*Amante in(sone)*
A noite,
na insônia
da madrugada,
é que meu pensamento
viaja…
E meu corpo,
como se te elegesse
“meu dono”,
reage, queimando
em brasa…
buscando
uma fagulha
de você.
Entregue
a pensamentos
indecentes…
desperto,
me sonhando
ardentemente
possuída
com sua fome
em fúria…
Na luxúria
dos desejos
que imagino
saciar
com você.
Te abraçando
com as pernas,
com as ancas
arqueadas,
preenchida
profundamente,
enquanto vigoroso,
você nos embala…
Nessa dança
ofegante,
comigo em você
agarrada,
me arrasta
na cama,
empurra
e não para…
não para…
Entre nossos
gemidos
e os rangidos
da cama,
fomos pegos
pelo cupido,
e este desejo
nos atingiu
como um tiro…
Que só será
resolvido
quando exauridos,
deixarmos
a libido
nos acabar
de prazer!
Quero ver
seu sorriso bobo
quando eu acabar
com você…
dentro de mim…
Enquanto te encaro
profundamente,
te devolvendo
um sorriso
grato
e sacana.
Me desfazendo
na cama,
ainda sentindo
você pulsar,
metido
e arfante,
desfeito
dessa sua
postura elegante.
Como amante…
e nada mais
além de nós.
In(sone),
vem me amar!
MarU
#
@eliz_leao
Eliz Leão
447
posts
16
Seguidores
32
Seguindo
Séries por #
@CrisRibeiro
Cristiane Inácio Ribeiro Carneiro
@fernando
Fernando Alves
@Sjangelsautora
sj Angels
@marcoshmartinsescritor
Marcos H. Martins
@calorliterario_
Lidiane Queiroz Bastos
@suyanngomesss
Suyanne Gomes
@elianelitaescritora
Eliane Lita Escritora
@JuNaiane
Jusley Naiane
@rafaelaraujoescritor
RAFAEL ARAUJO
@laurabravelli
Laura Bravelli
@MarU
Mar.U
@lisandra
Lisandra Mattos
@corinievre
Corine Gueniévre
@deivesferraz
Deives Gabriel Ferraz
@zamiescritora
Zami Fernandez
@literunico
Eder B. Jr.
@Sjangelsautora
sj Angels
@robsonmachado
Robson Luiz Fernandes Machado
@legiao
Urbana Legio Omnia Vincit
@ricardolloco
Ricardo LLoco
@purapoesia
Adriel Alves Magalhaes
@rafaelaraujoescritor
RAFAEL ARAUJO
@tamarasfawkes
Tamara S. Fawkes
@autorpedrobarretho
Pedro Rogério Villar Barreto
@inifadadresch
Inifada Dresch
@cassescreve
Cass Razzini
@fernandopaz
Fernando Paz de Alvarenga
@tibianchini
Tiago Bianchini Fidalgo
@bianca
Bianca Leão
@classicos
Clássicos da Literatura
@Cilene
CILENE RESENDE
@novidadesliterunico
Novidades Literunico
@deivesferraz
Deives Gabriel Ferraz
@Branca20
Branca
@MarU
Mar.U
@aleituracria
A Leitura Cria
@eduliguori
EDU LIGUORI
@feelings
Feelings
@cadantasautora
Carolina Dantas
@fksilvain
F. K. Silvain
@ricardoathos
Ricardo Athos
@berthamachadoo
Bertha Machado
@JuNaiane
Jusley Naiane
@Albertobusquets
Alberto Knobbe Busquets
@CrisRibeiro
Cristiane Inácio Ribeiro Carneiro
@calorliterario_
Lidiane Queiroz Bastos
@lendasurbanas
Lendas Urbanas
@literunico
Eder B. Jr.
#Desafio 125
*Som de piano*
O som
das teclas do piano
acionadas
fazem bater o martelo.
As cordas
vibram o tom,
o pianista
toca a melodia.
Ouvir a música
é tão bom!
Sinto-me em sintonia
ao som do piano.
Alinho meus tons
ao som
e me transformo
em música vibrante
dentro do meu coração.
Esqueço
o que martela por dentro,
e me entrego…
Neste momento…
Sou a música
no mesmo tom,
sou o pianista
tocando o som,
sou o piano
vibrando emoção.
MarU
*Som de piano*
O som
das teclas do piano
acionadas
fazem bater o martelo.
As cordas
vibram o tom,
o pianista
toca a melodia.
Ouvir a música
é tão bom!
Sinto-me em sintonia
ao som do piano.
Alinho meus tons
ao som
e me transformo
em música vibrante
dentro do meu coração.
Esqueço
o que martela por dentro,
e me entrego…
Neste momento…
Sou a música
no mesmo tom,
sou o pianista
tocando o som,
sou o piano
vibrando emoção.
MarU
O menino e o buraco
Era uma vez, um menino. Nasceu como todos os outros, mas tinha uma peculiaridade: um pequeno buraco no peito.
No início, era um buraco muito pequeno, quase imperceptível. Os pais tentaram fechá-lo assim que o perceberam, mas o buraco era tão pequeno que nem uma agulha passou.
Conforme crescia, o buraco crescia com ele.
Era uma criança comum e se divertia com esse pequeno detalhe, como quando a luz passava através dele e formava um arco-íris do outro lado ou quando a brisa o transpassava e ele se arrepiava com cócegas, caindo em seguida na gargalhada. A vida parecia simples e o buraco, um pequeno espaço para muitas brincadeiras.
Até que chegou o tempo de frequentar a escola e lá, o que antes era imperceptível se tornou evidente. As outras crianças apontavam, riam dele e embora não entendesse o que acontecia, começou a se perceber diferente. Ainda tentou se aproximar, mas as respostas eram sempre incisivas: “Aqui só há lugar para pessoas inteiras”. Mesmo sem querer, gradualmente, o menino começou a se afastar e tentar, desesperadamente, esconder o seu buraco, do qual passou a se envergonhar.
Descobriu que tinha habilidade para desenhar e sua primeira ideia foi desenhar um coração por cima. Isso, porque, nem os médicos sabiam como ele vivia, já que o buraco estava posicionado exatamente no lado esquerdo do peito. Embora sem comprovação, acredita-se que seu corpo todo pulsava como um coração e era o que o mantinha vivo.
Essa tentativa despertou alguma curiosidade alheia, mas não durou muito - o papel era muito fino e bastava um vento mais forte para que seu buraco fosse revelado.
Um dia, descobriu o violão. Nele, havia um buraco igual ao seu e ficou surpreso quando percebeu que as cordas faziam ressoar melodias que o acalmavam. Decidiu imitar e amarrou algumas cordas na sua pele e foi uma grande felicidade sentir seu corpo todo vibrar. E isso funcionou por um tempo. As pessoas paravam para ouvi-lo, mesmo que nunca escutassem o que tinha a dizer.
Seu corpo continuou a crescer e com ele, o buraco. As cordas de tão esticadas, não resistiram e se romperam. O menino se deparava, novamente, com o silêncio. Algumas lágrimas escorreram e, por um breve momento, quase soube o que era compaixão. Alguém se aproximou e tentou abraça-lo, mas os braços o transpassaram, fazendo com que a pessoa caísse do outro lado.
Em momentos assim, gostava de olhar o céu. Admirando a lua, como um buraco na noite por onde a luz passava. Sentia que eram feitos do mesmo mistério: ausências que traziam claridade.
Tentou se reinventar muitas vezes, buscando utilidades e formas de usar o buraco. E assim, se forçou a caber em lugares que não pertencia. E o que antes era um buraco, agora parecia um vazio.
Gradualmente, ninguém mais o enxergava (nem ele próprio), o buraco havia se tornado tão grande, que as pessoas viam através dele. O menino com um buraco agora era um buraco com um menino.
Sem saber mais o que fazer, se dirigiu a um abismo. Era um grande buraco também e imaginou que ali houvesse entendimento. Sozinho, gritou e ouviu o abismo responder com um eco. Estranhamente, ao se ouvir em uma resposta, se lembrou o que há muito havia esquecido: quem era. E algo inesperado aconteceu: naquele instante, o buraco se retraiu.
Ele gritou mais uma vez e a cada retorno, o buraco diminuía o suficiente para devolver sua humanidade e assim, decidiu percorrer todo o caminho de volta e a cada passo, seu buraco reduzia relembrando os dias felizes em que a luz formava arco-íris.
Até que em determinado ponto da estrada, uma luz, repentinamente, o ofuscou, fazendo que caísse no chão. Conforme seus olhos iam se adaptando, viu uma silhueta de alguém pela qual a luz transpassava. Nela, para sua surpresa, havia um buraco como o seu.
Ela estendeu as mãos e o levantou dizendo que estava em busca do mesmo abismo, que ele acabava de retornar. Com tantas semelhanças, seus buracos pareceram pequenos e sentaram lado a lado.
Riram juntos daquilo que até então os tinha feito chorar. Se entendiam, mesmo em seus eventuais silêncios até que se abraçaram e seus buracos ficaram sobrepostos como um eclipse, luz e sombra se encontraram naquele lugar.
Decidiram voltar juntos. Não haviam encontrado um ao outro; encontraram a si mesmos naquela surpreendente verdade: um buraco era apenas um lugar de preenchimento.
Era uma vez, um menino. Nasceu como todos os outros, mas tinha uma peculiaridade: um pequeno buraco no peito.
No início, era um buraco muito pequeno, quase imperceptível. Os pais tentaram fechá-lo assim que o perceberam, mas o buraco era tão pequeno que nem uma agulha passou.
Conforme crescia, o buraco crescia com ele.
Era uma criança comum e se divertia com esse pequeno detalhe, como quando a luz passava através dele e formava um arco-íris do outro lado ou quando a brisa o transpassava e ele se arrepiava com cócegas, caindo em seguida na gargalhada. A vida parecia simples e o buraco, um pequeno espaço para muitas brincadeiras.
Até que chegou o tempo de frequentar a escola e lá, o que antes era imperceptível se tornou evidente. As outras crianças apontavam, riam dele e embora não entendesse o que acontecia, começou a se perceber diferente. Ainda tentou se aproximar, mas as respostas eram sempre incisivas: “Aqui só há lugar para pessoas inteiras”. Mesmo sem querer, gradualmente, o menino começou a se afastar e tentar, desesperadamente, esconder o seu buraco, do qual passou a se envergonhar.
Descobriu que tinha habilidade para desenhar e sua primeira ideia foi desenhar um coração por cima. Isso, porque, nem os médicos sabiam como ele vivia, já que o buraco estava posicionado exatamente no lado esquerdo do peito. Embora sem comprovação, acredita-se que seu corpo todo pulsava como um coração e era o que o mantinha vivo.
Essa tentativa despertou alguma curiosidade alheia, mas não durou muito - o papel era muito fino e bastava um vento mais forte para que seu buraco fosse revelado.
Um dia, descobriu o violão. Nele, havia um buraco igual ao seu e ficou surpreso quando percebeu que as cordas faziam ressoar melodias que o acalmavam. Decidiu imitar e amarrou algumas cordas na sua pele e foi uma grande felicidade sentir seu corpo todo vibrar. E isso funcionou por um tempo. As pessoas paravam para ouvi-lo, mesmo que nunca escutassem o que tinha a dizer.
Seu corpo continuou a crescer e com ele, o buraco. As cordas de tão esticadas, não resistiram e se romperam. O menino se deparava, novamente, com o silêncio. Algumas lágrimas escorreram e, por um breve momento, quase soube o que era compaixão. Alguém se aproximou e tentou abraça-lo, mas os braços o transpassaram, fazendo com que a pessoa caísse do outro lado.
Em momentos assim, gostava de olhar o céu. Admirando a lua, como um buraco na noite por onde a luz passava. Sentia que eram feitos do mesmo mistério: ausências que traziam claridade.
Tentou se reinventar muitas vezes, buscando utilidades e formas de usar o buraco. E assim, se forçou a caber em lugares que não pertencia. E o que antes era um buraco, agora parecia um vazio.
Gradualmente, ninguém mais o enxergava (nem ele próprio), o buraco havia se tornado tão grande, que as pessoas viam através dele. O menino com um buraco agora era um buraco com um menino.
Sem saber mais o que fazer, se dirigiu a um abismo. Era um grande buraco também e imaginou que ali houvesse entendimento. Sozinho, gritou e ouviu o abismo responder com um eco. Estranhamente, ao se ouvir em uma resposta, se lembrou o que há muito havia esquecido: quem era. E algo inesperado aconteceu: naquele instante, o buraco se retraiu.
Ele gritou mais uma vez e a cada retorno, o buraco diminuía o suficiente para devolver sua humanidade e assim, decidiu percorrer todo o caminho de volta e a cada passo, seu buraco reduzia relembrando os dias felizes em que a luz formava arco-íris.
Até que em determinado ponto da estrada, uma luz, repentinamente, o ofuscou, fazendo que caísse no chão. Conforme seus olhos iam se adaptando, viu uma silhueta de alguém pela qual a luz transpassava. Nela, para sua surpresa, havia um buraco como o seu.
Ela estendeu as mãos e o levantou dizendo que estava em busca do mesmo abismo, que ele acabava de retornar. Com tantas semelhanças, seus buracos pareceram pequenos e sentaram lado a lado.
Riram juntos daquilo que até então os tinha feito chorar. Se entendiam, mesmo em seus eventuais silêncios até que se abraçaram e seus buracos ficaram sobrepostos como um eclipse, luz e sombra se encontraram naquele lugar.
Decidiram voltar juntos. Não haviam encontrado um ao outro; encontraram a si mesmos naquela surpreendente verdade: um buraco era apenas um lugar de preenchimento.
Ouroboros
Hoje
Eu pensei que queria
E sonhei que gostaria
Que tudo fosse diferente.
Mas aí percebi
Que eu não seria eu, e
Não me diferenciaria.
Meus gostos alterariam.
O igual, o real e
Os sonhos mudariam.
E, provavelmente,
Não estaria sonhando diferente:
Pensaria muito que quereria
Ser o "eu"
De hoje em dia.
Alberto Busquets.
#Desafio 120
Hoje
Eu pensei que queria
E sonhei que gostaria
Que tudo fosse diferente.
Mas aí percebi
Que eu não seria eu, e
Não me diferenciaria.
Meus gostos alterariam.
O igual, o real e
Os sonhos mudariam.
E, provavelmente,
Não estaria sonhando diferente:
Pensaria muito que quereria
Ser o "eu"
De hoje em dia.
Alberto Busquets.
#Desafio 120
Meu relógio
parou no tempo.
Eu, encantado,
cheguei atrasado.
Topei em várias
abóboras,
Mas nenhum
sapato cristalizado.
tristes tempos,
tristes dias...
Belos sonhos
de fantasias distantes...
Hoje
temos um príncipe
redpill,
uma princesa
traumatizada
e um dragão vegano.
Daria uma bela história
se alguém,
alguma vez,
a escrevesse
por engano.
Alberto Busquets.
#Desafio 121
parou no tempo.
Eu, encantado,
cheguei atrasado.
Topei em várias
abóboras,
Mas nenhum
sapato cristalizado.
tristes tempos,
tristes dias...
Belos sonhos
de fantasias distantes...
Hoje
temos um príncipe
redpill,
uma princesa
traumatizada
e um dragão vegano.
Daria uma bela história
se alguém,
alguma vez,
a escrevesse
por engano.
Alberto Busquets.
#Desafio 121
Oferta
Isto é tudo o que tenho.
Pode ser pouco para o mundo,
mas é muito para mim.
Este é todo o meu empenho.
Se para o mundo não basta,
não lhe importa seu fim.
Mas do esforço que tenho
(pedra que se engasta)
não guardo um vintém:
dedico somente a quem
vê um mundo em mim.
Alberto Busquets.
#Desafio 122
Isto é tudo o que tenho.
Pode ser pouco para o mundo,
mas é muito para mim.
Este é todo o meu empenho.
Se para o mundo não basta,
não lhe importa seu fim.
Mas do esforço que tenho
(pedra que se engasta)
não guardo um vintém:
dedico somente a quem
vê um mundo em mim.
Alberto Busquets.
#Desafio 122
quando meus olhos bateram nos teus
soube no íntimo: perdi a luta
teu riso baixou minha guarda
como não cair de amores?
vitória seria pousar em tua boca
dar-lhe uma chave de abraço
admirar a constelação de teus olhos
desfaleço, apaixonado
rendo-me ao encanto
não faço questão de revidar.
soube no íntimo: perdi a luta
teu riso baixou minha guarda
como não cair de amores?
vitória seria pousar em tua boca
dar-lhe uma chave de abraço
admirar a constelação de teus olhos
desfaleço, apaixonado
rendo-me ao encanto
não faço questão de revidar.
#Desafio 123
*Sente a chuva?*
Aquela sensação
de arrepio,
quando me toca,
ativando
minha libido.
Você tem poder
sobre mim
nessas mãos.
És senhor
dos meus desejos,
até em sonhos
te vejo.
O toque
dos seus dedos
vem com raios
e trovões.
Contraio
intimamente…
Involuntariamente…
Meu ventre
anunciando
que sou tua.
Sente a chuva…
Encharcando
minha vulva?
Como terra
penetrada
pela água
da chuva,
umedeço
entre as pernas,
aguardando
suas mãos.
Acorda
meu corpo,
dissolvo
nessas mãos
de tempestade.
Sou terra pelada,
aguardando
o plantio novo,
a semente molhada
do teu gozo.
Divindade.
Nosso fogo
é incêndio
poderoso.
Deus da luxúria,
meu pecado
é você,
minha interna
devoção.
MarU
*Sente a chuva?*
Aquela sensação
de arrepio,
quando me toca,
ativando
minha libido.
Você tem poder
sobre mim
nessas mãos.
És senhor
dos meus desejos,
até em sonhos
te vejo.
O toque
dos seus dedos
vem com raios
e trovões.
Contraio
intimamente…
Involuntariamente…
Meu ventre
anunciando
que sou tua.
Sente a chuva…
Encharcando
minha vulva?
Como terra
penetrada
pela água
da chuva,
umedeço
entre as pernas,
aguardando
suas mãos.
Acorda
meu corpo,
dissolvo
nessas mãos
de tempestade.
Sou terra pelada,
aguardando
o plantio novo,
a semente molhada
do teu gozo.
Divindade.
Nosso fogo
é incêndio
poderoso.
Deus da luxúria,
meu pecado
é você,
minha interna
devoção.
MarU
Domingamos
Sozinhas…
Meia luz
Pernas entreabertas
Esperando tua língua a
massagear meu clitóris
Abro mais, fome, sede
De você, saudade
Do teu gosto
Do teu cheiro
Das mãos nos teus cabelos
Puxando pra mim
Urgente
Pedinte
Querendo
Tua boca molhada
Teu olhar de promessa
Os seios roçando os meus
Teu corpo quente
Minha pele febril
Tua respiração no meu ouvido
Teus dedos passeando sem pressa
Mas, sabendo o caminho
Minha vontade se derramando
Te chamando
Impondo
Fica
Me toma
Me faz tua.
Mulher.
Sozinhas…
Meia luz
Pernas entreabertas
Esperando tua língua a
massagear meu clitóris
Abro mais, fome, sede
De você, saudade
Do teu gosto
Do teu cheiro
Das mãos nos teus cabelos
Puxando pra mim
Urgente
Pedinte
Querendo
Tua boca molhada
Teu olhar de promessa
Os seios roçando os meus
Teu corpo quente
Minha pele febril
Tua respiração no meu ouvido
Teus dedos passeando sem pressa
Mas, sabendo o caminho
Minha vontade se derramando
Te chamando
Impondo
Fica
Me toma
Me faz tua.
Mulher.
#Desafio 124
*Faz parte de amar*
Bem de vagar,
vai tirando
de dentro de mim…
Escorrendo
entre minhas coxas,
pulsando,
gemendo,
sensível…
Ereto
e exausto,
ainda me querendo…
Visivelmente excitado,
precisando
de um tempo
para se recuperar.
Ofegante…
Falta fôlego!
O rosto
sente dormente.
Nosso gozo
esbranquiçado,
aos poucos…
Derretendo-se…
Com o calor do corpo,
dentro de mim.
Nosso cheiro
de sexo no ar…
nossas peles vermelhas,
de tanto amar…
Repousa
ao meu lado,
em meus seios,
acariciado
em meus braços.
Meus dedos
delicados,
a te agradar.
Minha atenção
é toda sua
neste momento!
Vamos aproveitar
o nosso tempo!
Isso faz parte
de amar.
MarU
*Faz parte de amar*
Bem de vagar,
vai tirando
de dentro de mim…
Escorrendo
entre minhas coxas,
pulsando,
gemendo,
sensível…
Ereto
e exausto,
ainda me querendo…
Visivelmente excitado,
precisando
de um tempo
para se recuperar.
Ofegante…
Falta fôlego!
O rosto
sente dormente.
Nosso gozo
esbranquiçado,
aos poucos…
Derretendo-se…
Com o calor do corpo,
dentro de mim.
Nosso cheiro
de sexo no ar…
nossas peles vermelhas,
de tanto amar…
Repousa
ao meu lado,
em meus seios,
acariciado
em meus braços.
Meus dedos
delicados,
a te agradar.
Minha atenção
é toda sua
neste momento!
Vamos aproveitar
o nosso tempo!
Isso faz parte
de amar.
MarU