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@classicos há 1 ano
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Poema: Canto de Amor Autor: Casimiro de Abreu Lançamento: Século XIX Canto de Amor é um poema lírico de Casimiro de Abreu que exalta os sentimentos puros e intensos do amor juvenil. Com versos melódicos e repletos de emoção, o poeta expressa a doçura da paixão e a idealização do ser amado. A obra traz a marca característica de sua poesia romântica: a valorização dos sentimentos sinceros, o tom nostálgico e a conexão com a natureza como cenário dos afetos humanos. Canto de Amor reflete o lirismo ingênuo e espontâneo que tornou Casimiro de Abreu um dos poetas mais queridos da literatura brasileira. #domíniopúblico #Clássicos
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@literunico · há 1 ano
Precisamos editar, corrigindo os arquivos
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@classicos há 1 ano
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Poema: Canção do Exílio Autor: Casimiro de Abreu Lançamento: Século XIX Embora o título remeta ao famoso poema de Gonçalves Dias, Casimiro de Abreu também escreveu sua própria versão de Canção do Exílio, explorando a saudade da pátria e da infância. Com forte tom nostálgico, o poema expressa o anseio do eu lírico pelo Brasil, exaltando suas paisagens, sua natureza e a simplicidade da vida juvenil. Marcado pelo lirismo e pela musicalidade característica do autor, o poema reforça o ideal romântico do retorno às origens e da valorização da terra natal como um refúgio de felicidade e pureza. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Poema: Borboleta Autor: Casimiro de Abreu Lançamento: Século XIX Borboleta é um dos poemas líricos de Casimiro de Abreu, poeta romântico brasileiro conhecido por sua sensibilidade e nostalgia. O poema explora a leveza e a efemeridade da borboleta, símbolo de transformação e liberdade, refletindo os temas recorrentes na obra do autor, como a natureza, a juventude e a saudade. Com uma linguagem delicada e melódica, Casimiro de Abreu constrói uma imagem poética que evoca tanto a beleza quanto a fugacidade da vida e dos sentimentos. #domíniopúblico #Clássicos
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 084 O Riso do Equilibrista Fez da vertigem morada, aprendeu a flutuar no fio do nada. Já não teme o vaivém da corda, é ele quem sopra o compasso. A altura já não assusta, é partitura dos seus passos. O vento, que antes empurrava, agora lambe sua pele e sussurra: Vai. Beijou o chão mil vezes, sentiu na língua o áspero da queda: mil bocas de pedra, mil dentes de aço. O tropeço virou impulso, o risco, vício doce. E a queda, ah, a queda! É só um riso, desengonçado, do tempo pairando no ar. Cr💞s Ribeiro
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@literunico · há 1 ano
Cris, consegue editar, colocando a imagem de novo?
@albertobusquets · há 1 ano
Coisa mais linda!! 💞
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@manuaraujo há 1 ano
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Oi, pessoal! Esta é minha primeira publicação nesta comunidade. Chegando por aqui cheia de empolgação e curiosidade. Sou uma escritora em construção, baiana, empresária, casada e mãe de duas meninas incríveis, de 7 e 3 anos. Aos 7 anos, me apaixonei pela leitura e, aos 11, escrevi meu primeiro conto infantil. Mas foi só em 2020 resolvi encarar esse amor pela escrita como algo maior, buscando me profissionalizar e construir uma carreira. Escrevo romance e drama, já fiz diversos cursos de escrita e tenho dois e-books publicados. Também estou no processo de escrita de novos projetos, com a meta de lançar ainda este ano. Essa comunidade é nova para mim, então estou explorando e entendendo como funciona. Quero usar esse espaço para testar conteúdos e compartilhar experiências. Não tenho um planejamento editorial fechado. Pretendo compartilhar um pouco de tudo: reflexões sobre o processo de escrita, diários, microcontos, poemas e resenhas das minhas leituras, trechos do meus livros. Aos poucos, também vou contando mais sobre meus projetos em desenvolvimento. Se você também ama livros, essa casa é sua! Como começou sua relação com a leitura ou escrita?
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@aleituracria há 1 ano
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@aleituracria há 1 ano
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Livro: A Maldição da Casa das Flores Autora: Trang Thanh Tran Páginas: 350 | +16 anos Jade vive com seus irmãos mais novos e sua mãe, longe do pai, que mora no Vietnã, sua terra natal. Como muitas pessoas, a mãe de Jade saiu do país em busca de melhores condições de vida. Agora, com dezessete anos, Jade está se preparando para entrar na universidade e iniciar o seu processo de autoconhecimento. No entanto, a situação financeira de sua família é difícil, e se a mãe souber que Jade precisa de dinheiro para pagar as mensalidades da universidade, ela provavelmente tentará fazer horas extras para ajudar. É nesse momento que Jade, que não tem uma boa relação com o pai, decide fazer um acordo com ele. Ele precisa de alguém para montar um site com fotos e textos, para divulgar a casa que está restaurando para se transformar em pousada no Vietnã, e em troca, ele daria o dinheiro necessário para que ela pudesse pagar as mensalidades. Mesmo que rever o seu pai não estivesse em seus planos, Jade e a sua irmã um pouco mais nova decidem passar esses dias com ele. Jade com os seus interesses, e Lily com doce e ingênua ânsia por fazer com que o seu pai volte para a família. Mas, aos poucos, algo de macabro mexe com a nossa protagonista. Uma energia negativa e pesada naquela casa antiga, que faz com que Jade tenha paralisia do sono e veja coisas que talvez não sejam reais. Ao investigar a história daquele lugar e seguindo as pistas dos sonhos vividos que ainda tem, ela descobre as atrocidades que já ocorreram naquela casa. O livro se propõe a ser um terror psicológico, mas só me pareceu forçado. Infelizmente, eu não gostei do estilo narrativo e não consegui apreciar o toque lírico. Na minha concepção, faltou mais clareza em alguns momentos e fluidez na primeira metade da história. Acho que se o livro fosse vendido como drama, teria funcionado melhor.
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@eduliguori há 1 ano
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Sou um homem comum ordinário igual a cada um diferente de todos resido no encontro das linhas paralelas dos trópicos busco justiça na terra da carestia acredito num deus inexistente submisso à força do caos universal construo conjuntos soluciono ocasionalmente equações sou a mosca que pousou na sua sopa aquele que escreve poemas dividindo por zero Edu Liguori
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 85 *Sina* Há uma sina Que me persegue. Nesta vida, sou tolhida; Do que a vida solicita, a sorte se retira. Não serei a primeira em nada, Por isso nem entro em competição. Com tantos anos de estrada, Já estou cansada de tantos “nãos”. Não há nada de especial em mim, Além dessa incrível falta de sorte. Serei a segunda, terceira, Última opção… Não tenho sorte. Sei lá se existe vida após a morte?! Por que devo estar pagando, Colhendo o que fiz em outra vida, Em outro tempo, neste plano. A vida às vezes flerta comigo, Me engana, me iludindo. Mas não adianta… Nunca serei eu quem ganha. No jogo da vida, estou impedida. Perdendo, perdida… Eu nunca ganho! MarU
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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INVISÍVEL Talvez este texto não tenha rimas, pois hoje eu não quero rimar. Digo "talvez" porque pode ser que, em algum momento, eu acabe rimando, mas te garanto que não foi proposital. Hoje, eu só queria falar sobre me sentir invisível. Queria falar sobre outras coisas também, mas desisti enquanto escrevia. Percebi que ficaria grande demais ou pessoal demais. Talvez seja melhor falar de uma coisa de cada vez. Às vezes, me sinto como um objeto em um canto, um nome esquecido, um espectro não visto. Eu finjo que não sinto, finjo que estão me vendo, finjo que ainda se lembram. Isso faz com que eu respire, respire um pouco mais tranquilo. Mas, no fundo, me sinto invisível, e não sei como mudar isso. Não sei como ser visto. Talvez eu não mereça. Mas, enfim, é a vida. Talvez "invisível" faça parte da minha. Talvez faça parte da vida de muitos outros. E, para os outros, eu desejo o mesmo que anseio: que todos sejam vistos! Mas, enfim, era isso! Era o que eu tinha guardado no peito. Talvez vocês não gostem, mas precisava ser dito. Eu precisava dizer, em algum lugar. Precisava falar. Peço desculpas se pareceu pessoal demais, mas eu precisava escrever. Precisava postar porque... eu também mereço ser visto. Aos que leram, obrigado por isso. É sempre bom ser lido. Aos que acharam errado e de mau gosto, que pensam que eu só escrevi isso por atenção... bem, não me culpem. Eu só escrevo o que o eu lírico manda.
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@Annezinhadivulga há 1 ano
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Olá autores tudo bem ? Tenho um quadro novo chamado Leitora Diabética: Por Dentro da Mente dos Escritores Uma pequena entrevista sobre seus processos criativos e seus livros . Adoraria entrevistá-los .
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 083 A mão que afaga pode, sem querer, brandir a adaga. Não por maldade, mas por desejo esquivo que pulsa no gesto mesmo quando tenta amar. O toque que embala abre a pele sem som: sangra sem aviso, dói na surpresa. Antes de empurrar, meça bem o abismo! Pode ser que teus pés já tenham tocado o fundo. A mágoa é faca torta: fere quem sente, e, sem querer, dilacera quem a fez nascer. Um eco profundo, que à origem retorna. Sem perdão. Cr💞s Ribeiro
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@tiagoandreatto · há 1 ano
Uauuuuuuu
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Uauuuuuu
@albertobusquets · há 1 ano
🥹💞💞💞
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🥹💞💞💞
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 83 - Fale sobre um livro infantil Este é um dos livros que usei nas contações de história na biblioteca onde trabalho. O mais interessante foi a interação com os pequenos, que iam comentando as figuras. Ao longo da narrativa, são mostrados diversos penteados com forte significado cultural afro-brasileiro, além da beleza em si. Alguns dos alunos, inclusive, compartilharam seu conhecimento com os colegas. Era uma turma de 1º ano, eles tinham 6 anos de idade. E um deles ensinando aos colegas aspectos da religião de matriz africana, como o uso de turbante. Foi um momento de encanto. Recomendo muito este livro! #Link365TemasLivros
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 82 - Fale sobre um livro que você acha que a maioria das pessoas já leu. Acho que no meu meio só a Bíblia teve um público assim tão amplo. Há uns 30 anos atrás li Gênesis Êxodo, Salmos, Provérbios e os Evangelhos. Depois de 15 temporadas de Supernatural, fiquei curiosa para ler Apocalipse. Quem sabe um dia, né? #Link365TemasLivros
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@literunico há 1 ano
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#Dia 300 Tolerância Ela não ergue muros, Não arma ciladas pra razão. Desfaz pensamentos impuros Antes de qualquer reação. No pensar, a escuta inteira, No anseio, a contenção. Tolerância é a resposta certeira No difícil alvo da opinião. Onde o ruído sempre se impõe, Decodifica entendimento. Tolerância sempre repõe A paciência com o tempo lento. Não se nega, nem se anula, Mas escolhe jamais ferir. Tolerância ainda acumula Sua força, sem nunca oprimir. Eder B. Jr.
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@aleituracria há 1 ano
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Firme na minha meta de ler esses livros antes da Bienal do Rio 1- O Grande Livro da Mitologia Egípcia; 2- A vida invisível de Addie LaRue; 3- Arsène Lupin, o ladrão de casaca; 4- Battle Royale - lendo
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@autorpedrobarretho há 1 ano
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O meu novo livro livro "Se Eu Tivesse Asas" já está em pré-venda na Amazon. Sinopse: "Um grupo de jovens enfrenta os desafios, as alegrias e as transformações que a vida adulta traz consigo. Questões como perdas, luto, preconceito, sexualidade e saúde mental são exploradas por eles como uma oportunidade de crescimento e amadurecimento ao longo de suas jornadas. Acompanhe os dramas e conquistas de Beto, Bibi, Márcio, Pati e seus amigos, enquanto eles descobrem as complexidades do mundo adulto, com todas as suas nuances — boas e ruins. Encontre-se em cada personagem e embarque em uma narrativa envolvente, repleta de emoções e reflexões. Afinal, todos nós desejamos criar asas para voar e trilhar nosso próprio caminho com liberdade e autenticidade." Valor me pré-lançamento R$ 05,90 versão digital na Amazon. https://a.co/d/f3bPYu4
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@edsonbas há 1 ano
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Já estava pronto para sair. Abri a porta da sala e vi que a chuva estava pior do que parecia. Com a casa toda fechada, eu estava me baseando só no barulho. Fui até a janela que ficava do outro lado, pois de lá dava para ver o ponto de ônibus. Estava tudo branco de tanta chuva que caía e ventava muito, o guarda-chuva não iria dar conta. Fiquei quase meia hora olhando e não passou nenhum ônibus. Resolvi tirar os sapatos, deixar os pés respirando e à vontade. Meu Deus! Como esses sapatos apertam! Assim que a chuva estiar, calço eles novamente e saio. Olhei pela janela por mais 10 minutos. Nada. Abri a porta novamente. As poças no chão estavam enormes e as enxurradas pareciam as Cataratas do Iguaçu. Tirei o paletó e pendurei no cabideiro ao lado da porta. Afrouxei a gravata. Respirar, sim respirar. Liguei o ventilador, sentei no sofá e pus os pés no pufe. Comecei a pensar se realmente valia a pena ir àquela festa. Eu nem conhecia as pessoas direito. Lembrei da minha infância, quando minha mãe me levava às festas das suas amigas, nas quais só havia gente mais velha e nenhuma diversão para uma criança. Na maioria das vezes eu saía andando pelas casas à procura de alguma coisa divertida, mas, vira e mexe, quebrava um item decorativo: um vaso, uma xícara ou algo no estilo. Às vezes íamos a festas de primos que eu nem conhecia. Na maioria das vezes não dava tempo nem de me enturmar. Ficava meio sem jeito de me aproximar e só observava, de longe, os presentes sendo abertos e como brincavam com eles. Alguns salgadinhos, o parabéns, o bolo, os docinhos e já estávamos voltando para casa. Neste momento, dei uma olhada no relógio e mais meia hora havia se passado. Olhei novamente pela janela e deu para ver a silhueta de um ônibus passando. Acabei de tirar a gravata, desabotoei a camisa, arregacei as mangas e tirei as meias. Fui à cozinha tomar um copo d’água. Na mesa havia um último pedaço restante de um bolo que eu estava comendo há dias no café da manhã, dei a primeira mordida e me lembrei do Toddynho do meu sobrinho, que estava na geladeira. Resolvi tomar, depois era só comprar outro, ele só viria aqui em casa de novo na semana seguinte. Desta vez o saudosismo veio de forma mais agradável. Lembranças boas foram voltando à minha memória. Lembrei de um videogame que estava guardado desde o final dos anos 90, fui buscá-lo no meio dos meus cacarecos. Voltei para a sala. Anos atrás, as garrinhas eram conectadas à entrada da antena da TV, mas agora precisavam de um adaptador. Eu tinha. Conectei tudo, liguei o videogame na tomada e apertei o botão “Power”. Ele funcionou direitinho, exatamente do mesmo jeito que funcionava antes. Achei na caixa o cartucho do jogo que eu mais gostava de jogar na minha adolescência, soprei embaixo e inseri. A manete boa era a que tinha uma marca feita com corretivo. Peguei ela e virei a madrugada jogando, só de samba-canção.