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@aleituracria há 1 ano
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Pessoal, quem já chegou na página 48 do segundo livro do clube, O Alienista, já pode comentar o que está achando, já criei o tópico lá!
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@tibianchini · há 1 ano
Adoro O Alienista. O li aos 10 anos de idade. Foi assim que me iniciei na obra de Machado de Assis.
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@berthamachadoo há 1 ano
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Vamos de revelação de capa? Bom, demorou muito pra decidir como seria essa capa, eu ia usar uma ilustração, mas achei que esse conto pedia uma imagem real, pra conseguir a imagem eu mesma tive que ir até um vendedor e pedir pra tirar essas fotos, enfim, ficou assim:
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@versoparalelo há 1 ano
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O sentido é a gente quem cria, A vida é para ser sentida, A vida não depende da gente, Mas a gente depende da vida
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 29 - Fale sobre um livro de guerra! Não gosto de livros de guerra e não sei se posso dizer que este é um livro de guerra. Comprei para mim, li e gostei, e depois acabei lendo outro livro com a biografia de Malala para meus alunos. Acho que, em sentido amplo, Malala lutou contra o Talibã pelos direitos das meninas a estudar, por isso estou encaixando aqui. Acho uma história inspiradora, que nos traz uma realidade bem diferente da nossa, ampliando os horizontes. #Link365TemasLivros
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@autoramarianaaguiar há 1 ano
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E assim, depois da reflexão do post anterior, veio outra pergunta: "O que realmente importa para mim? Por que, tantas vezes, ignoro meus próprios desejos e sou tão impulsiva com coisas que só parecem atrativas no momento? Depois, acabo frustrada, mesmo sabendo, desde o início, que não era tudo aquilo." Alguém mais já se pegou nesse ciclo? Já resolveu ele? Quais seriam suas dicas?
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@autoramarianaaguiar há 1 ano
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Faz alguns dias que não posto aqui, estava exausta. Mas hoje me veio um pensamento estranho e, ao mesmo tempo, confortável: "Em que momento temos olhares fiéis, doces e dedicados ao autocuidado? E por que, tantas vezes, nos machucamos por algo que não será eterno?" Não sei vocês, mas essas perguntas continuam martelando na minha cabeça. E por aí, já refletiram sobre isso?
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@sylvviarubra há 1 ano
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#desafio 365 dias Dia 29 - a dançarina Ela dançava. Se por felicidade ou desespero, nunca saberei Convenço-me que pelos dois. Ela dançava descalça; seus pés deviam ter 40 anos de passos desritmados. Mas os seus gestos, naquela praça, destoavam dos nossos gestos de esperadores de ônibus e transeuntes anônimos. A dança talvez fosse um modo de não ser invisível. Enquanto dançava, afastava de si o cidadão de bem que lhe pensava como criminosa, por dar outro ritmo à praça; chamava para si a atenção da criança, que nunca vira aquilo. Afinal fomos educados que a dança é para a festa. Ou para o pecado. E, normalmente, estas estão juntas. Pego meus ônibus, inerte. E me pego pensando em quantas vezes ela repetiria aquela coreografia.
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@MarU · há 1 ano
Em meu cantinho no ponto de ônibus, estaria absorta, inerte, mas em minha mente, dançando como ela. Sem estranheza, mas admirada pela coragem de ser quem é. Como gostaria! 🥹❤️🩰
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@danielcaetano há 1 ano
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No auge de uma civilização alienígena, o Tecelão enfrenta um dilema moral devastador: apertar um botão que porá fim à guerra entre dois mundos, mas ao custo da destruição de um deles. Relutante, ele cede à lógica inexorável de sua sociedade, dando início a uma sequência de eventos que reverberará por eras. Milênios depois, o fragmento do planeta destruído pelo Tecelão cruza o espaço interestelar e encontra seu destino num pequeno planeta, então dominado pela biodiversidade. A colisão, resultado da decisão de um ser em um ponto distante do cosmos, marca o fim de uma era de continuidade na história do planeta. O conto acompanha os momentos antes, durante e após o impacto devastador. Por meio do olhar de criaturas primitivas o leitor testemunha o poder destrutivo do asteroide que selou o destino do jovem planeta. À medida que o mundo mergulha em fogo, escuridão e frio, acompanhamos o esforço de sobrevivência da vida. Um símbolo de resiliência se adapta às novas condições hostis e perpetua sua linhagem até que, milhões de anos depois, seus descendentes assumem o controle do planeta. Com uma narrativa que alterna entre o micro e o macro, "Chicxulub" conecta o colapso de uma civilização alienígena ao evento que transformou a Terra e moldou o futuro da humanidade. É uma reflexão sobre o impacto das escolhas, o poder da natureza e o ciclo de destruição e renovação que rege o cosmos.
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@carlajaia há 1 ano
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Terminei meu quarto conto. Trechinho abaixo. Chama-se Restos. É o primeiro que escrevi narrado em primeira pessoa. Um grande desafio. Tenho muoto a revisar ainda.
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@eduliguori há 1 ano
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À boca o velho amigo que o mata devagar sob a fumaça e os encantos da droga diária vence o silêncio em tragadas profundas o cinzeiro sujo é como relógio, marca as horas pode ouvir o estalar das folhas queimadas exala pelo nariz nuvens embaçadas de confusão a visão da corrente de ar atravessa os óculos pensamentos vem e vão desordenados bate o bastão para colher as cinzas mortas ritual sem sentido que acolhe seu vazio enquanto escreve sua existência se aproxima mais de seu fim onde está o isqueiro? mais um capítulo um novo processo velho repetido angustiado traga a vida pela boca entre os dentes amarelados corrói os pulmões e preenche os espaços assim passa o tempo que o detém ou que convém vício antigo do homem que não se incomoda com a longevidade vive apenas das baforadas que exalam sua ausência e marcam o sofá com queimaduras os dedos com nicotina as unhas com o rancor de uma dor desconhecida fumou aquela vida como se fosse a última Edu LIguori
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@eduliguori há 1 ano
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Tem um zumzum aqui no peito que não me deixa não é assim uma dor nem uma queixa é só esse maldito zum zum zum zum zum um ruído estranho, surdo, mas não é novo ele vem de vez em quando, quando ele vem é tipo moeda velha, cruzeiro, cruzado, vintém vale mais nada, mas tá sempre vindo aqui, de novo enquanto respiro, penso e solto um suspiro longo e fundo as vistas então marejam, embaça a visão, os olhos já cansados é como uma leseira sem idade, coisa típica dos poetas aparvalhados o verso vai crescendo, saindo sem muito conteúdo nada muito profundo só um zumzum mais um Edu Liguori
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@purapoesia há 1 ano
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Reflexão és tu mais do que um reflexo oɥןǝdsǝ ɹǝs oɐ̰u ɐɹɐd 'ɹıʇǝןɟǝɹ
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Amei! A ilustração e o sentido. Acho que um dos maiores desafios é libertar dos espelhos que devolvem o que não somos…
@MarU · há 1 ano
Li no threads e mesmo relendo aqui, o impacto é o mesmo. Tipo um feitiço de bruxo, como fez issoooo?! 🤌😅❤️❤️❤️ Adorei
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@danielcaetano há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 29 - Fale sobre um livro de guerra! #Link365TemasLivros Faz bastante tempo que li, mas lembro da empolgação a cada página que lia. Pra quem gosta de história da guerra, “Azincourt” é um prato cheio; é o “clássico” Bernard Cornwell que todos nós amamos e, devo dizer, uma excelente porta de entrada pra quem deseja conhecer esse autor. “Azincourt” é uma representação fidedigna de um dos períodos mais marcantes e emblemáticos da Guerra dos Cem Anos — a famosa guerra entre Inglaterra e França — do ponto de vista de um dos arqueiros ingleses. A força de "Azincourt" reside na sua capacidade de combinar fatos históricos com uma narrativa ficciona de um jeito que só o Cornwell sabe fazer. É quase uma aula de História. Ele retrata a brutalidade e a glória da guerra (se é que isso existe), com clareza de dar inveja; ele praticamente nos joga no meio da batalha enquanto lemos e, acreditem, dá sufoco só de ler a cena. A batalha final desse livro é um soco no estômago (lembram da “Batalha dos Bastardos” em Game of Thrones?, é parecido). A precisão histórica, a pesquisa (Cornwell teve o cuidado de acessar os Arquivos da Biblioteca da Inglaterra para coletar os nomes verdadeiros dos arqueiros que participaram da batalha), a narrativa e os personagens são impressionantes. Eu destaco o “mentor” do personagem principal. Um sujeito hilário que xinga e fala palavrões como só o Cornwell podia imaginar. É bem aquele tipo de coadjuvante que rouba todas as cenas em que está presente. Resumindo, pois não quero dar nenhum spoiler, “Azincourt’ é um dos livros que carrego pela vida, e certamente é um dos que influenciaram meu trajeto na escrita.
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@MarU há 1 ano
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Curtinho *Sensível* A sensibilidade nos rege. Somos gente que sente, Á flor-da-pele. MarU
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@purapoesia · há 1 ano
Sentir é viver, é o que nos diferencia das máquinas. Ainda que tantas vezes doa! Cultivemos a flor da pele para lembrarmos que somos gente.
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@tamarasfawkes há 1 ano
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Olá!!! Entrei num estado de luto pós finalizar a minha história da Legião e por isso não consegui nem mesmo escrever o fim (mas já está tudo encaminhado). Parece que estou me negando a finalizar de fato. Alguém se sente assim? Achei que iria ficar eufórica, feliz, mas eu não quero me despedir. Inclusive "O Meu Nome é Legião" vai chegar com capa NOVA! Se você ainda não comprou a amostra-degustação, o post está fixado no meu perfil, apenas R$2 e você me apoia neste projeto! #catarse #escritorindependente #capítulodeamostra #tamarasfawkes
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@fksilvain há 1 ano
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Menos de 100h para o lançamento de "Carícias sob o céu: a história de Duda & Davi". Mas já está na pré-venda, se você quiser se adiantar. 😉
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