Vejo a vida em cores,
Mesmo e apesar das dores,
Somos seres não lineares.
Não temos constância.
Mas vejo você em cores.
Vejo a luz do teu olhar,
Ao encontrar soluções.
O sorriso dos teus lábios,
Ao contentar-se.
Vejo, o toque das suas mãos,
No dia a dia, ao me agradar.
Vejo.
Te sinto.
Inteiro .
A luz e a cor dos meus dias.
Por sua culpa, te vejo intenso,
Propenso,
Baseado em bom senso.
Colore mesmo sem querer,
Mesmo por querer.
Tudo que faz,
Tudo que quer,
Tudo que vive, você é...
Vida! Minha vida!
Eliz Leão
@eliz_leao
Eliz Leão
502
posts
18
Seguidores
32
Seguindo
Séries por #
@sheylla
S. R. Oliveira
@autorsilviojunior
Silvio Junior
@CrisRibeiro
Cristiane Inácio Ribeiro Carneiro
@fernando
Fernando Alves
@Sjangelsautora
sj Angels
@marcoshmartinsescritor
Marcos H. Martins
@calorliterario_
Lidiane Queiroz Bastos
@suyanngomesss
Suyanne Gomes
@elianelitaescritora
Eliane Lita Escritora
@JuNaiane
Jusley Naiane
@rafaelaraujoescritor
RAFAEL ARAUJO
@laurabravelli
Laura Bravelli
@MarU
Mar.U
@lisandra
Lisandra Mattos
@corinievre
Corine Gueniévre
@deivesferraz
Deives Gabriel Ferraz
@zamiescritora
Zami Torres
@literunico
Eder B. Jr.
@Sjangelsautora
sj Angels
@robsonmachado
Robson Luiz Fernandes Machado
@legiao
Urbana Legio Omnia Vincit
@ricardolloco
Ricardo LLoco
@purapoesia
Adriel Alves Magalhaes
@rafaelaraujoescritor
RAFAEL ARAUJO
@tamarasfawkes
Tamara S. Fawkes
@autorpedrobarretho
Pedro Rogério Villar Barreto
@inifadadresch
Inifada Dresch
@cassescreve
Cass Razzini
@fernandopaz
Fernando Paz de Alvarenga
@tibianchini
Tiago Bianchini Fidalgo
@bianca
Bianca Leão
@classicos
Clássicos da Literatura
@Cilene
CILENE RESENDE
@novidadesliterunico
Novidades Literunico
@deivesferraz
Deives Gabriel Ferraz
@Branca20
Branca
@MarU
Mar.U
@aleituracria
A Leitura Cria
@eduliguori
EDU LIGUORI
@feelings
Feelings
@cadantasautora
Carolina Dantas
@fksilvain
F. K. Silvain
@ricardoathos
Ricardo Athos
@berthamachadoo
Bertha Machado
@JuNaiane
Jusley Naiane
@albertobusquets
Alberto Knobbe Busquets
@CrisRibeiro
Cristiane Inácio Ribeiro Carneiro
@calorliterario_
Lidiane Queiroz Bastos
@lendasurbanas
Lendas Urbanas
@literunico
Eder B. Jr.
Nós, mulheres que saíram da maldita caverna,
Vimos o mundo, galgamos a montanha,
Nosso olhar vai longe, as vendas caíram,
Nossos pés e braços estão livres, as algemas quebraram,
Abriremos os olhos daquelas que ainda se submetem, e das que virão.
Nunca mais, nos queimarão!
Somos mais da metade do mundo, nós somos o mundo,
Somos a força na multidão !
Eliz Leão
Vimos o mundo, galgamos a montanha,
Nosso olhar vai longe, as vendas caíram,
Nossos pés e braços estão livres, as algemas quebraram,
Abriremos os olhos daquelas que ainda se submetem, e das que virão.
Nunca mais, nos queimarão!
Somos mais da metade do mundo, nós somos o mundo,
Somos a força na multidão !
Eliz Leão
Desce em mim,
O calor dos teus lábios
Feito lua
Enfeitando a noite
Ilumina meus desejos
Feito luz
Invadindo
A eterna escuridão
Singra meus mares
Sedento
Por me beber
Inteira
Completa meu prazer
Com o seu
E explode
Me marcando com intensidade.
Tensiona seus musculos
Pele, torso
E ao me penetrar
Me ama e me torna
Uma, com sua própria existência.
Eliz Leão
O calor dos teus lábios
Feito lua
Enfeitando a noite
Ilumina meus desejos
Feito luz
Invadindo
A eterna escuridão
Singra meus mares
Sedento
Por me beber
Inteira
Completa meu prazer
Com o seu
E explode
Me marcando com intensidade.
Tensiona seus musculos
Pele, torso
E ao me penetrar
Me ama e me torna
Uma, com sua própria existência.
Eliz Leão
Persegue
Suga meu pescoço
Me prende
Me implora
Devora
E ama
Pernas abertas
Na cama
Reclama
Minha suavidade
Na sua rigidez.
Eliz Leão
Suga meu pescoço
Me prende
Me implora
Devora
E ama
Pernas abertas
Na cama
Reclama
Minha suavidade
Na sua rigidez.
Eliz Leão
O sabor ácido
De sua essência
Explodiu
Minhas papilas
Altamente sensíveis.
E eu tornei-me
Sucetivel
Maleável
Como se me queimasse
Marcasse
Com sua seiva.
Penetrando
Não só meus lábios,
Mas enfim,
Indelevelmente
A minha alma.
Me tornou
De propósito
Sedenta pela a dele
Almejando
Marcá-lo
Como meu.
Meu eu entorno
Do seu,
Seu corpo,
Sua carne,
Sangue e saliva,
Suor e prazer.
Me molha
Do tesão
Mais descarado
Intenso,
Em seu
Regozijar.
Eliz Leão
De sua essência
Explodiu
Minhas papilas
Altamente sensíveis.
E eu tornei-me
Sucetivel
Maleável
Como se me queimasse
Marcasse
Com sua seiva.
Penetrando
Não só meus lábios,
Mas enfim,
Indelevelmente
A minha alma.
Me tornou
De propósito
Sedenta pela a dele
Almejando
Marcá-lo
Como meu.
Meu eu entorno
Do seu,
Seu corpo,
Sua carne,
Sangue e saliva,
Suor e prazer.
Me molha
Do tesão
Mais descarado
Intenso,
Em seu
Regozijar.
Eliz Leão
Feito de sal,
Amargo, fel
E céu azul.
Feitos de mel
Manjar de deuses
Na noite enluarada.
Caminhantes do planeta azul.
Galgam muros,
Plantam flores,
Deixam viver.
Destróem tudo
Pincelam horror,
E enchem de dor,
O outro ser.
Onde pisam,
Levam sorrisos
Onde tocam,
A cura dão.
Tantos destinos tocados
Tantos destinos alados
Tantos destinos
Destinados a padecer.
Preferimos viver.
Onde a ponte seja,
A troca esteja,
E onde o abraço cura.
Seja intempéries
Mas de amor!
Nunca de dor.
Eliz Leão
Amargo, fel
E céu azul.
Feitos de mel
Manjar de deuses
Na noite enluarada.
Caminhantes do planeta azul.
Galgam muros,
Plantam flores,
Deixam viver.
Destróem tudo
Pincelam horror,
E enchem de dor,
O outro ser.
Onde pisam,
Levam sorrisos
Onde tocam,
A cura dão.
Tantos destinos tocados
Tantos destinos alados
Tantos destinos
Destinados a padecer.
Preferimos viver.
Onde a ponte seja,
A troca esteja,
E onde o abraço cura.
Seja intempéries
Mas de amor!
Nunca de dor.
Eliz Leão
Quisera eu, ter asas,
Nos pés, na alma,
Quisera, voar,
Por entre flores,
De pensamentos.
Nuvens,
De encontro ao vento.
Quisera,
Que o meu coração medroso,
Guardasse seu medo, um pouco,
E que eu pudesse,
Me libertar,
Flutuando,
Por sobre as águas,
Desse mar imenso,
Que é a vida.
Transmuto,
Meus pensamentos,
Em quereres intensos,
Da saudade,
Que eu tinha,
Da coragem,
Que eu nunca tive,
De quebrar,
Dentro de mim,
Minhas próprias correntes.
E no final, eu sei,
Que sou apenas a casca,
De alguém que grita alto,
Sobre todos os horrores
Que passei,
Sem mudar nada,
Porque o medo,
Ainda me consome,
E o meu grito, só ecoa em mim.
Eliz Leão
Nos pés, na alma,
Quisera, voar,
Por entre flores,
De pensamentos.
Nuvens,
De encontro ao vento.
Quisera,
Que o meu coração medroso,
Guardasse seu medo, um pouco,
E que eu pudesse,
Me libertar,
Flutuando,
Por sobre as águas,
Desse mar imenso,
Que é a vida.
Transmuto,
Meus pensamentos,
Em quereres intensos,
Da saudade,
Que eu tinha,
Da coragem,
Que eu nunca tive,
De quebrar,
Dentro de mim,
Minhas próprias correntes.
E no final, eu sei,
Que sou apenas a casca,
De alguém que grita alto,
Sobre todos os horrores
Que passei,
Sem mudar nada,
Porque o medo,
Ainda me consome,
E o meu grito, só ecoa em mim.
Eliz Leão
Sempre existem coisas boas,
Para temperar nossos rostos sofridos,
Com alegria.
Uma delas,
É a arte, que nos move,
Com muito mais força,
No mundo.
Mantenha-se atento,
Criativo, rápido ou lento,
Não importa.
Que seja à contento,
Com nossa alma,
Que sente tudo,
Muito mais forte,
Que o resto da humanidade.
Somos, a força,
Que levanta a chama,
E carrega ela, pela vida,
Acendendo, ascendendo,
E fazendo multiplicar,
Nos corações alheios,
Pinceladas de multicores
Aos olhos de quem nos vê!
Eliz Leão
Para temperar nossos rostos sofridos,
Com alegria.
Uma delas,
É a arte, que nos move,
Com muito mais força,
No mundo.
Mantenha-se atento,
Criativo, rápido ou lento,
Não importa.
Que seja à contento,
Com nossa alma,
Que sente tudo,
Muito mais forte,
Que o resto da humanidade.
Somos, a força,
Que levanta a chama,
E carrega ela, pela vida,
Acendendo, ascendendo,
E fazendo multiplicar,
Nos corações alheios,
Pinceladas de multicores
Aos olhos de quem nos vê!
Eliz Leão
No caleidoscópio
Das sensações
Travo tua boca
Murmura
Sinto sua pele
Deleite
Que começa
No calor de um abraço
E eu traço
A cor da sua tez
No olhar faminto
No toque sedento
No arrepio ardente.
Me faz prisioneira
Da tua vontade
Que condiz com a minha
Se transforma em nossa
Transmuta
O suor em fogo
Despe
Os pudores
E completa meu gozo
Com o seu.
Eliz Leão
Das sensações
Travo tua boca
Murmura
Sinto sua pele
Deleite
Que começa
No calor de um abraço
E eu traço
A cor da sua tez
No olhar faminto
No toque sedento
No arrepio ardente.
Me faz prisioneira
Da tua vontade
Que condiz com a minha
Se transforma em nossa
Transmuta
O suor em fogo
Despe
Os pudores
E completa meu gozo
Com o seu.
Eliz Leão
A brevidade do sopro
Que quebra na pele
Que deita os pêlos
E que aquece.
O fôlego, de vida
Que sopra ao falar
Que tem cheiro,
Paladar, num beijo.
E que marca
A existência
Que ao findar
Por um instante
Apaga a luz daquele olhar.
E que não percamos
O amar
Antes de tudo acabar.
Eliz Leão
Que quebra na pele
Que deita os pêlos
E que aquece.
O fôlego, de vida
Que sopra ao falar
Que tem cheiro,
Paladar, num beijo.
E que marca
A existência
Que ao findar
Por um instante
Apaga a luz daquele olhar.
E que não percamos
O amar
Antes de tudo acabar.
Eliz Leão