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@eliz_leao há 1 ano
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Eu sou o fio da navalha Que corta a carne e rasteja Que decepa e desalma aquilo que não ousa ser meu. A alma falha Que cala e consente o estupro Que paga,e normaliza, a soltura dos réus, amigos meus. Que vilipendía, vivas ou mortas, Meninas, mulheres, famílias Que vende e organiza o ataque. Que estuda a maneira mais vil, de culpá-la, Por existir e pelo meu desejo planejado, cultivado, de sangrá-la, por se recusar a ser minha. O objeto do meu desejo e poder. O machismo cala, enquanto você consente. Eliz Leão
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@omathreis há 1 ano
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Redenção Ele abriu os olhos com dificuldade, sua cabeça latejava; tudo parecia ser mais uma enorme ressaca. Depois de algumas tentativas e algumas ânsias de vômito, ele conseguiu se sentar naquela cama que nada se assemelhava com a dele. O desespero se instaurou rapidamente em sua mente. — Que lugar é esse? Ele olhou ao redor, procurando algum indício que pudesse fazê-lo entender onde estava, mas não obteve sucesso. O quarto era escuro, não tinha janela, e a única fonte de luz era a lâmpada que balançava acima de sua cabeça, lançando sombras trêmulas por todo o cômodo, presa por um cabo solto que caía do teto, onde deveria estar fixada. As paredes estavam manchadas, e um líquido negro e viscoso vazava do teto e escorria pela parede à sua direita. O cheiro que impregnava o ar era quase insuportável, uma mistura de mofo, ferrugem e mais alguma coisa que ele não conseguia distinguir e preferiu não pensar muito sobre o que poderia ser. A única saída parecia ser uma grande porta metálica que se erguia à sua frente, mas não tinha nenhuma maçaneta na parte de dentro, ou algo que o fizesse acreditar que seria fácil abri-la. Ele tentou se lembrar de como poderia ter ido parar ali, mas sua mente estava completamente bagunçada; todas as suas memórias não passavam de grandes borrões. Até seu próprio nome lhe escapava. Um caderno de capa preta que estava no chão, ao lado da cama, chamou sua atenção. Ele o alcançou e começou a folhear, passou por algumas folhas em branco até encontrar palavras trêmulas escritas em letras garrafais. “VOCÊ PRECISA SE LEMBRAR” “VOCÊ PRECISA ACEITAR” “VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO!” Seu estômago revirou. Sentiu um arrepio gelado na nuca, como se alguém estivesse respirando muito perto de seu pescoço. Mas, ao girar o corpo, encontrou apenas o vazio. Ele se revirou mais algumas vezes, procurando por algo que nem sabia o que era — ou se queria encontrar. Então, ele congelou. Seu coração martelava no peito. Ele se virou na direção da porta. O som de algo arranhando o concreto irrompeu e quebrou o silêncio da sala, que, a essa altura, já tinha permitido com que ele conseguisse escutar a estática da energia que alimentava a lâmpada. Por alguns segundos, o silêncio se fez presente de novo, mas o som do concreto sendo rasgado do lado de fora da porta se repetiu. Lento. Deliberado. E uma voz. Uma voz baixa e rouca, sussurrando palavras soltas, sem sentido. “SOZINHO” “FALSAS PROMESSAS” “SONHOS DESPEDAÇADOS” “SOZINHO, SOZINHO, SOZINHO, SOZINHO” Ele recuou, sentiu o ar faltar quando pisou em algo gelado e viscoso. Olhou para a parede onde o líquido negro escorria, e agora ela estava quase toda encharcada; aquilo tinha alcançado seus pés. Ele se abaixou e encostou o dedo no líquido a fim de investigar o que era e, no mesmo instante, se arrependeu. Era aquilo que estava impregnando o ar com cheiro de ferrugem: sangue. A lâmpada piscou violentamente. Ele percebeu que sua sombra já não o acompanhava. Ele estava agachado, mas sua sombra continuava em pé. Ele se ajoelhou, o desespero tomou conta de todo o seu ser. Ele gritou. Gritou o mais forte e alto que conseguia. Sua cabeça girava, sua mente parecia querer lhe pregar algum tipo de peça — ou até mesmo abandoná-lo. Sua consciência foi tomada por uma série de visões, visões de outras pessoas presas nesse mesmo quarto, partilhando de um mesmo desespero, se afogando nessa mesma existência miserável. Demorou um pouco, mas ele finalmente percebeu: não eram outras pessoas, eram versões dele mesmo. Preso sozinho nesse quarto escuro, batendo a cabeça contra a parede enquanto tentava escrever palavras com sangue em mais uma folha em branco, em mais uma tentativa falha de entender toda aquela merda que fazia ele ser ele. Ele voltou a si quando aquele barulho de coisa rasgando irrompeu pela sala mais uma vez, mas agora não era concreto que rasgava — era metal. (acesse o epub para ler o texto completo!)
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Publicação Literunico
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Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
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@eliz_leao há 1 ano
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Voe como os ventos, que cortam os éguas, Singrande as marés, soprando velas. Voe nas as do beija-flor, assim rápido quanto, Enquanto branca de ser delicadeza. Voe, nos labios de um marinheiro que assovia, cantando sua música favorita, no balanço do mar. Voe, como as nuvens no céu cinzento, procurando um vislumbre de sol. Voe como um filhote de águia, que salta do pico neve mais alto, em busca da alegria e da imensidão, que representa a liberdade. Eliz Leão Voa como os ventos que atravessam os mares. Navegando pelas marés, soprando as velas. Voa nas asas do beija-flor, tão rápido como, Enquanto brincava de ser delicado. Voar sobre os lábios de um marinheiro que assobia, cantando sua canção favorita, no balanço do mar. Voa como as nuvens no céu cinzento, à procura de um vislumbre de sol. Voa como uma águia bebé, que salta do pico mais alto de neve, em busca de alegria e imensidão, que representa a liberdade. Eliz Leão
Traduzido automaticamente do inglês.
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Voe como os ventos, que cortam os mares, Singrando as marés, soprando velas. Voe nas asas do beija-flor, tão rápido quanto, Enquanto brinca de ser delicadeza. Voe, nos lábios de um marinheiro que assovia, cantando sua música favorita, no balanço do mar. Voe, como as nuvens no céu cinzento, procurando um vislumbre de sol. Voe como um filhote de águia, que salta do pico nevado mais alto, em busca da alegria e da imensidão, que lhe representa a liberdade. Eliz Leão Fly like the winds that cut through the seas, Sailing the tides, blowing out the sails. Fly on the wings of the hummingbird, as fast as, While playing at being delicate. Fly on the lips of a sailor who whistles, singing his favorite song, in the swaying of the sea. Fly like the clouds in the gray sky, looking for a glimpse of sun. Fly like a baby eagle, that jumps from the highest snowy peak, in search of joy and immensity, that represents freedom. Eliz Leão
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@eliz_leao há 1 ano
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Ah, aquela mulher/menina Tão cheia de emoções A vida é toda ela O brilho é todo dela Transpira alegria, choro, belezas. Exulta, grita, divina. Furacão em movimento, Vive de abraços, beijos, sorrisos e acolhimento. Tua sina é encantar. Risos soltos, loucos Brisa que leva a voz doce, cristalina. Onde toca, essa menina, florescerá. Sente tudo, a dona do amar, do ser, engrandecer, ela vive mais que viver, ela inspira, alegria, felicidade, força vitalícia, ela é Mar! Com toda a motriz, que a guia, ela amanhece o dia, ela é aMar. Eliz Leão Para @MarU Feliz aniversário.
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@MarU · há 1 ano
Amiga, não canso de ver! Além de lindo o poema, forte, bem estruturado e extremamente sensível e emocional pra mim, ainda tem o teu talento natural para o vídeo, a voz incomparável, a leitura interpretação sensível. Estou tão tão admirada, com este presente mais que lindo. E torcendo, por apesar de saber da sua questão pessoal e da dificuldade que foi me presentear assim hoje, mas estou torcendo por mais. Sua luz é na natural, parece ter nascido pra arte. Linda! 🥹❤️🫂 Amo você demais, amiga… Gratidão que nem em todas as palavras do mundo eu poderia estressar por texto. Mas ainda irei, se não em palavras em gestos, sei que haverão oportunidades! 🥹🫂❤️❤️❤️🥰🥳 Amucê
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@eliz_leao há 1 ano
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Desnude a alma. Ninguém te escuta, Quando as portas e janelas Fechadas, escondem você. Ninguém te vê. Seja. Intempérie ou calmaria. Somos feitos de tristezas e alegrias. Por isso, desnude. Reconheça seu verdadeiro eu. Pois às vezes, você se esconde tanto dos outros, que se perdeu. Tua alma, não floresceu? Floresça e deixe outras flores, Se enxergarem, no perfume que é só teu. Eliz Leão
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 89 *Trinta e oito anos do meu silêncio* Silêncio, Dentro de mim. Silêncio… Silêncio! O tempo passou, Dentro de mim. Silêncio… Silêncio… Em silêncio, Estou refletindo. Em silêncio, Conversando comigo. Em silêncio… Em silêncio! Em silêncio, O tempo passou, E dentro de mim, Em silêncio, Estou refletindo “o silêncio”, Conversando comigo. Em silêncio… Em silêncio… Sem silêncio, Os anos passaram, Mais de três décadas E menos do que quatro. Hoje, estou em silêncio… E sem silêncio, os anos passaram. O silêncio encontraram tarde, Silêncio nem sempre calado. Silêncio tão turbulento Quanto um mar agitado. Silêncio almejado, Nem sempre alcançado. Silêncio bradado Nos ecos dos quatro ventos, Silêncio vazado de dentro Nos olhos molhados. Hoje, estou em silêncio, Nesta única vida. Em silêncio… Mas dentro deste silêncio, Já vivi tantas outras! Já fui várias versões Da mesma pessoa. Muda… No meu silêncio, O silêncio muda a pessoa! E o silêncio? O silêncio… Hoje, estou em silêncio. Dentro de mim, O tempo passou. Estou refletindo, Conversando comigo… Os anos passaram! Hoje, estou em silêncio. Mas já foram turbulentos. Hoje, estão em silêncio, Nesta única vida. Mas já vivi outras, Versões da mesma pessoa. E o silêncio? Ah, o silêncio… Ecoa, ardendo, revivendo Cada fagulha de mim. Gritando, reacendendo Minha essência No que ficou abafado, Afogado por cada “silêncio” Que guardei ao longo dos anos. “Trinta e oito anos de silêncios.” Hoje, tenho muito a refletir. MarU
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@eliz_leao · há 1 ano
Um bebê 🩷
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 87 - Fale sobre um livro que o foco narrativo era o principal da obra. Esse é clássico. A grande dúvida sobre "traiu ou não traiu?" só existe porque o narrador em 1ª pessoa é extremamente parcial e contamina a história toda com seu ciúme doentio. Dia desses, depois de ler com meus alunos o conto "Pai contra mãe", de Machado de Assis, um deles resolveu pegar "Dom Casmurro" em quadrinhos na biblioteca da escola. Ele gostou e disse que acha que Capitu não traiu, que Bentinho era ciumento demais. Mais uma alma convertida. 🙌🏻 #Link365TemasLivros
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 88 *Meus escombros* Perdi o palato, A fragrância não me incita. Olho a vida em preto e branco, E o trajeto: uma reta sem saídas. Meu fogo se tornou brando, Meu ardor se amornou. A luz que me mantinha acesa Era reflexo, e não mais me encontrou. Me perdi aqui dentro, em pensamentos, Vagando num castelo que construí. Castelo que hoje é vazio e em ruínas, Mas que, ainda, não desmoronou. Assim como eu, continua em pé… Até nos tornarmos escombros, Lembranças do que um dia fomos. Somos sombras, seremos assombros! Apagados com o tempo, Não permaneceremos nem memórias, Até não sermos mais nada, Perdidos no tempo e na história. MarU
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@rafaelaraujoescritor há 1 ano
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Hahaha... disse o palhaço Que estava a três metros de mim Segurando um balão verde na mão direita E, na esquerda, fazia algo apavoradamente assustador Em poucos instantes, o sol desapareceu e a escuridão virou a nova aurora Que iluminava o palanque daquele palhaço "dis-farsado" Porém, fiz o que qualquer um faria no meu lugar Peguei a lanterna do celular e iluminei o caminho à minha frente Desviando do palhaço que murmurava sandices Como uma topeira perdida na claridade do dia Não dei as costas para o palhaço, pois eu não sou louco de confiar Em quem se veste com tais trajes de uma figura cômica na escuridão do eclipse Apenas para espalhar os restos derretidos da lona do circo Iluminando o estranho fantasiado Andei desconfiado, mas sem temê-lo Afinal, meu sorriso jamais será roubado por um palhaço de telefone mudo Quando finalmente encontrei a luz do sol em pleno entardecer E longe daquele nariz amarelo Pude gritar: A PAZ VOLTOU A REINAR! © 2025. Rafael Araújo. Película do palhaço. Poema.
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@josimary184 há 1 ano
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Livro: Zafhira - Quando o amor acontece. Sabe aqueles livros que você não consegue parar? Esse é um deles. Escrito por Uiara Mei, idealizadora do Narrativas Introspectivas e uma escritora fantástica de Macaé – RJ. É um romance dramático, que trata profundamente relacionamentos com suas alegrias e tristezas, vitórias e derrotas. Mas quem duvida que é mais fácil superar qualquer dificuldade e realizar sonhos quando há amor? Descobri este livro através da própria autora no projeto Narrativas Introspectivas, uma comunidade que dá suporte para autores independentes, que eu faço parte com muito orgulho. O livro conta a história de Júlia que, após conhecer Zafhira e ficar encantada por sua história, decide escrever sobre ela. Como não a encontra, vai em busca de mais informações com os dados que possui. É assim que conhece seu grande amor. Ao lado dele viverá momento incríveis, mas também passará por momentos muito difíceis, mostrando que nem sempre temos a vida sob controle. A história envolve amor, espiritualidade e amizade verdadeira. Abordando temas como a morte e a superação, a doença degenerativa e sua aceitação e a decisão pela maternidade. É uma história que me emocionou demais. A Julia é incrível. Uma mulher independente, que tem dilemas reais para resolver, por isso toca o fundo de nossa alma. Esse livro é ideal para quem busca histórias de amor mais profundas, para quem quer se emocionar.
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@edsonbas há 1 ano
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"Falinfofélis: A plantinha mais triste do jardim" Escrevi esse livro para a minha filha e, se possível, espero conseguir publicá-lo. As ilustrações ainda são provisórias, geradas por IA só para não deixar uma página em branco com apenas uma frase. Leiam para suas crianças, acho que elas vão gostar: https://issuu.com/edsonbasilio/docs/falinfof_lis_a_plantinha_mais_triste_do_jardim
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@calorliterario_ há 1 ano
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Roubaram-me a respiração. Não sei dizer quando começou. Talvez tenha sido naquela noite em que deitei a cabeça no travesseiro e percebi que o ar estava pesado demais. Ou no dia em que caminhei por entre as pessoas e senti que todas tinham para onde ir, menos eu. Ar rarefeito. Tento puxar, mas não vem. O peito sobe e desce, desesperado, buscando um alívio que não chega. Dói. A ausência de ar, a presença da falta. A falta de quê? De quem? Pergunta tola, eu sei a resposta. Sempre sei. O peito aperta. Como se mãos invisíveis me segurassem e dissessem: “não se mexa, não vá, não esqueça”. Como se a dor fosse um lembrete cravado nas costelas, nos pulmões, no tempo. O corpo todo dói. A memória dói. As palavras que eu queria dizer e não disse pesam nos ombros. Os olhares que não segurei o suficiente ardem nos olhos. O vazio que finjo não ver se enrosca em mim, mantendo - me aqui. Roubaram-me a respiração. Mas, no fundo, eu sei: fui eu que entreguei.
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@eliz_leao · há 1 ano
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🫂🩷
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 088 Ainda mora em mim uma menina: desajeitada, distraída, cheia de céu nos olhos. Dança sem razão, só porque sim; fita o voo dos pássaros, sussurra segredos às flores. Mergulha fundo, deixa o sol tatuar lembranças na pele. Uma menina que espera (sempre espera) que a vida traga rostos novos, a conduza a mundos intocados e a embriague com sabores que explodem na boca. Cheiros, toques, tudo que arrepia… Vibra com um “oi” de repente, com o nada embrulhado num laço, com a esperança teimosa de que o mundo pode ser bom, se cada um entregar o que tem de mais bonito. E ela ri, ri alto, chora sem medo de borrar, não esconde o que sente (nunca aprendeu essa parte). O tempo passa, mas ela ainda brinca na calçada onde os dias escorrem: descalça, solta… Sem pressa de crescer. Cr💞s Ribeiro ****Revisado
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@eliz_leao · há 1 ano
Menina mais linda 🩷
@albertobusquets · há 1 ano
Lindeza demais! 😍💞
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@Annezinhadivulga há 1 ano
Público
Agora voltando ao mundo literário!! Ultimamente têm tanta treta entre autores e bookinfluencers , dá uma tristeza de presenciar , por causa de um todos pagam . Vi uma galera crucificando todos os bookinfluencers por conta de uma experiência ruim com apenas um perfil charlatão .. meu conselho é, acompanhe o perfil primeiro , olhe as publicações feitas e se o design do post e perfil literário te agrada. E então só assim você fecha uma parceria ou publicidade.