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@classicos há 1 ano
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Livro: A Bela Adormecida Autor: Irmãos Grimm Ano de publicação: 1812 Clássico conto de fadas que cativa gerações com sua narrativa encantadora e atemporal. A história acompanha a jovem princesa que, ao ser amaldiçoada por uma fada malvada, cai em um sono profundo de cem anos após espetar o dedo em um fuso. Durante esse tempo, um espesso bosque cresce ao redor do castelo, protegendo-a até que um príncipe corajoso encontre o caminho e quebre o feitiço com um beijo de amor verdadeiro. Repleto de simbolismos e lições morais, o conto explora temas como destino, paciência e a vitória do bem sobre o mal. A simplicidade e a magia da narrativa, aliadas ao tom sombrio característico dos Irmãos Grimm, conferem à história uma profundidade que transcende o tempo. A Bela Adormecida continua a inspirar adaptações e interpretações ao longo dos séculos, reafirmando seu lugar como uma das histórias mais queridas do folclore europeu. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Senhora Autor: José de Alencar Ano de publicação: 1875 “Senhora” é uma obra do século XIX escrita por José de Alencar. Ambientada no Rio de Janeiro, a trama gira em torno de Aurélia Camargo, uma mulher forte e determinada que busca vingança e poder após ser abandonada pelo noivo, Fernando Seixas. Com uma fortuna herdada do pai, Aurélia retorna à sociedade carioca disposta a comprar seu antigo noivo, mostrando que pode ser mais rica e influente do que ele. Entre intrigas sociais, jogos de poder e sentimentos conflitantes, a protagonista enfrenta desafios para conquistar sua posição e lidar com os próprios sentimentos por Fernando. “Senhora” não apenas retrata a sociedade brasileira do século XIX, mas também aborda temas como o papel da mulher na sociedade, as relações de poder e as consequências dos jogos de interesse. Com uma narrativa envolvente e personagens marcantes, o romance de Alencar é uma reflexão sobre amor, ambição e valores sociais. #domíniopúblico #Clássicos
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@ricardovillardo há 1 ano
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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O Tempo não espera O tempo é efêmero, momentâneo, passageiro, passa rápido como o vento! Sem piedade, ele mata cada momento! Sem compaixão, ele finda com tudo o que é vivo! E quando pelo tempo a vida é levada, tudo o que não foi dito nunca mais será ouvido, nem toque algum poderá ser sentido, e amor nenhum será retribuído. Por isso, meu amigo, não seja tolo, não perca tempo! Diga o que tem que ser dito, faça o que tem que ser feito! Viva cada segundo do pouco tempo que lhe foi dado, pois tempo perdido é dor incurável! Se amor é o que sente, diga que ama sem muita demora! Se um abraço quer dar, então abrace com toda vontade! Se um beijo quer roubar, então beije sem muito esperar! Faça, diga, ame, beije, abrace, aproveite! Pois o tempo não espera, e o amor da sua vida não viverá para sempre! Diga agora, ame agora, pois não se sabe se amanhã os que ama estarão vivos!
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Metamorfose Autor: Franz Kafka Ano de publicação: 1915 A Metamorfose, escrita pelo autor austro-húngaro Franz Kafka, é uma novela que narra a bizarra transformação do caixeiro-viajante Gregor Samsa. Um dia, ao acordar, Gregor se vê metamorfoseado em um enorme inseto. A história explora temas profundos como alienação, solidão e incomunicabilidade humana. A narrativa, escrita de forma direta e quase burocrática, cativa leitores de várias gerações. Os personagens, como os pais de Gregor e sua irmã, refletem as complexidades das relações familiares diante dessa estranha metamorfose. A Metamorfose é uma reflexão sobre a condição humana, que ressoa através das gerações, deixando uma marca indelével na literatura e na cultura contemporânea. É uma jornada emocional e intelectual que convida o leitor a questionar a própria identidade e a natureza da existência. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Arte da Guerra Autor: Sun Tzu “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu, é um tratado militar escrito por volta de 500 a.C., considerado uma das obras literárias mais antigas e influentes do mundo. O livro ultrapassa o contexto das batalhas para se tornar uma poderosa ferramenta de reflexão sobre táticas e comportamento humano em ambientes competitivos, desde os negócios até as relações interpessoais. A obra é composta por treze capítulos, cada um dedicado a um aspecto da guerra. Sun Tzu argumenta que a verdadeira arte da guerra não consiste em lutar, mas em vencer sem lutar. Ele destaca a importância de conhecer a si mesmo e ao inimigo, a necessidade de adaptabilidade e flexibilidade, a importância da disciplina e da preparação, e o valor da inteligência e da espionagem. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Cartomante Autor: Machado de Assis Ano de publicação: 1884 "É uma obra-prima da literatura brasileira, escrita por Machado de Assis. Publicado em 1884, o conto apresenta uma trama intricada que explora os temas da predestinação, do amor e da traição. A história gira em torno de Vilela, Rita e Camilo. Rita, curiosa e supersticiosa, consulta uma cartomante, ignorando os conselhos do marido, Vilela. As previsões da cartomante abrem caminho para um desenrolar de eventos imprevisíveis, desencadeando uma série de consequências devastadoras para os personagens." #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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A carteira "Publicado por Machado de Assis de forma avulsa, depois no jornal A estação, em 1884. Honório enfrenta um dilema quando encontra uma carteira no meio da rua. Sofre com a dúvida entre quitar uma dívida ou manter a consciência tranquila. Machado de Assis consegue, em poucas páginas, deixar o leitor curioso e aflito. E, como sempre, mostra algo surpreendente no fim." #domíniopúblico #Clássicos
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@glaucofreitas há 1 ano
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PASSAGEM PT 1 Lavou o rosto na pia do banheiro e encarou seu reflexo no espelho. Os olhos estavam fundos, quase não tinha dormido aquela noite, mas o semblante estava leve, tranquilo como há semanas não via. E lá dentro do peito, o coração também estava leve. Tinha passado a noite em claro, mas finalmente tinha se decidido: daria sua passagem para ele, a passagem que não era só um ticket para embarcar naquela nave cujo destino gente como ele nem tinha o direito de saber, e sim, um meio de escapar daquele lugar desgraçado, de abandonar a sujeira e a fuligem, o ar viciado e a comida insossa, quando havia. Era uma chance única... E a daria a ele. Por que, se pensasse bem, o que ele próprio faria com aquela chance? Tinha trinta anos e tanta sujeira incrustada em seus pulmões que, se tivesse sorte, chegaria aos quarenta. Mas ele era jovem, e sua mãe tinha sido esperta em mantê-lo longe das docas. Ele era um guri inteligente, sabia navegar pelas telas desde criança. Não precisou, como ele próprio, perder três dedos e um dos olhos construindo e soldando fuselagens. Ele tinha um futuro. Por isso, lhe daria a passagem. A passagem que tinha recebido tanto por sorte quanto por merecimento: foi um dos quinhentos sorteados para tripular a nave que passou treze anos ajudando a construir. Um dos quinhentos dentre os doze mil trabalhadores que tiveram seu suor e sangue servindo como solda para juntar aquele monstro de metal que, dali trinta e seis horas, iniciaria sua viagem de cinco anos para um planeta qualquer. "Qualquer", porque não importava! O importante era sair dali! "Qualquer" porque nunca estivera em nenhum planeta, então, apesar de terem lhe contado como cada planeta podia ser único, ele próprio jamais tinha visto um! Nem mesmo de longe: nasceu naquela estação, uma doca de reparos e construção estacionada próximo a um grande asteroide, tão longe dos planetas daquele sistema que sequer conseguia vê-los pelas "janelas". E não veria. Porque daria a passagem para ele. Aquele guri que era filho da mulher que amava... De certa forma, era justo. Podia não ser pai dele, mas daria uma chance a alguém com a vida toda pela frente e ficaria em seu lugar para consolar a mãe que veria o único filho partir para a escuridão do espaço. Ela derramaria as lágrimas em seu ombro e engoliria o choro com seus beijos. Aproveitariam o pouco tempo que tinham - com sorte, uma década - e morreriam ali, onde sempre viveram.
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@glaucofreitas há 1 ano
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PASSAGEM PT2 E o guri, com sorte, estaria entre os sorteados para descer ao planeta. Viveria sua vida sob a luz de um sol, construiria um mundo novo para viver, beberia água que não fora reciclada milhares de vezes e respiraria ar que não tinha saído de uma garrafa. Se ele próprio teve a sorte de receber a passagem, por que o guri não teria a sorte de ser escolhido para uma vida mais decente? Lhe daria a passagem. E isso lhe pôs um sorriso no rosto. Por isso escovou os dentes, penteou a barba e os cabelos, vestiu a única roupa que tinha que não estava semi-destruída pelo tempo ou pelo trabalho e foi. Dobrou a direita dois corredores seguidos e tocou a campainha. Quando a porta abriu, ela o recebeu com um sorriso, mas ele percebeu a tristeza em seus olhos. Desde o sorteio, perguntou-se se ela choraria ao se despedirem e, não conseguia evitar a satisfação ao ver que sim. Porém, sabia que ela choraria mais dali a pouco, quando se despedissem do guri. Ela permitiu que ele entrasse e ele perguntou pelo guri. - No banheiro - ela respondeu. - Quero me despedir dele - ele disse, dando-lhe as costas para que ela não visse seu sorrisinho matreiro, de quem tinha uma surpresa para revelar. Surpresa maior foi a dor lancinante que lhe roubou todo o ar dor pulmões, impedindo até mesmo que qualquer gemido lhe escapasse. Caiu no chão e a ouviu chorar. "Me perdoa, me perdoa", ela dizia e repetia. - É a única chance que eu tenho de tirar ele daqui - ela justificou-se enquanto o revistava em busca do PAD: precisaria dele para transferir a passagem para o nome de seu filho - Eu amo você, eu juro que amo, mas... Eu não quero que meu filho viva a nossa vida. Me perdoa... Sentiu ela mover sua mão para usar sua digital para desbloquear o PAD. Sentiu as lágrimas escorrendo pelo seu rosto e percebeu que não chorava pela traição ou por arrependimento. Tampouco lamentava a vida de merda que levou... Sua única tristeza era saber que teve o momento de maior alegria da vida de uma pessoa em suas mãos e o desperdiçou por não ter conseguido se decidir até o último momento.
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@sylvviarubra há 1 ano
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#desafio 365 dias Dia 42- Fale sobre um livro que aborde hipocrisia. Quem melhor para narrar, sem papas na língua, acontecimentos da sociedade no final do século 19 que um autor defunto? Memórias Póstumas de Brás Cubas foi lançado em 1881 e é considerado não só o maior livro de Machado de Assis como também um dos melhores da Literatura Brasileira. Machado cria um defunto autor, que decide contar suas memórias após sua morte. Em vez de seguir uma linha narrativa tradicional para a época, a história é dividida em capítulos curtos, com certo tom anedótico. Brás Cubas é um narrador cínico que não poupa críticas a si mesmo e aos outros; à sociedade hipócrita do final do século 19.
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@ricardolloco · há 1 ano
Muito da hora
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 42- Fale sobre um livro que aborde hipocrisia. Vários que eu já publiquei aqui abordam hipocrisia, mas eu os escolhi por outros motivos. Então fiquei meio sem opção, não lembrava direito de algum lido. Então escolhi esse meu. Uma coisa questionada em "Paixão para três: com baunilha e pimenta" é por que uma mulher não pode gostar e assumir seus sentimentos por dois homens, enquanto a sociedade, muitas vezes, acha tranquilo que um homem tenha várias mulheres (desde que escondido). Então a hipocrisia aparece aí. Inclusive recomendo esse romance com pitadas de ternura 💞 e momentos muito quentes 🔥. https://a.co/d/cIMz1o1 #Link365TemasLivros
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@sylvviarubra · há 1 ano
Um livro super delicioso de se ler! Super recomendo!
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@literunico há 1 ano
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#Dia 268 Hipocrisia Ela veste a verdade com luvas, Para que a sujeira não toque a pele. Hipocrisia fala em condutas, Mas suas próprias, repele. No olhar, promessa de luz, Na sombra, vozes encobertas. Hipocrisia é o que seduz, Enquanto cria promessas incertas. Diz que o mundo precisa mudar, Mas sua casa nunca reforma. Hipocrisia sabe apontar, Mas se esconde dentro da norma. Sorri quando a praga é alheia, Mas chora ao menor arranhão. Hipocrisia não sente na veia O sangue de um próprio irmão Não é erro, sequer um engano, Mas a escolha de quem se pinta. Hipocrisia se veste de humano, Mesmo que nunca o sinta. Eder B. Jr.
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@eduliguori há 1 ano
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Ela sorriu em São João leu e declamou Pessoa flor bela pequenina espanca toda cor poesia tão menina cachos de muito amor mulher coisa boa pétalas sobre o chão música e melanina Seu Pereira o cantor Paraíba feminina sim, sim senhor! Edu Liguori
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@JuNaiane · há 1 ano
Lindo!
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@literunico há 1 ano
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Bom dia! Palavra do dia: #𝕀ℕℂÔ𝕄𝕆𝔻𝕆 Frase do dia: "Não saber as coisas, me incomoda!" — Viviane dos Santos Barbosa Datas comemorativas de hoje, 11 de fevereiro de 2025: Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência Dia Mundial do Enfermo Dia do Zelador Aniversariantes: Jennifer Aniston (1969) Taylor Lautner (1992) Sheryl Crow (1962) Mike Shinoda (1977) Rosé Park (1997)
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@albertobusquets há 1 ano
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Meus escritos são marolas em uma praia tropical recorrentes percorrentes em correntes entrementes, de sol, água e sal. A onda define o oceano? A areia delimita a praia? Não... Mas entre falésias, dunas e mar azul, amanheço e anoiteço ilumino e escureço em cama de rimas desperto e adormeço pois sou eu quem define o alcance da sombra no meu litoral. Ninguém é igual. Alberto Busquets. #Desafio 042
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@JuNaiane · há 1 ano
Belíssimo! 😍
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@JuNaiane há 1 ano
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#desafio 42/365 Escrever é dar voz às vozes da minha cabeça São só devaneios alheios, à minha sanidade —Mas eu escrevo para suportar a saudade —Eu escrevo para suportar a maldade —Eu escrevo para partilhar a felicidade —Eu escrevo para continuar vivendo Eu escrevo, vou escrevendo... E no traço das palavras me refaço, me entendo Escrevo para refletir, para não me perder no tempo Poesia é abrigo, um refúgio, um alento Se eu escrevo, existo, me vejo, me enxergo Na escrita, não tem errado nem certo Escrevo para te alcançar para te trazer, pra perto. Jusley Naiane
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Lindo! Tenho essa mesma relação com as escrita! Parabéns pelo lindo poema! 👏🥰❤️
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