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@MarU há 1 ano
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#Desafio 54 *Voz de dentro* Às vezes, leio Alguma poesia e Sinto… que FOI PRA MIM! Não sei explicar Se é coisa Do universo… DIRECIONA-LA Pra mim? Sei lá! Mas ela dá VOZ Ao que sinto Por dentro. Uma voz… QUE EU NÃO TENHO… E busco para Dar voz ao Que sinto dentro De mim. Se é meu Destino lê-la, E nela ENCONTRO Sentido para SENTIMENTOS Que tive em mim, Recolhida… Estes POEMAS Se tornam CURA… O abraço E o alento Para acolher Meu sentimento, Dando-me voz Para ver-me livre De todo sentimento Ruim. LEIA MAIS! MarU
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Lindo e profundo amiga! Também me sinto assim quando leio certos poemas! Principalmente os seus!👏🥰
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@calorliterario_ há 1 ano
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O silêncio anuncia O que era tanto vai virando quase nada Não dói de uma vez Vai sumindo Uma voz que não chama um café que esfria uma porta que ninguém abre Se perde a importância Os ciclos terminam assim sem barulho sem data marcada (Evaporou) O novo começa igual Um dia qualquer num detalhe pequeno Uma mensagem inesperada um vento mais leve um olhar que fica E vai ficando… 🩵
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@MarU · há 1 ano
Ah o tempo… A única certeza que temos, é que passará. 🥹❤️🫂
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 54- Conte sobre um livro que você sempre cita. Já li por aí que esse livro é do tipo ou se ama ou se odeia. E eu sou do tipo que ama, fazer o quê? Acho que todas as aventuras do Pequeno Príncipe têm um significado literal, que pode ser lido como um livro infantil, e outro metafórico que suscita várias reflexões. Enfim: amo. #Link365TemasLivros
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@sylvviarubra há 1 ano
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#desafio 365 dias Dia 54 - Conte sobre um livro que você sempre cita. Eu podia citar aqui vários livros, mas vamos falar de um livro de uma autora nacional, @cadantasautora ! Ele se tornou um livro muito citado por mim quando falo sobre autoras que vou conhecendo. Por quê? Ora, porque é um livro visceral, Pulp, mas também que crimes não são romantizados, como em muitos livros que vemos por aí. A autora criou um casal com uma química inegável, cada um com uma bagagem emocional carregada e que tentam sobreviver na cidade de Desejo. Costumo dizer que Desejo é uma cidade onde o crime compensa e os protagonistas vão, da maneira que sabem, lidar e vencer a isto.
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@cadantasautora · há 1 ano
Nossa, que emoção! Muito obrigada por suas palavras. Você me tirou de um lugar muito escuro agora. Obrigada. ❤️😍
@fksilvain · há 1 ano
Que baita livro! Me tirou o sono! ⭐⭐⭐⭐⭐
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@sylvviarubra há 1 ano
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#desafio 365 dias Dia 53 - Poemas de outrora Mãos de sonhos de arado que arranham e adubam e afundam nostalgias em águas claras e mornas de gosto pêssego que não passa cedo que fica que finca e só finda quando de novo arranhas e entranhas tuas unhas e tu ficas e te fincas e findas para renascer em mim.
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@albertobusquets há 1 ano
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Quem eu sou? Sei que não sei. Sei que não é fácil se conhecer. Dizem que sou vasto, mas eu me estreitava. Dizem que sou grande, mas eu me diminuía. Dizem que sou especial. Mas não somos todos? Talvez o importante nem seja ser, mas se sentir: A partir de hoje, assim farei. Que meu universo seja o que é, e não se adeque a forma alguma. Somos únicos. Que isso se mantenha como nossa maior fonte de vida e de inspiração. Que assim seja. Assim serei. Assim sou. Alberto Busquets. #Desafio 054
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@albertobusquets · há 1 ano
Sou onde não penso, né? 🥹☺️💞
@CrisRibeiro · há 1 ano
Talvez ser, seja não saber…
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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O AMOR AINDA VIVE Às vezes eu me pergunto porque ainda levanto? Porque continuar lutando? Em mundo tão cruel tão sem alma, tão sem coração, morto, frio, gélido e objetivo! Um mundo onde todos somos produtos. Mas a vida, de vez em quando, me responde, me mostra, que as pequenas coisas podem mudar tudo, um ato de amor, um gesto gentil, me fazem acreditar que o amor não morreu, que o cinza sem graça ainda não matou as cores da vida! São essas pequenas luzes em meio a um mar de escuridão, que mostram que a vida ainda pode ser bonita, e que mesmo diante de toda a maldade do mundo, a luz da bondade ainda pode brilhar, pois enquanto houver vida o amor nunca irá se apagar.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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A beleza singela, doce e atrevida de @JusleyNaiane, em um de seus belíssimos poemas. Declamação: setembro de 2024
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Lindo poema e linda declamação!👏🥰
@CrisRibeiro · há 1 ano
Ah, obrigada! É tanto prazer estar entre vocês! Eu sinto intensamente as palavras do que escrevem. 🌹❤️
@tibianchini · há 1 ano
Um poema belíssimo, uma interpretação linda e um pano de fundo sensacional... Como não amar esse post? ❤️
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 054 Efêmero? Oi. Você vem sempre aqui? — Não vinha… Mas agora, nem saio mais. E foi só isso: um início clichê um dedo perdido no cabelo um sorriso enviesado que convida e também sentencia. E eu, que sempre fui tão dona de mim virei chão virei espera. Porque tem olhares que são armadilhas. E tem você. Cr💞s Ribeiro
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@albertobusquets · há 1 ano
Olhares-armadilhas, sorrisos-encantos... Amor-imensidão! 💞
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@autorsilviojunior há 1 ano
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Os sonhos são tão poderosos quanto os corações que os carregam. Mas e se forem corrompidos?Leia: O Devorador dos Sonhos e outros contos perdidos no @literunico https://www.literunico.com.br/silvioasjnr/post/1565
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@uiaramei há 1 ano
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E depois dos 30? Faz tempo que venho tirando fotos pelo menos duas vezes ao ano para observar o envelhecimento da minha matéria — meu corpo físico. E, toda vez que me vejo, sinto um desconforto, como se eu não tivesse alcançado aquela que está estática na fotografia. É uma imagem simples, sem efeitos, sem maquiagem. Somente ela. Ela me encara sempre com um ar de resignificação, talvez de autoridade. Quem será ela? Na infância e juventude, nunca me imaginei depois dos 20. Agora, aos 42, tentar me ver com 50, 60 anos parece quase impossível. Envelhecer em espírito... Minha alma é eterna, meus anseios e vontades também. Mas ela continua ali, me encarando. Seria eu uma impostora? Uma fraude de mim mesma? Será que estou teimando em fazer algo que não me cabe? Desde que nascemos, estamos para jogo. E como se joga esse jogo da vida? Não tem manual, não tem nada. É pular no abismo e contar com a sorte. É arriscar, ter coragem, porque quanto mais você vive, mais é exigida de você uma mudança constante. É um tal de largar o passado e mirar no futuro. Mas o passado traz solidão, depressão, e olhar para o futuro traz incerteza e ansiedade. Vida do cão. Não, pera! Talvez seja uma boa vida, se eu olhar para a minha jornada com um olhar terapêutico: "Ah, você fez muito! Você é uma guerreira, forte e valente." Mas, na verdade, sou sobrevivente de mim mesma, dos meus traumas, das minhas lutas internas diárias, da minha vulnerabilidade, da minha fragilidade. — Ah, perfeita em minha imperfeição, no magnífico caos. Só queria ser "normal", mas por que insisto em pensar que, para pessoas "normais", a vida é um paraíso? Que multiverso é esse que sempre tento flertar? Tem um caos dentro de mim, e não é em pensamento, é em sentimentos. Ao mesmo tempo que sou vilã de mim mesma, consigo ver beleza e uma chama de amor em tudo isso. Talvez eu seja especial para mim, para o meu mundinho. Ela me faz ter esse tipo de reflexão. Ela me encara. Mas ainda não a encontrei. Ela está dentro de mim, mas são tantas camadas... O mergulho é profundo, e às vezes penso que perderei o fôlego. É um mergulho amador, sem preparo, mas convicto da minha intuição. Ela aparece nas fotos. Ela ainda está ali. Espero, um dia, poder encontrá-la. Uiara Mei.
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@edsonbas há 1 ano
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Quando se está sentado, compenetrado e focado em fazer alguma coisa, uma mosca pode atrapalhar, e muito. Todas as vezes que ela passa próxima ao rosto ou à orelha, o barulho das suas asas batendo freneticamente e as esbarradas que ela dá acabam por nos desconcentrar, nos tirar o foco, atrapalhando o andamento do que se está fazendo e levando, assim, a um atraso na conclusão daquilo. Naquela noite, foi exatamente isso o que aconteceu comigo. Como se não bastasse o calor, que já tornava tudo mais difícil, aquela "bendita" mosca não me deixava quieto. Por mais que eu tentasse me concentrar, ela vinha e zumbia no meu ouvido, ou passava pertinho dos meus olhos... e lá ia eu começar todo o processo de novo, e de novo, e de novo. Já cansado da situação, olhei para o lado e notei que a toalha de rosto estava ao meu alcance, estiquei o braço, a peguei e comecei a dar chicotadas para tudo quanto é lado, mas sem sucesso. A mosca voltava a passar próxima à minha orelha e a soltar no meu ouvido um "zumzumzumzum" que soava como um "hahahaha". Cheguei à conclusão de que, pelo menos naquela condição na qual me encontrava, eu nunca iria vencer a batalha. Desisti do que estava tentando fazer, me levantei do vaso sanitário, entrei no box e abri o chuveiro. Um banho frio daria um jeito no calor pelo menos. Mais tarde eu poderia voltar e resolver o outro problema. Foram cerca de 10 a 15 minutos de sossego, cheguei a quase me esquecer da mosca, mas foi a conta de fechar o chuveiro e ela fez questão de me lembrar que ainda estava ali. Me enxuguei, parando, às vezes, para dar um tapa em algum lugar do corpo, na inútil tentativa de matar ou, pelo menos, espantá-la. Terminei, e agora eu tinha uma toalha maior e molhada, mais pesada. As chicotadas passaram a ser mais violentas e até barulhentas, um barulho que parecia com o de uma tora de madeira caindo num chão com piso de ardósia e o quebrando. O resultado foi o mesmo: nenhum. Já no meu quarto, com a porta fechada para que ela não entrasse, pus meu pijama, tomei um gole de água, me deitei e liguei a TV. Notei que o apresentador do telejornal tinha uma pinta na cara: "- Peraí! Pinta não anda! Ela entrou!". Estava andando na tela da TV. Acho que ela percebeu que eu a descobri ali, pois passou a vir de vez em quando próxima ao meu ouvido para soltar mais um "hahahaha" e voltar para a tela. Agora eu iria mostrar para ela quem mandava naquela casa, quem era o mais forte e mais inteligente. Liguei o ventilador e busquei a toalha molhada, assim ela iria preferir ficar só na tela da TV e eu teria mais facilidade para acertá-la. Não deu outra: acertei. Demorou um pouco. Alguns minutos. Meia hora, na verdade. Quase cheguei a derrubar a TV, que, com a força de uma das chicotadas que dei, ficou com a tela preta por uns segundos. Procurei o cadáver até achar, peguei pelas asas e fiquei observando aquela única perna que ainda se mexia: "- MAS SERÁ QUE VOCÊ NÃO MORRE!" Enfim era chegada a hora de concluir algo que a mosca não havia me permitido antes. A levei junto. Joguei-a dentro da lixeira e me sentei abraçado a ela, segurando a tampa, só para garantir.
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@JuNaiane há 1 ano
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Te quero Nesse desejo ardente impulso indecente amor envolvente que me eleva e me revela tua, nua exposta entregue. Me puxa, Me toma, Me ama... A cama de repente parece pequena; parece não comportar a imensidão do nosso Amar. Jusley Naiane #desafio 54/365
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@calorliterario_ · há 1 ano
Eita que a inspiração foi boa! Lindo!!!!
@CrisRibeiro · há 1 ano
Eita menina! Muito bom!
@ricardolloco · há 1 ano
Como sempre , você arrasa na escrita .... Parabéns maninha
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@literunico há 1 ano
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#Dia 276 Lembrança Da memória, parece ser A que demonstra sempre Menor intensidade viver Mas mantém-se constantemente Mesmo quando de leve Ela sussurra ao tempo, Na brisa que toca sem ver Lembrança, rastro do momento, Que insiste no pensamento. O traço de um quadro pintado, A melodia a se murmurar Lembrança é o que foi guardado, Instante que permanece na estante. Onde o presente nos para Ela se impõe sem chamar. Lembrança, estrada revelada Para um mar que se nega a baixar. Não é só saudade ou dor, Mas fragmento do ser. Lembrança, do ódio ao amor Que eterno não se fez perceber Eder B. Jr.
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@ricardolloco · há 1 ano
Tooooop
Traduzido automaticamente do inglês.
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Toooooop
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@literunico há 1 ano
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Bom dia! Palavra do dia: #𝕃𝕖𝕚𝕥𝕦𝕣𝕒 Frase do dia: "Não me diga que a lua está brilhando; mostre-me o reflexo da luz em vidro estilhaçado." — Bernard Cornwell Datas comemorativas de hoje, 23 de fevereiro de 2025: Dia Nacional do Movimento Municipalista Brasileiro Dia Nacional do Rotary Aniversariantes: Bernard Cornwell (1944) César Aira (1949) Alexandre Borges (1966) Casemiro (1992) Emily Blunt (1983) Dakota Fanning (1994)
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@albertobusquets há 1 ano
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*Intensidade* Ah, essa minha fome de afeto de querer ser refém de ultrapassar o meu teto ir bem mais além Essa minha fome de afeto afeta o meu peito afeta o meu leito mas finjo perfeito que tudo está bem... Não que eu seja objeto de raso desdém ou adormeça inquieto quando o sono vem sofro por destino incerto do ainda não feito; mas rusgas e defeitos eu finjo perfeito que não me detêm... Sofro na fome de afeto de ir mais além E após tantos trabalhos, contentar-me com retalhos? Migalhas de amores falhos são muito aquém... Ah, essa minha fome de afeto de querer ser refém de ultrapassar o meu teto fingindo estar tudo bem Posso até mudar de ares, mas apesar dos pesares sou em desejo imerso centelha no meu universo; não aquietaria meu verso por quase ninguém. Alberto Busquets. #Desafio 053
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Você se traduz de forma ímpar! Um grande homem, uma grande escrita. 💞
@JuNaiane · há 1 ano
Lindo... parece uma música. Sentimento profundo e intenso esse, de querer ir além, mas se sentir preso dentro de si mesmo
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