Leituras e conversas

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@literunico há 1 ano
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 37 Comente na Biblioteca em um livro onde a política é pensada a partir da dúvida, e não da doutrina, obras em que o autor questiona as estruturas. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365postagens Dia 175 Entre Pactos e Fronteiras O que separa os homens não são apenas mapas. São interesses travestidos de princípios. Quem vê isso, Percebe que a guerra não é natural, Mas construída. E que os Estados, ao negociarem paz, preparam a próxima submissão. A moral, na política internacional, desaparece. O direito vira simulação. E o povo, novamente, é quem paga o preço das palavras escritas em tratados que não o representam. Pensar as relações entre nações é, antes, pensar no abismo entre poder e justiça. Eder B. Jr. Indicação do @literunico <h5><span style='color: red;'>#RousseaueasRelaçõesInternacionais</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/927'><strong>Rousseau e as Relações Internacionais</strong></a></p> @literunico</p>
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@literunico há 1 ano
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 36 Comente na Biblioteca em um livro em que a terra não é cenário, mas destino, obras onde o vínculo com o solo é sagrado, político, inevitável. Quando a terra dá e tira, e quem a habita precisa aprender a colher sem esquecer que também é colhido. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365postagens Dia 174 O Solo que nos Contém Algumas histórias não brotam do conflito, mas da semente. São enredos que crescem devagar, como planta que não grita, mas insiste. A terra, aqui, não é paisagem. É divindade silenciosa. É promessa e condenação. O camponês se curva, não apenas pelo peso do corpo, mas pelo pacto ancestral com aquilo que o sustenta e também o cobra. A colheita é também perda. O filho que parte leva um pedaço da terra no sapato, e outro, na alma. Eder B. Jr. Indicação do @literunico <h5><span style='color: red;'>#Aboaterra</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Iniciando Leitura</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/925'><strong>A boa terra</strong></a></p>
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@cainafarias há 1 ano
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Pelas rodas de acrobacia, acreditei viver fazendo o certo por intervalos de minutos gigantes. Era a prova de ser mais um. Era prova de se aceitar mais um. Mas a dor em fingir ser demais para pouco prato colocava o meu pescoço em beiradas sem a existência de nada. Isso me assustava. O que aconteceria se fosse visto como nada? Vi-me à mercê de uma vontade de ser algo que nunca quis ser. Lamentei por vagarosamente encontrar lascas caídas no chão. Imaginei que poderiam vir das ripas que seguram as telhas e nunca de uma cara apavorada por não se reconhecer mais. Quem teria a audácia de nomear bolsos vazios de água de "A era de uma nova jornada"? Mesmo com o torso e os pés virados para lados contrários, mãos para o alto, sons altos, não prevejo para onde minha vida seguirá. As dez velas, cada uma delas, sopram em direção a uma máscara que passei de ensinar ao mundo que era eu. Decanato
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@brunob612 há 1 ano
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Teste de Turing Quantas dúvidas, criatura quase inerte humana demais funcional de menos tão doce que se dissolve em pensamentos impuros e silêncios terrenos
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@calorliterario_ há 1 ano
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Era noite, mas poderia muito bem ser eternidade. O quarto carregava o cheiro doce da pele dela misturado com o sal da minha. Um perfume que não se vende, não se descreve, só se sente quando duas bocas se reconhecem antes mesmo do toque. Quero me enroscar no teu corpo nu, pensei, mas não disse. Não precisava. Ela sabia. Os olhos dela denunciavam a fome e a entrega, como se cada parte de mim fosse um pedaço de fruta madura prestes a ser colhida e chupada. Me aproximei, sentindo a temperatura da pele aquecer o ar entre nós. Deslizei as pontas dos dedos pela curva do ombro, descendo sem pressa, como quem decora um mapa antes de partir. E quando os lábios se encontraram, o mundo calou. Só existia a respiração acelerada, a pele arrepiada, a urgência mansa de quem sabe que o tempo ali é só um detalhe. Dedos, mãos tão adestradas buscavam o esconderijo … (sedenta) Dela bebi a seiva que escorreu algumas vezes (perdi as contas) e me embriaguei, viciei. Um gosto de madrugada, de desejo sem censura. A língua passeava como quem descobre um segredo antigo, desejado e os gemidos vinham como preces sussurradas, pedindo mais, implorando, clamando, querendo. Saciei a sede e criei outras. Porque com ela, cada toque é um convite. Cada beijo, uma promessa. E não há palavra que baste quando a carne fala, quando o suor mistura e o corpo pede e entrega e toma. Naquele instante, éramos só nós. Tesão, suor e sal. E a vontade de nunca mais amanhecer. Te olhar e não querer novamente foi um sacrifício, paguei meus pecados, desejo encurralado e bucetinha molhada e o cuzinho piscando ao lembrar de tudo que vivemos. Quero mais… quero sempre… quero você … Vem!?
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@jjr há 1 ano
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~§~ Quem és tú primórdio poeta? Que destes nome a poesia, forma, palavras e contextos. ... Olhos teus que coloriram, sentimentos transformaram. A beleza e a tristeza, aromatizastes a percepção, o amor, dor e a solidão. ... Formas, volúpia, acidez e destreza. Como pudestes pecado tão vil conceder? A encantares palavras com expressão corporal comunicais âmagos de sua semente. ... Quem fostes tú o primeiro? Semeastes das palavras um canteiro, doces a amargas frutas. Deras sentidos a outros a sentirem. Quem fostes tú? ~§~ Sentimentos de Afeição Cativastes Por mero prazer. Não sei mesmo se por ego ou descuido, Criastes longas líricas Milongas & canções. ... Do amor se fez dono e criador Iluminando os olhos, Crisando os poros De saudade. Maldade tua! ... Não vislumbro um início E com isto me sinto perdido. Sei que tú és maldito dentre os seres E abusaste dos deuses. ... Beleza e formosura indomável, Palavras & sentimentos Dera-se de tua teimosia Nesta vida Usurpando sentidos iluminados e obscuros. ... De onde vens? Tú. Quem foras? Ser. Que és? Seres. Único. Homo. ~§~ JJr.
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@tibianchini há 1 ano
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Para que servem os poemas Para que serve um poema? Para nada? Para contar uma verdade velada? Para conquistar um coração frio? Para transbordar sentimentos até ficar vazio? Para quem escrevo um poema, me diz? Para que eu mesmo possa ser feliz? Para que eu me liberte? Me solte? Para que aquele Amor, um dia, volte? A arte do poema está em transmitir Verdades de de mim que não saberei sentir E esperar que quem o leia o entenda E que, no seu íntimo, uma fagulha se acenda. O poema cumpriria seu propósito, então: Convidar aquela pessoa à reflexão. Ela o leria e entenderia o que digo: Meu poema, então, seria seu melhor amigo. E, ao pensar no que eu, calado, lhe diria Através da minha reles poesia, Esta pessoa entenderia que, também, Eu lhe faço pensar, e lhe quero bem. Mas, e se o que eu tenho pra dizer não lhe apraz? Se ela entender errado, então, como se faz? Se a minha mensagem não lhe for direta, É sinal, então, de que não sou um bom poeta. E se minha ânsia de verdades indizíveis Me privar de futuros felizes e impossíveis? Então devo guardá-lo para mim, apenas, Porque não quero me meter nos seus problemas. Então, anjo, não fique brava comigo. Meu poema só pretende ser abrigo Do que eu acho que se deve ter na vida: E, assim, ele terá sua missão cumprida. Meu poema não pretende dar lição: Está não é, enfim, a sua função. Ele só quer te mostrar que os seus medos Não deveriam te privar de novos enredos. Ele só quer me livrar da necessidade De te contar a mais profunda verdade: Que só existe para o poeta te dizer Que te ama tanto que não quer te ver sofrer.
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@MarU · há 1 ano
Ual… Arrasou, Tih! Sem palavras. É um grande poeta sim, independente da apreciação de quem for. Sou fã! 🤌❤️👏👏👏 🥹
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@classicos há 1 ano
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Livro: Rousseau e as Relações Internacionais Autor: Jean-Jacques Rousseau Lançamento: Século XVIII Embora mais conhecido por sua filosofia política e social, Rousseau também refletiu sobre temas ligados às relações entre Estados. Em textos como o Resumo do Projeto de Paz Perpétua (inspirado em Abade de Saint-Pierre), ele expressa um ceticismo profundo quanto à possibilidade de uma paz duradoura entre nações. Para Rousseau, os Estados agem como indivíduos em estado de natureza: movidos por interesses, ambição e desejo de dominação. Mesmo defendendo a paz como ideal, ele reconhece que a lógica da guerra parece inerente ao sistema internacional. Sua visão crítica antecipa debates modernos sobre poder, soberania e equilíbrio entre nações. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Do Contrato Social Autor: Jean-Jacques Rousseau Lançamento: 1762 Em Do Contrato Social, Rousseau formula uma das teorias políticas mais influentes da modernidade. Partindo da ideia de que “o homem nasce livre, mas por toda parte encontra-se acorrentado”, ele propõe que a verdadeira liberdade só é possível quando os indivíduos se unem em um pacto coletivo, formando a vontade geral. Nesse contrato, todos se submetem à lei, mas como coautores dela, permanecem livres. A obra é uma defesa da soberania popular, da igualdade civil e da participação direta na vida pública — fundamentos que inspirariam revoluções e democracias no mundo todo. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Discurso sobre as Ciências e as Artes Autor: Jean-Jacques Rousseau Lançamento: 1750 Nesta obra que o lançou à fama, Rousseau argumenta que o progresso das ciências e das artes não tornou os homens melhores, mas sim mais corruptos e vaidosos. Escrito como resposta a um concurso da Academia de Dijon, o discurso desafia o otimismo iluminista ao afirmar que a cultura refinada mascara a decadência moral. Segundo Rousseau, a busca pelo conhecimento e pelo prestígio afasta o ser humano da virtude natural. Com estilo ousado e crítico, ele propõe uma reflexão sobre os verdadeiros valores que deveriam guiar a sociedade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Discurso sobre a Origem da Desigualdade entre os Homens Autor: Jean-Jacques Rousseau Lançamento: 1755 Nesta obra fundamental da filosofia política, Rousseau investiga como a desigualdade surgiu entre os seres humanos e quais formas dela são legítimas. Ele propõe uma visão do “bom selvagem”, argumentando que no estado de natureza o homem era livre, igual e feliz, e que foi a vida em sociedade — com a propriedade privada e as instituições — que corrompeu essa condição original. O discurso é uma crítica feroz à civilização e à injustiça social, questionando os pilares da organização moderna. Com estilo provocador e profundo, Rousseau abre caminho para o pensamento revolucionário que marcaria o Iluminismo. #domíniopúblico #Clássicos
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@GilbertoHSG há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/WroHg9Wq4XXwc9iJkTInhOLyocO8pIXlbwNrsCo3.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/27' target='_blank'><strong>A Era do Verbo - Histórias de criação</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/27/chapters/170' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo 6 - O Primeiro Confronto" completo</a></p></div>
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@JuNaiane há 1 ano
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Eu carrego algo aqui dentro; Algo maior do que eu. Algo que foi forjado entre sangue e lágrimas de uma versão que precisou morrer para que eu pudesse renascer. Carrego aqui dentro um ímpeto por liberdade que não aceita prisão, não aceita imposição, não aceita ser submetido ou subjugado — Esse ímpeto sou eu — Faca afiada de dois gumes; Forjada por alguém que sobreviveu. #desafio 365/172
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Tão eu ! 🥺
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@eduliguori há 1 ano
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Vou me embora daqui vou para Pasárgada ou qualquer outro lugar me perder ou esquecer vou me levar pro mundo vestindo apenas um abadá uma pena na mão e o coração vou me enganar consciente de que sou apenas aquele poeta que vive nas areias e ri contente contando conchas e ondas do mar Edu Liguori
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem à Pearl Sydenstricker Buck (1892–1973). Foi uma escritora americana e a primeira mulher americana a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura, em 1938. Ela também recebeu o Prêmio Pulitzer em 1932. Ela nasceu nos Estados Unidos, mas cresceu na China, onde seus pais eram missionários. Essa vivência marcante influenciou profundamente sua obra. "O segredo da alegria no trabalho está em uma palavra: excelência. Saber fazer algo bem é desfrutá-lo." — Pearl S. Buck A boa terra: <a href="https://www.literunico.com.br/books/925">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Hoje, o perfil @classicos irá disponibilizar algumas obras em domínio público do filósofo. Fiquem ligados! Jean-Jacques Rousseau foi um filósofo, escritor e compositor suíço do século XVIII, nascido em Genebra em 1712 e falecido em 1778. Ele é considerado um dos principais pensadores do Iluminismo e teve enorme influência na filosofia política, na educação e na literatura.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio175
Traduzido automaticamente do inglês.
Ver original
#Desafio175

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