Já estou pensando aqui nas próximas leituras, e seguindo as sugestões que o pessoal deixou!
Para o mês que vem estou entre suspense ou poesia! O que vocês preferem?
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Vitor Hugo Oliveira de Araújo
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Eder B. Jr.
Gosto da noite.
As estrelas dos teus olhos
bastam para iluminar
tudo o que é preciso.
Juntos,
somos um farol
para Apolo e Dionísio...
Que chova vinho
em nossos poemas,
brindando a duas vidas
unidas
em desejo luminoso
para além do horizonte.
Vejam, marinheiros!
Elevem-se do convés!
O amor vos guia!
Alberto Busquets.
#Desafio 032
As estrelas dos teus olhos
bastam para iluminar
tudo o que é preciso.
Juntos,
somos um farol
para Apolo e Dionísio...
Que chova vinho
em nossos poemas,
brindando a duas vidas
unidas
em desejo luminoso
para além do horizonte.
Vejam, marinheiros!
Elevem-se do convés!
O amor vos guia!
Alberto Busquets.
#Desafio 032
#Desafio 032
O Banho
Merece poema?
Busto, estátua?
Até placa dourada na praça!
Na água que cai
a vida escorre;
se gasta, se passa.
Gota a gota
o dia desaba.
Desata nós
ralo abaixo…
A espuma embala:
sou mar
sem saber.
A água toca. E pronto!
Sem discursos,
sem promessas.
Só o gesto:
lava, leva, deixa.
Renovação?
Rotina?
Epifania sem plateia?
O mundo some no vapor,
a alma à meia-luz.
Abraço líquido, sem pressa,
instante banal.
O banho me apaga um pouco.
E nisso… me faz imortal!
Crs Ribeiro
O Banho
Merece poema?
Busto, estátua?
Até placa dourada na praça!
Na água que cai
a vida escorre;
se gasta, se passa.
Gota a gota
o dia desaba.
Desata nós
ralo abaixo…
A espuma embala:
sou mar
sem saber.
A água toca. E pronto!
Sem discursos,
sem promessas.
Só o gesto:
lava, leva, deixa.
Renovação?
Rotina?
Epifania sem plateia?
O mundo some no vapor,
a alma à meia-luz.
Abraço líquido, sem pressa,
instante banal.
O banho me apaga um pouco.
E nisso… me faz imortal!
Crs Ribeiro
Poema autoral - 10 anos
Declamação
Declamação
Grande
alto
sublime
é o meu pensar
Não tente limitar o que sou
o que escrevo
o que vivo
Não peça além do que posso dar
Olhe os campos
escute os pássaros
Sonho ser como eles
mas, por ora, apenas sonho
Deixa-me sonhar sem grilhões
Não molda meu querer
Nem o meu escrever
Isso é fatal para mim
Sou assim
livre
inteira
nas letras do poema
posso ser assim
dona de mim.
alto
sublime
é o meu pensar
Não tente limitar o que sou
o que escrevo
o que vivo
Não peça além do que posso dar
Olhe os campos
escute os pássaros
Sonho ser como eles
mas, por ora, apenas sonho
Deixa-me sonhar sem grilhões
Não molda meu querer
Nem o meu escrever
Isso é fatal para mim
Sou assim
livre
inteira
nas letras do poema
posso ser assim
dona de mim.
*Lobo*
Ele vem como um lobo,
Farejando meus feromônios.
Me prende em suas patas,
Encurrala-me entre as garras
E acaba com toda a minha raiva.
Me doma, selvagem,
Como um louco no cio,
Faminto por sacanagem.
Não tem nada que atrapalhe
Sua coragem de me devorar!
Salivante, me despe…
E, pelo meu umbigo, desce ajoelhado,
Atracado em mim com sua língua,
Joga minha perna pra cima,
me banha em saliva,
molhando meu sexo, excitado.
“Põe-se a lamber sem parar”.
Me suga com pressão
pra dentro de sua boca.
Me contorço, gemendo como louca.
Seus dedos deslizam, tem fome,
Do inferno ao paraíso, me consome.
É tortura e prazer, na mesma sensação.
Gozando no ápice do tesão,
Me derramo em gozo histérico.
Lambuzo sua fuça de sexo,
No néctar da nossa paixão.
Não nego que te quero
Em mim fartar-se-á…
Serei sua refeição, sirva-se!
Quantas vezes desejar…
MarU
#
Ele vem como um lobo,
Farejando meus feromônios.
Me prende em suas patas,
Encurrala-me entre as garras
E acaba com toda a minha raiva.
Me doma, selvagem,
Como um louco no cio,
Faminto por sacanagem.
Não tem nada que atrapalhe
Sua coragem de me devorar!
Salivante, me despe…
E, pelo meu umbigo, desce ajoelhado,
Atracado em mim com sua língua,
Joga minha perna pra cima,
me banha em saliva,
molhando meu sexo, excitado.
“Põe-se a lamber sem parar”.
Me suga com pressão
pra dentro de sua boca.
Me contorço, gemendo como louca.
Seus dedos deslizam, tem fome,
Do inferno ao paraíso, me consome.
É tortura e prazer, na mesma sensação.
Gozando no ápice do tesão,
Me derramo em gozo histérico.
Lambuzo sua fuça de sexo,
No néctar da nossa paixão.
Não nego que te quero
Em mim fartar-se-á…
Serei sua refeição, sirva-se!
Quantas vezes desejar…
MarU
#
#Desafio 30
*Sou instrumento*
Releve,
Não pense muito
Sobre o que penso quando escrevo.
As palavras mandam, e eu obedeço.
Não as contenho,
Sou serva dos seus desejos.
Escrevo e não leio!
São as palavras que falam.
Não opino em nada, só faço o que almejam.
Sou instrumento dos textos, que escrevo.
É a palavra que fala e toca onde não previ.
E vai adentrando, dos olhos á mente,
Como serpente,
Se embrenhando da alma ao coração da gente.
Fundindo-se profundamente,
Além do corpo,
Atinge o escopo da emoção.
É só sentir o que a palavra atingir!
O sentimento potente, que,
Para cada um,
Diz de uma forma diferente, se transforma,
Transmutando-se, para cada um,
Numa diferente emoção.
O “sentir” acende, inerente, na essência, Dentro da experiência particular de cada um.
Sentimento não mente!
— O que você sente, aí?
MarU
*Sou instrumento*
Releve,
Não pense muito
Sobre o que penso quando escrevo.
As palavras mandam, e eu obedeço.
Não as contenho,
Sou serva dos seus desejos.
Escrevo e não leio!
São as palavras que falam.
Não opino em nada, só faço o que almejam.
Sou instrumento dos textos, que escrevo.
É a palavra que fala e toca onde não previ.
E vai adentrando, dos olhos á mente,
Como serpente,
Se embrenhando da alma ao coração da gente.
Fundindo-se profundamente,
Além do corpo,
Atinge o escopo da emoção.
É só sentir o que a palavra atingir!
O sentimento potente, que,
Para cada um,
Diz de uma forma diferente, se transforma,
Transmutando-se, para cada um,
Numa diferente emoção.
O “sentir” acende, inerente, na essência, Dentro da experiência particular de cada um.
Sentimento não mente!
— O que você sente, aí?
MarU
#Desafio 030
E foi ontem…
Bela, era ela:
chuquinha
batom vermelho
joelho ralado
saia ao vento
sorriso solto.
A mais doce menina
mão na minha
pula num pé
rola com o Stopa
chama de pulguento
mas o aperta no peito.
Corre, salta, escorrega
chega em casa
terra na pele .
Banho longo
sabonete espuma
o dia nas pernas.
Jantinha quente
pijama macio
chupeta
dedo no cabelo.
Me abraça
vira, apaga.
Quem me dera
quem soubera
guardar o tempo
num bolso qualquer.
Crs Ribeiro
E foi ontem…
Bela, era ela:
chuquinha
batom vermelho
joelho ralado
saia ao vento
sorriso solto.
A mais doce menina
mão na minha
pula num pé
rola com o Stopa
chama de pulguento
mas o aperta no peito.
Corre, salta, escorrega
chega em casa
terra na pele .
Banho longo
sabonete espuma
o dia nas pernas.
Jantinha quente
pijama macio
chupeta
dedo no cabelo.
Me abraça
vira, apaga.
Quem me dera
quem soubera
guardar o tempo
num bolso qualquer.
Crs Ribeiro
#Desafio 23
Reconciliação
Às vezes, mel.
Às vezes, fel.
Feliz? Ocasionalmente.
Pretende, ao menos, tentar.
“Somente acreditar?” Não basta!
Na verdade, a verdade é uma mentira.
Muitas verdades…
Nenhuma condiz com a minha.
Lamento a noite inteira!
Amanheço querendo
não ter que despertar.
Lamento, mas desperto.
Me reergo,
reorganizando meus pensamentos.
Às vezes, fúria.
Às vezes, arrependimentos.
Às vezes, cedo.
Perdoo a mim mesma.
Aceito também seu perdão!
Me aceito,
te aceito…
Às vezes, é “TÃO” difícil.
Às vezes, “É” preciso:
Reconciliação.
MarU
Reconciliação
Às vezes, mel.
Às vezes, fel.
Feliz? Ocasionalmente.
Pretende, ao menos, tentar.
“Somente acreditar?” Não basta!
Na verdade, a verdade é uma mentira.
Muitas verdades…
Nenhuma condiz com a minha.
Lamento a noite inteira!
Amanheço querendo
não ter que despertar.
Lamento, mas desperto.
Me reergo,
reorganizando meus pensamentos.
Às vezes, fúria.
Às vezes, arrependimentos.
Às vezes, cedo.
Perdoo a mim mesma.
Aceito também seu perdão!
Me aceito,
te aceito…
Às vezes, é “TÃO” difícil.
Às vezes, “É” preciso:
Reconciliação.
MarU
#Desafio 022
Vento varreu
meu peito vazio,
não poupou estacas,
dobrou esquinas,
despencou segredos
das prateleiras do tempo.
Arrancou linhas tortas,
amassou as sombras
das roupas que um dia vesti;
desfez o nó dos dias esquecidos.
E tudo o que era poeira,
tudo o que havia omitido,
voou…
Vento rugiu
no meu peito!
Deixou nu o chão da alma,
onde germina agora
um nome: o teu.
Nome cravado na carne do instante:
não cede, não cala;
é vasto, absurdo,
uma prece de fogo,
uma dança.
Feita de ti.
Feita de nós.
Crs Ribeiro
Vento varreu
meu peito vazio,
não poupou estacas,
dobrou esquinas,
despencou segredos
das prateleiras do tempo.
Arrancou linhas tortas,
amassou as sombras
das roupas que um dia vesti;
desfez o nó dos dias esquecidos.
E tudo o que era poeira,
tudo o que havia omitido,
voou…
Vento rugiu
no meu peito!
Deixou nu o chão da alma,
onde germina agora
um nome: o teu.
Nome cravado na carne do instante:
não cede, não cala;
é vasto, absurdo,
uma prece de fogo,
uma dança.
Feita de ti.
Feita de nós.
Crs Ribeiro