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@wilcipolli há 1 ano
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1704 Na busca por sabedoria,
 tornei-me conhecedor. 
Apenas conheço.
 O saber habita em mim,
 mas sou só ele —
 e nada mais. O que me faltou? 
Livros, não. 
Faltou molhar os pés 
no rio da existência.
 Faltou sentir. Na busca por sabedoria,
 Fracassei. Como um bom estudioso. Ouvi o sábio da maçã: 
"A luz é uma ponte 
entre ti e o mundo.
 Ela toca, reflete,
 e retorna aos teus olhos." Minha visão te tateava,
 tanto quanto minha mão. Mas na busca por sabedoria,
 eu não soube te olhar. 
Fui tolo — 
sábio não. Por quê? 
Porque agora 
não posso mais tocar.
 Nem minha mão te alcança,
 nem meu olhar. 
E o rio da existência 
segue,
 sem ti. Sem ti, saudade.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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Hoje, tive o prazer de declamá-lo! @purapoesia, o Adriel, encanta com a delicadeza cortante de sua emoção, a riqueza de sua observação e a força sensorial de seus versos. Para quem já conhece, um aperitivo; para quem ainda não, um convite irresistível para conhecer suas páginas.
@Albertobusquets · há 1 ano
Ficou perfeito! Lindo poema! Linda declamante! 😍💞
@purapoesia · há 1 ano
Mais uma vez agradeço, Cris! ❤️
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@edsonbas há 1 ano
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Não me lembro bem se o meu primeiro contato com o álcool foi através do Biotônico ou do mimeógrafo. Eu era muito novo e algumas memórias do início das nossas infâncias acabam se perdendo. Ficam só alguns fragmentos e as histórias da família. Minha mãe conta que eu era “ruim de comer”, por mais que ela tentasse, nunca conseguia me fazer comer nada. A solução foi apelar para o Biotônico. Era só tampar o nariz e enfiar goela abaixo para abrir o apetite. O gosto era meio estranho e forte, mas com o tempo fui me acostumando e depois passei até a gostar e já pedia: “- Manhê! Me dá cachacinha?”. Esse apelido era muito comum, algum adulto lá em casa experimentou e falou, mas depois descobri que as outras crianças também chamavam ele assim. Mais tarde, cheguei pessoalmente à conclusão de que o gosto era bem parecido mesmo. Assim como um dia eu descobri que o Biotônico tinha aquele gostinho de cachaça e passei a desconfiar que tinha álcool alí, os órgãos de fiscalização também desconfiaram, fizeram testes e descobriram que realmente tinha. A fórmula teve que ser mudada para poder continuar vendendo. Já no caso do mimeógrafo, este não me foi apresentado em casa, foi na “rua”, ou melhor, na escola. Os professores pegavam um pacote de Chamequinho, que os nossos pais tinham que levar todo início de ano letivo, e uma garrafa de álcool, colocavam cada um no seu devido compartimento, o “original” da prova na bandeja e começavam a girar a manivela, por isso diziam que iam “rodar” a prova. A folha entrava branca e saía uma cópia quase perfeita daquele “original”, só que da cor azul e com um cheiro muito forte de álcool. Descobrimos que cheirar aquelas folhas “dava onda”, a gente ficava meio tontinho, era o “barato” da molecada. Com o tempo, o mimeógrafo foi sendo superado pela tecnologia, principalmente quando ela começou a baratear. As cópias ficaram mais fiéis aos originais, inclusive a cor preta dos textos das provas. O cheiro já não fazia mais parte do processo e não se fala mais em “rodar” as provas, agora elas saíam automaticamente e numa velocidade muito maior. Na minha memória ficaram gravadas aquelas sensações da minha infância: o gosto, o cheiro e a “onda”. Quando cresci, as encontrei de novo em um bar qualquer, dentro de um copo. Foi como ter nas minhas mãos a nostalgia em forma líquida para beber. E ainda tem gente que pergunta: “- Por que você bebe?”.
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@fksilvain há 1 ano
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77 - Fale sobre um livro que que descreva um país ou local que você nunca conheceu. Essa chega a ser difícil de tão fácil. Eu não conheci praticamente lugar nenhum, ao norte só fui a Salvador, ao sul, só a Montevideo e nos dois casos só passei uns dias. Lembro que li vários livros dessa autora na época e que gostei de todos, eram leves e divertidos. Ela é britânica, acho que irlandesa, e a parte mais legal deste livro é o choque cultural entre a europeia e os norte-americanos. #Link365TemasLivros
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 77 - Fale sobre um livro que descreva um país ou local que você nunca conheceu. #Link365TemasLivros
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@berthamachadoo há 1 ano
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Tenho sentido ares melhores na minha vida. Peguei as rédeas que eu descobri que tenho controle e comecei a organizar o dia a dia. Estou trabalhando, voltei pra terapia e finalmente consegui voltar a escrever por um tempo considerável. Apesar das coisas ruins sobre as quais eu não tenho controle, eu sinto que está se estabilizando e aquela enorme tempestade que me acometeu em janeiro está começando a virar garoa. Ainda uma garoa chata, daquelas que encharcam a gente quando voltamos do trabalho, uma garoa que nos obriga a fechar o vidro da janela do quarto, que cria poças para molharmos os sapatos. Mas apenas uma garoa. E vamos que vamos
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@tiagoandreatto há 1 ano
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🎶🎶 HeartStone Give me a reason Give me a second Give me a chance Give me the faith What I need Give me a heartstone Give me a new song Give me true And give me the faith What I need In most of this cases, i’m right, i’m done And all of these tastes, not satisfied, i’m gone (2x) I put the old stone in the place I felt it the most [interlude] Give me a flavor Give me a smell born Give me a pool to swin And give me the faith What can I do Bring me an anchor To hold my wrong steps To sign my certificate of stupidity And give me the faith What else can I do In most of this cases, i’m right, i’m done And all of these tastes, not satisfied, i’m gone (2x) I put the old stone in the place I felt it the most if anyone can do better Show me how to act Holding the weight Of my old heartstone
@MarU · há 1 ano
What a wonderful poem-song, my friend. I miss your compositions.🥹❤️👏👏👏🎶
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Turbilhão Autor: Henrique Maximiano Coelho Neto Lançamento: 1906 O Turbilhão é um romance naturalista de Coelho Neto que retrata a vida na alta sociedade carioca do início do século XX. A obra expõe, com um olhar crítico e detalhista, a hipocrisia, as intrigas e as ambições das elites urbanas. Através da história de seus personagens, o autor evidencia os contrastes entre aparências e realidade, explorando os dramas humanos em meio a um cenário de mudanças sociais e políticas. Com uma narrativa rica e descritiva, Coelho Neto constrói um panorama envolvente da sociedade brasileira da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Duplo Autor: Henrique Maximiano Coelho Neto Lançamento: 1922 O Duplo é um romance de Coelho Neto que mergulha no psicológico de seus personagens, explorando temas como identidade, dualidade e conflitos internos. Com uma narrativa envolvente e uma atmosfera de mistério, a obra apresenta personagens que lidam com dilemas profundos e a sensação de estarem divididos entre diferentes versões de si mesmos. A escrita refinada e detalhista do autor contribui para a construção de um enredo instigante, que reflete sobre a complexidade da mente humana e suas contradições. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Mano Autor: Henrique Maximiano Coelho Neto Lançamento: 1928 Mano é um romance de Coelho Neto que aborda a infância e a adolescência sob uma perspectiva sensível e nostálgica. A obra acompanha a trajetória do protagonista em meio às descobertas, desafios e aprendizados da juventude, destacando os valores familiares e a formação do caráter. Com uma escrita rica em detalhes e emoção, Coelho Neto constrói uma narrativa envolvente, explorando os contrastes entre a inocência da infância e as exigências da vida adulta. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Partida Autor: Henrique Maximiano Coelho Neto Lançamento: 1894 A Partida é uma obra de Coelho Neto que retrata, com sensibilidade e lirismo, os sentimentos de despedida, saudade e transformação. Com sua prosa detalhista e poética, o autor conduz o leitor por reflexões sobre a passagem do tempo e as mudanças na vida dos personagens. A narrativa destaca a emotividade e a intensidade da escrita de Coelho Neto, consolidando seu estilo único dentro da literatura brasileira. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Conquista Autor: Henrique Maximiano Coelho Neto Lançamento: 1899 A Conquista é um romance de Henrique Coelho Neto que retrata a luta do homem contra a natureza e os desafios da colonização no Brasil. A obra acompanha a jornada de personagens que enfrentam adversidades para desbravar novas terras, destacando o esforço, a coragem e os conflitos que surgem nesse processo. Com uma prosa rica e descritiva, Coelho Neto constrói uma narrativa envolvente, repleta de detalhes sobre a paisagem brasileira e os costumes da época. O romance reflete o nacionalismo característico do autor e sua visão sobre o progresso e a identidade do Brasil. #domíniopúblico #Clássicos
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@eduliguori há 1 ano
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Amo ser poeta, um dom que não solicitei ser errático, contraditório e inconsistente todavia verborrágico, sensível e insistente um poeta que jamais se envergonha de dizer – eu amei Edu Liguori
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@eduliguori há 1 ano
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As vezes me sinto como a Fleabag Com um amor tão grande pronto disponível não quero solução para tudo só quero o direito de doar o que sinto Edu Liguori
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@literunico há 1 ano
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Bom dia! Palavra do dia: #𝕀ℕℂ𝔼ℝ𝕋𝔼ℤ𝔸 Frase do dia: "Há uma possibilidade De que tudo o que eu tive, seja tudo o que eu terei." — Lykke Li, Possibility Datas comemorativas de hoje, 18 de março de 2025: Dia Nacional da Imigração Judaica Dia do DeMolay Aniversariantes: Lykke Li (1986) Júlia Lemmertz (1963) Marta Suplicy (1945) Giovanna Antonelli (1976) Adam Levine (1979) Queen Latifah (1970) Yuri Alberto (2001)
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@Albertobusquets há 1 ano
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Omnia Mutantur... Que os fantasmas do passado tornem-se as fadas belas do presente. Que as marcas do passado tornem-se o solo fértil do presente. Que as mágoas do passado tornem-se as flores perfumadas do presente. E que este presente, quando passado, dê mais viço às rosas que guardarão a estrada do nosso futuro. Alberto Busquets. #Desafio 077
@CrisRibeiro · há 1 ano
Delícia de ler e ver, moço. Lindo como você!❤️🌹
@JuNaiane · há 1 ano
Esse poema tem a beleza das manhãs ensolaradas... Aqueceu meu coração 🌹
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 77 *Ressonâncias* Nem a noite, nem o dia, Nem o tempo que passa, Nem a ausência de palavras… Não preciso de nada disso! Tenho esse seu olhar perdido me seguindo, E a certeza da fúria do nosso instinto. A suspeita da fuga por puro capricho, E o orgulho ferido, carcomendo O que sentimos, não silenciaram o som, Nem apagaram o brilho. Não me importam, todavia, seus caminhos! O medo de amar e se entregar, Não afastou nossos destinos. Segues ainda que calado, ao meu lado, Sentindo… Sonhando… Dormindo e acordado, Com este sentir correspondido. E a força do que distorces, Presumindo ocultar-se… Na verdade! Sinto nas entrelinhas, que me dedicas. Sinto o seu coração, sustenido, Em tom maior harmonioso, comigo, Ressonas… O que não se pode calar. MarU
@JuNaiane · há 1 ano
Que lindo! Isso é música pro meu coração sentido ❤️
Lindo poema amiga! Adorei o paralelo com a música! Arrasou como sempre!
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@eduliguori há 1 ano
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Nas páginas de um livro nas areias da praia na mesa do bar no sofá da sala sob o sol de fevereiro sob a chuva repentina sob as estrelas distantes cruzando os trópicos viajando nas estradas mergulhando no mar o gosto da cerveja o sabor dos peixes o calor do acarajé a fita no pulso o cordão no pescoço o chapéu na cabeça o cheiro de você o abraço de você o sorriso de você nas páginas da vida um poema uma baía nas areias da praia um café uma ventania na mesa do bar um brinde uma conversa no sofá da sala um sonho uma confissão um verão Edu Liguori
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@eduliguori há 1 ano
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Colecionamos tantas faltas preenchemos os espaços vazios com lamentos inodoros e insípidos tristezas e ausências em latas colecionamos tantos excessos recheamos gavetas já lotadas com gravatas que nos sufocam excedem lágrimas e abcessos colecionamos tantas mentiras douramos as falsas verdades com adjetivos superlativos enrubescem poetas sob rimas Edu Liguori
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