Sou rio
Sou lago
Sou oceano
Sou cachoeira
Afluente
Fluente
Cascata
Deságuo
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Transponho
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Vida e morte
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Eliz Leão
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Mãe
A minha vida veio dela,
Ventre materno
Que carregou as dores de oito partos
Oito vidas.
Vidas, que ela amou
Vidas que ela ama
Que do abraço carente
Do amor com o qual nos gerou, e que já se foi,
E só restou saudade e resiliência,
E aconchega, ainda, filhos, netos e bisnetos.
Teu cheiro de mãe,
Acalenta meu coração de filha,
E sempre nos lembra
Como é preciosa a vida.
E quão valiosa é você, mãe.
Feliz aniversário. Te amo
Eliz Leão
A minha vida veio dela,
Ventre materno
Que carregou as dores de oito partos
Oito vidas.
Vidas, que ela amou
Vidas que ela ama
Que do abraço carente
Do amor com o qual nos gerou, e que já se foi,
E só restou saudade e resiliência,
E aconchega, ainda, filhos, netos e bisnetos.
Teu cheiro de mãe,
Acalenta meu coração de filha,
E sempre nos lembra
Como é preciosa a vida.
E quão valiosa é você, mãe.
Feliz aniversário. Te amo
Eliz Leão
Eu sou o fio da navalha
Que corta a carne e rasteja
Que decepa e desalma aquilo que não ousa ser meu.
A alma falha
Que cala e consente o estupro
Que paga,e normaliza, a soltura dos réus, amigos meus.
Que vilipendía, vivas ou mortas,
Meninas, mulheres, famílias
Que vende e organiza o ataque.
Que estuda a maneira mais vil, de culpá-la,
Por existir e pelo meu desejo planejado, cultivado, de sangrá-la, por se recusar a ser minha.
O objeto do meu desejo e poder.
O machismo cala, enquanto você consente.
Eliz Leão
Que corta a carne e rasteja
Que decepa e desalma aquilo que não ousa ser meu.
A alma falha
Que cala e consente o estupro
Que paga,e normaliza, a soltura dos réus, amigos meus.
Que vilipendía, vivas ou mortas,
Meninas, mulheres, famílias
Que vende e organiza o ataque.
Que estuda a maneira mais vil, de culpá-la,
Por existir e pelo meu desejo planejado, cultivado, de sangrá-la, por se recusar a ser minha.
O objeto do meu desejo e poder.
O machismo cala, enquanto você consente.
Eliz Leão
Voe como os ventos, que cortam os éguas,
Singrande as marés, soprando velas.
Voe nas as do beija-flor, assim rápido quanto,
Enquanto branca de ser delicadeza.
Voe, nos labios de um marinheiro que assovia, cantando sua música favorita, no balanço do mar.
Voe, como as nuvens no céu cinzento, procurando um vislumbre de sol.
Voe como um filhote de águia, que salta do pico neve mais alto, em busca da alegria e da imensidão, que representa a liberdade.
Eliz Leão
Voa como os ventos que atravessam os mares.
Navegando pelas marés, soprando as velas.
Voa nas asas do beija-flor, tão rápido como,
Enquanto brincava de ser delicado.
Voar sobre os lábios de um marinheiro que assobia, cantando sua canção favorita, no balanço do mar.
Voa como as nuvens no céu cinzento, à procura de um vislumbre de sol.
Voa como uma águia bebé, que salta do pico mais alto de neve, em busca de alegria e imensidão, que representa a liberdade.
Eliz Leão
Singrande as marés, soprando velas.
Voe nas as do beija-flor, assim rápido quanto,
Enquanto branca de ser delicadeza.
Voe, nos labios de um marinheiro que assovia, cantando sua música favorita, no balanço do mar.
Voe, como as nuvens no céu cinzento, procurando um vislumbre de sol.
Voe como um filhote de águia, que salta do pico neve mais alto, em busca da alegria e da imensidão, que representa a liberdade.
Eliz Leão
Voa como os ventos que atravessam os mares.
Navegando pelas marés, soprando as velas.
Voa nas asas do beija-flor, tão rápido como,
Enquanto brincava de ser delicado.
Voar sobre os lábios de um marinheiro que assobia, cantando sua canção favorita, no balanço do mar.
Voa como as nuvens no céu cinzento, à procura de um vislumbre de sol.
Voa como uma águia bebé, que salta do pico mais alto de neve, em busca de alegria e imensidão, que representa a liberdade.
Eliz Leão
Ah, aquela mulher/menina
Tão cheia de emoções
A vida é toda ela
O brilho é todo dela
Transpira alegria, choro, belezas.
Exulta, grita, divina.
Furacão em movimento,
Vive de abraços, beijos, sorrisos e acolhimento.
Tua sina é encantar.
Risos soltos, loucos
Brisa que leva a voz doce, cristalina.
Onde toca, essa menina, florescerá.
Sente tudo, a dona do amar, do ser, engrandecer, ela vive mais que viver, ela inspira, alegria, felicidade, força vitalícia, ela é Mar!
Com toda a motriz, que a guia, ela amanhece o dia, ela é aMar.
Eliz Leão
Para @MarU
Feliz aniversário.
Tão cheia de emoções
A vida é toda ela
O brilho é todo dela
Transpira alegria, choro, belezas.
Exulta, grita, divina.
Furacão em movimento,
Vive de abraços, beijos, sorrisos e acolhimento.
Tua sina é encantar.
Risos soltos, loucos
Brisa que leva a voz doce, cristalina.
Onde toca, essa menina, florescerá.
Sente tudo, a dona do amar, do ser, engrandecer, ela vive mais que viver, ela inspira, alegria, felicidade, força vitalícia, ela é Mar!
Com toda a motriz, que a guia, ela amanhece o dia, ela é aMar.
Eliz Leão
Para @MarU
Feliz aniversário.
Desnude a alma.
Ninguém te escuta,
Quando as portas e janelas
Fechadas, escondem você.
Ninguém te vê.
Seja.
Intempérie ou calmaria.
Somos feitos de tristezas e alegrias.
Por isso, desnude.
Reconheça seu verdadeiro eu.
Pois às vezes, você se esconde tanto dos outros, que se perdeu.
Tua alma, não floresceu?
Floresça e deixe outras flores,
Se enxergarem, no perfume que é só teu.
Eliz Leão
Ninguém te escuta,
Quando as portas e janelas
Fechadas, escondem você.
Ninguém te vê.
Seja.
Intempérie ou calmaria.
Somos feitos de tristezas e alegrias.
Por isso, desnude.
Reconheça seu verdadeiro eu.
Pois às vezes, você se esconde tanto dos outros, que se perdeu.
Tua alma, não floresceu?
Floresça e deixe outras flores,
Se enxergarem, no perfume que é só teu.
Eliz Leão
Bom dia com poesia.
O cego, vive de ilusões
Num castelo cheio de nada,
Onde as paredes flutuam,
Presas ao chão da imaginação.
Imaginação, que idealiza,
Engana e faz doer,
Quando a alma sente,
Que não há nada ali, para ver.
E quando o sol se põe,
Das colinas e montanhas,
Se vê, as consequências
Do baixar a guarda.
Desolado, o visionário, tenso
Caminha por escombros,
Daquilo que ele mesmo construiu,
No vórtice sem sentido da esperança.
Morreu ali, todas as suas ilusões.
A docilidade se findou,
À exaustão, se entrega,
Inapto.
E só espera que a paralisia,
O deixe, para que possa voar,
Por entre as nuvens, de vento,
Que o leve a recomeçar, desta vez,
Em suas próprias bases,
Pois só nessas, ele pode confiar.
Eliz Leão
Num castelo cheio de nada,
Onde as paredes flutuam,
Presas ao chão da imaginação.
Imaginação, que idealiza,
Engana e faz doer,
Quando a alma sente,
Que não há nada ali, para ver.
E quando o sol se põe,
Das colinas e montanhas,
Se vê, as consequências
Do baixar a guarda.
Desolado, o visionário, tenso
Caminha por escombros,
Daquilo que ele mesmo construiu,
No vórtice sem sentido da esperança.
Morreu ali, todas as suas ilusões.
A docilidade se findou,
À exaustão, se entrega,
Inapto.
E só espera que a paralisia,
O deixe, para que possa voar,
Por entre as nuvens, de vento,
Que o leve a recomeçar, desta vez,
Em suas próprias bases,
Pois só nessas, ele pode confiar.
Eliz Leão
Eu te amo, até que tudo que conhecemos nesta vida, como certo, imutável, vire pó.
Eu te amo, até que minhas memórias, de quem você é, deixem de existir.
Eu te amo, até que todas as palavras que você me dedicou, se percam, nas dobras incontestáveis do tempo.
Eu te amo, até que, quem sabe um dia, nossa existência, seja medida apenas pelo tanto de amor, que podemos dar.
Eu te amo, mesmo, que apesar de tudo, seu amor, deixe de ser eu.
Eliz Leão
Eu te amo, até que minhas memórias, de quem você é, deixem de existir.
Eu te amo, até que todas as palavras que você me dedicou, se percam, nas dobras incontestáveis do tempo.
Eu te amo, até que, quem sabe um dia, nossa existência, seja medida apenas pelo tanto de amor, que podemos dar.
Eu te amo, mesmo, que apesar de tudo, seu amor, deixe de ser eu.
Eliz Leão