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@eduliguori há 1 ano
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Tem um zumzum aqui no peito que não me deixa não é assim uma dor nem uma queixa é só esse maldito zum zum zum zum zum um ruído estranho, surdo, mas não é novo ele vem de vez em quando, quando ele vem é tipo moeda velha, cruzeiro, cruzado, vintém vale mais nada, mas tá sempre vindo aqui, de novo enquanto respiro, penso e solto um suspiro longo e fundo as vistas então marejam, embaça a visão, os olhos já cansados é como uma leseira sem idade, coisa típica dos poetas aparvalhados o verso vai crescendo, saindo sem muito conteúdo nada muito profundo só um zumzum mais um Edu Liguori
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@purapoesia há 1 ano
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Reflexão és tu mais do que um reflexo oɥןǝdsǝ ɹǝs oɐ̰u ɐɹɐd 'ɹıʇǝןɟǝɹ
@CrisRibeiro · há 1 ano
Amei! A ilustração e o sentido. Acho que um dos maiores desafios é libertar dos espelhos que devolvem o que não somos…
@MarU · há 1 ano
Li no threads e mesmo relendo aqui, o impacto é o mesmo. Tipo um feitiço de bruxo, como fez issoooo?! 🤌😅❤️❤️❤️ Adorei
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@danielcaetano há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 29 - Fale sobre um livro de guerra! #Link365TemasLivros Faz bastante tempo que li, mas lembro da empolgação a cada página que lia. Pra quem gosta de história da guerra, “Azincourt” é um prato cheio; é o “clássico” Bernard Cornwell que todos nós amamos e, devo dizer, uma excelente porta de entrada pra quem deseja conhecer esse autor. “Azincourt” é uma representação fidedigna de um dos períodos mais marcantes e emblemáticos da Guerra dos Cem Anos — a famosa guerra entre Inglaterra e França — do ponto de vista de um dos arqueiros ingleses. A força de "Azincourt" reside na sua capacidade de combinar fatos históricos com uma narrativa ficciona de um jeito que só o Cornwell sabe fazer. É quase uma aula de História. Ele retrata a brutalidade e a glória da guerra (se é que isso existe), com clareza de dar inveja; ele praticamente nos joga no meio da batalha enquanto lemos e, acreditem, dá sufoco só de ler a cena. A batalha final desse livro é um soco no estômago (lembram da “Batalha dos Bastardos” em Game of Thrones?, é parecido). A precisão histórica, a pesquisa (Cornwell teve o cuidado de acessar os Arquivos da Biblioteca da Inglaterra para coletar os nomes verdadeiros dos arqueiros que participaram da batalha), a narrativa e os personagens são impressionantes. Eu destaco o “mentor” do personagem principal. Um sujeito hilário que xinga e fala palavrões como só o Cornwell podia imaginar. É bem aquele tipo de coadjuvante que rouba todas as cenas em que está presente. Resumindo, pois não quero dar nenhum spoiler, “Azincourt’ é um dos livros que carrego pela vida, e certamente é um dos que influenciaram meu trajeto na escrita.
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@MarU há 1 ano
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Curtinho *Sensível* A sensibilidade nos rege. Somos gente que sente, Á flor-da-pele. MarU
@purapoesia · há 1 ano
Sentir é viver, é o que nos diferencia das máquinas. Ainda que tantas vezes doa! Cultivemos a flor da pele para lembrarmos que somos gente.
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@tamarasfawkes há 1 ano
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Olá!!! Entrei num estado de luto pós finalizar a minha história da Legião e por isso não consegui nem mesmo escrever o fim (mas já está tudo encaminhado). Parece que estou me negando a finalizar de fato. Alguém se sente assim? Achei que iria ficar eufórica, feliz, mas eu não quero me despedir. Inclusive "O Meu Nome é Legião" vai chegar com capa NOVA! Se você ainda não comprou a amostra-degustação, o post está fixado no meu perfil, apenas R$2 e você me apoia neste projeto! #catarse #escritorindependente #capítulodeamostra #tamarasfawkes
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@fksilvain há 1 ano
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Menos de 100h para o lançamento de "Carícias sob o céu: a história de Duda & Davi". Mas já está na pré-venda, se você quiser se adiantar. 😉
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 029 Tolice amar-te sem dar-te asas inteiras, deixar-te solto no vento para tudo que desejares. Insensatez querer-te cativo, sufocar teus anseios e esperar-te, pássaro, de volta ao ninho. Teu corpo presente, tua mente em outras marés. De que vale tal gaiola, se o amor é céu azul e amplidão? Quero-te feliz, pleno; quero-te sendo. E, na parte que me cabe, quero-te escolhendo ser nós. Cr💞s Ribeiro
@Albertobusquets · há 1 ano
Aquela escolha diária, que ilumina o mundo todo! 💞🌞
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@Albertobusquets há 1 ano
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Defendo a guerrilha dos poeticamente armados. Que não nos falte munição! Entre rajadas de empatia e certeiras gentilezas ao alvo, que combatamos a violenta tempestade! Sejamos patriotas da própria humanidade! Cavemos trincheiras-abraços sob amorosas bandeiras de humanística compreensão! Alberto Busquets. #Desafio 29
@CrisRibeiro · há 1 ano
Você tem uma mente que encanta a minha.💞🌹
@Albertobusquets · há 1 ano
Elas se encantam-se uma à outra, e vice-versa. 💞🙃
@JuNaiane · há 1 ano
Tragam um troféu! 🏆
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@christian182 há 1 ano
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E mais uma vez a chuva cai, Gotas geladas deslizam em minha face, Nas paredes sujas e marcadas, olho o céu, Imaginando uma vida além, onde tudo se refaz. Talvez eu devesse ser um pássaro, Voando na imensidão infinita, Sem julgos, sem prisões, Livre de palavras torpes e mentes aflitas. Dizem que sou vilão, Mas meu coração conhece a verdade. Quem és tu para ser juiz, Se apenas vês tua própria realidade? O ego, inflado, busca sustento, Fazendo-me refém de tua ausência, Mas esqueceste primeiro, Jogaste-me na sombra da indiferença. Ah, palavras não consertam, E tu nunca pedirás desculpa. Na tua razão, ergues muralhas, E eu, no meu silêncio, carrego a culpa. Mesmo assim, não deixei de importar, Pois fui verdadeiro em cada olhar. E essa é a diferença entre nós Não apago histórias que vieram a fechar. Não é só um simples adeus, Que varrerá o que significaste. Eu me calo, para me proteger, Mas em minha escrita, sempre guardo tua face. Ainda que o silêncio reine, Ainda que nunca mais se fale, A verdade repousa em mim, Intacta, ainda que mortalmente frágil
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@eduliguori há 1 ano
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Que tempestades vivi nesse universo infinito que os tempos me opuseram recolhi velas, fiquei a deriva chorei lágrimas salgadas por tantas noites incertas descobri o sabor da solidão o encontro do eu que nem conhecia em mim desafiei as grandes ondas e a maresia fria que corroía pele e ossos desestruturados bússola girando em descompasso os sentidos confusos sem referência no horizonte mas bravo por ser tão covarde e não ter para onde escapar deixei o vento soprar entre correntezas continentais desertos de águas escuras senti o humano em mim em farrapos os tecidos rotos me desnudaram aos poucos a alma esfacelada ainda viva febres, calafrios, gemidos os gritos de Netuno e meu suor de sangue meio século navegando as incertezas e asperezas da procura pelo nada foram assim os piores momentos e grandes lamentos que escrevi não nego que pela escotilha cheguei a ver o sol reluzente estelar sempre soube de sua existência e poder sobre meu pulsar mas como foram confusos estes momentos e me via ainda capitular voei com as gaivotas beijei alguns arco-iris tive raras noites tranquilas mas não havia em mim a completude, a essência o desapego nada poderia me fazer maior era minúsculo em si mas toda viagem real ou fantasia tem um fim neste ancoradouro que agora cheguei me vi no espelho finalmente! me reconheci tempestades agora tem outro significado não são mais meus pesadelos e medos ao me encontrar abri uma porta que desconhecia sei que estou pronto senhor de si deixo atrás o marujo independente ergo as velas e miro o firmamento sou eu senhor sou eu capitão vejo agora novas cores abraço o ar com renovadas forças navego sem mais receio enfim formado assim construído meu barco hoje é um forte (meu corpo fortaleza) e então você pôde chegar pois agora o outro não me faz complemento não necessita pagar não está aqui para me curar a cor do mar está em seus olhos somos encontro de oceanos não nos necessitamos não nos dependemos apenas vivemos juntos a fazer amar Edu Liguori
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@carlajaia há 1 ano
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Às vezes, na escrita, faço um caminho que parece ser inverso. Em vez de pesquisar antes, escrevo livremente. Depois começo o processo de pesquisa e vou adequando os detalhes da história à realidade mais concreta. Acho que isso funciona porque trabalho mais com o psicológico dos personagens e com um fluxo mais livre de escrita. Como funciona seu processo?
@tibianchini · há 1 ano
Eu sou completamente o oposto.. kkkk Eu só sento pra escrever depois que o livro está pronto. Todos os capítulos, todas as cenas e conversas, tudo o que vai acontecer, toda a pesquisa relacionada... Sentar e escrever um livro de 350 páginas não dura mais do que duas semanas (se eu estiver com tempo). O que, ocasionalmente, eu faço antes é escrever alguma coisa (uma ou duas páginas) pra "dar o tom".
@diegorbor · há 1 ano
Carla, admiro muito você e sua escrita!
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 29 *Epílogo* No palco da vida, Não interpreto o papel principal. Não sou a protagonista, Talvez coadjuvante. Me falta a luz que irradia ao norte. Me falta o ar que inspira aos fortes. Me falta a água, que sacia a sede. Me falta o alimento, que mata a fome do inocente. Tanto, que me falta… Sou tão falha! Mas, ao mesmo tempo, sou tão grata! Estou saindo de cena. O teatro já está vazio, O espetáculo acabou. As cortinas se fecharam, E a luz se apagou. Não há mais público na plateia. Já apresentei o “grand finale”. Não ouvi o som das palmas, Só as portas a se fecharem. Com reverência, me despeço de vocês, Respeitável e adorável público. Foi muito bom me apresentar pela última vez. Obrigado! MarU
@calorliterario_ · há 1 ano
A artista nunca sabe a importância que tem …você é incrível , maravilhosamente incrível, entendeu? AmuCê!
@Albertobusquets · há 1 ano
A grandeza da melhor artista que não percebe ser modelo e musa de um vasto público... 🥹🥹
@JuNaiane · há 1 ano
Posso pedir Bis ♾️?
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@literunico há 1 ano
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#Bom dia! (Desculpem minha falta de educação recente de começar o dia antes do bom dia!) Palavra do dia: #ℂ𝕆ℕ𝕊ℂ𝕀Êℕℂ𝕀𝔸 Frase do dia: "O homem se torna melhor quando ajuda a fazer os outros melhores." — Anton Chekhov Datas comemorativas de hoje, 29 de janeiro de 2025: Dia Nacional da Visibilidade Trans Dia Mundial do Hanseniano Aniversariantes: Romain Rolland (1866) Anton Chekhov (1860) Oprah Winfrey (1954)
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@versoparalelo há 1 ano
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Quando eu comemoro uma vitória, às vezes, esqueço que ela não é só sobre mim. Se eu me aprofundar e olhar com mais atenção, enxergo que a vitória também é da minha mãe, que passou noites em claro para que eu pudesse dormir, que abriu mão de seus próprios caminhos para que pudesse abrir os meus. É também do meu pai, que trabalhou tanto para que eu pudesse estudar, que me ensinou, através do exemplo, o que ser e o que evitar. É dos meus professores, que insistiram nos meus erros até que eu acertasse, que me ensinaram mais do que matérias: ensinaram coragem, paciência e a força do saber. É dos meus amigos, que não permitiram que eu desistisse quando tudo parecia pesado demais. É da minha avó, que através das orações cria escudos para me proteger. Quando eu levanto um troféu, se eu prestar mais atenção enxergarei que há mais do que minhas mãos nele.
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@diegorbor há 1 ano
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Lançamento do livro Coração Periférico na Feira Subterrânea, em São Paulo. 💜 Livros impressos disponíveis na Galeria Metrópole (Descabeça Livros), e também na Amazon ou diretamente comigo.
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@carlommarcello há 1 ano
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#Desafio dos 365 dias, dia 26: O que faz do aventureiro um herói? Luca sabia, quando acordou salvo por um milagre do naufrágio, que o mundo não costuma dar segundas chances aos pilantras. Por isso ele resolveu fazer a sua valer e ir atrás de um tesouro que o tiraria do caos. Mas, por sua ambição, se vê cada vez mais enrolado em favores que o levam a uma posição que nunca esteve: a de herói. E Shard, aclamado herói do povo, parte com os amigos em uma missão para recuperar a alma de Sorte e talvez trazê-la de volta ao mundo dos vivos. Mas para conseguir o favor da Rainha dos Mortos ele vai ter que arriscar o pescoço e a sanidade. Quanto um herói pode cair? Quanto um bandido pode se redimir? Poente é o segundo livro da série O Legado de Esser
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