Domingo no Corpo Dela
Domingo chega manso com cheiro de café e pão quente...
Mas o que me acorda mesmo é o som do copo pousando na cômoda,
E ela,
Nua...
Passeando pela casa como se estivesse sozinha...
Como se não pudesse ser vista por ninguém pelas janelas.
Cabelos soltos...
Pele amassada de sono...
A buceta peluda ainda úmida da noite passada...
E o jeito como ela se senta na beira da cama,
Com a caneca nas mãos e o olhar malicioso de quem sabe o que faz.
Com olhar de safada,
Me pergunta se estou com fome...
Sem falar do café.
Eu que estava sentado me informando pela manhã,
Deixo o jornal de lado,
Porque hoje o noticiário é ela.
Ela se estica,
Abre as pernas com preguiça felina...
E com a caneca ainda na mão,
Passa a outra mão entre os lábios.
Só pra me provocar.
E provoca.
Endureço antes de tocá-la...
Apenas de vê-la com os dedos melados de si mesma...
Brincando devagar com o clitóris...
Soltando um suspiro que me arrepia até a espinha.
Deito entre as coxas dela,
Esquecendo do mundo,
Com o rosto afundado no que é meu templo e travessia.
Chupo sem pressa.
Hoje é domingo...
E domingos foram feitos pra lamber devagar.
Sentindo o sabor dela,
Antes mesmo do desjejum...
Ela goza tremendo,
Molhando minha boca como bênção...
E ainda quente,
Com ela experimentando a sensação de pequenas mortes,
Eu deslizo pra dentro...
Duro...
Ainda faminto.
Sentindo o calor me acolher...
Fazendo nossos corpos se tornarem um...
Nesse embalo,
Fazemos amor com cheiro de café no ar...
Com o sol dominical invadindo o lençol,
E o silêncio bom de quem não precisa falar nada...
Porque assim são os nossos domingos...
Começam e terminam em um ritmo de paixão...
Um amor que os nossos corpos anseiam.
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#Desafio 186
*Eu pago*
Olhos quentes
ardem inchados…
do choro…
é passado.
Rosto dormente,
corpo arrastado,
e na mente…
pensamentos atravessados
Puxo a respiração…
profundamente.
O ar não passa,
é falho.
Sinto-me impotente,
Infelizmente…
O que a boca cala,
o corpo fala.
E quem paga?
Eu pago.
Mas…
por alguma razão
é quando meu olhos
ficam mais verdes…
Iluminados.
MarU
*Eu pago*
Olhos quentes
ardem inchados…
do choro…
é passado.
Rosto dormente,
corpo arrastado,
e na mente…
pensamentos atravessados
Puxo a respiração…
profundamente.
O ar não passa,
é falho.
Sinto-me impotente,
Infelizmente…
O que a boca cala,
o corpo fala.
E quem paga?
Eu pago.
Mas…
por alguma razão
é quando meu olhos
ficam mais verdes…
Iluminados.
MarU
Arte, Cinto, Pele, Poesia
Entrei de roupa.
Saí atravessado.
Não foi o nu que me expôs
foi a poesia.
Cada palavra que li e ouvi
abria minha pele
como quem rasga um envelope suado
escrito com pressa e tesão.
Não performei.
Me confessei.
Na frente de corpos
que não pedem permissão pra gozar,
mas gozam como quem reza.
Vi bocas molhadas de verso,
outra de sêmen,
e umas que sabiam dizer "quero"
com o olhar cravado entre as pernas.
Teve gemido no palco,
e gemido que ninguém ouviu
mas que ficou gravado na carne de quem olhava.
Teve dor ritual,
tesão cênico,
arte que morde,
corda que prende,
e gozo que liberta.
Vi cenas.
Toquei outras.
Entrei nelas.
O sarau não acabou quando as luzes baixaram.
Acabou quando voltei pra casa
e ainda sentia a arte
escorrendo da minha pele.
Entrei de roupa.
Saí atravessado.
Não foi o nu que me expôs
foi a poesia.
Cada palavra que li e ouvi
abria minha pele
como quem rasga um envelope suado
escrito com pressa e tesão.
Não performei.
Me confessei.
Na frente de corpos
que não pedem permissão pra gozar,
mas gozam como quem reza.
Vi bocas molhadas de verso,
outra de sêmen,
e umas que sabiam dizer "quero"
com o olhar cravado entre as pernas.
Teve gemido no palco,
e gemido que ninguém ouviu
mas que ficou gravado na carne de quem olhava.
Teve dor ritual,
tesão cênico,
arte que morde,
corda que prende,
e gozo que liberta.
Vi cenas.
Toquei outras.
Entrei nelas.
O sarau não acabou quando as luzes baixaram.
Acabou quando voltei pra casa
e ainda sentia a arte
escorrendo da minha pele.
Compactada
dentro dessa sua caixa,
como uma casa
de bonecas
Você quer que eu seja pequena
fina e delicada.
Você me quer
maltratada, triste,
manipulada
Vazia como uma casca
como um pássaro
que você cortou a asa
Mas não se engane
— Caia na real —
Eu nunca serei igual
Você que se acostume
a me ver crescer,
a me ver vencer
Eu nunca mais
voltarei a ser
a sua boneca acuada
Eu não te devo mais nada
sou boneca
desarticulada.
#desafio 365/160
dentro dessa sua caixa,
como uma casa
de bonecas
Você quer que eu seja pequena
fina e delicada.
Você me quer
maltratada, triste,
manipulada
Vazia como uma casca
como um pássaro
que você cortou a asa
Mas não se engane
— Caia na real —
Eu nunca serei igual
Você que se acostume
a me ver crescer,
a me ver vencer
Eu nunca mais
voltarei a ser
a sua boneca acuada
Eu não te devo mais nada
sou boneca
desarticulada.
#desafio 365/160
Desordem Poética (03/06/25 - 23:40)
Te leio como página úmida...
Sem dó...
Sem leitura prévia.
Minha boca não pergunta,
Devora.
Minhas mãos não pedem,
Tomam.
De forma rápida...
Contra o chão das palavras te jogo...
Com os pulsos tatuados de poemas,
Te seguro...
E enterro em teu interior,
Meus versos.
Duro...
Sem pausa...
Sem rima.
Você geme como quem sangra sentido...
Enquanto te fodo com a fúria de um autor sem censura...
De um animal que escreve com o corpo inteiro...
Até a tua pele se tornar papel timbrado.
Minha língua é caneta esferográfica,
Que abre teu ventre e preenche meu nome...
Marca presença entre tuas pernas com força,
Não brutal...
Mas poética...
Como um ponto final decretando a sentença.
A cada estocada,
Te faço um texto por dentro,
Com o ritmo do gozo...
Te faço suar palavras que nunca ousou dizer...
Mas as conhece de cor,
E agora as geme em prova oral.
E a cada estalo de quadril é sentença imposta...
Sem sujeito oculto...
Apenas oração subordinada.
Pura dominação...
Sem metáfora.
E no fim,
Te amo assim...
Em desordem poética...
Com raiva...
Não violenta,
Mas explícita...
Com suor escorrendo entre as sílabas do teu cu...
Te fazendo tremer como verso maldito,
Até não sobrar nada de sagrado em ti...
Nada além da minha porra escorrendo de sua buceta,
Que deixo como assinatura...
#
Te leio como página úmida...
Sem dó...
Sem leitura prévia.
Minha boca não pergunta,
Devora.
Minhas mãos não pedem,
Tomam.
De forma rápida...
Contra o chão das palavras te jogo...
Com os pulsos tatuados de poemas,
Te seguro...
E enterro em teu interior,
Meus versos.
Duro...
Sem pausa...
Sem rima.
Você geme como quem sangra sentido...
Enquanto te fodo com a fúria de um autor sem censura...
De um animal que escreve com o corpo inteiro...
Até a tua pele se tornar papel timbrado.
Minha língua é caneta esferográfica,
Que abre teu ventre e preenche meu nome...
Marca presença entre tuas pernas com força,
Não brutal...
Mas poética...
Como um ponto final decretando a sentença.
A cada estocada,
Te faço um texto por dentro,
Com o ritmo do gozo...
Te faço suar palavras que nunca ousou dizer...
Mas as conhece de cor,
E agora as geme em prova oral.
E a cada estalo de quadril é sentença imposta...
Sem sujeito oculto...
Apenas oração subordinada.
Pura dominação...
Sem metáfora.
E no fim,
Te amo assim...
Em desordem poética...
Com raiva...
Não violenta,
Mas explícita...
Com suor escorrendo entre as sílabas do teu cu...
Te fazendo tremer como verso maldito,
Até não sobrar nada de sagrado em ti...
Nada além da minha porra escorrendo de sua buceta,
Que deixo como assinatura...
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SAAAIUUUU!!!
Somente AQUI no #literunico você vai poder comprar na Promoção de Lançamento o livro O Meu Nome é LEGIÃO com Desconto!!!
Mas é só até terça 10/6 [Lançamento Oficial do E-book]
Preço fora da promo: E-book R$17,99 I Versão Física R$40
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OBS.: e tem uma surpresa na última página também; use com sabedoria.
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#Desafio 151
✧ IMENSIDÕES POR UM FIO:
Um livro.
Sete abismos que arrebatam por dentro.
***IMENSIDÃO DO SER
Quando a pergunta é maior que a resposta, o que ecoa é poesia.
É sobre o ser que se estilhaça no silêncio do universo.
É sobre o sagrado que vive no peito.
Sobre existir entre o ruído e o sopro.
Imensidões por um fio é mais do que um livro.
É uma travessia com olhos, carne e alma.
Cada poema, um convite.
Cada autor, uma voz que talvez seja sua.
Adquira agora.
Viva a sua própria imensidão.
✧ IMENSIDÕES POR UM FIO:
Um livro.
Sete abismos que arrebatam por dentro.
***IMENSIDÃO DO SER
Quando a pergunta é maior que a resposta, o que ecoa é poesia.
É sobre o ser que se estilhaça no silêncio do universo.
É sobre o sagrado que vive no peito.
Sobre existir entre o ruído e o sopro.
Imensidões por um fio é mais do que um livro.
É uma travessia com olhos, carne e alma.
Cada poema, um convite.
Cada autor, uma voz que talvez seja sua.
Adquira agora.
Viva a sua própria imensidão.
Pela manhã bem cedo
o sol invade minha casa
percorre tudo baixinho
ocupa
aos poucos se levanta
e deixa
por todos os cantos
os aromas de um novo dia
Edu Liguori
o sol invade minha casa
percorre tudo baixinho
ocupa
aos poucos se levanta
e deixa
por todos os cantos
os aromas de um novo dia
Edu Liguori
#Desafio 152
***IMENSIDÃO DO OBSERVAR
Há quem veja. E há quem enxergue o que ninguém mais vê.
Aqui, olhos são portais: os poetas sussurram sobre aquilo que escapa no cotidiano, mas grita na alma.
O livro te observa até que você se veja inteiro.
Imensidões por um fio é uma travessia com olhos, carne e alma.
Cada poema, um convite.
Cada autor, uma olhar que talvez seja o seu.
Adquira agora.
Viva a sua própria imensidão.
***IMENSIDÃO DO OBSERVAR
Há quem veja. E há quem enxergue o que ninguém mais vê.
Aqui, olhos são portais: os poetas sussurram sobre aquilo que escapa no cotidiano, mas grita na alma.
O livro te observa até que você se veja inteiro.
Imensidões por um fio é uma travessia com olhos, carne e alma.
Cada poema, um convite.
Cada autor, uma olhar que talvez seja o seu.
Adquira agora.
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