exaustão, se entrega,
Inapto.
E só espera que a paralisia,
O deixe, para que possa voar,
Por entre as nuvens, de vento,
Que o leve a recomeçar, desta vez,
Em suas próprias bases,
Pois só nessas, ele pode confiar.
Eliz Leão
Eu te amo, até que tudo que conhecemos nesta vida, como certo, imutável, vire pó.
Eu te amo, até que minhas memórias, de quem você é, deixem de existir.
Eu te amo, até que todas as palavras que você me dedicou, se percam, nas dobras incontestáveis do tempo.
Eu te amo, até que, quem sabe um dia, nossa existência, seja medida apenas pelo tanto de amor, que podemos dar.
Eu te amo, mesmo, que apesar de tudo, seu amor, deixe de ser eu.
Eliz Leão
Eu te amo, até que minhas memórias, de quem você é, deixem de existir.
Eu te amo, até que todas as palavras que você me dedicou, se percam, nas dobras incontestáveis do tempo.
Eu te amo, até que, quem sabe um dia, nossa existência, seja medida apenas pelo tanto de amor, que podemos dar.
Eu te amo, mesmo, que apesar de tudo, seu amor, deixe de ser eu.
Eliz Leão
Vejo a vida em cores,
Mesmo e apesar das dores,
Somos seres não lineares.
Não temos constância.
Mas vejo você em cores.
Vejo a luz do teu olhar,
Ao encontrar soluções.
O sorriso dos teus lábios,
Ao contentar-se.
Vejo, o toque das suas mãos,
No dia a dia, ao me agradar.
Vejo.
Te sinto.
Inteiro .
A luz e a cor dos meus dias.
Por sua culpa, te vejo intenso,
Propenso,
Baseado em bom senso.
Colore mesmo sem querer,
Mesmo por querer.
Tudo que faz,
Tudo que quer,
Tudo que vive, você é...
Vida! Minha vida!
Eliz Leão
Mesmo e apesar das dores,
Somos seres não lineares.
Não temos constância.
Mas vejo você em cores.
Vejo a luz do teu olhar,
Ao encontrar soluções.
O sorriso dos teus lábios,
Ao contentar-se.
Vejo, o toque das suas mãos,
No dia a dia, ao me agradar.
Vejo.
Te sinto.
Inteiro .
A luz e a cor dos meus dias.
Por sua culpa, te vejo intenso,
Propenso,
Baseado em bom senso.
Colore mesmo sem querer,
Mesmo por querer.
Tudo que faz,
Tudo que quer,
Tudo que vive, você é...
Vida! Minha vida!
Eliz Leão
Nós, mulheres que saíram da maldita caverna,
Vimos o mundo, galgamos a montanha,
Nosso olhar vai longe, as vendas caíram,
Nossos pés e braços estão livres, as algemas quebraram,
Abriremos os olhos daquelas que ainda se submetem, e das que virão.
Nunca mais, nos queimarão!
Somos mais da metade do mundo, nós somos o mundo,
Somos a força na multidão !
Eliz Leão
Vimos o mundo, galgamos a montanha,
Nosso olhar vai longe, as vendas caíram,
Nossos pés e braços estão livres, as algemas quebraram,
Abriremos os olhos daquelas que ainda se submetem, e das que virão.
Nunca mais, nos queimarão!
Somos mais da metade do mundo, nós somos o mundo,
Somos a força na multidão !
Eliz Leão
Desce em mim,
O calor dos teus lábios
Feito lua
Enfeitando a noite
Ilumina meus desejos
Feito luz
Invadindo
A eterna escuridão
Singra meus mares
Sedento
Por me beber
Inteira
Completa meu prazer
Com o seu
E explode
Me marcando com intensidade.
Tensiona seus musculos
Pele, torso
E ao me penetrar
Me ama e me torna
Uma, com sua própria existência.
Eliz Leão
O calor dos teus lábios
Feito lua
Enfeitando a noite
Ilumina meus desejos
Feito luz
Invadindo
A eterna escuridão
Singra meus mares
Sedento
Por me beber
Inteira
Completa meu prazer
Com o seu
E explode
Me marcando com intensidade.
Tensiona seus musculos
Pele, torso
E ao me penetrar
Me ama e me torna
Uma, com sua própria existência.
Eliz Leão
Persegue
Suga meu pescoço
Me prende
Me implora
Devora
E ama
Pernas abertas
Na cama
Reclama
Minha suavidade
Na sua rigidez.
Eliz Leão
Suga meu pescoço
Me prende
Me implora
Devora
E ama
Pernas abertas
Na cama
Reclama
Minha suavidade
Na sua rigidez.
Eliz Leão
O sabor ácido
De sua essência
Explodiu
Minhas papilas
Altamente sensíveis.
E eu tornei-me
Sucetivel
Maleável
Como se me queimasse
Marcasse
Com sua seiva.
Penetrando
Não só meus lábios,
Mas enfim,
Indelevelmente
A minha alma.
Me tornou
De propósito
Sedenta pela a dele
Almejando
Marcá-lo
Como meu.
Meu eu entorno
Do seu,
Seu corpo,
Sua carne,
Sangue e saliva,
Suor e prazer.
Me molha
Do tesão
Mais descarado
Intenso,
Em seu
Regozijar.
Eliz Leão
De sua essência
Explodiu
Minhas papilas
Altamente sensíveis.
E eu tornei-me
Sucetivel
Maleável
Como se me queimasse
Marcasse
Com sua seiva.
Penetrando
Não só meus lábios,
Mas enfim,
Indelevelmente
A minha alma.
Me tornou
De propósito
Sedenta pela a dele
Almejando
Marcá-lo
Como meu.
Meu eu entorno
Do seu,
Seu corpo,
Sua carne,
Sangue e saliva,
Suor e prazer.
Me molha
Do tesão
Mais descarado
Intenso,
Em seu
Regozijar.
Eliz Leão
Feito de sal,
Amargo, fel
E céu azul.
Feitos de mel
Manjar de deuses
Na noite enluarada.
Caminhantes do planeta azul.
Galgam muros,
Plantam flores,
Deixam viver.
Destróem tudo
Pincelam horror,
E enchem de dor,
O outro ser.
Onde pisam,
Levam sorrisos
Onde tocam,
A cura dão.
Tantos destinos tocados
Tantos destinos alados
Tantos destinos
Destinados a padecer.
Preferimos viver.
Onde a ponte seja,
A troca esteja,
E onde o abraço cura.
Seja intempéries
Mas de amor!
Nunca de dor.
Eliz Leão
Amargo, fel
E céu azul.
Feitos de mel
Manjar de deuses
Na noite enluarada.
Caminhantes do planeta azul.
Galgam muros,
Plantam flores,
Deixam viver.
Destróem tudo
Pincelam horror,
E enchem de dor,
O outro ser.
Onde pisam,
Levam sorrisos
Onde tocam,
A cura dão.
Tantos destinos tocados
Tantos destinos alados
Tantos destinos
Destinados a padecer.
Preferimos viver.
Onde a ponte seja,
A troca esteja,
E onde o abraço cura.
Seja intempéries
Mas de amor!
Nunca de dor.
Eliz Leão
Quisera eu, ter asas,
Nos pés, na alma,
Quisera, voar,
Por entre flores,
De pensamentos.
Nuvens,
De encontro ao vento.
Quisera,
Que o meu coração medroso,
Guardasse seu medo, um pouco,
E que eu pudesse,
Me libertar,
Flutuando,
Por sobre as águas,
Desse mar imenso,
Que é a vida.
Transmuto,
Meus pensamentos,
Em quereres intensos,
Da saudade,
Que eu tinha,
Da coragem,
Que eu nunca tive,
De quebrar,
Dentro de mim,
Minhas próprias correntes.
E no final, eu sei,
Que sou apenas a casca,
De alguém que grita alto,
Sobre todos os horrores
Que passei,
Sem mudar nada,
Porque o medo,
Ainda me consome,
E o meu grito, só ecoa em mim.
Eliz Leão
Nos pés, na alma,
Quisera, voar,
Por entre flores,
De pensamentos.
Nuvens,
De encontro ao vento.
Quisera,
Que o meu coração medroso,
Guardasse seu medo, um pouco,
E que eu pudesse,
Me libertar,
Flutuando,
Por sobre as águas,
Desse mar imenso,
Que é a vida.
Transmuto,
Meus pensamentos,
Em quereres intensos,
Da saudade,
Que eu tinha,
Da coragem,
Que eu nunca tive,
De quebrar,
Dentro de mim,
Minhas próprias correntes.
E no final, eu sei,
Que sou apenas a casca,
De alguém que grita alto,
Sobre todos os horrores
Que passei,
Sem mudar nada,
Porque o medo,
Ainda me consome,
E o meu grito, só ecoa em mim.
Eliz Leão