Leia agora
Água de Juventa

Universo da obra

Água de Juventa

Capítulo 16 · Água de Juventa

Coram

16 de 20 ≈ 16 min de leitura

D IGO -TE, e com a certeza firme de um convicto, que o homem, rastreando , desde o Paraiso, o coração feminino só tem conseguido rebalsar-se numa cerrada floresta de enganos - a caça vai-lhe fugindo sempre, deixando, para desoriental-o, um almiscar nas trilhas enviezadas que fórmam o labyrintho intrincado da dissimulação. Mais depressa o bronco pastor da serra sorprehende, na poeira rutilante das nebulosas, um novo astro do que o psychologo, de mais aguda sagacidade, penetra a intenção de um olhar ou de um sorriso de mulher. Os gregos , que eram subtis, representavam a Esphynge sob a figura de um monstro hybrido, cujo corpo era o de um leão alado com

CORAM o busto de uma virgem de seios turgidos, como para significar que só uma cabeça de mulher podia conceber o astucioso enygma cuja interpretação , sendo uma victoria, foi o inicio do tormento do desventurado Edipo . O que me contas da tua heroina é um caso banal, sem relevo e mais commum que a vaidade . A minha vida jamais teve enredos complicados porque, desde moço, por egoismo, fugindo, como sempre fugi, aos lances violentos que perturbam a alma e compromettem o commodo conforto, mantive-me nos limites estreitos d'uma existencia pacata, quieta e igual, pautando, com methodo, as minhas despesas e os meus ardores : nunca fui prodigo nem homem de imaginação - amigos poucos, compromissos, nenhum. Nunca me sorprehendi , ao recolher d'um passeio, ao voltar d'uma festa, com uma d'essas impressões perturbadoras que descerebrisam, reduzindo o homem mais equilibrado ao passivo joguete dos caprichos d'uma mulher. Sou um refractario, ou melhor : reajo, ainda que a besta, de que fala De Maistre, sempre que lhe chega o appetite, brame, forçando-me a leval-a ao pasto . E' natural : 0 que, porém, ella não consegue é escravisarme ao seu instincto . Apesar da minha natureza impassivel fui o heroe involuntario de uma aventura, junto á

CORAM qual o teu romance é menos que um episodio frivolo . Foi isso no fim da guerra, ainda o paiz celebrava a sua victoria difficil - era eu bem moço : vinte e quatro para vinte e cinco annos . Nesse tempo o meu maior prazer, senão o unico , era caçar- sahir na fresca da manhan , com as nevoas ainda soltas, rolando, fluindo ao rez da terra molhada, num rijo cavallo, entre cães , a sorprehender, na beira das lagoas ou nos mattos, a paca esquiva, o caitetú atrevido, a jaguatirica ou correr no campo o veado arisco , mais ligeiro que o vento que assobiava aos meus ouvidos . Um dos meus tios , caçador celebrado, hospedava-me, todos os annos, durante dois mezes, na sua fazenda que era como um paraiso com as suas grandes aguas , os seus densos bosques onde a caça era tão abundante que o cão menos destro, solto, ao acaso, nas trilhas , logo farejava um rastro e partia acuando o porco ou afuroando o tatú. Uma delicia ! Caçando nessas terras ricas foi que apanhei a febre que me devia levar pelo mundo, em convalescença longa, desde o tépido clima de Lisboa até ás rispidas neves de S. Petersburgo, durante dois annos bem gosados, os unicos em que verdadeiramente vivi . De volta d'essa viagem , antes de recolher-me á Bemfica, decidi passar um mez no Rio mas,

CORAM como o verão ia rigoroso e febrento, refugieime em um hotel da Tijuca, um pequenino hotel, isolado num valle, entre collinas sempre verdes , dirigido por uma senhora suissa que tinha a religião da montanha e da cythara. Alli , installado com uns poucos de livros, resolvi ficar á espera de que a alfandega, sempre morosa, me entregasse os objectos que eu fôra arrecadando aqui, alli, pelo mundo, para dar á minha agreste residencia de lavrador um pouco de conforto e d'arte. No hotel encontrei , entre os poucos hospedes - eramos quinze, ao todo-um casal que logo me impressionou . Ambos novos - o marido, um robusto homem de trinta e dois a trinta e quatro annos, se tanto , alto, bem feito, louro e corado como um saxonio, com uma barba fina e doirada, tão fina que toda tremia á aragem, tão d'oiro que rebrilhava ao sol . A mulher - morena, cabellos negros, bocca pequena e voluntariosa, tinha pouco mais da altura requerida pelo poeta . Os olhos, d'um negror scintillante, eram d'uma vivacidade d'aves e um geito leve, moroso e languido de passar maciamente a mão pelos cabellos, dava-lhe uma garridice dengosa que seduzia. Airosa, o seu andar era todo um meneio e, como se ella mesma achasse encanto e graça na sua pessoa senhoril, sorria sempre , com a bocca entreaberta como quem

CORAM tem ancia d'ar e respira aos haustos, com todo o peito . Só no terceiro dia da minha residencia no hotel foi que, uma tarde, conversando com um suisso, vim a saber que o homem era cego. O meu informante pouco adiantou- disse apenas que o desventurado era rico, formado e que cegára repentinamente, um anno depois do casamento, que não devia dactar de muito, a julgar pela viçosa mocidade da senhora. As nossas relações começaram como começam todas as relações, rapidas e ephemeras , a bordo e nos hoteis - um cumprimento, uma palavra vaga sobre o calor do dia ou sobre a belleza da noite, um pouco de politica e d'Arte, depois as confidencias ligeiras, lances inesperados, d'esses episodios que todos temos e que são como curiosidades, ingenuas reliquias queridas ou bugigangas comicas de aventuras alegres do tempo da mocidade, verdadeiros bibelots da vida . Depois do jantar sahiamos para a varanda, alguns alongavam o passeio até um bosque visinho , onde brotava uma fonte, e era um encanto a volta lenta, com o frio, pelo silencio dos caminhos toldados de folhagens que peneiravam o luar . A' noite reuniamo-nos no salão ... o salão ! uma pequenina sala burgueza, com uma moCORAM bilia disparatada, da qual sobresahia, como mais antigo e mais commodo, um largo sofá de couro com pregaria. Junto á janella jazia um piano Excelsior, com algumas teclas sem marfim , como dentes cariados . O cego, taciturno, grande amador de musica, ouvindo-me, uma vez, tomou-me para seu David . Mal cerrava a tarde , fazia-se conduzir á sala e , afundando em uma das ottomanas, immovel , d'olhos baixos , como se tivesse vergonha de mostrar aquellas pupillas inuteis, ficava a ouvir-me, enlevado, e, se eu demorava na varanda , em palestra com o suisso ou com um taciturno americano que lamentava o abandono d'uma terra tão rica como a nossa, boa para americanos , impacientava-se, reclamava a minha presença e eu deixava-me arrastar e lá ia para o piano, sacrificar Beethoven e Chopin, até á hora do chá . A senhora, sempre grave , apesar da physionomia risonha, citava autores, lembrava composições elegiacas e, uma vez , muito timida, sentou-se commigo ao piano para repassar uma peça a quatro mãos, do seu repertorio triste. Durante o dia raros , rarissimos eram os nossos encontros - ou eu descia á cidade correndo á alfandega, ao correspondente afim de

CORAM apressar as remessas para a fazenda ou deixava-me ficar no meu quarto, que respirava por duas janellas altas , empannadas de cassa , o ar puro da montanha, quando não sahia, em vagarosos passeios solitarios , a explorar os recantos deliciosos d'aquelle sereno retiro onde sempre havia que vêr e que gosar . Uma tarde , ao jantar, notei que a mesa do casal conservava-se deserta ; á noite não se fez musica porque, não apparecendo o meu amador , esqueci-me em palestra, na varanda, com o suisso e Madame, relembrando certos pontos pittorescos da Helvecia, monumentos , mesmo episodios da historia viril da pequena republica e a vida bucolica das suas montanhas . Na manhan seguinte , ao almoço , a mesma ausencia. Resolvi, então, informar-me , e á creada que me servia, uma gorda e açodada allemă sardenta e d'oculos , perguntei se o cego já havia descido. «Não , a senhora estava incommodada : ia a comida ao quarto . » Entendi que era um dever de cortezia-levando em conta a nossa quasi intimidadeinteressar-me pela saúde da senhora e, depois do lunch , que para mim consista em um bom copo de leite, lá fui ter aos aposentos do cego, isolados em uma das alas do hotel, entre arvores , á beira d'um vallo pedregoso e todo forrado de fetos, em cujo fundo rolavam, escaCORAM choavam aguas fragorosas . Bati ; foi a senhora quem me appareceu - de branco, os cabellos soltos e mais negros ainda em contraste com a cambraia e as rendas do penteador. Dando commigo estremeceu e recuou como assustada, voltando ligeiramente a cabeça para o fundo da sala ; depois fitou-me muda, com os olhos muito abertos. Achei-a pallida e, apezar da pressa com que levou o lenço ao rosto, pareceu-me vêr-lhe na face uma roxa ecchymose . Relanceando a sala descobri, ao fundo, repoltreado numa cadeira de vime, junto á janella, o marido : a cabeça pendida sobre o peito, as mãos abandonadas nas pernas , como se dormisse . Sombras de ramos brincavam na janella, e uma camaxirra, familiarisada com o seu hospede inoffensivo, saltava alegre no peitoril , toda arrufada e chirriando . Eu ia falar quando a senhora, inclinando o busto, com o dedo nos labios , que se fizeram d'um vermelho de purpura, impoz-me silencio, e, chegando-se muito a mim, tremula, com uma voz que tremia, segredou-me : «Preciso falar-lhe ... » Depois de olhar, de novo, o marido que dormia, acenou-me- que eu sahisse . Recuei ; ella ficou no limiar da porta, olhando-me, muda e pallida, com um tremor que The crispava a fina pelle do rosto, como a araCORAM gem frisa em fremitos a lisa superficie de um lago. De repente, rompeu a chorar -as lagrimas saltavam-lhe dos grandes olhos com violencia , como essas primeiras gottas grossas que precedem os aguaceiros de verão . Eu , sem atinar com o motivo d'aquelle pranto, atordoado e vendo-lhe a negra mancha na face e os olhos denegridos, fazia conjecturas vagas , quando ella, com uma voz que silvava, tomando -me a mão e levando-a á propria . face, impondo-a, calcando-a, como para fazerme sentir o seu opprobrio, palpar o seu soffrimento , disse, aos surdos arrancos : - Pode-se ser mais infeliz ? Póde-se soffrer mais ? E isto é o que apparece. Tenho assim todo o corpo. E porque ? Que fiz eu ? diga ! O senhor deve saber, porque é ao senhor que elle accusa, porque- explicou com um sorriso cruel que lhe descobrio todos os dentes brancos - o senhor é o meu amante . Vacillei como numa vertigem, com os olhos subitamente escurecidos ; quiz protestar, ella impozme silencio e continuou : Nunca trocamos uma palavra longe d'elle, nunca ! não é verdade ? Ninguem o respeitaria mais do que eu o tenho respeitado, ninguem ! exclamou vibrando, e não tenho um momento de paz, um curto instante de liberdade : elle quer sentir-me sempre a seus pés, como um cão, e as desconfianças

CORAM injustas tornam -n'o grosseiro e vil . Ha sempre pretexto para uma injuria, para uma brutalidade e ante-hontem - nem sei como não ouviram os meus gritos - ao voltarmos do salão, só porque toquei com o senhor, não imagina o que d'elle soffri . Atirou-me ao chão e, com os joelhos sobre o meu peito, maltratou-me, ferio-me, injuriou-me «que eu andava a offerecer-me ao senhor, que lhe dava entrevistas , que ia ao seu quarto ... uma serie de infames calumnias » . Eu quiz desculpar o homem mas não me sahio da bocca uma palavra, tão grande era a minha sorpresa por vêr-me assim compromettido em uma scena de tão desagradaveis consequencias . Vencendo a minha perturbação pude, emfim, balbuciar : Mas , então , é por minha causa que v. ex.ª soffre ? -Sim, é ! respondeu fitando-me duramente com os seus negros olhos que ardiam . --Pois d'hoje em diante, minha senhora, o marido de v. ex . não terá motivos para suspeitas injustas . -Que vai fazer ? -O que devo : retirar-me . Não ! Não senhor ! Não quero ! exclamou imperativamente, travando-me da mão com furor de louca. Não quero ... e será peior. Elle

CORAM - dirá que lhe falei, que combinamos, e fundará as suas duvidas na certeza. Não ! fique ! Quero que fique ! Olhou-me com um rictus extranho os labios tremiam-lhe, as narinas afflavam e o seu collo ondulava crebro, como se seguisse as apressadas palpitações do coração anceiado . Subito, num arranco, attrahio-me , arrastou-me com força d'homem, aquella creatura fragil e meiga que eu comparára, na doçura e na piedade, á Autigone. Achei-me peito a peito com ella, na sala . O cego lá continuava immovel, dormindo . Eu quiz reagir, tentei uma delicada repulsa ella fez-me signal para que me não movesse e eu sentia-me dominado- era uma fascinação que aquella mulher exercia sobre mim ou era o assombro de tão insólita scena que me tolhia e avassalava . Vagarosamente, com um cuidado de ladra, ella chegou á porta e deu uma silenciosa volta á chave e, tomando-me de novo a mão, justamente como, ás vezes , nos estreitos caminhos do bosque, eu a encontrava guiando o marido , me foi levando, pé ante pé, um dedo nos labios , sorrindo e com a face tão radiante que parecia illuminada por um clarão de magia. Eu sentia um grande medo covarde e retive-me , repelli-a ; ella lançou-me os braços ao pescoço e, apertando-me, num desvario, beiCORAM jando -me, segredou-me numa voz que gemia e escaldava : «Pois o senhor não é o meu amante ? Não é ? elle não disse ? » Insensivelmente, quasi levado por aquelles braços frageis , acheime no quarto do casal . Ella, com uma furia que lhe abrasava o rosto transfigurado , abrio, de par em par, as portas, e o leito alvejou. O cego lá estava, immovel . O que se passou então , meu amigo , é inenarravel. Eu tinha vinte e quatro annos e todo o vigor de uma saude refeita ... O cego levantou a cabeça, voltou-a ancioso , inclinou-a , á escuta. Nós acompanhavamos todos os seus movimentos- eu tremendo, ella sorrindo cruelmente , victoriosa . Elle chamou-a e a mulher, aquella tão meiga e tão pura mulher, dentre os meus braços e torturando-me , sem accusar na voz a mais leve emoção, respondeu . - Onde estás ? - Estou deitada, lendo . E o desgraçado, satisfeito com a resposta, recahio na scisma , pendendo a cabeça sobre o peito . A verdade , meu amigo , é que aquella mulher, d'uma audacia incrivel, falava com os olhos- eu lia-lhe nas pupillas todas as affrontas do odio, todo o referver d'uma represalia infamante e era horrivel ! affirmo-te, era horrivel ! Houve um momento em que o cego mo

CORAM veu-se na cadeira como para levantar-se — eu quiz fugir, ella travou-me os braços, cerroume todo o corpo numa constricção sensual, prendeu a minha bocca na sua, allucinada , sem mesmo sentir que a sua ancia explodia em altos arquejos stertorosos . Por fim , exhausta ou satisfeita, desalterada do odio , deixou-me e toda ella respirava uma saciedade , não de bacchante lubrica, mas de vingativa erynnia e, compondo-se ao espelho , com uma physionomia feroz, sorria contente para a sua imagem, felicitando-se, louvando-se, applaudindo o seu estupendo desforço. Voltouse e , já sem pudor, desnudando-se, mostroume, aqui , alli, no lindo corpo, os vestigios da mão ciumenta do marido, como vincos de tenazes candentes . Eu contemplava em silencio . De novo , enlaçando-me com os braços, collou a bocca ao meu ouvido e sussurrou : «Não me julgue uma devassa, não sou ... Ah ! mas a injustiça revolta, a calumnia insistente desvaira... E agora ha de ser sempre assim , aqui e lá, sempre, sempre ! e deante d'elle. Isto é melhor que a morte ... » concluio arrancadamente sacudindo a cabeça como para envolver- se toda no negror dos cabellos . Passamos á sala e, caminhando em pontas de pés, ella abrio a porta com o mesmo cuidado com que a havia fechado, espiou o cor

CORAM redor e, vendo- o deserto, acenou- me —quesahisse. Ia eu atravessando a sala quando o cego , sentindo os meus passos, levantou impetuosamente a cabeça e chamou sobresaltado : <<Carmelita ! » Não pódes imaginar a calma com que a mulher respondeu , apertando, entre as suas, a minha mão que tremia. O infeliz ficou um momento hesitante, por fim perguntou : -Que horas são ? -Tres e meia. Eu , que aproveitára o curto dialogo para atravessar a sala, já estava no corredor quando ouvi a voz da senhora ; voltei-me: ella olhava-me serenamente, com aquelle dôce e virtuoso olhar que eu tanto admirava e, com a mesma inflexão melancolica com que, uma vez, me falara da desventura do marido, disse-me : -Peço-lhe que não faça de mim um mao juizo . Eu sou uma desgraçada, digna de lastima, e duas lagrimas rolaram-lhe pelas faces . Despedi-me . A casa parecia deserta- só havia o rumor longinquo das aguas. Recolhi ao meu quarto, fiz as malas e, na diligencia d'essa mesma tarde desci, fugi com remorso e horror. Houve um silencio interrompido pelo amigo que perguntou, escolhendo tranquillamente um charuto na caixa : E depois ? - Nunca mais ! O outro accendeu o charuCORAM to e, depois d'uma volta lenta pelo gabinete, disse : -Queres a minha opinião ? Se, em teu lugar, houvesse ido o suisso ... Era moço ? Sim, era . - Teria sido elle o heróe da aventura. Tu não foste o amante d'essa mulher, foste apenas «o homem» , um homem desejado . Não ha, no teu caso, o mais leve vestigio de amor. - Queres dizer que ha odio, que fui apenas um instrumento de vingança ? -Tambem não. Foste apenas um homem necessario e opportuno . A vingança foi invocada para justificar o incidente- se é que havia motivo para vingança. - Não acreditas , então ? - No caso ? porque não, se m'o contas ! Não acredito na mulher .

O PROTECTOR

Água de Juventa

Sinopse

Leia gratuitamente Água de Juventa, de Coelho Neto, obra brasileira em domínio público publicada em 1904, organizada em capítulos para leitura online no Literunico. Esta edição digital foi preparada a partir do exemplar público preservado no Wikimedia Commons/HathiTrust, com capa nova no padrão Literunico, fonte validável, busca, redes sociais e pesquisa por IA.

Ver ficha da edição física
LITEBN
LITEBN-978652036990279896700556
Água de Juventa

Resenhas do livro

0 publicadas

Ainda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.

Água de Juventa

Trilha sonora oficial

Uma seleção criada para acompanhar a atmosfera, os personagens e os caminhos desta obra.

Abrir no Spotify
Ir para o carrinho
Mercado de Água de Juventa

Leve um fragmento deste universo

Escolha a arte, confira a disponibilidade e adicione o produto ao carrinho sem sair da experiência.

Nenhum livro físico está disponível neste universo.
Relíquias da Obra

Adquira Relíquias da Obra e deixe sua marca registrada, criando valor ao item!

Aguardando Aprovação do Autor
Aguardando grupo autoral Água de Juventa Escolha uma Relíquia e envie uma proposta de aquisição, mesmo antes da ativação.
100Relíquias
0Titulares
0 Passagens
Central de RelíquiasDescubra coleções de outros universos e obras.
ver todas
Capítulo 16 carregado no app · 1 livro conectado 1/1
Abrir leitor completo

Capítulos disponíveis para continuar a leitura.

Donos de Relíquias

0 titulares

Nenhuma Relíquia desta obra foi adquirida ainda. Seja o primeiro a eternizar seu nome no acervo oficial!

Conhecer as 100 Relíquias

Resenhas do livro

0 publicadas

Ainda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.

Entrar para resenhar

Posses do livro

0 Leitores com posse
0 Unidades registradas

Nenhuma posse foi registrada publicamente para esta edição.

Adicionais do Universo

Visual ClássicoAbra a leitura editorial, no estilo de uma página de livro
ler
Visual AuroraApresentação imersiva do universo da obra
abrir