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@tibianchini há 1 ano
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Nunca mais Nunca mais o reflexo dos teus olhos Nunca mais o perfume da tua pele. Nunca mais a esperança e euforia De te ver e sentir que és minha metade. Nunca mais a alegria da tua voz, De manhã, cantarolando e sorrindo. Nunca mais a ansiedade no encontro De duas almas buscando a mesma felicidade. Há algo de saudade no inacabado: Nunca foi pouco, mas sempre quis mais; Mas, por mais que queiramos, a vida real Insiste em nos mostrar que é querer demais. Nunca vou te esquecer, nem o que senti, O que sentimos, o que viveríamos... Nunca mais
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@JuNaiane · há 1 ano
Ai, meu coraçãozinho! Romântico e melancólico, amo isso.
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@marcoshmartinsescritor há 1 ano
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EROS & PSIQUÊ Os lençóis queimam sob sua pele. O gozo perverso da espera. Você não entende, apenas quer. O escuro do quarto se enche de minha presença O bater de asas. O estalar do desejo obscuro. O arrebatamento em meus braços. O amante que você não vê. Sente-se apenas carregada aos céus. Ou seria um sonho? Sonho molhado pelo transbordar da taça da volúpia. Suspensa no ar, um balé de sentidos, os olhos fechados. Fechados pelo medo. Medo de ver meu rosto e quebrar o encanto. Não sabendo se quem te possui é um anjo ou um homem. Olhos fechados no êxtase da entrega. O penetrar da carne. O rasgar da alma. O gozo personificado num grito que estremece os pilares do céu. E você se queda, lânguida em meus braços Sente que se esvai lentamente como nuvens em um céu de fim de primavera. Não sabe se está novamente em seu leito ou se singra o éter, ancorada em meu peito. O bater de asas. O desejo satisfeito. O ciciar do vento nos ouvidos traz minha voz: "Eu sou teu deus"
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@julia_mar há 1 ano
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--| Wi-fi na Lápide O fantasma, cansado, digitou a senha do Wi-Fi na lápide. O chefe tinha mandado um e-mail urgente sobre a "meta do inferno". — Nem morto tenho paz! — resmungou, vendo a notificação de débito do INSS. O túmulo vizinho tossiu. — Quer uma água-viva? O calor lá embaixo tá de rachar...
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@julia_mar há 1 ano
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A Catrina, com seu chapéu elegante e sorriso ósseo, olhou a oferenda. — "Férias não tiradas", Cícero? É isso que você me traz? — A voz era um farfalhar seco. — Desculpe, excelência, o saldo é "intangível"! Não podia deixar o banco de horas expirar, o RH... — Cícero, o esqueleto recém-chegado, tremia. — Você morreu, Cícero! "Morreu!" E ainda se preocupa com a CLT? O único regime que importa aqui é o da mortalha. — Mas o 13º? E a multa rescisória do meu corpo? Sabe, a empresa é... — Cícero! Esqueça os feriados trabalhados. Seu novo feriado é a eternidade. E não tem adicional noturno. Agora, pegue esta calavera de açúcar e relaxe. E não me venha falar em e-Social! Cícero suspirou, um ruído oco, e pegou a caveira doce. Ao menos, pensou, o plano de saúde na vida após a morte parecia melhor. #Assombrações
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@julia_mar há 1 ano
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--| Dia dos Muertos — Ai, Mami, não esqueceu o que eu pedi? — A voz vinha de dentro do caixão aberto. — Ay, mijo, claro que não! Trouxe seu taco de língua e o pulque de cactos fermentado — disse Doña Elena, ajeitando a caveira de açúcar na lápide. — De língua? Mãe! Ano passado foi de miolos, esse ano... Não, Mami, o que eu realmente pedi foi o taco de camarão! O que a vizinha fez! — O de camarão era para o seu pai. E ele está quieto, apreciando. Você está sendo ingrato, huesudo! — Ingrato? Eu morri há dez anos, e ainda a senhora tenta me envenenar com miolos e língua! — Querido, não reclame. É o que tem. E, por favor, pare de usar a mortalha como guardanapo. Tem gente olhando! Um suspiro fantasmagórico. O silêncio voltou, quebrado apenas pelo vento e o tilintar das cempasúchil (flores dos mortos). Doña Elena sorriu, pegando o pulque para si. #Assombrações
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@tamarasfawkes há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/HRwk931wSIj8FAJQXEYNFZfirOOPHPH6s1Gp8Z7r.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/175' target='_blank'><strong>O Meu Nome é LEGIÃO</strong></a></p></div>
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio275
Traduzido automaticamente do inglês.
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#Desafio275
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@tamarasfawkes há 1 ano
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[Atualizado em 14/10/2025] Olá, pessoal O Meu Nome é LEGIÃO está R$2 na Loja do Literúnico com o objetivo de facilitar o acesso à esta história =] Ele ficará por esse preço até sair o resultado do Prêmio Literúnico 2025 Ou ainda, baixe gratuitamente pelo Drive: https://drive.google.com/drive/folders/1Zp3ReFnX5pgcg4rwI8dbw8X8uOtZ8XLO?usp=drive_link Aproveite a Promoção! DICA é possível realizar a impressão (92 pg) e distribuição do livro, seja física OU digital [desde que de forma GRATUITA]. Na última página você pode conferir a Permissão Vigente. #PrêmioLiterúnico #FicçãoBrasileira #LivroGratuito #Livrobarato #Leiaumnacional #Ficçãocientífica
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@palavras_e_espadas há 1 ano
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Aproveitando que estamos no mês do terror, passo aqui para divulgar meu conto "A Casa de Marte", disponível na Revista Literatura Fantástica Vol. 28! Segue o início do conto para degustação: A CASA DE MARTE A pequena Damiana não sonhava, mas, sempre que fechava os olhos, com um caderno aberto sob sua caneta multicolorida, desenhava as coisas que via. Eram coisas estranhíssimas, que não pertenciam a este mundo, como bibliotecas imensas, cujas estantes davam voltas por corredores em espiral que não tinham fim. Ascendiam rumo a um teto de luz, enquanto embaixo não havia piso, mas um abismo de trevas. Houve uma ocasião em que reuniu toda sua coragem e desceu ali. As estantes, nas profundezas, não eram de metal e madeira, e sim de ossos. Já os livros eram feitos de carne e vasos sanguíneos. Apanhou um deles, cuja capa trazia a imagem de uma cobra constituída de veias e artérias. Aquela serpente pulsava como um coração. Damiana reabriu os olhos. Fora impossível retratar com perfeição o que vira, porém lá estava um desenho, em vermelho, que representava minimamente o que testemunhara. Sua avó Violante talvez fosse uma influência espiritual ou genética – ou quiçá ambas as coisas – que explicava sua natureza. Era uma italiana que não combinava com o estereótipo, pois falava baixinho, era paciente e quase não gesticulava. Mas, como toda avó, adorava contar histórias para a neta. Colocava-a no colo e falava de suas antepassadas. Natural de Benevento, no sul da bota, não se envergonhava de pertencer a uma família de bruxas. A tradição local contava que lá, debaixo de um antigo carvalho, morava uma serpente que era venerada como um espírito guardião. Reuniam-se em volta daquela árvore, portanto, para solicitar refúgio, orientação, proteção, fertilidade na primavera e clemência no inverno, entre outras coisas. Negava ser ela própria uma bruxa. Mas tinha uma coleção enorme de livros a respeito do tema. Quando a velha Violante partiu, os pais de Damiana não demonstraram lá grande respeito por sua memória e enfiaram todos aqueles volumes em caixas que entregaram a um sebo. Seu pai não parecia ter herdado nem uma gota do sangue das bruxas de Benevento. Pelo contrário, achava aquilo uma tremenda bobagem. Talvez porque fosse homem. Apesar que sua mãe era mulher e tinha medo. Talvez porque não tivesse o sangue. Contudo, Damiana salvara um que havia chamado muito sua atenção. Seu título era A Casa de Marte. A introdução explicava que se tratava de um grimório, ou seja, um livro de feitiços. Lembrava bastante o que tinha visto de olhos fechados. Não era de carne, mas era vermelho, com uma serpente que mordia um pomo rubro, e descrevia diversos espíritos pertencentes à esfera do planeta Marte. Tratava, aliás, de evocações de espíritos marcianos, cujas descrições e funções eram fascinantes, com seus nomes sempre começando por letras capitulares maravilhosamente ornadas, que aludiam aos seus aspectos. Bartzabel, tido como o grande espírito planetário, era o mais destacado de todos. A letra B que iniciava seu nome apresentava uma cauda de duas pontas, enquanto a parte de cima da letra era uma cabeça de cobra. Já a ilustração do espírito propriamente dito era a de um anjo vermelho com rosto de serpente. Damiana tinha fechado as pálpebras e o desenho havia assumido uma forma concreta diante dela, com asas de carne nas quais se abriam olhos cujas íris eram fogo, envolvendo pupilas que a refletiam como uma mulher adulta. Sabia ser ela mesma, porém dez anos mais velha. Tinha fechado o livro. Faltara-lhe coragem para entregá-lo ao pai, que teria lhe dado uma bronca. Só que também não queria jogá-lo fora. Limitara-se a guardá-lo, ocultando-o em uma das gavetas do quarto, debaixo de suas blusas (...) Caso tenha gostado e queira lê-lo por inteiro, segue o link para a compra da revista na Amazon: https://www.amazon.com.br/Revista-Literatura-Fant%C3%A1stica-Vol-28-ebook/dp/B0FHDYFFG1 Obrigado!
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@novidadesliterunico há 1 ano
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✨ Augusto Cury (1958–) é psiquiatra, pesquisador e escritor brasileiro, reconhecido mundialmente por suas obras que unem ciência, filosofia e reflexão sobre a vida. Autor de best-sellers como Você é Insubstituível e O Vendedor de Sonhos, dedica-se a inspirar autoconhecimento, inteligência emocional e a valorização dos sonhos. Sua escrita é um convite a cuidar da mente e do coração. 📚✨ Você é insubstituível: Este livro revela a sua biografia. Sua autoestima nunca mais será a mesma: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1280">Aqui!</a> #AugustoCury #literunico #autoconhecimento
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@JuNaiane há 1 ano
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Porque meu bem, até as flores fenecem; e com o vento se esvaem também as folhas secas. Mas as palavras, meu bem estas palavras são eternas; por isso te escrevi em cada uma delas. #desafio 365/248
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@jjr há 1 ano
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Minha guerreira Feito Iansã De força e destreza De toda manhã Morena dentre trovões Na escuridão da noite Faz-se minha todo teu fogo De cantos Encantados Lindos Tuas filhas Ninfas Segue-a Na batalha Da inveja ao desejo Se faz rainha Teu poder No olhar Medo em guerreiros Perdição em meninos A fúria da guerra Sob tua fronte A face bela Disfarça mulher Uma deusa Força vital ~*~ JJr.
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@jjr há 1 ano
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Alguns procuram a paz no versículo Outros olham para dentro O pastor e o seguidor Caminhos diferentes O mesmo fim A seguir Luz e escuridão Irradiam do ser Escolher Quem é você? Onde esta sua fé? A força das batalhas O trabalho do ser Esculpir a alma Perdidos em um caminho Que nunca foi seu Você insiste Por outros Cegos, Surdos e mudos Presos na jaula Invisível Eles fazem isso Enganam e criam Regras a seguir Por seguir Você está errado Eles querem isto Iludido pelos poderes Mantenha-se domado Seus jogos não deles Participação nenhuma Apenas estratégia E você no pasto Brincam Com sua mente Até você enlouquecer Ou acreditar Quem escolhe o que? Quem escolhe o que fazer? Você vive? São eles!
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@julia_mar há 1 ano
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-| Lagarta 🐛 Na terra rachada que clama por gotas de água há um ser que se arrasta devagar, sem se preocupar com o sol ardiloso. É uma lagarta de fogo. Mas não é uma comum, suas partes vermelhas são de um brilho que se assemelha as sirenes das poucas ambulâncias daquele lugar abandonado pelo poder público. É isso que chama atenção de Maria Jane. O brilho da largata. A jovem, no auge dos seus quinze anos, pega o inseto e faz carinho com sua mão livre cheia de calos. Seu ato só para quando sente alguém se aproximar. É ele. O anjo. Ryker tem uma pele alva e cilhos da mesma cor, seus lábios rosas nunca abandonam um sorriso travesso. -- Não deveria fazer isso. -- Acariciar um animal é errado agora? -- Você sabe muito bem que não é disso que tô falando. Maria Jane pode até tentar, mas não consegue blindar os pensamentos do seu anjo da guarda. -- Só quero dar um lara para a criação "dele". -- Nem tudo que habita na terra é criação do meu senhor. Ryker, com suas grandes assas douradas, sobrevoa sobre a cabeça de Maria Jane e diz em tom austero: -- A ruína às vezes vem das pequenas criaturas. Obs.: Personagens não são de minha criação, é uma cena criada a partir de outras obras.
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@literunico há 1 ano
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Bom dia! Guentaí, pessoal, tá chegando novidade!
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@literunico · há 1 ano
https://literunico.com.br/twa-check.html https://www.literunico.com.br/twa-check.html
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 237 *O que significa…* O que significa, quando busco sem motivo seu olhar? Se quero ficar? Se contenho a todo tempo a vontade de te chamar? Se quero falar sobre sentimentos… e tenho saudades a todo momento? Se meu coração acelera só de pensar? O que significa quando esqueço de tudo, menos deste sonhar? O que significa, se me sinto insegura comigo, mas com você me sinto em casa? Se meu olhar tem mais brilho quando te olha? E meu dia é mais bonito quando você me nota? O que significa tudo isso, agora? E se formos bem mais que isso… como poderei viver sem você na minha história? MarU
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@novidadesliterunico há 1 ano
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✨ Daniel J. Boorstin (1914–2004) foi historiador, professor e bibliotecário do Congresso dos EUA, conhecido por sua capacidade de transformar o estudo da história e da cultura em narrativas acessíveis e fascinantes. Autor de obras como Os Descobridores e Os Criadores, explorou as grandes invenções e ideias que moldaram o mundo. Sua escrita aproxima passado e presente, revelando como a curiosidade humana constrói a civilização. 📚✨ Os investigadores: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1279">Aqui!</a> #DanielBoorstin #literunico #historia
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@julia_mar há 1 ano
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A porta se fechou com um murro seco de vento, sacudindo a velha moldura. Lá fora, o ar era uma lâmina. Tempo roubava calor. Ele apertou o casaco e observou as árvores nuas dançarem uma valsa apressada e estéril. Cada passo na calçada congelada era um estalo. Sentia o frio nos ossos, não do clima, mas de algo que tinha congelado por dentro: uma promessa não cumprida, uma espera longa demais. O vento uivava, zombeteiro, e levava embora qualquer som que não fosse o dele. Ele era o único mudo ali, carregando um inverno particular sob o peito, enquanto o mundo tremia em seu próprio gelo cortante.
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@tibianchini há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/8XSqybRIudOhszuUhDvy6z3GIpK2ggJeW6dl21eX.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/235' target='_blank'><strong>Fora do Tempo</strong></a></p></div>

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