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#desafio

Postagens públicas e visíveis que usam esta marca. Boa para capítulos, diários de criação, séries e publicações em andamento.
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@albertobusquets há 1 ano
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Fiz meu coração em pedaços na tentativa de sentir-me pleno. Vivi intensa a tristeza de cada caco. Fiz meu coração em pedaços na tentativa de amar melhor. Vivi imensa a desilusão de cada pranto. Fiz meu coração em pedaços. Doei-me em todos eles. Doeram-me de volta. Até os juntar novamente, nos moldes que teu coração me mostrou. Meu coração agora é holograma: Todos são inteiros, e cada um é teu. Alberto Busquets. #Desafio 013
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@MarU · há 1 ano
Que lindo! 🥹
@CrisRibeiro · há 1 ano
Como não admirar?
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@carlommarcello há 1 ano
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#Desafio dos 365 dias, dia 12: Ash nasceu durante a viagem de seus pais para o Norte, fugindo de Zahlet. Sua mãe, grávida, entrou em trabalho de parto na região do Pianto, em Chiaro, perto de Seme. O parto foi auxiliado por uma acólita do Templo de Cailtir, o deus da Luz, que deixou seu amuleto de presente para a recém nascida. Faruk e Oma decidiram chamar a filha de Durash, em homenagem a uma heroína lendária, mas, em Seme, foi sempre chamada de Ash. Ela cresceu na pequena vila, sempre levando o amuleto do deus da Luz em seu pescoço, sonhando com o dia que iria ao templo. Não demorou muito para que ela e todos ao seu redor percebessem que ela não seria uma clériga ou sacerdotisa; Ash demonstrava, desde cedo, uma determinação ímpar e muito talento para competições físicas. Ganhou campeonatos de corte de lenha, arremesso de troncos e queda de braço. Apesar de não ser tão alta, a garota estrangeira era uma das pessoas mais fortes de Seme. Então ela começou seu treinamento para ser paladina. Improvisou uma grande marreta com o que encontrou em casa e pediu a seu irmão que desenhasse monstros em pedaços de madeira velha e mofada. Treinou os golpes, o manejo do martelo e do machado, mas preferia a arma mais pesada. E ganhou uma nova do ferreiro Filippo quando afastou da cidade um pequeno bando de goblins. Quando atingiu a maioridade, deixou a família e viajou para a capital, em busca de seu treinamento no templo de Cailtir. Se dedicou com toda sua vontade, vivendo dia e noite buscando seu objetivo de se tornar uma paladina. Passava horas nos campos de treinamento, meditava sem parar e lua todo material oferecido pelo templo enquanto andava pelas ruas de Solime, à procura de um sanduíche para seu almoço. Tanto que, em uma dessas distrações, teve sua carteira roubada. Ela quase abandonou tudo quando soube do acidente do pai, mas seu irmão insistiu que ela ficasse e completasse o treinamento. E quando finalmente se tornou uma paladina, decidiu que era hora de visitar a família, para contar essa e outra novidade...
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 013 Sempre, iludiram-se; “por todos os anos”: amor, apoio, riso compartilhado. Não calcularam a vida, e seus desnivelados desvios. Nem as dores, nem o espaço, a repetição das horas ou as palavras mastigadas em silêncio… O beijo urgente virou toque gélido, A mão atrevida, afago casto. Eram tão próximos, tão íntimos, que no afeto, confundiram-se: Amigos na tristeza, cúmplices na solidão. Matavam-se a cada abraço. Queriam o mundo, renderam-se ao cansaço. Morriam do amor todos os dias… E do desgosto! Cr💞s Ribeiro
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@MarU · há 1 ano
dilema
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🫂❤️‍🩹 dilema
@JuNaiane · há 1 ano
🖤🖤
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🖤🖤
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@carlommarcello há 1 ano
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#Desafio dos 365 dias, dia 11: Melliamne é o maior reino élfico de Esser, com a maioria da sua população formada por elfos solares e elfos silvestres. E nesse reino adentrou uma humana, uma camponesa da distante Longland, buscando o pai da criança que trazia em seu colo. Entre falsos sorrisos e comentários abafados, a criança foi aceita por seu pai, o príncipe, e recebeu o nome de Anne Catherine, um nome comum entre os elfos. A mãe recebeu uma casa confortável perto do palácio em Couronne, para que pudesse visitar sempre a filha, que crescia rapidamente em comparação às crianças élficas, chocando a família real. Já na adolescência ela notava que não era bem vinda na corte, mesmo que a etiqueta impedisse que dissessem isso abertamente. Então ela passou seu tempo entre as Chacerresse, um grupo de caçadoras e guerreiras, voltando apenas para descansar na casa da mãe. Ela dominou o uso do arco e da espada, as técnicas de rastreamento e sobrevivência, e se tornou notória em poucos anos, um tempo curtíssimo entre os elfos. Seu sucesso não passou despercebido por seu pai, que a concedeu um presente à sua escolha. Ela pediu apenas para ser enviada a outro país, onde pudesse se aventurar como emissária de Melliamne, para que pudesse conhecer o mundo em sua curta vida. Ela foi enviada diretamente à capital de Chiaro, próxima da fronteira Sul do reino, onde poderia auxiliar o Ducado e adquirir a experiência que tanto queria. Assim que deu o primeiro passo além das sobras das árvores de Melliamne, ela decidiu abandonar a versão élfica de seu nome, escolhida pelo pai, e usar apenas a versão original, o nome da mãe de sua mãe. Dali em diante, ela seria Caetlynn...
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@cadantasautora há 1 ano
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#Desafio 13 #Resenha : Flor, Café e Amor– A História de Jasmine e Matheus Se você é fã de romances no estilo de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, certamente vai se encantar com Flor, Café e Amor. A obra traz uma releitura moderna e envolvente, com uma dinâmica que inverte papéis tradicionais: Jasmine, a protagonista, é uma jovem rica e cheia de personalidade, enquanto Matheus, o mocinho, vem de uma realidade mais humilde como bolsista em uma universidade de elite. A história começa na faculdade, onde Matheus, cercado por colegas de classes abastadas, conhece Jasmine, a "garota rica com nome de princesa". Apesar das diferenças sociais, os dois compartilham experiências de relacionamentos traumáticos que os marcaram profundamente. Jasmine, vítima de um ex-namorado abusivo que a desvalorizava e manipulava, e Matheus, que foi deixado por uma ex que trocou o amor pela ambição financeira, encontram apoio e cura um no outro. O romance entre eles é doce e tocante, com uma química que cresce a cada página. A autora acerta ao construir um casal que, apesar das diferenças, tem uma conexão baseada em respeito e compreensão mútua. O desenvolvimento dos personagens é outro ponto forte: Jasmine surpreende ao mostrar que é muito mais do que as pessoas ao seu redor imaginam, enquanto Matheus cativa com sua força e lealdade, especialmente em sua amizade com Bernardo, seu único amigo na faculdade. Outro destaque é o plot twist emocionante, que dá um toque especial à narrativa. Sem entregar spoilers, é seguro dizer que essa surpresa torna a leitura ainda mais envolvente, abordando temas importantes com sensibilidade e beleza. Flor, Café e Amor é uma história sobre superação, empatia e o poder do amor para transformar vidas. Com um casal protagonista tão cativante, diálogos bem escritos e uma trama que equilibra romance e reflexão, este livro é uma leitura imperdível para quem ama histórias de amor que aquecem o coração. FK Silvain mostra mais uma vez que seus romances valem a pena e histórias de amor, mesmo que os protagonistas sejam diferentes, têm um final feliz.
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@fksilvain · há 1 ano
🥹💞💝
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🥹💞💝
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 13 - Consegue lembrar sobre um livro que virou novela? Acho que li a adaptação infantojuvenil de "A megera domada" quando era adolescente. Gostei muito, assim como a novela também me agradou bastante, com seu clima pastelão e ótimos atores no elenco. Uma curiosidade: dei o nome de Catarina a uma gatinha que resgatei, porque ela era muito geniosa e reclamona. Ela era a menor da ninhada e teve que tomar mamadeira, mas foi a primeira a comer e, mesmo sendo anãzinha até hoje, cresceu forte e saudável. #Link365TemasLivros
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@albertobusquets há 1 ano
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*Adormecer* Adornei as paredes com lufadas de sonhos, forrei todo o leito com o mais fino luar. Deito, cerro os olhos (mas não a visão). Conto sem pressa cada gota de rio beijando grãos de imensidão. O sono vem: diluídos (en)cantos em marolas sem mar. Alberto Busquets. #Desafio 012
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Um encanto!
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 12 - Escreva sobre o livro mais complexo que você já leu. Não sei dizer se esse é o mais complexo, mas posso dizer que a leitura dele foi bastante complexa para mim. É um livro que eu li quando fazia Especialização em Mídias na Educação e acho que aprendi muito com ele. No entanto, não terminei de ler. Pretendo retomar a leitura um dia. Lembro que lia uma parte e tinha que parar para refletir sobre aquilo ali, porque tinha muito conteúdo condensado em poucas palavras. #Link365TemasLivros
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@carlommarcello há 1 ano
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#Desafio dos 365 dias, dia 10: Em Esser, meio-orcs são conhecidos por sua força física e ética de trabalho, tanto que qualquer trabalho não manual é mal visto nas cidades livres. Um meio-orc trabalha honestamente, com a força de seus dois braços, dada por Valadar, o deus da vontade. Foi nessa sociedade que Percival de Toledo nasceu. Filho de um armador e uma ferreira, aos poucos descobriu muito mais prazer ao ler e compreender os muitos manuais que haviam em sua casa que ao construir as embarcações com seu pai ou ao malhar o ferro das armaduras com sua mãe. Se interessou por história, geografia, filosofia, matemática. Descobriu que, ao final de um longo dia de trabalho, quando todos estavam cansados e queriam apenas descansar, sua mente estava limpa, organizada, e ele só desejava estudar. Quando um famoso mago, Vlorefel, procurou a melhor ferreira entre os meio-orcs em busca de uma armadura que seria encantada para o Doge, se surpreendeu ao perceber uma forte aura mágica em Percival. Para evitar a vergonha pública, Percival fingiu que ia à capital aprender os segredos da forja de armas, para complementar o ofício de sua mãe. Mas seguiu Vlorefel para ingressar na Academia Arcana sob sua tutela por alguns anos. Suportou o preconceito de seus colegas de classe, que o consideravam inferior, e o julgamento de muitos meio-orcs da capital, que diziam que sua carreira era uma perda de tempo. Cheio de vontade de se provar, Percival pediu a seu mestre que o enviasse em missões de exploração...
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@sylvviarubra há 1 ano
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#desafio 365 dias Dia 12 - Escreva sobre o livro mais complexo que você já leu. Se a linguagem é o material do escritor, tenho para mim que quanto mais complexa seja a linguagem torna-se mais complexa a obra. Pensando nisso, creio que o livro mais complexo que li foi Grande Sertão: Veredas de João Guimarães Rosa, publicado em 1956. Toda palavra parece única nesta obra, que é narrada pelo protagonista Riobaldo, nos contando de suas experiências humanas no palco chamado Sertão brasileiro. Sinto como se Guimarães Rosa, ao utilizar-se de uma linguagem repleta de neologismos e regionalismos, reinventasse a linguagem do homem sertanejo. E não é apenas a linguagem que é complexa, mas também o relacionamento entre Riobaldo e “Reinaldo”, um amor proibido que coloca em xeque padrões sociais e trazendo de modo tão intricado o tema do amor proibido.
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@cadantasautora há 1 ano
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#Desafio 12 #Resenha "Uma Questão de Tempo" é um conto que combina desafios acadêmicos, drama pessoal e uma pitada de magia, oferecendo uma narrativa cativante sobre autodescoberta e recomeços. A história acompanha Sabrina, uma jovem determinada a concluir seu mestrado, mesmo enfrentando a pressão de um orientador exigente e o cansaço físico e mental que a sobrecarregam. Sabrina está no limite. Entre noites mal dormidas e um artigo difícil imposto por Fábio, seu severo orientador, ela luta para manter o foco. Mas o Natal traz uma reviravolta inesperada: ao visitar sua família em São Paulo, ela recebe de seu pai um presente peculiar, um relógio que, segundo ele, dará a ela "aquilo que mais precisa". Embora intrigada, Sabrina aceita o presente e retorna ao Rio de Janeiro, pronta para encarar seus desafios acadêmicos. Na noite de Réveillon, enquanto trabalha no artigo, Sabrina adormece na sala de pesquisa e desperta em uma nova realidade. Esse ambiente, completamente diferente do que ela conhece, oferece oportunidades para explorar o inesperado. Durante sua estadia nesse "novo tempo", Sabrina começa a enxergar seu orientador sob uma nova luz, descobrindo nele sentimentos e atitudes que jamais imaginara. O conto mistura habilmente a rigidez do ambiente acadêmico com a leveza de uma narrativa mágica. Sabrina é uma personagem realista, cujas frustrações e esperanças ressoam com o leitor. A transição entre o mundo cansativo e a nova realidade funciona como um catalisador para seu crescimento pessoal, permitindo que ela reveja suas perspectivas sobre amor, trabalho e a vida em geral. A presença do relógio como elemento mágico é um toque brilhante, simbolizando o controle do tempo e as possibilidades de mudança que ele oferece. A trama explora temas como resiliência, empatia e a capacidade de encontrar beleza nas situações mais improváveis. "Uma Questão de Tempo" não é apenas uma história sobre superação, mas também sobre a importância de olhar além das aparências e abraçar o inesperado. Com uma escrita fluida e emocionante, o conto é um lembrete de que o tempo, quando bem aproveitado, pode transformar vidas. Uma leitura leve e inspiradora, perfeita para qualquer período do ano.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 012 Hoje vou compartilhar algo muito especial: um dos primeiros poemas que escrevi! É simples, cheio de coração, e nasceu sem qualquer pretensão estética, mas de um sentimento puro. Ele carrega aquela sensação gostosa de início, de timidez e coragem misturadas — como um primeiro passo ou um sorriso dado sem saber se será retribuído. Espero que gostem! Se de joelhos me ponho, não intenciono rezar. Também não cabe malícia, apenas vou questionar: Gostaria de encontrar, no Entremeio, sua Musa-moleca, por todos os dias da vida desse admirado Poeta? Na sua cachoeira, ou na minha? Cr💞s Ribeiro
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@MarU · há 1 ano
Lindos demais… 🥰
@albertobusquets · há 1 ano
Um Poeta de sorte... Como não aceitaria? 💞
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 011 Tormento amor atento, sereno, não perde o prumo. seguro, descortina o mundo, me quer voar. livre, quero ficar, marca indelével na pele a te tatuar. amor tanto, transborda, pelos olhos escapa: emoção nua. não me aprisionas contemplas-me inteira: não tua, me queres minha. Eu? tua! de toda maneira. Cr💞s Ribeiro. #Desafio 011
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@eliz_leao · há 1 ano
Doce demais 🩷
@MarU · há 1 ano
Maravilhosa, intensa e suave. Isso se chama talento! Bravíssima 👏👏👏
@CrisRibeiro · há 1 ano
O mais doce! 💞🌹
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@albertobusquets há 1 ano
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Ela caminha descalça. Seus pés já conhecem o pavimento. Ela caminha com o coração atravessado na garganta, e no peito uma canção de destroçados sentimentos... Ela caminha linda. Pé-ante-pé de quem sabe que a majestade advinda não se compra, nem se engana, nem se cria. É chuva que encharca os sentidos. É pra poucos, que se igualam esbaldando-se loucos na água fria. E o caminhar decidido é seu grito contido de não saber qual horizonte buscar; Mas sabe que o caminho em frente será pavimentado diferente: plantando carinhosamente cada pedra-semente recebidas em lições de amar. Alberto Busquets. #Desafio 011
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@MarU · há 1 ano
Emocionante! 🥹👏👏👏
@CrisRibeiro · há 1 ano
Exatamente isso: sublime!
@eliz_leao · há 1 ano
Maravilhoso
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@sylvviarubra há 1 ano
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#desafio 365 dias Dia 11 - Ela. Queria falar para ela do novo cheiro em minhas mãos. Era um cheiro tangível: uma fórmula alquímica que se fez forma e criou asas. Mas não fugiu. Sobrevoou-me e fez festa no ar e me inebriou e me entorpeceu. Era um cheiro que produzia outros aromas mais sutis. Cheiros, agora, meus. Só meus. Meus, embora, com ela, eu desejasse compartilhar meus sentidos; dizer-lhe essa minha percepção do cheiro: ampliando-o, amadeirando-lhe ainda mais, dando-lhe contornos, me tornando o continente. Eu queria mesmo era confidenciar para ela a nova leveza do toque. Era aquela vontade de marcar um café só para ela me olhar nos olhos e prestar atenção em mim. Porque nada mais importaria senão minha narrativa, minha descrição. E nossa discrição. Eu contaria a ela sobre o paradoxo dos pesos que aliviam os ombros. Dizer-lhe que, enfim, encontrei as fronteiras e estou sim rompendo ferro por ferro essas grades. Seria tudo sobre minha liberdade. E minhas descobertas, que também seriam dela ao final. E tinha toda essa coisa do filtro Bordeaux. Porque meus olhos se despediram dos tons cinza. Eles são agora todo orgasmo e o mundo se debruça sobre mim como se eu tropeçasse e derrubasse o vinho todo no carpete. Eu, o próprio carpete. Era para ela rir. Não das formas exatas, mas das minhas palavras que lhes davam textura. Era para ela ver a beleza que eu via. Ter, pelo menos por um minuto, a ingenuidade das minhas pálpebras, a inocência de meus dedos e o desejo de minha boca. Mas ela preferiu ver com olhos dela, analíticos. E foi o fim. Sylvvia Rubraurora
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@cadantasautora há 1 ano
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#Desafio 11 #Resenha "Um Conto de Natal" é uma narrativa que foge dos clichês natalinos tradicionais e abraça o calor do Rio de Janeiro, tanto no clima quanto na intensidade de suas emoções. A história acompanha Gabriela e Gabriel, dois amigos com uma conexão inegável desde os tempos da faculdade. O que começou como uma amizade colorida repleta de encontros descompromissados ganha novos contornos sob a magia transformadora do Natal. Gabriela, uma pedagoga apaixonada por sua profissão, e Gabriel, advogado determinado, mantêm uma relação marcada por silêncios e desencontros emocionais. Contudo, com a chegada do Natal, os sentimentos reprimidos finalmente vêm à tona. Uma declaração inesperada de Gabriel muda o rumo da história, trazendo à superfície emoções profundas e o desejo de um recomeço. A história se destaca por sua autenticidade. Esqueça neve, trenós e casais de xadrez! Aqui, o Natal é vivido sob o calor tropical, com luzes que refletem tanto nas ruas quanto nos corações dos protagonistas e muita diversão. A simplicidade do cenário brasileiro e a familiaridade de suas personagens tornam o conto próximo da realidade, mas sem perder o encanto natalino. Outro ponto forte é Sabrina, a amiga e companheira de apartamento de Gabriela. Como uma figura de apoio e proteção, Sabrina equilibra a trama com sua personalidade prática e devotada. Sua preocupação com Gabriela, somada a sua desconfiança inicial em relação a Gabriel, adiciona camadas ao enredo e ressalta a importância da amizade em meio às questões do coração. "Um Conto de Natal" não é apenas sobre um romance que floresce, mas também sobre a coragem de abandonar velhos padrões e abraçar o inesperado. Gabriel se esforça para mostrar que suas intenções não são superficiais, enquanto Gabriela aprende a confiar e se abrir para novas possibilidades. Com uma escrita leve e bem-humorada, o conto captura a essência do Natal: recomeços, união e a busca pela felicidade. É uma leitura rápida, mas cheia de significado, que encanta ao mostrar que a magia dessa época pode transformar não só relacionamentos, mas também vidas. Para quem busca um conto diferente, com a cara do Brasil e o coração cheio de amor, Um Conto de Natal é imperdível.
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@fksilvain · há 1 ano
Que história gostosa 🥰
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 11 - Fale pra gente sobre um livro baseado em fatos reais. Acho que li esse livro na cadeira de Literatura Portuguesa III, no curso de Letras. Ele me coube num seminário em grupo e quando nós reunimos para falar sobre ele e combinar o trabalho, meus colegas estavam meio assim, achando o vocabulário difícil e tal. Eu estava encantada com as figuras de linguagem, com o ritmo de fluxo de consciência que parece uma cascata violenta. Perdoem se me falha a memória, mas acho que o livro se desenvolve todo a partir da história contada por um narrador-personagem a uma mulher em um bar. Os cus de Judas é baseado na experiência do autor, Lobo Antunes, que serviu como médico, do lado de Portugal, na Revolução Angolana. Recém-formado psiquiatra, ele tinha interesse em literatura e só escolheu essa especialidade porque sabia que estudaria mitos antigos. De uma hora para outra, ele se vê (obrigado) costurando barrigas, vendo homens que tentam se matar pra fugir do horror e não conseguem (não imediatamente) e muitas barbaridades desumanas que só os humanos podem fazer. Acho um baita livro, depois dele li O esplendor de Portugal, que achei bom, e o terceiro, Ontem não te vi em Babilônia, já não consegui ir adiante porque achei longo e maçante. Cheguei à conclusão que Lobo Antunes é bom em escrever baseado nos fatos que viveu, já que o último é 100% ficcional (se isso é possível 🤷🏻‍♀️). (Fofoquinha: ele era super rival de Saramago e viviam se alfinetando. Viu como treta literária sempre houve? 🤭) #Link365TemasLivros
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@fksilvain · há 1 ano
@literunico
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@literunico
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