#Desafio 251
*Lugar de paz*
Meu lugar de paz…
tem silêncio!
Cortinas fechadas,
cama desarrumada,
corpos nus,
sem energias para mais nada,
colados peito a peito.
O silêncio de tudo
que não mais importa
para este momento…
não agora!
Alma quieta,
completude manifesta,
carinho com dedos,
raspar suave de unhas
pela pele escorregadia.
Escaneando os detalhes
do seu corpo,
conhecendo com tato
o que a alma pressentia…
em sonhos.
Amortecida,
com uma suave sensação
de dormência no rosto,
e o olhar perdido…
pausado no seu,
meu céu.
viajando em cada nuance,
arcos da íris… profundos…
águas turvas, dias nublados,
cinza lua, brilhante…
cheia…
de calor de dentro,
dos nossos corpos,
no conforto desta cama,
entre lençóis,
no silêncio que ecoa,
ressona… dentro deste nó
em nós.
Neste momento
sou completa,
uníssona,
satisfeita,
sua…
tudo…
e nada mais.
MarU
@purapoesia
Adriel Alves Magalhaes
47
posts
32
Seguidores
28
Seguindo
@antaresdeandrade
RENATA DE ANDRADE SOUSA
@Solitude
Dexter Solitude
@maedovankar
Juvi E. Anne
@jjr
Jason Da Silva Cajazeira Junior
@danielmareis
Maria Danielma dos Santos Reis
@robsonmachado
Robson Luiz Fernandes Machado
@franfliz
Francielle
@ellen
Ellen
@kathleen464
Kathleen Caroline Barbosa de Oliveira
@ricardolloco
Ricardo LLoco
@vivian366
Vivian Bruno Iodes
@rafaelaraujoescritor
RAFAEL ARAUJO
@tamarasfawkes
Tamara S. Fawkes
@autorpedrobarretho
Pedro Rogério Villar Barreto
@paulafernandapoesias
Paula Fernanda de Araújo
@carlajaia
Carla Torres Pereira Carrion
@marcosadpereira
Marcos AD Pereira
@tibianchini
Tiago Bianchini Fidalgo
@brunob612
Bruno Barboza
@Cilene
CILENE RESENDE
@sylvviarubra
Sylvvia Rubraurora
@MarU
Mar.U
@aleituracria
A Leitura Cria
@eduliguori
EDU LIGUORI
@cadantasautora
Carolina Dantas
@fksilvain
F. K. Silvain
@tiagoandreatto
Tiago do Amaral Andreatto
@eliz_leao
Eliz Leão
@JuNaiane
Jusley Naiane
@Albertobusquets
Alberto Knobbe Busquets
@CrisRibeiro
Cristiane Inácio Ribeiro Carneiro
@calorliterario_
Lidiane Queiroz Bastos
@isaferautora
Ana Isabel Fernandes Sombra Freitas
@jjr
Jason Da Silva Cajazeira Junior
@robsonmachado
Robson Luiz Fernandes Machado
@franfliz
Francielle
@omathreis
Matheus Reis
@rafaelaraujoescritor
RAFAEL ARAUJO
@tamarasfawkes
Tamara S. Fawkes
@autorpedrobarretho
Pedro Rogério Villar Barreto
@yolanda187
Yolanda Rodrigues Vasconcellos
@autoramarianaaguiar
Mariana Alves Aguiar
@paulafernandapoesias
Paula Fernanda de Araújo
@viltoreis
Vilto Reis
@marcosadpereira
Marcos AD Pereira
@cassescreve
Cass Razzini
@tibianchini
Tiago Bianchini Fidalgo
@alemdisse
Além Santos
@Cilene
CILENE RESENDE
@sylvviarubra
Sylvvia Rubraurora
@MarU
Mar.U
@aleituracria
A Leitura Cria
@eduliguori
EDU LIGUORI
@cadantasautora
Carolina Dantas
@fksilvain
F. K. Silvain
@berthamachadoo
Bertha Machado
@JuNaiane
Jusley Naiane
@Albertobusquets
Alberto Knobbe Busquets
@CrisRibeiro
Cristiane Inácio Ribeiro Carneiro
@inspiracaoeterna
Inspiração Enterna
#Desafio 160
*Quero mais*
Então…
o primeiro olhar.
O frio na barriga.
A pele que vibra.
O pelo que eriça.
O calor que sobe,
a vontade que aproxima,
a malícia que premedita.
O ato que não espera:
o beijo na boca,
de língua.
Seu gosto.
Seus olhos.
Seu rosto.
Meus poros.
Os cheiros que noto.
Mistura perfeita
de ardor, amor,
suor, sabor,
vigor…
e gozo.
É nosso.
E posso.
E quero mais.
MarU
*Quero mais*
Então…
o primeiro olhar.
O frio na barriga.
A pele que vibra.
O pelo que eriça.
O calor que sobe,
a vontade que aproxima,
a malícia que premedita.
O ato que não espera:
o beijo na boca,
de língua.
Seu gosto.
Seus olhos.
Seu rosto.
Meus poros.
Os cheiros que noto.
Mistura perfeita
de ardor, amor,
suor, sabor,
vigor…
e gozo.
É nosso.
E posso.
E quero mais.
MarU
*Inteira*
Quero toques múltiplos,
boca sugando meus mamilos,
dedo no meu cu,
respiração ofegante,
encaixe alucinante,
desespero…
Sua mão forte
controlando o movimento…
ritmado…
Quero toque pesado,
grudado,
quase violento…
Quero fome!
Quero você sedento…
Quero sentir você,
metido e inteiro,
dentro.
Me dê o que eu gosto,
E do meu gozo,
receberá
todos os meus pulsares
involuntários,
como resposta.
Receberá meus calores,
lubrificando nossa foda.
Receberá meus gemidos
afrodisíacos
de satisfação
de mulher fogosa.
E ao fim,
notará que me tem inteira:
na carne
que com você goza,
desfeita,
até só restar
minha alma
em você.
MarU
#
Quero toques múltiplos,
boca sugando meus mamilos,
dedo no meu cu,
respiração ofegante,
encaixe alucinante,
desespero…
Sua mão forte
controlando o movimento…
ritmado…
Quero toque pesado,
grudado,
quase violento…
Quero fome!
Quero você sedento…
Quero sentir você,
metido e inteiro,
dentro.
Me dê o que eu gosto,
E do meu gozo,
receberá
todos os meus pulsares
involuntários,
como resposta.
Receberá meus calores,
lubrificando nossa foda.
Receberá meus gemidos
afrodisíacos
de satisfação
de mulher fogosa.
E ao fim,
notará que me tem inteira:
na carne
que com você goza,
desfeita,
até só restar
minha alma
em você.
MarU
#
Feroz
Não se pode amar um leão sem ajoelhar-se diante da fome
Amar um leão é despir-se com olhos cravados nos músculos que anunciam a violência
É sentir o hálito quente no pescoço exposto, é pedir a boca que dilacera
Amar um leão é estremecer com o faro lançado entre as coxas como quem sabe onde a alma geme
Não se ama um leão sem a necessidade das garras, das presas e de saciar o ventre aberto
Amar um leão é sentir prazer na vertigem da condenação dos seus olhos
Amar um leão é esperar de quatro na mata escura sem se decidir se hoje será a leoa ou a corsa
Na selva da pele o desejo é uma fera sem jaula.
Não se pode amar um leão sem ajoelhar-se diante da fome
Amar um leão é despir-se com olhos cravados nos músculos que anunciam a violência
É sentir o hálito quente no pescoço exposto, é pedir a boca que dilacera
Amar um leão é estremecer com o faro lançado entre as coxas como quem sabe onde a alma geme
Não se ama um leão sem a necessidade das garras, das presas e de saciar o ventre aberto
Amar um leão é sentir prazer na vertigem da condenação dos seus olhos
Amar um leão é esperar de quatro na mata escura sem se decidir se hoje será a leoa ou a corsa
Na selva da pele o desejo é uma fera sem jaula.
Sem tua mão, imagino seus dedos traçando os contornos da minha derme.
A maciez dos meus lábios.
E adentra, minha boca úmida, espalhando, sugando, como se fosse você.
Sem pressa, desliza o contorno do meu pescoço esguio,
Os dedos molhados
Espalhando saliva, até o bico dos túrgidos seios.
Picos rosados, arrepiados, arfantes.
A imaginação vai longe, num beliscar.
A outra mão brinca, abaixo do umbigo.
Fabricando desejos, nos meus pensamentos.
Desejos que molham e escorrem, por entre as pernas.
Que as mãos alcançam.
Os nervos tensos, que massageados, explodem orgasmos,
Múltiplos, suados.
Intensos, aproveitados.
Tudo isso com você na imaginação.
Eliz Leão
#
A maciez dos meus lábios.
E adentra, minha boca úmida, espalhando, sugando, como se fosse você.
Sem pressa, desliza o contorno do meu pescoço esguio,
Os dedos molhados
Espalhando saliva, até o bico dos túrgidos seios.
Picos rosados, arrepiados, arfantes.
A imaginação vai longe, num beliscar.
A outra mão brinca, abaixo do umbigo.
Fabricando desejos, nos meus pensamentos.
Desejos que molham e escorrem, por entre as pernas.
Que as mãos alcançam.
Os nervos tensos, que massageados, explodem orgasmos,
Múltiplos, suados.
Intensos, aproveitados.
Tudo isso com você na imaginação.
Eliz Leão
#
*Amante in(sone)*
A noite,
na insônia
da madrugada,
é que meu pensamento
viaja…
E meu corpo,
como se te elegesse
“meu dono”,
reage, queimando
em brasa…
buscando
uma fagulha
de você.
Entregue
a pensamentos
indecentes…
desperto,
me sonhando
ardentemente
possuída
com sua fome
em fúria…
Na luxúria
dos desejos
que imagino
saciar
com você.
Te abraçando
com as pernas,
com as ancas
arqueadas,
preenchida
profundamente,
enquanto vigoroso,
você nos embala…
Nessa dança
ofegante,
comigo em você
agarrada,
me arrasta
na cama,
empurra
e não para…
não para…
Entre nossos
gemidos
e os rangidos
da cama,
fomos pegos
pelo cupido,
e este desejo
nos atingiu
como um tiro…
Que só será
resolvido
quando exauridos,
deixarmos
a libido
nos acabar
de prazer!
Quero ver
seu sorriso bobo
quando eu acabar
com você…
dentro de mim…
Enquanto te encaro
profundamente,
te devolvendo
um sorriso
grato
e sacana.
Me desfazendo
na cama,
ainda sentindo
você pulsar,
metido
e arfante,
desfeito
dessa sua
postura elegante.
Como amante…
e nada mais
além de nós.
In(sone),
vem me amar!
MarU
#
A noite,
na insônia
da madrugada,
é que meu pensamento
viaja…
E meu corpo,
como se te elegesse
“meu dono”,
reage, queimando
em brasa…
buscando
uma fagulha
de você.
Entregue
a pensamentos
indecentes…
desperto,
me sonhando
ardentemente
possuída
com sua fome
em fúria…
Na luxúria
dos desejos
que imagino
saciar
com você.
Te abraçando
com as pernas,
com as ancas
arqueadas,
preenchida
profundamente,
enquanto vigoroso,
você nos embala…
Nessa dança
ofegante,
comigo em você
agarrada,
me arrasta
na cama,
empurra
e não para…
não para…
Entre nossos
gemidos
e os rangidos
da cama,
fomos pegos
pelo cupido,
e este desejo
nos atingiu
como um tiro…
Que só será
resolvido
quando exauridos,
deixarmos
a libido
nos acabar
de prazer!
Quero ver
seu sorriso bobo
quando eu acabar
com você…
dentro de mim…
Enquanto te encaro
profundamente,
te devolvendo
um sorriso
grato
e sacana.
Me desfazendo
na cama,
ainda sentindo
você pulsar,
metido
e arfante,
desfeito
dessa sua
postura elegante.
Como amante…
e nada mais
além de nós.
In(sone),
vem me amar!
MarU
#
#Desafio 134
*Rebeldia*
A rebeldia desse sentir
que transparece na pele,
queimando em desejos,
ardendo em febre…
Não cede à distância
do seu alento!
Meu desejo é sedento
e verte, ansiando
o momento.
Em seu abraço,
saciar a paixão,
me esbaldando
em seus beijos…
entregue aos desejos
desta forte emoção.
Intencionalmente,
deixar verter a vontade
que nossos corações
sentem, na intimidade…
Olhar nos seus olhos,
cansados de euforia,
e me ver refletida…
Ali, saciados…
do que a vontade
nos permitira.
Só eu em você…
nada mais!
MarU
*Rebeldia*
A rebeldia desse sentir
que transparece na pele,
queimando em desejos,
ardendo em febre…
Não cede à distância
do seu alento!
Meu desejo é sedento
e verte, ansiando
o momento.
Em seu abraço,
saciar a paixão,
me esbaldando
em seus beijos…
entregue aos desejos
desta forte emoção.
Intencionalmente,
deixar verter a vontade
que nossos corações
sentem, na intimidade…
Olhar nos seus olhos,
cansados de euforia,
e me ver refletida…
Ali, saciados…
do que a vontade
nos permitira.
Só eu em você…
nada mais!
MarU
*Bom dia, paixão!*
Ao final
da madrugada,
e quase,
despontar do dia,
outra coisa desponta,
saliente
no edredom.
Ah, não resisto!
Ao olhar você assim,
desprotegido
e tão armado…
Não me limito.
Atrevida,
te toco
delicada,
com minhas mãos.
Uma carícia suave,
para ver
sua reação.
E quem sabe?!
Despertar você
com meu toque
de sedução.
Bom dia, paixão!
MarU
#
Ao final
da madrugada,
e quase,
despontar do dia,
outra coisa desponta,
saliente
no edredom.
Ah, não resisto!
Ao olhar você assim,
desprotegido
e tão armado…
Não me limito.
Atrevida,
te toco
delicada,
com minhas mãos.
Uma carícia suave,
para ver
sua reação.
E quem sabe?!
Despertar você
com meu toque
de sedução.
Bom dia, paixão!
MarU
#
#Desafio 93
*Sopro do coração*
Soprei ao vento saudades.
Vaguei, buscando-te à tarde.
Escrevi, com cuidado, o texto,
Declarando ao vento o sentimento
Que guardei dentro, a sete chaves.
Soprei ao vento que te amo,
E ele respondeu, em sopro insano,
Que, pra mim, tem outros planos.
Chorei de dor, amargamente,
Chamando o vento de insolente.
Soprei ao vento, novamente,
Mas o vento parou de repente.
E, no vazio do tempo silente,
Concluí te amar rebeldemente, pois
Não mando no que meu coração sente.
Soprei ao vento por engano.
Queria dizer logo que te amo.
Acabei soprando errado,
Meu recado saiu sussurrado,
E meu amor continuou trancado,
Graças ao vento enrolado,
Que pegou o meu recado.
Espero, com o peito emaranhado
Nesse sentimento complicado,
Que o amor convença o vento
A te entregar o meu recado.
— Te amo!
MarU
*Sopro do coração*
Soprei ao vento saudades.
Vaguei, buscando-te à tarde.
Escrevi, com cuidado, o texto,
Declarando ao vento o sentimento
Que guardei dentro, a sete chaves.
Soprei ao vento que te amo,
E ele respondeu, em sopro insano,
Que, pra mim, tem outros planos.
Chorei de dor, amargamente,
Chamando o vento de insolente.
Soprei ao vento, novamente,
Mas o vento parou de repente.
E, no vazio do tempo silente,
Concluí te amar rebeldemente, pois
Não mando no que meu coração sente.
Soprei ao vento por engano.
Queria dizer logo que te amo.
Acabei soprando errado,
Meu recado saiu sussurrado,
E meu amor continuou trancado,
Graças ao vento enrolado,
Que pegou o meu recado.
Espero, com o peito emaranhado
Nesse sentimento complicado,
Que o amor convença o vento
A te entregar o meu recado.
— Te amo!
MarU
#Desafio 087
Entre Sol e Sal
Imenso, azul, espumante
ansioso por engolir.
Fulgurante, ardente, impiedoso
devorador de pele e sombras.
Amantes vorazes!
E ela, ali, na areia
voyeur à espreita do casal libertino.
Seria justo assistir sem arder?
Os olhos denunciam:
febre, ânsia, entrega.
Os pés afundam,
o corpo cede.
Um mergulho lascivo
arrepiando a pele.
Ali se dissolve…
Nas investidas impetuosas das ondas
nas carícias atrevidas da brisa
no domínio implacável do sol.
Esquece-se de que não se dobra.
Abre-se inteira
não quer ser poupada.
Gotas desprendem dos cabelos
serpenteiam pelo pescoço
cirandam o seio teso
descem famintas ao umbigo
despedem-se
onde deveriam fazer-se de línguas.
E então vem:
sem toque
sem trégua
sem perdão.
Um sismo intenso, cruel, redentor.
O gozo escorre salgado.
O riso explode trôpego.
A alma, descalça
caminha vitoriosa
exibe seu êxtase
sobre as águas.
Crs Ribeiro
***Revisado
Entre Sol e Sal
Imenso, azul, espumante
ansioso por engolir.
Fulgurante, ardente, impiedoso
devorador de pele e sombras.
Amantes vorazes!
E ela, ali, na areia
voyeur à espreita do casal libertino.
Seria justo assistir sem arder?
Os olhos denunciam:
febre, ânsia, entrega.
Os pés afundam,
o corpo cede.
Um mergulho lascivo
arrepiando a pele.
Ali se dissolve…
Nas investidas impetuosas das ondas
nas carícias atrevidas da brisa
no domínio implacável do sol.
Esquece-se de que não se dobra.
Abre-se inteira
não quer ser poupada.
Gotas desprendem dos cabelos
serpenteiam pelo pescoço
cirandam o seio teso
descem famintas ao umbigo
despedem-se
onde deveriam fazer-se de línguas.
E então vem:
sem toque
sem trégua
sem perdão.
Um sismo intenso, cruel, redentor.
O gozo escorre salgado.
O riso explode trôpego.
A alma, descalça
caminha vitoriosa
exibe seu êxtase
sobre as águas.
Crs Ribeiro
***Revisado