Escrevo sob o pretexto de marcar em você, as palavras que saem de dentro do meu ser.
Defino o texto com carinho, em tinta preta, em papel fino, palavras que não conseguem descrever, pois não há palavras, para mensurar você.
Eliz Leão
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Eder B. Jr.
Teus poemas,
São como água cristalina,
Com a qual nutro minha sede.
São como estrelas, tão brilhantes,
Cadentes em minha mente,
Cansada e necessitada pela beleza.
Leveza que flutua, como magia
Nas asas flamejantes de uma fênix,
Que voa no sopro de uma brisa,
Que dispersa no ar, as suas cinzas,
Renascendo dela, a alma de quem a habita, você.
Eliz Leão
São como água cristalina,
Com a qual nutro minha sede.
São como estrelas, tão brilhantes,
Cadentes em minha mente,
Cansada e necessitada pela beleza.
Leveza que flutua, como magia
Nas asas flamejantes de uma fênix,
Que voa no sopro de uma brisa,
Que dispersa no ar, as suas cinzas,
Renascendo dela, a alma de quem a habita, você.
Eliz Leão
Eu deixarei que cresça em mim,
A necessidade de amar
Uma única pessoa.
Deixarei que seja, meu destino,
O desejo de me ver,
Na luz do seu olhar,
Enquanto tua voz, canta,
Em todo canto do meu ser.
Eu deixarei os teus sorrisos,
Me alagarem como mar bravio,
Enquanto leio a gargalhada
Que saiu de ti, e me completa a vida.
Eu deixarei que saia de mim,
Todo aquele calor,
Que vai acompanhado do meu toque
Sereno, que vaga pela tua pele,
Tão linda, tão tua, tão desejo meu.
Eu deixarei tua cabeça pousar,
No regaço dos meus abraços,
No compasso, das batidas do meu coração,
E no meu amor, tão seu, quanto eu.
Eliz Leão
A necessidade de amar
Uma única pessoa.
Deixarei que seja, meu destino,
O desejo de me ver,
Na luz do seu olhar,
Enquanto tua voz, canta,
Em todo canto do meu ser.
Eu deixarei os teus sorrisos,
Me alagarem como mar bravio,
Enquanto leio a gargalhada
Que saiu de ti, e me completa a vida.
Eu deixarei que saia de mim,
Todo aquele calor,
Que vai acompanhado do meu toque
Sereno, que vaga pela tua pele,
Tão linda, tão tua, tão desejo meu.
Eu deixarei tua cabeça pousar,
No regaço dos meus abraços,
No compasso, das batidas do meu coração,
E no meu amor, tão seu, quanto eu.
Eliz Leão
Deixe se levar pelas emoções,
São elas que te dão o norte e o sul.
Seja intempéries,
E calmaria.
Seja!
Não sufoque a humanidade.
Onde há sofrimento,
Que se faça ouvir a revolta.
Onde há amor,
Que se ouçam declarações.
Sou feita de turbulência e vôo calmo,
Sorrisos e lágrimas.
Sou.
Sempre serei, a mais pura essência,
Daquilo que você,
Cultivar em mim.
Eliz Leão
São elas que te dão o norte e o sul.
Seja intempéries,
E calmaria.
Seja!
Não sufoque a humanidade.
Onde há sofrimento,
Que se faça ouvir a revolta.
Onde há amor,
Que se ouçam declarações.
Sou feita de turbulência e vôo calmo,
Sorrisos e lágrimas.
Sou.
Sempre serei, a mais pura essência,
Daquilo que você,
Cultivar em mim.
Eliz Leão
Tudo é teu
Quando me olha,
Teu olhar sombreado, pelos cílios espessos
Esperando
Querendo
E conquista,
Eu confesso.
Sou dona do meu ser, mas você se tornou
Parte de minha alma,
A que que desliza, sorrateiramente
Pela primeira vez, em meus pensamentos mais profundos
Tudo é teu,
Quando me toca
Mesmo sem me me tocar
Fisicamente
Enquanto tuas palavras pintam o papel e completam os meus mais intensos desejos.
Sobre como ficamos bem juntos
Nus, um sobre o outro
Desvendando o Kama Sutra.
Eliz Leão
Quando me olha,
Teu olhar sombreado, pelos cílios espessos
Esperando
Querendo
E conquista,
Eu confesso.
Sou dona do meu ser, mas você se tornou
Parte de minha alma,
A que que desliza, sorrateiramente
Pela primeira vez, em meus pensamentos mais profundos
Tudo é teu,
Quando me toca
Mesmo sem me me tocar
Fisicamente
Enquanto tuas palavras pintam o papel e completam os meus mais intensos desejos.
Sobre como ficamos bem juntos
Nus, um sobre o outro
Desvendando o Kama Sutra.
Eliz Leão
Delicadamente, sua pele me ensina, qual o sabor do teu gosto.
Quando minha língua molhada, quente, faminta,
Toca
Aquece
Entumece
Num arrepio desejoso
E no toque dos lábios.
Sinta, eu sinto.
O vapor da minha respiração
Quando sopra as penugens
Que cobre a pele desejada
Amada
Suada
Querendo
Cada suspiro,
Entrecorta meu respirar
Transbordante do teu
Prazer
Incendeia
Regozija
Meu ser, teu ser
Somos, completos
Plenos de gozo e sentir.
Eliz Leão
Quando minha língua molhada, quente, faminta,
Toca
Aquece
Entumece
Num arrepio desejoso
E no toque dos lábios.
Sinta, eu sinto.
O vapor da minha respiração
Quando sopra as penugens
Que cobre a pele desejada
Amada
Suada
Querendo
Cada suspiro,
Entrecorta meu respirar
Transbordante do teu
Prazer
Incendeia
Regozija
Meu ser, teu ser
Somos, completos
Plenos de gozo e sentir.
Eliz Leão
A poesia brinca entre a alma do poeta e a imaginação do leitor
Eliz Leão
Eliz Leão
Ele traça suas poesias, como se elas brincassem de tatuador, e marcassem minha pele, em tinta e agulha.
Usa cores coloridas, porque sempre que fala de mim, ele vê multi cores.
Seus olhos passeiam pelas letras como adoram as curvas do meu quadril.
Suas mãos acariciando as folhas, assim como tocam minha pele.
E ele derrete, se perde nas palavras, transpondo os meus detalhes.
O brilho do meus olhos, servem pra iluminar seu sorriso.
Ao findar do dia, descansa a pena, os olhos e a alma, descrita, no calor dos meus braços.
Eliz Leão
Usa cores coloridas, porque sempre que fala de mim, ele vê multi cores.
Seus olhos passeiam pelas letras como adoram as curvas do meu quadril.
Suas mãos acariciando as folhas, assim como tocam minha pele.
E ele derrete, se perde nas palavras, transpondo os meus detalhes.
O brilho do meus olhos, servem pra iluminar seu sorriso.
Ao findar do dia, descansa a pena, os olhos e a alma, descrita, no calor dos meus braços.
Eliz Leão
Ele me amou em silêncio
Por tantos dias...
Meses.
Sem me falar uma única palavra,
Ele apenas me olhava viver,
Me incentivava a ser,
Sem nunca, nada esperar.
Sorria, quando me via sorrir
E me dava o ombro, o colo e os ouvidos,
Pacientemente,
Quando eu precisava chorar.
Me entendeu, estendeu a mão.
Me trouxe um pouco de si mesmo, a cada opinião.
Sem nunca, nunca me influenciar sobre qualquer coisa que fosse.
Minhas opiniões, eu mantinha, intactas, seladas e comprovadas, com minha própria experiência de vida.
Não que eu não quisesse mudar, mas entenda, eu já tinha idade suficiente, para não mais acreditar.
Principalmente no amor.
E certo dia, já tenso pelo que sentia, ele se abriu, e eu me fechei.
Me fechei para o que ele havia me confessado, sem pretensão de pensar, imaginar sequer, qualquer coisa em troca.
Foram três dias.
Foram mais de mil palavras.
Se desculpando, se culpando, tentando se redimir, da dor que me causou, tentando me rever.
Tentando voltar a me sentir.
Eu lia, chorava, me afastava. Trabalhava, mal comia, e ansiava.
Por ele.
E eu chorei, me afastei e sofri.
Não queria amar, não sabia ser amada. Não mais. Nunca fui, o que mudaria, agora?
Então, aos poucos, meu coração entendeu, que eu só sofria, pela simples ideia de que eu o amava.
E eu o amava. E eu queria viver esse amor, saber o sabor de ser amada!
O amo até hoje. Ele me ama cada dia mais e todos os dias, é exatamente igual a quando começamos a namorar. Mas o amor, ah, esse amor, é tão imenso, eu já nem sei onde ele começa, e onde termina, o meu eu.
Eliz Leão
Por tantos dias...
Meses.
Sem me falar uma única palavra,
Ele apenas me olhava viver,
Me incentivava a ser,
Sem nunca, nada esperar.
Sorria, quando me via sorrir
E me dava o ombro, o colo e os ouvidos,
Pacientemente,
Quando eu precisava chorar.
Me entendeu, estendeu a mão.
Me trouxe um pouco de si mesmo, a cada opinião.
Sem nunca, nunca me influenciar sobre qualquer coisa que fosse.
Minhas opiniões, eu mantinha, intactas, seladas e comprovadas, com minha própria experiência de vida.
Não que eu não quisesse mudar, mas entenda, eu já tinha idade suficiente, para não mais acreditar.
Principalmente no amor.
E certo dia, já tenso pelo que sentia, ele se abriu, e eu me fechei.
Me fechei para o que ele havia me confessado, sem pretensão de pensar, imaginar sequer, qualquer coisa em troca.
Foram três dias.
Foram mais de mil palavras.
Se desculpando, se culpando, tentando se redimir, da dor que me causou, tentando me rever.
Tentando voltar a me sentir.
Eu lia, chorava, me afastava. Trabalhava, mal comia, e ansiava.
Por ele.
E eu chorei, me afastei e sofri.
Não queria amar, não sabia ser amada. Não mais. Nunca fui, o que mudaria, agora?
Então, aos poucos, meu coração entendeu, que eu só sofria, pela simples ideia de que eu o amava.
E eu o amava. E eu queria viver esse amor, saber o sabor de ser amada!
O amo até hoje. Ele me ama cada dia mais e todos os dias, é exatamente igual a quando começamos a namorar. Mas o amor, ah, esse amor, é tão imenso, eu já nem sei onde ele começa, e onde termina, o meu eu.
Eliz Leão
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