Público
Criptografia

Debaixo dos olhos
de todos
está aquilo
que poucos viram

viajando em ondas
eletromagnéticas,
em hexadecimais
que simbolizam cores

está o sentimento
humano, mas imortal
que toca as almas
a cada virada

- Bruno dos S. Barboza
Público
Literunico me pergunta no dia 2 do nosso Desafio de 365 dias:
Qual livro que mais odiou?
Teve relação com algum momento que viveu?

Estudando sobre a ditadura militar, ocasionalmente me deparei com "Rompendo o Silêncio", de Carlos Alberto Brilhante Ustra (sim, aquele mesmo citado por Bolsonaro). A forma mordaz, sínica e patética como esse infame moço tenta defender a si e á ditadura no livro me chamou muita atenção. Não gostaria de falar de política aqui, mas realmente não tem um livro que eu odeie mais do que esse, Ustra apela pra um tipo de mentira já bem conhecido: o que tem trechos de verdade, descrevendo com ênfase os crimes dos guerrilheiros, mas nunca os conhecidos massacres dos militarez. É um livro para se passar bem longe, a não ser que seja pesquisador da área
Público
#desafio 365 dias

Dia 01 - 1 - Qual seu livro preferido dentre todos (sem ser seu)?

É uma pergunta deveras complexa, muitos são os livros que me mudaram e me tornaram em poeta. Vou de Capitães da Areia, do grandioso Jorge Amado, um livro que reflete as infinitas nuances da sociedade não só baiana, como brasileira como um todo. Um grupo de garotos, moradores de um trapiche abandonado, que cometem crimes para sobreviver sempre correndo o risco de parar no reformatório (o que efetivamente ocorre numa parte da história). Jorge Amado revela uma verdade nua e crua, nos choca e nos cativa com esses garotos
Público
O #desafio do Literunico me sugere hoje que:
3 - Conte para nós sobre um livro que você já leu mais de uma vez ou especificamente o livro que você já leu mais vezes. O que te motivou?

As Aventuras de Tom Sawyer é um livro que encantou o jovem Bruno de 13 anos. A inteligência teimosa de Tom, o preconceito sofrido por Huck e toda a construção de cenário da cidadezinha onde a história se passa, foram sempre mote das reflexões solitárias que um dia me tornaram poeta. Samuel Clemens segue sendo um autor lendário (e seu pseudônimo, tão lendário quanto) ainda nos dias de hoje, e já me aventurei por outras intrigantes obras de sua autoria