Iniciando a sexta com uma notícia boa: recebi dois feedbacks positivos sobre a nova versão de As Cartas.
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A idieia é ser feliz. Mas hoje estou mega infeliz, cansado e com sono.
@rafaelsiarau:
Pronto! Mas e aí: como será que os alienígenas nos chamam? Porque, veja, nós demos um rótulo a eles e até criamos uma “raça lagarto” na nossa imaginação.
Na minha humilde opinião, se eu fosse um alienígena, chamaria os humanos de “buraco sem fim”.
Pronto! Mas e aí: como será que os alienígenas nos chamam? Porque, veja, nós demos um rótulo a eles e até criamos uma “raça lagarto” na nossa imaginação.
Na minha humilde opinião, se eu fosse um alienígena, chamaria os humanos de “buraco sem fim”.
Adivinha quem ganhou mais dois Redemoinhos no cabelo? Agora tenho oito.
@rafaelsiarau:
Provavelmente, ficarei o dia inteiro sem acesso ao Threads por causa das falhas. Então vocês já sabem, né? Visitam meu insta, só pra não me sentir sozinho sem theads rsrs
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Provavelmente, ficarei o dia inteiro sem acesso ao Threads por causa das falhas. Então vocês já sabem, né? Visitam meu insta, só pra não me sentir sozinho sem theads rsrs
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Às vezes, quem mais fala sobre leitura é quem menos pratica o básico: ler com atenção.
esconde atrás do rótulo de crítico para reproduzir ignorância com aparência de coragem. Quando figuras públicas usam seu espaço para esse tipo de ataque, não estão debatendo ideias; estão degradando o próprio sentido do debate público e contribuindo para um ambiente onde o respeito deixa de ser princípio e passa a ser exceção. Quando isso parte de uma figura pública, não é apenas opinião; é o uso do poder para legitimar preconceitos. E isso não é só vergonhoso. É perigoso.
Pintar-se de preto para atacar outra pessoa não é crítica. É racismo. Ridicularizar identidades e vivências não é liberdade de expressão. É transfobia. E não, isso não é “mimimi”. Esse tipo de discurso não surge no vazio, ele reforça desigualdades históricas, legitima preconceitos e transforma direitos básicos em motivo de deboche. O mais inquietante é ver tudo isso sendo relativizado como “opinião forte” ou “provocação política”, quando, na verdade, revela uma postura cínica: a de quem se 1
@rafaelsiarau:
Não queria compartilhar esse vídeo, porque, no fim, isso também acaba dando mais visibilidade. Mas há momentos em que o silêncio não é neutralidade: é conivência.
O episódio envolvendo Fabiana Bolsonaro não pode ser tratado como mais uma “polêmica” descartável. Ele escancara algo mais profundo e preocupante: a naturalização do uso de espaços públicos, ocupados por representantes eleitos, para disseminar desinformação, desrespeito e violência simbólica.
Não queria compartilhar esse vídeo, porque, no fim, isso também acaba dando mais visibilidade. Mas há momentos em que o silêncio não é neutralidade: é conivência.
O episódio envolvendo Fabiana Bolsonaro não pode ser tratado como mais uma “polêmica” descartável. Ele escancara algo mais profundo e preocupante: a naturalização do uso de espaços públicos, ocupados por representantes eleitos, para disseminar desinformação, desrespeito e violência simbólica.
Estou com ódio, porque o app tá bugando toda hora. Então ficarei um tempo meio sumido, porque me recuso ficar desinstalando e reinstalando. Só vou voltar quanso eles arrumarem.