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@classicos há 1 ano
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Livro: Ano Bom Autor: Auta de Souza Lançamento: Final do século XIX No poema Ano Bom, Auta de Souza expressa votos de esperança, renovação e fé. Com uma linguagem suave e simbólica, ela saúda o novo ciclo que se inicia, desejando paz, luz e bênçãos — uma reflexão poética que convida à introspecção e à gratidão. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Angelina Autor: Auta de Souza Lançamento: Final do século XIX Angelina é um poema repleto de ternura e melancolia, em que Auta de Souza retrata a figura feminina como símbolo de pureza, saudade e fragilidade diante do tempo. Com sua sensibilidade característica, a autora conduz o leitor por uma atmosfera suave e introspectiva. #domíniopúblico #Clássicos
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@bekagabypoeta8 há 1 ano
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Conjugação O bom e velho verbo amar Não conjuga igual aos outros Eu te flerto, você me encara Me conquista e eu devaneio Vacilamos, gargalhamos, vivemos Não mais me sobrecarrego Nós dividimos o peso Não mais eu me isolo Nos preenchemos mutuamente Dou presente, me elogia Dou um beijo, me abraça Uma graça Agora eu idealizo Por isso eu me iludo Me abro e se esconde Se revela e eu não aceito Discutimos por coisas vãs Voamos e caímos Concordamos, discordamos Reatamos ou desatamos? Despedimos ou nos unimos? Tantos dilemas conjugais... Resta o esperar, o esperançar O aceitar das sequelas deste êxtase Que flechas ardentes me deixaram Num coração que só conjuga o verbo amar Recuarei ou insistirei? Do embaraçar e entrelaçar Do incendiar e apagar Dois se conjugam em um Até serem tudo ou nada Amor conjugal Rebeka Gabrielly ☯️🦉
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@edsonbas há 1 ano
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O clube abandonado é o ponto de encontro da molecada no final de semana, para entrar é só pular o muro. É um pântano, mas é o único clube que eles podem frequentar. E eles adoram. Já fazia bastante tempo desde que as contas ficaram impagáveis, a administração declarou falência e fechou as portas. As piscinas viraram criadouros de mosquitos, com o fundo escorregadio, coberto de lodo e a água muito suja e marrom. Numa cidade longe do litoral, não é fácil encontrar lazer que seja refrescante para a família no verão quando se é pobre. Morar perto da praia e ter isso tudo de graça é um privilégio para poucos. Já para quem só tem por perto clubes com mensalidades que não pode pagar, é muito mais difícil. Rios, lagos e cachoeiras também ficam longe demais para quem mora na cidade e não tem como ir para a zona rural. Na maioria desses lugares, o ônibus, que é a única opção para quem não tem carro, um luxo que está ao alcance de poucos, não vai. Observar tudo da sacada de um apartamento faz a gente refletir. Costumamos achar que é pouco todo o conforto e aconchego que temos, mesmo que não seja muito, mas o suficiente. Alguns de nós até podem frequentar um clube com os filhos e viajar de vez em quando para o litoral ou interior. E ainda achamos pouco. Aqueles garotos, que só querem se divertir, como todos querem na infância, voltam para as suas casas sujos, mas felizes, levam uma bronca da mãe, têm que tomar um banho bem rápido para se limpar e, depois, não têm nem um biscoito para lanchar. O jeito é esperar a janta, a sopa diária. Outra água suja. E eles se lambuzam de novo.
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@eduliguori há 1 ano
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Ando macambúzio por aí por não conseguir transformar meus sentimentos em algo sólido porque o reflexo não é espelho De grão em grão o mar desenha a praia E este poeta de verso em verso tentou criar o amor Mas o amor é sorrateiro e não se cria O amor é ou não é Edu Liguori
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@tiagoandreatto há 1 ano
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Qual a real distância entre fé e afastamento, Se há um vínculo infracionável nestas duas discordâncias Onde uma anda, a outra é vigilância E na falta duma, a distinta é só exuberância Desconfiar, na maioria das vezes, é o primeiro passo para crer E até o mais cético entende que não há pra onde correr Só que o crédito cego, pode levar a falência E os agiotas não esperam nenhum dias mais para na porta bater
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 110 *Me ilumina* Todos os dias, Agradeço a Deus Pela sua companhia. Meu anjo, que veio De dentro do peito, Nasceu em meu Coração primeiro. Preencheu um vazio, Curou uma dor… Tinha que ter vindo homem, Para me mostrar Outro tipo de amor. Esse amor, que Brotou em meu ventre, Fazendo uma mulher Estéril em fértil. Conectado a mim Por uma linha de vida, Me permitir o poder De dar a você a luz… Me fazer sentir A mulher mais divina, Um portal Para a sua humanidade… Uma divindade sagrada, Na tua vida. Que ironia… Eu? Eu renasci para uma nova vida. Eu te dei a luz… Mas é você Que com seu amor, Todos os dias, Me ilumina! MarU
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@JuNaiane · há 1 ano
Lindo 💖
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 111 Debaixo da cama (cantinho escurinho) era onde eu desaparecia ninguém via quando doía então eu ia sem roupa do rei sem lei sem colo só eu nua calada coberta de vergonha mas quem tava olhando? ninguém mesmo assim me escondia apagando o fogo mantendo a brasa olhos d’água peito estalando em soluço por um erro pequeno tão pequeno que ninguém notou mas eu sim (ah, eu sim) e fui juíza ré verduga me acoitei com gosto feito quem merece um dia entre ácaro e silêncio achei um espelho e vi o que fingi esquecer: meus sonhos guardados no fundo de mim nadando lento feito peixe sem rumo no mar do meu peito e lá bem lá tava ela: eu pequena sem voz sem medo sem culpa me chamou com os olhos (me chamava desde sempre) me deitei do lado dela sem desculpa sem pressa e dormi em plumas ao ter minha mão afagada (enfim) por outra pequenina: um carinho um perdão. Cr💞s Ribeiro
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Parece alguém que conheço …
@albertobusquets · há 1 ano
Lindamente fofo, suavemente forte... Fortemente belo!! 💞
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@autorpedrobarretho há 1 ano
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Estou publicando uma conto aqui bem caricato, curtinho e sem compromisso. "HISTÓRIAS DE UMA PADARIA NO CENTRO". #epub #.epub
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@eliz_leao há 1 ano
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Entre tudo que não vivi, E o tsunami que me alaga, Das vidas em que já fui, Alguém, para pessoas, Que não conheço mais, Há a possibilidade Da distopia. Das pessoas que amei, E das qualidades que eu mesma, Criei para elas. Para desculpar meus medos, De nunca ser amada, Escolhida ou desejada. E mesmo que eu nunca tenha sido A escolha delas, em primeiro lugar, Me senti como se fosse, Pois amei tanto, que transbordei Meus sentimentos, Imputando à elas, algo, Que elas nunca sentiram. E enfim, me livrei, Quando o auto conhecimento, E o reconhecimento de mim mesma E do que eu merecia, se fez presente, Vivo, pulsante, colorido e amante. Eu transbordei, Me alaguei novamente, Desta vez, do tsunami de amor próprio. É libertador se ver no espelho que você mesma idealizou. Defeitos e qualidades, equiparados, Lapidados. A melhor forma de mim, Será sempre o meu futuro, Mas posso aproveitar muito bem, Todo o meu prazer Em ser quem sou. Eliz Leão
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@MarU · há 1 ano
Amiga, você é incrível! Sua autenticidade inspira a nós todas. Um exército de mulheres buscando o auto amor e auto valorização independentes, tudo pq você teve coragem e empatia para praticar a sororidade com nós todas. Eu tenho orgulho de te conhecer, e você sabe disso! Te amo, minha gêmula.
@literunico · há 1 ano
Eu só posso aplaudir, amar e estar ao lado!
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 110 - Fale sobre um livro que aborde distúrbios psicóticos. Li um conto da @carlajaia chamado "Salomé da Vila das Rosas" em que a protagonista cansa de passar por violência doméstica pesada e resolve, simplesmente, cortar a cabeça do agressor. (Bem-feito!) Não sei se pode-se falar em distúrbio psicótico, mas pelo menos um surto psicótico acho que aconteceu, né? O conto ainda não foi publicado. #Link365TemasLivros
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@tibianchini há 1 ano
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Pessoal! Vai ter uma mentoria de Escrita começando em breve... Da Penina Baltrusch. A mentoria tem um custo de 1400 reais, mas ela está sorteando uma vaga gratuita. Basta curtir, comentar e compartilhar, seguindo as instruções... Mas, ó só, é só até amanhã às 18:00. Não custa nada, e ela é MUITO boa. Sensacional! Aproveitem! 😊
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@MiguelSoares há 1 ano
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O Papel Amigo Quando aprendemos a escrever, o papel se torna o nosso primeiro amigo. Crescemos, e ele vira um confidente. Afinal, quando nos apaixonamos, escrevemos os detalhes da pessoa — como conhecemos um amor ou uma amizade. Desabafamos sobre o cotidiano, as situações da vida, as alegrias e as dores. Tudo isso no papel amigo. Quando envelhecemos, o papel amigo também envelhece. Afinal, ele é um amigo de infância. Sabe dos nossos traumas, de todas as dores e mágoas, mas também conhece nossa felicidade e conquistas. Guarda o primeiro amor — e o eterno. Esse é o meu papel amigo: aquele que sempre me ouviu em silêncio. Miguel Soares #poemadodia
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@JuNaiane há 1 ano
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A vida me fez poeta E a poesia me fez completa Não me disse quem eu era Não julgou minhas fraquezas incertezas, Apenas me encorajou a olhar Através da minha janela A enxergar a beleza Me inspirar na natureza E continuar, apesar Das lágrimas e da tristeza E na dúvida, me fiz certeza Eu segui a correnteza E não mais me permiti afundar ou submergir Em águas paradas Que não me levam à nada A nado eu prossegui Enfim, cheguei até aqui Onde a vida começa Onde o amor não tem pressa Onde eu posso sonhar, e enxergar O amanhã, a esperança... #desafio 365/108
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@tibianchini · há 1 ano
Então vai ter logo um volume dois? 😍
@tibianchini · há 1 ano
HEY! Como essa maravilha não está no livro? (Ou será que está e eu pulei a página?...) Não sei, só sei que ADOREI! Cada vez mais perfeitos... Parabéns.
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@JuNaiane há 1 ano
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Ela... Aquela que inspira Que cuida, que ama Que arde, que emana Amor, fogo e paixão É a dona do meu coração Me toma toda a razão Me doma Me domina Me alucina Se eu quero outra coisa? Mas é claro que não! #desafio 365/106
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@edsonbas há 1 ano
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Sou uma pessoa que tem medo de dentista. Até o barulho da broca, mesmo fora da boca, já faz os meus dentes doerem. Enquanto estou na sala de espera, fico inquieto, não folheio revistas, não aceito copo d’água e, cada vez que escuto aquele barulho, quase vou embora. Algumas vezes já fui. É psicológico isso, não tem explicação. Quando finalmente sou chamado, primeiro finjo que não escutei, mas na segunda ou terceira vez não dá mais para fingir, tenho que ir. Antes de sentar na cadeira, puxo tudo quanto é tipo de assunto, elogio a decoração, pergunto pela família etc, até que o dentista quase me empurra na cadeira e diz: “- Então vamos lá, né?!”. Assim que me sento, meu corpo começa a ficar todo duro, um calafrio passa pela minha espinha e todos os pelos do meu corpo ficam arrepiados. Mas é quando o encosto vai abaixando e a cadeira vai subindo que as mãos se travam nos braços dela e o suor começa a escorrer, parecendo que eu acabei de sair do banho e ainda não me enxuguei. Foi então que surgiu a pergunta que mudou tudo: - O que você quer assistir? - Como assim? - Na TV, enquanto a gente faz o seu tratamento. - Que TV? - Aquela ali no teto. - Você tem uma TV no teto?! - Sim, agora todos os consultórios de dentista têm. - Tem tanto tempo que não vou num dentista que nem sabia, isso pra mim é novidade. - Então, o que vai querer assistir? - Nada. Nada não. Obrigado. Pronto! Agora eu tinha um novo medo: o de a TV cair em cima de mim. Tentei aparentar naturalidade enquanto a gente estava conversando, mas não sei se consegui disfarçar. Acho que quanto mais a gente tenta, mais a gente acaba demonstrando. Desse momento em diante, eu já não conseguia pensar nem enxergar outra coisa a não ser a TV. Era como se eu estivesse dentro de um quarto totalmente vazio onde só tinha eu, deitado na cadeira, e a TV, no teto, pronta para cair. Às vezes até parecia que ela dava umas balançadas, como se fosse uma pessoa ameaçando me dar um soco. Uma voz disse: “- Prontinho, acabou!”. Era o dentista. Ele já tinha terminado o meu tratamento e eu não tinha percebido. Não senti nada. Não escutei nada. Nem a broca!