Esperamos por uma verdade
que existe em nossa fantasia
depois nos magoamos surpresos
que dentro das roupas de seda
não há respostas nem sonhos
Edu Liguori
#desafio - 7
Talvez, eu esteja
vivendo uma ilusão,
mas eu sou poeta.
E o que é o poeta, senão
um colecionador de ilusões?
O poeta fabrica sonhos,
e se alimenta deles.
O poeta não tem medo de pular,
pois ele ressignifica o salto,
desenha asas no ar.
O poeta salta,
e faz das palavras
paraquedas.
Jusley Naiane
#desafio - 6
BUSCA
Me perco,
cada vez que te encontro.
Te busco,
por te querer tanto.
No entanto,
não é só a você que eu busco;
Mas a minha imagem refletida
em seus olhos, me faz pensar
que sou algo mais.
Alguém menos perdida,
alguém que te pertence.
Em você encontro
Vida.
Jusley Naiane
O problema que eu quero?
Os primeiros 5 autores que anunciarem seus Clubes de Leitura do próprio livro, para serem realizadoa no Literunico, receberão suporte com brindes, durante a execução do Clube.
Como pode ser feito mais de um ao mesmo tempo, quero saber quantos livros podemos ler sem se perder nas histórias.
Compartilhe com #VemproLiterunico
#Bom dia!
Palavra do dia:
#𝕡𝕒𝕘𝕚𝕟𝕒
Frase do dia:
"O homem nasce como se fosse uma 'folha em branco'."
— John Locke
Aproveitando mais uma oportunidade de expandir o calendário Literunicano para o mundo, instituimos 14 de janeiro como o #DiadaPágina
Faca o teste, no dia de hoje, de tentar ter uma opinião, reação ou atitude, retirando o máximo que puder de crenças, costumes, rótulos, julgamentos pré-estabelecidos, como se você fosse uma página vazia que estivesse sendo escrita agora.
Depois, conte a experiência usando a # DiadaPágina e pode marcar o @literunico, se quiser.
Retumbante Leito
A poesia floresce,
Vertente das veias,
Reluz escuridão, clareia.
Nas asas da imaginação,
A poesia aparece.
Cristalina como água,
Fluida e indômita,
A não ser,
Quando acomodada em
Uma singela página.
A poesia cresce,
Toma páginas, aparece.
Mas é no coração
De quem a lê,
Que faz sua casa,
Vira ouro e permanece,
Recheando um peito
Muito bem acomodada
Em seu retumbante leito.
MarU
Cada um acolhe o poema de forma diferente e essa é a beleza da poesia. Ela nasce espontânea de dentro da gente pra embelezar o mundo, é a nossa flor. Muito bom! Sua poesia é linda.
Não me levem a sério:
Escrevo porque sou
imperfeito.
O papel é o sonho
possível;
A caneta, o empenho
provável.
O que
você lê
vai além dos
defeitos.
É tão livre de mim
que vira, ao fim,
inclassificável.
Alberto Busquets.
#Desafio 014
O que Há
(013 de 365)
Já não há mais poemas;
Há a simples constatação de estar aqui.
Há a penúria de mais detalhes; e estar sem ti
Já serve de motivo para todos os temas.
Já não há mais beleza;
Ou, por outra, nada é mais belo do que nada:
As coisas simplesmente diferem; tu, minha amada,
Não é maior que uma vadia nem menor que uma princesa.
Já não há mais poemas:
Qual a razão de trovar o que já criou Deus?
Tudo já existe: as loucas madrugadas, os lábios teus,
Todas as respostas e todos os novos dilemas.
Já não há mais melodia:
Qual o som ainda não soprado? Qual a essência
Da flauta dos anjos? Não; não há ciência
Que a tudo não explique, e não há, portanto, poesia.
Já não há mais nada;
Mais nada: nada vale a pena
Nem teu olhar escuro, nem tua pele morena,
Nem teu cabelo solto nem tua boca molhada.
Já nada mais há – mas... não temas:
As palavras moram sob os meus cabelos
E ainda há espaço para os mais belos
Poemas.
As coisas entre Maria Eduarda e Davi estavam bem complicadas depois dos últimos acontecimentos... Então ela decide tomar uma atitude drástica, que demonstra seus progressos pessoais. O que será que ela vai fazer? 🤔
Te prepara, Davi.
#epub
#Duda&Davi
+🔞
Nossa, esqueci de comentar aqui. Alessandra se entregando muito e só o Davi que a Duda que não percebem. 😂😂😂 Amo os dois, mas dá vontade de sacudir. Espero que aRafa faça isso por mim. Obrigada por postar esses capítulos. Achei o momento do Davi muito poético e sofrido. Passou muito bem o sentimento dele de sofrimento e descoberta de sentimentos. ❤️
Paixão X Amizade.
Como explicar esse sentimento?
Que domina os meus versos.
A cada linha escrita, tem o seu nome como inspiração.
Viajo através das palavras, querendo transformar o que sinto.
Tantas palavras ditas,
Um sentimento que corrói a alma.
Palavras faltam!
Mas a sua presença ainda domina o meu coração.
A nossa amizade, um laço forte e puro,
Em cada sorriso, um abraço seguro.
Pensava que a felicidade te cercava,
Sem saber que em teu peito a dor se acalentava.
Por ti, sentia um afeto tão profundo,
Um querer que transcendia o comum.
Mas a amizade, um limite traçado,
Em meu coração, o amor foi silenciado.
Sentimentos diferentes, mas sempre presente muita intensidade
Conexão criada
Amor guardado
Busco entender o que nos une
Enquanto isso, sigo escrevendo a minha história
Cheia de dor presente
Buscando por reciprocidade
Libertando dessa sociedade
A culpa me corrói por dentro,
A dor que te assola, me faz sofrer também.
Queria poder te dar mais que amizade,
Mas o destino, cruel, me fez ser só teu amigo.
O meu maior desejo, é que seja feliz
Sigo admirando você!
O sentimento não passou
Mas a vida sempre segue .
Anderson e Branca
Vivo questionando o motivo de certas escolhas
Mas no fundo, sei que não posso controlar tudo
Essa minha intensidade de querer tudo ao mesmo tempo
Muitas vezes limita seguir os meus sonhos
Escrevo para libertar sentimentos
Nem sempre faz sentido para os outros, mas no meu coração toda palavra grita.
Tempestade ✍️
Mas, sabe, eu sempre achei que meus poemas não tocavam as pessoas. Mas, sempre que os mostro ou público, recebo mensagens tão profundas!...
Continue sempre escrevendo. Aquele poema pode não me tocar hoje, mas tocará a minha amiga. Algum outro poema seu não a tocará, mas tocará a mim. E, talvez, seu poema não me diga nada hoje, mas amanhã irá cair a ficha...
A gente nunca sabe. Mas acontece o tempo todo. E que bom que é assim! 😊
Além do livro do #clubedeleitura estou lendo: “ O desaparecimento de Stephanie Mailer” e só agora, na página 345 que o negócio ficou realmente interessante.
O ano começou, mas não é só por isso que tudo vai acontecer como num passe de mágica. Muitos acreditam que um único dia ou mês é suficiente para criar um novo hábito, mas a verdade é que a mudança vem da constância. O segredo está em começar hoje, sem se prender a datas, focando em pequenos objetivos que, aos poucos, levam você a grandes conquistas.
Diga, em voz alta, o nome das palavras. Permita que se formem diante de você, vistosas, pálidas, tortas, reluzentes. Deixe que derramem do seu livro de química as letras de uma tabela que mandaram decorar. Diga o nome do átomo da vida e perceba se ele bate mais forte que as asas de um beija-flor. Separe o beijo da flor e coloque um par de amantes para dançar. Ou um trio. Multiplique os amantes por sessenta, a idade da sua mãe. Grite a palavra velho e perceba seu próprio rosto ganhando marcas. Sussurre tempo e lance-o ao vento, permitindo que eras infinitas se formem diante de seus olhos. Assuste-se perante o infinito porque ele carrega o medo da morte e daquilo que vem depois. Converse com espíritos. Se apaixone por fadas. Deite-se no colo manso de uma sereia sáfica. Torne-se a esposa do demônio e vislumbre as inúmeras faces dele diante de você. Inclusive a mais bela, a de anjo-menino. Recite seu próprio nome como se fosse poema e brinque de ser musa com as rosas que nascerem de seus cabelos. Murmure sexo e examine com cuidado um quadro de Zeus chovendo dourado sobre Danae. Ou tentáculos saindo de sua própria vulva. Ria de si mesma. Peça ao seu amor para debruçar-se sobre você. Caia do décimo andar e pouse lentamente em um clipe de Rosalía. Cavalgue um homem. Mate alguém. Porque a palavra morte faz a noite vir. Acelera seu peito. Anuvia seu coração. E, pouco a pouco, você se encontra deitada em um caixão. É você a vítima. A algoz. E também a salvação. Com o nome das coisas você constrói galáxias e destrói universos. Você é multiversal. Pois nunca deixou de ser criança. Aquela que pintava de negro e roxo as pétalas das flores e as fazia voar feito deusas de um culto ancestral. A criança louca. Venerando a madrugada.
Carla Carrion
#desafio 365 dias
Dia 13 - Jukebox
Agora me dou conta de que acordei. Sem álcool. Eu peço, e o garçom me olha com desgosto. Sem álcool, eu repito, e espero você entender.
Agora me dou conta de que, quanto mais falo, mais me visto de não-ditos. Ergo-me, arrastando a cadeira solenemente, como se o bar fosse um grande palco – eu toda cênica –, e você me olha, todo blasé, como se tudo não passasse de um poema marginal.
Caminho ambígua, como se tanto pudesse me meter para fora do bar, quanto se fosse à jukebox, que agora canta algo alegre, como se houvesse palavras confortáveis nas quais me amparar. Tanto faz, os olhos que você debruça sobre mim não se importam com o caminho tomado. Eles se encravam em minhas costas, mas meus passos firmes maquiam todo esse sentimento de areia movediça em que piso.
Minhas músicas preferidas sempre foram as do lado B. Grito, sem me virar. E meu tom de voz é meio de ódio, meio de incredulidade. Talvez eu diga isso por capricho e o bêbado, da mesa mais próxima, aplaude. Ponho uma moeda e o salão se enche do que eu queria ter dito. Porque a letra da canção, sim, essa fala de como o vinho que você me trouxe se tornou meu sangue…
E agora me dou conta de que estou recitando isso e me voltando à direção da mesa onde você estava sentado e agora me dou conta de que você não está mais lá e agora me dou conta de que você na verdade nunca esteve.
Sylvvia Rubraurora
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