Bem-vindo ao Litverso
Você está vendo a versão pública. Entre para publicar, curtir e comentar.
Publicações de pessoas, em ordem cronológica
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Marginália Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1953 Marginália é uma coletânea de textos diversos de Lima Barreto, incluindo artigos, ensaios, crônicas e reflexões sobre a sociedade brasileira do início do século XX. A obra apresenta sua visão crítica sobre temas como racismo, política, literatura e as contradições da elite intelectual da época. Com sua escrita afiada e engajada, Lima Barreto expõe a realidade dos marginalizados e reafirma seu compromisso com uma literatura voltada para a denúncia social. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931740054864h6gimezqvntgh9sdfpgi.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Manel Capineiro Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente Manel Capineiro é um conto de Lima Barreto que traz sua marca registrada: a crítica social e o olhar atento para as desigualdades do Brasil do início do século XX. A história acompanha Manel, um trabalhador humilde cuja vida reflete os desafios enfrentados pelas classes populares. Com ironia e sensibilidade, o autor expõe as dificuldades da vida dos menos favorecidos e a hipocrisia das elites. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931740054561dvq9xy9pjova216t96og.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@CrisRibeiro há 1 ano
Público
O encantamento e a profundidade de @eliz_leao. Lindeza que fala? Declamação: setembro de 2024
Últimas respostas
@MarU · há 1 ano
Tão lindo, tão auto biográfico. Este é um dos poemas da Eliz, que mais sinto a essência dela. E a sua voz, traz toda emoção e atmosfera nestes cenários tão lindos, que você escolhe o para trazer. Sou encantada com estes talentos tantos, minhas duas grandes amigas, queridas! Amucês.
@albertobusquets · há 1 ano
😍👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻💞
Traduzido automaticamente do inglês.
Ver original
😍👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻💞
Ver conversa completa
avatar
@CrisRibeiro há 1 ano
Público
#Desafio 051 O Amor entre o 5 e o 7 Não se dividem por outros, mas sabem somar. Colhem-se inteiros: rio e margem; cálculo exato da incerteza. Dizem que são primos, sem par… E o amor se importa com isso? Não cabe em parentesco, não preenche formulário. O amor não se desculpa por ser, ainda que o mundo exija. Rótulos, fórmulas, razão: “Por que não simplificam?” Mas amor não é cálculo, não resolve lacunas. É erro bonito que vira solução. Perfeitos? Nunca foram. Quem, de fato, quer ser? O amor é sobra, é caco, é sorte. É partir e voltar sempre ao mesmo sinal. E se alguém pergunta se a união faz sentido, respondem num riso, desafiando a lógica: “O amor é primo… E primo é para sempre.” Cr💞s Ribeiro
Últimas respostas
@MarU · há 1 ano
Tão lindo! Apesar que não entendo muito de números primos. 😅🙃❤️ Amucês…
@albertobusquets · há 1 ano
Perfeito, e único! 😍🥹💞🌞
Ver conversa completa
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Histórias e Sonhos Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1920 Histórias e Sonhos é uma coletânea de textos que reúne contos e crônicas de Lima Barreto, explorando temas como desigualdade social, racismo, burocracia e as contradições da sociedade brasileira do início do século XX. Com sua escrita crítica e irônica, o autor mescla realidade e imaginação, dando voz a personagens marginalizados e denunciando as injustiças do seu tempo. A obra é um reflexo da genialidade literária de Lima Barreto, mostrando seu compromisso com a literatura como instrumento de crítica social. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931740054001rqkkdskublswocnfhu9g.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Foi Buscar Lã... Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1915 Foi Buscar Lã... é um conto de Lima Barreto que reflete sua crítica social e ironia afiadas. A história acompanha um personagem que, ao tentar tirar vantagem de uma situação, acaba sendo enganado e sofrendo as consequências. O título faz referência ao ditado popular "Foi buscar lã e saiu tosquiado", indicando que aqueles que tentam enganar podem acabar sendo as verdadeiras vítimas. Como em muitas de suas obras, Lima Barreto usa a narrativa para satirizar a sociedade e suas hipocrisias. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931740053698tqjnu5bzs0xyupd5tfam.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Eficiência Militar Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1956 Eficiência Militar é um ensaio satírico em que Lima Barreto critica a estrutura militar brasileira e sua burocracia. Com seu estilo irônico e mordaz, o autor expõe as contradições e o elitismo do sistema castrense, questionando a verdadeira eficiência das forças armadas no Brasil da época. A obra reforça sua postura crítica contra instituições que perpetuavam desigualdades e injustiças sociais. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931740053180jlbhkiwjhze6sh1qnzpy.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Diário Íntimo Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1953 Diário Íntimo é uma coletânea de anotações pessoais de Lima Barreto, onde o autor expressa suas angústias, reflexões e críticas sobre a sociedade, sua carreira literária e sua vida pessoal. O livro revela seu sofrimento com o racismo, sua luta contra o alcoolismo e a solidão, além de suas frustrações com a elite intelectual da época. Com um tom profundamente melancólico e confessional, a obra oferece uma visão única da mente de um dos maiores escritores brasileiros. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931740052749xmosb2ulo5ervelgvdc1.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Crônicas Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicadas originalmente em periódicos entre 1904 e 1922 As Crônicas de Lima Barreto são textos curtos que retratam, com ironia e perspicácia, a realidade social, política e cultural do Brasil do início do século XX. Publicadas em jornais e revistas, suas crônicas abordam temas como racismo, burocracia, desigualdade social, corrupção e os desafios da vida nos subúrbios cariocas. Com sua escrita afiada e engajada, Lima Barreto critica a hipocrisia das elites e dá voz aos marginalizados da sociedade. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931740052496rnivmclqnhfph33jedcl.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Contos de Lima Barreto Autor: Lima Barreto Lançamento: Vários contos publicados entre 1904 e 1922 Contos de Lima Barreto reúne diversas histórias curtas do autor, abordando temas como racismo, desigualdade social, burocracia estatal, hipocrisia da elite e a dura realidade dos subúrbios cariocas. Com um estilo marcado pela ironia e pela crítica social, Lima Barreto constrói personagens que refletem as injustiças da sociedade brasileira do início do século XX. Alguns dos contos mais conhecidos incluem A Nova Califórnia, O Homem que Sabia Javanês, O Mistério de Boca do Inferno e Cló. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931740052179cacvyntspwktxz4cmo2g.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Clara dos Anjos Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1948 (escrito entre 1922 e 1923) Clara dos Anjos é um romance que denuncia o preconceito racial e social na sociedade brasileira do início do século XX. A história acompanha Clara, uma jovem negra e ingênua que vive em um subúrbio do Rio de Janeiro. Ela se apaixona por Cassi Jones, um homem sedutor e sem caráter, conhecido por enganar moças inocentes. A obra critica as injustiças enfrentadas pelas mulheres negras e as desigualdades estruturais da época, sendo um dos trabalhos mais marcantes de Lima Barreto. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931740051713wzvymwsyd0vtdwbrdv04.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@edsonbas há 1 ano
Público
Aquele senhor no ponto de ônibus me parecia simpático, tinha um semblante tranquilo, uma cara de felicidade. Era um daqueles senhores que usa uma boina de abotoar a aba, pulôver, cachecol, calça social e sapatos sempre muito bem engraxados. Levava um guarda-chuva, que também usava como bengala e dois óculos, um no rosto e o outro pendurado no pescoço, os dois tinham aquelas cordinhas para que ele pudesse ir trocando entre um e outro conforme precisasse enxergar de perto ou de longe. Perguntei se meu ônibus parava naquele ponto, me respondeu que sim, era o mesmo que ele iria pegar. Ficamos esperando, mas não nos falamos mais. Quando o ônibus chegou, só estavam lá dentro o motorista e o cobrador. Entrei e me sentei. Logo em seguida, o senhor entrou e me perguntou, já se sentando, se poderia se sentar do meu lado. Sem ter escolha, eu disse que sim. Ele tirou do bolso da camisa que usava por baixo do pulôver um maço de dinheiro, lambeu o dedo e passou uma nota, lambeu novamente e passou outra e mais uma. Terminado este ritual nojento, ele esticou o braço, esbarrando na minha cara, e entregou o dinheiro ao cobrador. Seu perfume era o Lancaster e ele havia usado uma quantidade exagerada, quase sufocante. Infelizmente, mal sabia eu que o pior ainda estava por vir. De todos os tipos de chato, acho que o pior é o que fica cutucando enquanto conversa com a gente, como se tivesse que chamar a nossa atenção o tempo inteiro por estarmos ignorando o que ele fala. Alguns cutucam no ombro com um ou dois dedos, outros com o cotovelo no braço e, os campeões da chatice, os que ficam dando tapinhas no antebraço. Se existe alguma coisa mais irritante do que isso, ainda não me foi apresentada, e torço para que nunca seja. As histórias da infância e adolescência dele numa cidadezinha do interior, onde todos se conheciam e as casas não precisavam de muros, as portas podiam ficar destrancadas, as bicicletas no passeio, porque não tinha tantos bandidos como hoje e mais alguns causos, até que eram interessantes, mas se tornavam infinitos, assim como a viagem de ônibus que estávamos fazendo, por causa dos tapinhas no meu antebraço seguidos de um “vai escutando”. Aquilo chegava a gelar a espinha e arrepiar os pelos do corpo inteiro. Meu braço estava apoiado na minha coxa, tentei escapar segurando no encosto do banco da frente, mas os tapinhas foram junto, como se fossem um inseto que pousa no braço da gente e não quer sair, só sai quando batemos a mão para espantar, mas com aquela mão não dava para fazer isto. O ônibus leva meia hora para ir do centro até o ponto final, que fica em frente à minha casa, mas neste dia havia acontecido um acidente que deixou o trânsito tão lento que o trajeto levou uma hora e meia. Eu já não conseguia mais prestar atenção no que aquele senhor falava, nem pensar em mais nada. Minha mente agora só conseguia ficar contando os tapinhas. Ao todo foram 365, um para cada dia do ano, até finalmente chegarmos ao nosso destino. Sim, ele foi sentado do meu lado até o meu ponto. Descemos do ônibus e, antes que eu conseguisse atravessar a rua, ouvi um “até amanhã” e ganhei mais um tapinha no antebraço. O ano era bissexto.
avatar
@literunico há 1 ano
Público
O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 51- Fale sobre um livro que você não entendeu ou teve bastante dificuldade para entender. #Link365TemasLivros
Últimas respostas
@albertobusquets · há 1 ano
LACAN, Jacques. O Seminário XI.
Ver conversa completa
avatar
@literunico há 1 ano
Público
#Bom dia! Palavra do dia: #𝕊𝕖𝕟𝕤𝕚𝕓𝕚𝕝𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 Frase do dia: "Se meus olhos mostrassem a minha alma, todos, ao me verem sorrir, chorariam comigo." — Kurt Cobain Datas comemorativas de hoje, 20 de fevereiro de 2025: Dia Mundial da Justiça Social Dia Nacional de Combate às Drogas e Alcoolismo Aniversariantes: Kurt Cobain (1967) Rihanna (1988) Cindy Crawford (1966) Olivia Rodrigo (2003) Kelsey Grammer (1955)
avatar
@edsonbas há 1 ano
Público
Lá na roça, água de beber é na moringa. De manhã cedo, já tem que ir buscar na bica da mina d'água. Ela sai tão geladinha e é tão pura que não dá para resistir, já juntamos as mão em forma de concha (como as de feijão, não as do mar) e levamos até a boca. É uma água que tem até sabor, mas não como as aromatizadas, é o sabor da terra e das pedras pelas quais ela passou no seu caminho até o pedaço de cano que alguém adaptou ali várias décadas atrás. Sempre escorre um pouco pelo queixo, descendo pelo pescoço até o peito, é uma sensação muito gostosa e refrescante. Com a moringa já cheia, é hora de levá-la de volta para a casa. Dá para sentir que ela ficou gelada quase que instantaneamente e úmida por fora. É o barro, material do qual é feita, recordando suas origens, ele é quem vai manter a água por bastante tempo naquela temperatura natural, fresca, quase gelada e realçar o leve sabor de terra. O lugar daquela maravilhosa "garrafa", tampada com um copo, também feito de barro, é em cima da mesinha de canto da sala, onde ficavam mais um copo, este de alumínio, uma caneca esmaltada e uma garrafa de café, daquele cheiroso, colhido, torrado e moído ali mesmo e adoçado com açúcar mascavo. É bem comum um vizinho aparecer para prosear e tomar um cafezinho com biscoitos de polvilho e de araruta, broa, queijo e pão, tudo feito em casa. Fala-se sobre a família, o filho que foi morar com a tia na cidade para estudar, sobre as colheitas, a chuva, o sol, as vacas que dão mais leite, o riacho que corta as terras de um ou de outro e tudo que é assunto que for aparecendo. Esse papo pode durar muitas horas e só terminar com o sol já sumindo lá longe no horizonte. Quando começa a escurecer, é hora de ir embora, pois ainda dá para enxergar o caminho de volta para casa pela estradinha de chão batido. Fica um "obrigado pelo café e pela prosa", um convite para “ir lá também um dia” e um sentimento de pena pelo dia estar acabando. Na roça, a despedida parece ser mais triste porque sempre vem depois de uma alegria que também é bem maior.
avatar
@mariadriano há 1 ano
Público
A Dona Morte estava cansada. Quantas vidas já havia levado durante toda a eternidade? Algumas tão fáceis, outras difíceis demais. Resolveu observar; entender o porquê disso. E percebeu que a chave estava nos hábitos. As vidas sedentárias, com maus hábitos alimentares e vícios de todos os tipos eram as mais fáceis de tirar. Então, para facilitar seu trabalho, começou a divulgar. Usando as redes sociais, postou vídeos viralizantes ensinando como viver "melhor". Logo fechou um contrato milionário de "publi" com uma grande indústria de alimentos. Salgadinhos, bolachas recheadas, refrigerante. Tudo cheio de açúcar e sódio, do jeitinho que a Morte gosta. Se dedicou tanto ao novo trabalho de influencer que esqueceu que, sem seu trabalho de levadora de vidas, nada faria sentido. Todos começaram a segui-la, venerá-la. Comeram o que queriam, as academias fecharam, as drogas se tornaram tão populares quanto a Morte. Depois de um tempo, os seguidores da Morte começaram a adoecer gravemente, mas sem a esperança de um fim que os tirasse daquela tortura.
Últimas respostas
@MarU · há 1 ano
Genial, Mari! Realmente, seria um martírio e ao mesmo tempo é viceral pensar nisso. Não somente os “bons” nunca morressem, mas os “maus” os enfermos terminais. Realmente, fico no dilema egoísta de querer a todos poupar vida, mas reconheço o papel da finitude no equilíbrio da vida. Maravilhosa! Adorei.
@tibianchini · há 1 ano
Que ótima premissa para um livro! O texto em si já é espetacular, mas... Você vai nos presentear com um livro desses? 😍
Ver conversa completa
avatar
@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
Público
A voz que dizia: Desista! Hoje uma voz veio até mim, e me disse: Desista! E ela se repetiu, se repetiu e se repetiu, e eu, já casando da jordana, cometi o erro de ouvi-la E olhei para mim mesmo e olhei para o meu entorno, e pensei, é talvez eu devesse! E por um instante decidi acabar com tudo, mas minhas pernas decidiram outra coisa e meus braços preferiram criar do que desistir! E quando vi, lá estava eu sentado em frente a tela pronto para escrever novo, a voz continuava insistindo e implorando: Desista! Mas dessa vez não cometi o mesmo erro, dessa vez decidi escrever, até que ela se calasse
Últimas respostas
@MarU · há 1 ano
Já ouvi esta voz. Por muito tempo, desisti. As vezes ainda tenho recaídas. Meu monstro, síndrome do impostor.
Para um autor escrever e tão necessário quanto respirar.
@JuNaiane · há 1 ano
É isso
Ver conversa completa
avatar
@eliz_leao há 1 ano
Público
A brevidade do sopro Que quebra na pele Que deita os pêlos E que aquece. O fôlego, de vida Que sopra ao falar Que tem cheiro, Paladar, num beijo. E que marca A existência Que ao findar Por um instante Apaga a luz daquele olhar. E que não percamos O amar Antes de tudo acabar. Eliz Leão
Últimas respostas
@CrisRibeiro · há 1 ano
Digno dela! Lindo.
@ricardolloco · há 1 ano
Inteiramente surpreendente
@JuNaiane · há 1 ano
Que não percamos o amar 🥺❤️
Ver conversa completa