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@wilcipolli há 1 ano
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@berthamachadoo há 1 ano
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Pagar quase 10 reais em uma segunda via de cartão porque a primeira não funciona mais (e já tem uns bons 9 anos) Eita Itau, como eu te odeio. (Menos o Walter Salles, por enquanto eu ainda amo ele)
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@classicos há 1 ano
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Livro: Poemas Autor: Alphonsus de Guimaraens Lançamento: Publicação póstuma Poemas é uma coletânea que reúne algumas das mais marcantes composições de Alphonsus de Guimaraens, um dos grandes nomes do Simbolismo brasileiro. Sua poesia é fortemente influenciada pelo misticismo, pelo amor idealizado e pela temática da morte, frequentemente associada à perda de sua amada, Constança. Com versos melancólicos e uma musicalidade envolvente, a obra reflete a espiritualidade profunda e a sensibilidade do poeta, consolidando seu legado como um dos principais expoentes da literatura simbolista no Brasil. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Últimos Sonetos Autor: João da Cruz e Sousa Lançamento: 1905 (publicação póstuma) Últimos Sonetos é a última coletânea de poemas de Cruz e Sousa, publicada postumamente, reunindo seus versos mais introspectivos e maduros. A obra é marcada por uma profunda melancolia e reflexões sobre a morte, o sofrimento e a transcendência. Com uma linguagem sofisticada e simbolista, o poeta explora imagens sensoriais e metáforas que intensificam a musicalidade e o caráter etéreo de seus versos. Considerado um dos pontos altos da produção de Cruz e Sousa, Últimos Sonetos confirma seu talento único e sua posição como um dos maiores nomes da literatura brasileira. #domíniopúblico #Clássicos4
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@classicos há 1 ano
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Livro: Poemas Humorísticos e Irônicos Autor: João da Cruz e Sousa Lançamento: Publicação póstuma Diferente do tom místico e melancólico que caracteriza grande parte de sua obra, Poemas Humorísticos e Irônicos revela um lado menos conhecido de Cruz e Sousa. Nesta coletânea, o poeta simbolista utiliza a ironia e o humor refinado para criticar a sociedade, os costumes e até mesmo certas convenções literárias. Com uma linguagem sofisticada e cheia de jogos de palavras, a obra mostra sua versatilidade e capacidade de explorar diferentes registros poéticos. Apesar de menos lembrado do que Broquéis e Faróis, este livro reforça a riqueza e complexidade do legado de Cruz e Sousa. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Livro Derradeiro Autor: João da Cruz e Sousa Lançamento: 1905 (publicação póstuma) O Livro Derradeiro é uma coletânea de poesias publicadas postumamente, reunindo versos inéditos de Cruz e Sousa. A obra mantém o tom intenso e melancólico característico do autor, abordando temas como dor, transcendência, espiritualidade e a angústia da existência. Com uma linguagem simbólica e musicalidade refinada, seus poemas expressam a genialidade do maior representante do Simbolismo no Brasil. O Livro Derradeiro é um testemunho da profundidade emocional e da força poética de Cruz e Sousa, consolidando seu legado na literatura nacional. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Missal Autor: João da Cruz e Sousa Lançamento: 1893 Missal é uma coletânea de textos em prosa poética que marca a introdução do Simbolismo na literatura brasileira, ao lado do livro Broquéis, lançado no mesmo ano. Nesta obra, Cruz e Sousa explora temas como o misticismo, a espiritualidade e a busca pelo transcendental, utilizando uma linguagem altamente sensorial e metafórica. A influência da musicalidade e da subjetividade simbolista é evidente, criando uma atmosfera quase litúrgica em seus textos. Missal reforça o talento inovador do autor e sua capacidade de transformar palavras em verdadeiras experiências sensoriais e emocionais. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Faróis Autor: João da Cruz e Sousa Lançamento: 1900 (publicação póstuma) Faróis é uma das obras mais marcantes do Simbolismo brasileiro, reunindo poemas escritos por Cruz e Sousa antes de sua morte. A poesia dessa coletânea aprofunda temas como espiritualidade, sofrimento, morte e transcendência, características centrais da estética simbolista. Com versos carregados de musicalidade e imagens intensas, o autor conduz o leitor por um universo de sensações e mistérios, reafirmando sua posição como um dos grandes nomes da literatura nacional. Publicado postumamente, Faróis demonstra a genialidade e a profundidade da poesia de Cruz e Sousa, deixando um legado imortal. #domíniopúblico #Clássicos
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@eduliguori há 1 ano
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E se eu quiser gostar de você o que você vai fazer vai me chamar pro seu mar vai ler meus poemas a tarde vai deixar meus lábios sangrarem e se eu quiser gostar de você iremos nos conhecer desafiar o mundo e sonhar curtir a maresia sem alarde ver os pássaros se apaixonarem Edu Liguori
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@classicos há 1 ano
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Livro: Broquéis Autor: João da Cruz e Sousa Lançamento: 1893 Broquéis é a primeira obra simbolista publicada no Brasil e marca a consagração de Cruz e Sousa como um dos maiores poetas nacionais. O livro apresenta uma poesia intensa, repleta de musicalidade, imagens oníricas e temas místicos. Seus versos exploram a espiritualidade, a angústia existencial e a busca por transcendência, utilizando uma linguagem inovadora e simbolista. A obra representa uma ruptura com as tendências literárias anteriores, introduzindo um novo estilo que influenciaria gerações futuras. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Poesia Interminável de Cruz e Sousa Autor: João da Cruz e Sousa Lançamento: Publicação póstuma A Poesia Interminável de Cruz e Sousa reúne a essência da produção poética desse grande nome do Simbolismo brasileiro. Com versos marcados pelo misticismo, musicalidade e imagens intensas, Cruz e Sousa explora temas como a dor, o transcendental e a busca pela liberdade, tanto espiritual quanto social. Sua poesia é carregada de metáforas profundas e uma linguagem refinada, tornando-o um dos mais importantes poetas da literatura brasileira. A obra reflete sua luta pessoal e artística, consolidando sua posição como um dos maiores expoentes do movimento simbolista no Brasil. #domíniopúblico #Clássicos
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@literunico há 1 ano
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Bom dia! Palavra do dia: #𝕀𝕟𝕤𝕡𝕚𝕣𝕒çã𝕠 Frase do dia: "Quando você está escrevendo, está sozinho. Quando termina, pertence a todos." — Philip Roth Datas comemorativas de hoje, 19 de março de 2025: Dia de São José Dia do Carpinteiro e do Marceneiro Dia Nacional do Artesão Dia do Consertador Aniversariantes: Philip Roth (1933-2018) Irving Wallace (1916-1990) José Saramago (1922-2010) Lília Momplé (1935) Eliane Elias (1960) Bruce Willis (1955) Glenn Close (1947) Ursula Andress (1936) José Serra (1942) Ícaro Silva (1987) Milton Cunha (1962) Hoje, 19 de março, celebramos o aniversário de Philip Roth, renomado escritor norte-americano nascido em 1933. Conhecido por obras como O Complexo de Portnoy e Pastoral Americana, Roth explorou com profundidade a identidade judaica e as complexidades da sociedade americana. Uma de suas citações mais marcantes é: "Quando você está escrevendo, está sozinho. Quando termina, pertence a todos." — Philip Roth Além de Roth, também comemoramos o nascimento de Irving Wallace, em 1916. Wallace foi um prolífico autor e roteirista americano, conhecido por seus romances envolventes e best-sellers, como O Dossiê Chapman e O Homem. Uma de suas reflexões notáveis é: "Cada homem pode fazer a diferença, e cada homem deve tentar." — Irving Wallace A palavra do dia, Inspiração, representa o poder das palavras e da literatura em transformar mentes e criar novas perspectivas. Que as histórias e ensinamentos desses autores sirvam de inspiração para o dia de hoje!
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@wilcipolli há 1 ano
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1704 Na busca por sabedoria,
 tornei-me conhecedor. 
Apenas conheço.
 O saber habita em mim,
 mas sou só ele —
 e nada mais. O que me faltou? 
Livros, não. 
Faltou molhar os pés 
no rio da existência.
 Faltou sentir. Na busca por sabedoria,
 Fracassei. Como um bom estudioso. Ouvi o sábio da maçã: 
"A luz é uma ponte 
entre ti e o mundo.
 Ela toca, reflete,
 e retorna aos teus olhos." Minha visão te tateava,
 tanto quanto minha mão. Mas na busca por sabedoria,
 eu não soube te olhar. 
Fui tolo — 
sábio não. Por quê? 
Porque agora 
não posso mais tocar.
 Nem minha mão te alcança,
 nem meu olhar. 
E o rio da existência 
segue,
 sem ti. Sem ti, saudade.
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@katleenxavierautora há 1 ano
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@CrisRibeiro há 1 ano
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Hoje, tive o prazer de declamá-lo! @purapoesia, o Adriel, encanta com a delicadeza cortante de sua emoção, a riqueza de sua observação e a força sensorial de seus versos. Para quem já conhece, um aperitivo; para quem ainda não, um convite irresistível para conhecer suas páginas.
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@albertobusquets · há 1 ano
Ficou perfeito! Lindo poema! Linda declamante! 😍💞
@purapoesia · há 1 ano
Mais uma vez agradeço, Cris! ❤️
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@edsonbas há 1 ano
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Não me lembro bem se o meu primeiro contato com o álcool foi através do Biotônico ou do mimeógrafo. Eu era muito novo e algumas memórias do início das nossas infâncias acabam se perdendo. Ficam só alguns fragmentos e as histórias da família. Minha mãe conta que eu era “ruim de comer”, por mais que ela tentasse, nunca conseguia me fazer comer nada. A solução foi apelar para o Biotônico. Era só tampar o nariz e enfiar goela abaixo para abrir o apetite. O gosto era meio estranho e forte, mas com o tempo fui me acostumando e depois passei até a gostar e já pedia: “- Manhê! Me dá cachacinha?”. Esse apelido era muito comum, algum adulto lá em casa experimentou e falou, mas depois descobri que as outras crianças também chamavam ele assim. Mais tarde, cheguei pessoalmente à conclusão de que o gosto era bem parecido mesmo. Assim como um dia eu descobri que o Biotônico tinha aquele gostinho de cachaça e passei a desconfiar que tinha álcool alí, os órgãos de fiscalização também desconfiaram, fizeram testes e descobriram que realmente tinha. A fórmula teve que ser mudada para poder continuar vendendo. Já no caso do mimeógrafo, este não me foi apresentado em casa, foi na “rua”, ou melhor, na escola. Os professores pegavam um pacote de Chamequinho, que os nossos pais tinham que levar todo início de ano letivo, e uma garrafa de álcool, colocavam cada um no seu devido compartimento, o “original” da prova na bandeja e começavam a girar a manivela, por isso diziam que iam “rodar” a prova. A folha entrava branca e saía uma cópia quase perfeita daquele “original”, só que da cor azul e com um cheiro muito forte de álcool. Descobrimos que cheirar aquelas folhas “dava onda”, a gente ficava meio tontinho, era o “barato” da molecada. Com o tempo, o mimeógrafo foi sendo superado pela tecnologia, principalmente quando ela começou a baratear. As cópias ficaram mais fiéis aos originais, inclusive a cor preta dos textos das provas. O cheiro já não fazia mais parte do processo e não se fala mais em “rodar” as provas, agora elas saíam automaticamente e numa velocidade muito maior. Na minha memória ficaram gravadas aquelas sensações da minha infância: o gosto, o cheiro e a “onda”. Quando cresci, as encontrei de novo em um bar qualquer, dentro de um copo. Foi como ter nas minhas mãos a nostalgia em forma líquida para beber. E ainda tem gente que pergunta: “- Por que você bebe?”.
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@fksilvain há 1 ano
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77 - Fale sobre um livro que que descreva um país ou local que você nunca conheceu. Essa chega a ser difícil de tão fácil. Eu não conheci praticamente lugar nenhum, ao norte só fui a Salvador, ao sul, só a Montevideo e nos dois casos só passei uns dias. Lembro que li vários livros dessa autora na época e que gostei de todos, eram leves e divertidos. Ela é britânica, acho que irlandesa, e a parte mais legal deste livro é o choque cultural entre a europeia e os norte-americanos. #Link365TemasLivros