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@marialima há 1 ano
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Ilustração +18! Livro;Escolhida pelo Demônio. Cena O mestre me virou novamente, mantendo meu quadril erguido para ele, enquanto seu pau e sua cauda ainda permanecia dentro de mim. Seus dedos já não estavam presentes, mas sua perna direita repousava o pé que pressiona minha nuca contra o colchão esfregando minha face contra, enquanto ele continuava suas investidas vigorosas. Apesar de ser uma parte pouco explorada, seu pau estava tão lubrificado que facilitava a entrada em minha bunda. A cada estocada brutal, como se estivesse me rasgando, e eu não conseguia conter os gemidos que se misturavam com o choro em meio ao êxtase do prazer. — Sabe o que é melhor? — ele bate em minha bunda e separa minhas nádegas, sinto um ardor em estar tão exposta e a vergonha consumindo meu corpo — Conforme eu devoro esse rabo, ele se cura, e então posso ser eu mesmo sem remorso algum. Essa sua coleira vai te proteger, sempre, então posso te comer com força!
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@calorliterario_ há 1 ano
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A chuva e Eu… Durante uma grande chuva, fui fechar as janelas e portas evitando que a tempestade entrasse e acabei tendo uma longa conversa com ela, entre ventos e contra tempos, rajadas e lampejos, ela me explicou todo seu processo para desaguar, eu até já sabia mas deixei que ela falasse, era necessário. A chuva precisa cair para tentar florir e frutificar quem espera por ela, e as vezes o processo se completa e outras não e nem por isso, quem aguarda perde as esperanças na chuva. Muitas vezes só entenderemos certos processos durante, nem antes e nem depois. A tempestade movimentava-se com ventos fortes, tudo ao redor se movia e a tempestade e a menina sentiam, menos quem estava na casa esses nem sabiam o que se passava do lado de fora, desatentos e sem interesse por ela a deixavam passar sem se darem conta do espetáculo que perdiam. Ventos, redemoinhos, chuva, raios, trovões, nada espantava a menina ela amava a tempestade e inesperadamente perguntou: - Leva-me com você, no teu coração, para que chova em mim?! - E em seu coração a tempestade a levou…. @calorliterario_
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Chegou chegando…
@JuNaiane · há 1 ano
Lindo, lindo 🥰
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@fksilvain há 1 ano
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Por trás de uma garota desinibida e alegre há uma dor, um trauma. Por trás de um rapaz bem-humorado e sedutor há a responsabilidade e uma crise. O encontro mágico sob as estrelas marca os dois, que, mesmo assim, não trocam contatos. Mas eles acabam se encontrando em um contexto bastante inesperado. Ironia do destino? Será que "o universo faz questão" de uni-los? "Carícias sob o céu: a história de Duda & Davi" tem 10 capítulos gratuitos aqui no Literunico e mais 4 por um valor bem amigável. ☺️ Experimentem o início para ver se querem ler até o final. 😉
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@eduliguori há 1 ano
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As vezes me confesso sem padre nem madre confesso para o outro a outra a quem ouvir medo nunca tive de ser o que sou e onde vou mau olhado é palha onde já se viu poeta cheio de segredos minha missão é a confissão Edu Liguori
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@tibianchini há 1 ano
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O Aleph I Cheguei aos limites extremos do Universo; A um lugar inatingível até então Àquele ponto no espaço, onde toda a Criação Fazia-se ver ante meu olhar disperso. Vi tanta coisa que jamais caberia em verso: Me senti ínfimo, insignificante; tão Pequeno ante o Todo, um minúsculo ponto imerso No Infinito, e, em meio àquilo, na solidão. E então percebi que não estava só: fazia Parte do Todo, que a tudo abrangia: Um mar, um planeta, um Sol, um inseto; E que era importante à obra de Deus Pois, sem aquele ponto que eu sabia ser “eu”, Todo o resto do Universo estaria incompleto. II Fui andando, assim, como quem ora Uma ladainha antiga; e nem me dei Que a estrada acabara; há muito, a grei Havia perecido; já se fôra. Fiquei eu, no abismo onde mora O fim de tudo; feliz e só, eu parei: Sem ter senão a volta; ir-me embora Ou ter também ali meu fim; não sei. Cheguei até onde ninguém, outrora, Chegara; nenhum santo, nenhum rei; Fui eu quem mais de perto viu a aurora, E só então, meu Deus, eu me toquei Que o alcançar nada valia àquela hora, E que o trilhar não tinha preço; e, então, voltei.
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@tibianchini há 1 ano
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Definição Deusa, santa, cálida sereia; Musa inspiradora das ralés; Bela brisa, que envolve e premeia; Dádiva és. Divina aura, Magna Soberana, A deixar que te idolatrem aos teus pés; Calma onda, que leva e traz a chalana; Ternura és. Senhora dos corações do Universo; Doce Yara, a nortear as marés; Imperatriz das canções, prosa, trova e verso; Sublime és. És, por definição, indecifrável: És incontável como estrelas a piscar no azul: És a súbita alegria de um amor incontrolável: És tu.
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@tibianchini há 1 ano
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Não-Valor Todos os poemas que te dei, Maria, Não valem-me a lembrança dos teus lábios; Palavras que são, ordenadas num papel pautado. Todas as lembranças dos teus lábios, Maria, Não valem-me os minutos ao teu lado; Memórias que são, fugazes e abstratas. Todos os minutos ao teu lado, Maria, Não valem-me a ausência que te sinto; Instantes que são, cronologia de um pretérito-perfeito. E toda esta ausência que me fazes, Maria, Esta, sim, vale-me mais que tudo: Sentimento que é, dor que é; ausência de uma vida.
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@classicos há 1 ano
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Dom Casmurro Machado de Assis Tudo o que contei no fim do outro capítulo foi obra de um instante. O que se lhe seguiu foi ainda mais rápido. Dei um pulo, e antes que ela raspasse o muro, li estes dois nomes, abertos ao prego, e assim dispostos: BENTO CAPITOLINA Voltei-me para ela; Capitu tinha os olhos no chão. Ergueu-os logo, devagar, e ficámos a olhar um para o outro… Confissão de crianças, tu valias bem duas ou três páginas, mas quero ser poupado. Em verdade, não falámos nada; o muro falou por nós. Não nos movemos, as mãos é que se estenderam pouco a pouco, todas quatro, pegando-se, apertando-se, fundindo-se. Não marquei a hora exacta daquele gesto. Devia tê-la marcado; sinto a falta de uma nota escrita naquela mesma noite, e que eu poria aqui com os erros de ortografia que trouxesse, mas não traria nenhum, tal era a diferença entre o estudante e o adolescente. Conhecia as regras do escrever, sem suspeitar as do amar; tinha orgias de latim e era virgem de mulheres. Título: Dom Casmurro Autores: Machado de Assis Data Original de Publicação: 1899 Data de Publicação do eBook: 2013 Capa: Ana Ferreira Imagem da Capa: Spanish Dancer at the Moulin Rouge, de Giovanni Boldini Revisão: Ricardo Lourenço ISBN: 978-989-8698-12-4 #domíniopúblico #Clássicos
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Publicação Literunico
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Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
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@classicos há 1 ano
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"O Banqueiro Anarquista" Fernando Pessoa O mal verdadeiro, o único mal, são as convenções e as ficções sociais, que se sobrepõem às realidades naturais — tudo, desde a família ao dinheiro, desde a religião ao Estado. A gente nasce homem ou mulher — quero dizer, nasce para ser, em adulto, homem ou mulher; não nasce, em boa justiça natural, nem para ser marido, nem para ser rico ou pobre, como também não nasce para ser católico ou protestante, ou português ou inglês. E todas estas coisas em virtude das ficções sociais. Ora essas ficções sociais são más porquê? Porque são ficções, porque não são naturais. Tão mau é o dinheiro como o Estado, a constituição da família como as religiões. Se houvesse outras, que não fossem estas, seriam igualmente más, porque também seriam ficções, porque também se sobreporiam e estorvariam as realidades naturais. Ora qualquer sistema que não seja o puro sistema anarquista, que quer a abolição de todas as ficções e de cada uma delas completamente, é uma ficção também. Empregar todo o nosso desejo, todo o nosso esforço, toda a nossa inteligência para implantar, ou contribuir para implantar, uma ficção social em vez de outra, é um absurdo, quando não seja mesmo um crime, porque é fazer uma perturbação social com o fim expresso de deixar tudo na mesma. Se achamos injustas as ficções sociais, porque esmagam e oprimem o que é natural no homem, para que empregar o nosso esforço em substituir-lhes outras ficções, se o podemos empregar para as destruir a todas? Título: O Banqueiro Anarquista Autor: Fernando Pessoa Data Original de Publicação: 1922 Data de Publicação do eBook: 2013 Capa: Ana Ferreira Imagem da Capa: M. Delaporte at the Jardin de Paris, de Henri de Toulouse-Lautrec. Revisão: Ricardo Lourenço ISBN: 978-989-8698-02-5 #domíniopúblico #Clássicos #Shakespeare
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Publicação Literunico
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@literunico há 1 ano
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Amo-te! Meu mote e motivo Amo-te! Ao ver teu sorriso Me peguei tão desprendido E até mesmo, surpreendido De olhar, admirar, sem cobrar De dividir e também multiplicar Amo-te, meto-me e te sinto Em mim, a me extravasar Amo-te e como um instinto Vibro com o teu conquistar Amo-te e ao amar eu te vivo Com o amor que quiseres amar Eder B. Jr. @eliz_leao
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@MarU · há 1 ano
Aaaah que lindoooos! Amei, amigos… Por favor, que hajam mais lindos declames como este. Vocês são maravilhosos Eliz e Eder… 😍🥰❤️❤️❤️❤️❤️👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏
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@brunob612 há 1 ano
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Kintsugi As cicatrizes cantam nossa história como ranhuras em um disco de vinil seja sua própria vitrola e, as vezes se veja no verso de alguém porém, não deixe que algo te quebre sem que você se remende com ouro - Bruno dos S. Barboza
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@JuNaiane há 1 ano
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Eu ainda estou aqui...
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@fksilvain há 1 ano
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Para quem anda curioso com a continuação de Carícias sob o céu, aqui temos mais dois pedacinhos de Duda & Davi. Capítulos 13 e 14 +🔞 #epub #Duda&Davi
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Publicação Literunico
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@JuNaiane · há 1 ano
Oba! □
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Oba! 👏🏼👏🏼
@cadantasautora · há 1 ano
Amei os capítulos. Está liberado não gostar da Alessandra? Acho ela manipuladora, ela conhece a fraqueza do Davi e usa contra ele. Autora pare de fazer a Dudinha sofrer. Ela é fofa demais e faz crochê, gente que faz crochê não pode sofrer. ❤️ Amei os capítulos e para não perder o costume: Manda o resto logo. 😅😅😅
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@literunico há 1 ano
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#Bom dia! Hoje é segunda-feira, 9 de dezembro de 2024. Palavra do dia: #ℂ𝕠𝕣𝕣𝕦𝕡çã𝕠 Datas comemorativas: Dia Internacional contra a Corrupção Dia do Fonoaudiólogo Dia da Criança Especial Dia do Alcoólico Recuperado Frase do dia: "A corrupção dos governantes quase sempre começa com a corrupção dos seus princípios." — Montesquieu
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@eduliguori há 1 ano
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Não tenho lembranças como queria do teu amor que foi tão breve e partiu tanto dissemos e pouco fizemos nesta imensidão das tranças e da dor fugiu ao som rouco do furacão Não mais te vi Não mais te ouvi Dança e morte sem dúvidas ou sorte o balé cigano do nosso engano fui seu você morreu Por opção Edu Liguori
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@literunico há 1 ano
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Precisamente às 21h, também conhecida como 19h, segue o link do Amigo Secreto - Declamação do Literunico. O sorteio ocorrerá dia 15/12/2024 e a entrega do vídeo onde o Participante deverá declamar um texto de autoria do sorteado será dia 25/12/2024. Quem quiser participar, entre no link e não esqueça de deixar seu @ do Threads. https://amigosecreto.com.br/grupo/amigo-declamação-Literunico
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@MarU · há 1 ano
Uma pena, que na data da entrega, não tenho certeza se terei acesso à internet, mas amei a ideia. Espero que hajam outras ações como esta, em mais ocasiões. 👏👏👏😃
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@CrisRibeiro há 1 ano
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As pessoas mais justas são feitas de dor fermentada. Feridas, carregam nos ossos a medida exata da angústia. Com ferro não marcam, nem se deixam marcar. Temem as chagas não por fraqueza, mas porque sabem: o que volta, volta pior, e não pede licença; vem com força e sem aviso. Sabem que o rosto é pano mal costurado, e o coração, uma fera solta no escuro, quando ninguém espreita. Confiar? Só com provas! Olham, espiam, desconfiam. Sabem que o mundo é um rastro de ciladas e a ingenuidade, luxo dos tolos. Escaldadas, vivem como quem queima ao toque. Pois só quem sente o peso do abismo entende o valor do próximo passo. Cr💞s Ribeiro

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