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@edsonbas há 1 ano
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Há muitos anos eu não ia visitar o sítio da família, mas nesse final de semana, meu pai resolveu reunir a família toda lá. Ele foi antes, na sexta, de manhã cedinho, para garantir que, quando os outros chegassem, tudo já estaria pronto. Ele gosta que as coisas estejam sempre funcionando direitinho e de garantir que não vai faltar nada. No sábado, logo depois do café, eu, minha esposa e os meninos entramos no carro e partimos para lá também. Quando chegamos no trevo da bica, paramos para beber água. Ah! Aquela água da bica era incomparável, tão fresquinha que era quase gelada. Os meninos não quiseram tomar daquela água, queriam da mineral de garrafinha. Por sorte tinha uma barraquinha por ali que vendia. Aproveitei para comprar também um pacote de mariolas. Liguei para o meu pai para tirar algumas dúvidas sobre o caminho até lá. Ele me explicou e pediu para levar alguns maços de cigarros. Disse que havia uma vendinha no caminho que tinha de tudo. Voltamos para o carro e fomos para lá. Logo na entrada do velho “secos e molhados” havia um saco de fubá moinho d’água, outro de açúcar mascavo, um de arroz e uma gaiola pequena com umas cinco galinhas espremidas. No teto, um ventilador cinza rodava bem devagarinho. Pendurados numa barra de ferro ficavam algumas linguiças, chouriços e chinelos Havaianas em sacos plásticos transparentes. Nas prateleiras, várias garrafas de cachaça com caranguejos, plantas ou raízes dentro, rolos daquele papel higiênico rosa em embalagens individuais também de papel, detergente ODD, água sanitária, sabão em barra e uma infinidade de outros produtos amontoados e meio empoeirados. A mistura de tudo isso resultava num cheiro muito característico que só quem já visitou um lugar desses conhece. O balcão de madeira já estava lá há tantos anos que, de tanto debruçarem e apoiarem as mãos, parecia ter recebido uma aplicação de betume. Nele havia uma estufa com salgados, torresmos, ovos cozidos azuis e rosas e um tabuleiro de frissura. Do outro lado, uma antiga balança de ponteiro vermelha da Filizola e um baleiro giratório de três andares todo de vidro e com suas tampas de alumínio. Enquanto eu o girava, ouvia aquele rangido agudo e via a grande quantidade de balas, pirulitos e outros doces que já não via mais desde meados dos anos 90: pirulitos do Zorro, de guarda-chuva, balas Chita, Dadinhos, marias-moles em casquinhas de sorvete (que sempre estavam murchas), suspiros coloridos, balas Soft, pirocópteros, mini-ioiôs, dentaduras de vampiro, apitos, cornetinhas, anéis de plástico e línguas-de-sogra. O dono da venda me reconheceu e perguntou: - Como cê tá, rapaz? Cê tá sumido! - Tô bem. E o senhor? - Dentro do possível, né? A idade chegou. Tá precisando de que? - Me dá meia dúzia de maços de cigarro e o troco pode ser uns docinhos sortidos e uns brinquedinhos pros meninos. - Não vai me dizê que agora cê tá fumando! - Não moço, é pro meu pai! - respondi como se fosse uma criança. - Ah, bem! Faz muito bem! Obrigado e boa viagem! - Obrigado ao senhor! De volta ao carro, entreguei o saquinho de papel com os docinhos sortidos e brinquedinhos para meus filhos. Um deles pegou, pôs na tampa do porta-malas sem nem olhar o que tinha dentro e voltou a jogar no celular. Pedi que me devolvessem o saquinho. Peguei, enfiei a mão, tirei um pirulito do Zorro, abri e pus no canto da boca. Uma delícia! Quando acabou, fui mastigando o palitinho até chegarmos no sítio.
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 99 *Decidi…* Decidi não te dedicar Mais nenhum texto. Decidi abortar o sentimento, Matar-te dentro do peito. Decidi que não quero mais Viver nesta tortura, De dedicar-te amor e ternura, Que, com desprezo, desfaz-se de mim. Decidi, então, que deixarás de viver Em meu coração. Vais morrer! Pois te mato em meu peito. Meu pleito é viver sem este tormento. Decidi que te darei o meu desprezo, Como um ato autodefeso. Libertar meu coração do seu cabresto Será o seu ou o meu fim… Ou nada feito! Decidi… Mas não sou eu quem decido. Amar você foi um ato (auto imbuído). Queria não ter te querido, (Aconteceu!) …Mas darei um jeito nisso. Meu compromisso, agora, será comigo! (Quando eu descobrir como fazer isso). Em mim, terás morrido, Para eu viver. Ou, ao ler isto, terás entendido, Afinal, o que tento te dizer. MarU
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@tibianchini · há 1 ano
Por que há tenta beleza na dor? Não devia ser assim!... Mas, não: há beleza nas palavras. Há beleza em dizê-las, em ler e significar seus sentidos. Há beleza nos seus versos, nas suas estruturas, no seu cuidado em dizer-sem-dizer. A tristeza? A dor? Ela passa. Sempre passa. A poesia permanece.
@literunico · há 1 ano
Caberia numa linda história poetica, linda porém com todo o peso de um drama.
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@deivesferraz há 1 ano
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MICRO(conto) -TESEU! Como está a transição? -A aderência orgânica está deficiente. Os piores são o coração e o cérebro, senhor. -Incompetente!(Tapão na cabeça)Já fomos quase descobertos quando notaram que a margarina era praticamente plástico. Estamos atrasados! -Mas a cirurgia plástica foi um sucesso senhor. Muitas pessoas já trocaram partes do corpo de livre e espontânea vontade por plástico. -Foi uma bela ideia, Teseu! Mesmo que alguns médicos moralistas insistam em usar de outra forma. Ainda assim está devagar! -Senhor... Se substituir todas as células das pessoas por plástico, elas ainda seriam humanas? -Cala boca, infeliz!(Tapão na cabeça) Não me venha com essas perguntinhas insolentes, e volte ao trabalho!
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@eduliguori há 1 ano
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Perdi o túnel do tempo me tornei uma relíquia uma civilização perdida por vezes desrespeitado aqui nesse mundo líquido experiência é bolha de sabão lá vai ele o velho me restou a poesia o ar e minhas memórias até a última linha Edu Liguori
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@berthamachadoo há 1 ano
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Eu estou cansada. Exausta mesmo, sabe? Tô me perdendo entre os dias da semana. Tô acordando já cheia de dor no corpo. Talvez um caminhão tenha me atropelado e eu nem percebi. Estou trabalhando 8:20 por dia de segunda a sexta e 6:20 aos sabados ou domingos (depende da minha folga) e esse monte de hora extra foi escolha minha. Quer dizer, não tanto. Eu preciso me reorganizar financeiramente, limpar meu nome, comprar um celular que não precise carregar de 3 em 3 horas. Então é por livre e espontânea pressão que eu tenho trabalhado tanto. Eu preciso também de um novo lar, algo meu, nem que seja um terreno pra ir construindo aos poucos, então não adianta ficar no mínimo. Salário mínimo, esforço mínimo, tempo mínimo. Puts, acabou meu tempo, hora de ir pra labuta de novo. Vejo vocês em breve.
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@tibianchini · há 1 ano
Eu estive nessa rotina por anos. Cansei. Decidi viver com menos, estudar mais, ter mais tempo pra mim e pra minha família. Mas confesso que não sei se valeu a pena... Hoje tenho todo o tempo do mundo (por menos dinheiro e menos conforto), mas não consigo render mais. Isso já é por minha culpa: acordo tarde, perco muito tempo, deixei de ser produtivo. Acho que, quando a gente prioriza as coisas "erradas", as coisas não andam... E eu, se antes tinha a "boa" desculpa de dizer que "não tenho tempo pra nada", hoje sou obrigado a admitir que "tenho tempo pra tudo, mas não sei usá-lo".
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 99 Metade de Mim Já Chegou O meio do caminho. A metade da ampulheta. E não há mais “todo o tempo do mundo”. Ser feliz amanhã? Não é mais alternativa. Não vivo a minha idade, pois sou feita de sonhos! Forjada pelo amor: há desejo em meu peito. Quero tudo o que posso ter! Quero até aquilo que não posso… Tenho sede de tudo que contenta minha alma. A menina adormeceu pela trilha. Não quis mais brincar… No segundo tempo do percurso é a mulher com tranças ao vento e calçada com atrevimento, que passos firmes impõe a escalada do seu firmamento. Cr💞s Ribeiro
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@albertobusquets · há 1 ano
💞🌞😍
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@inifadadresch há 1 ano
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Diário de escrita: Pra váriar a estrutura estou conseguindo manter mas as cenas do meio estou mudando tudo porque estavam indo para becos que demais kkk Acho que preciso parar de ser jardineiro e ficar no modo híbrido pra paisagista, assim posso ver o espaço que tenho e planejar em cima pra depois construir alguma coisa
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@edsonbas há 1 ano
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O despertador do celular tocou. Acordei. Levantei e fui desativá-lo. Havia um pequeno besouro pousado nele. O espantei e ele saiu voando iluminado. Era um vaga-lume. Notei que a bateria do celular estava acabando e o coloquei para recarregar até a hora de sair para trabalhar. Trinta minutos deveriam ser suficientes para que a carga da bateria atingisse um nível que durasse até a hora do almoço, quando eu a completaria. Nesse momento fui ver quantas horas eram. Ainda faltavam três horas para o horário que eu havia programado o despertador do celular. Achei estranho, mas voltei para a cama, programei o despertador da televisão, virei para o canto e dormi. Quando a televisão ligou, levantei-me e constatei que, agora sim, eu havia acordado na hora certa. Pensei que após três horas a bateria do celular certamente estivesse completa. Fui verificar. Novamente o vaga-lume estava em cima do celular. O espantei, ele saiu voando. Peguei o celular. Para minha surpresa, ele continuava com a carga baixa, não dava para levá-lo assim para o trabalho. Voltei a colocá-lo para recarregar, só que desta vez em outra tomada, aquela provavelmente não estava funcionando. Fui trabalhar. Na hora do almoço, fui outra vez verificar a bateria do celular. Mais uma vez me deparei com o vaga-lume sobre ele. O espantei, ele voou. No entanto, agora todo o seu corpo brilhava, uma luminosidade tão intensa que podia ser notada em plena luz do dia. Esse não poderia ser de maneira alguma um vaga-lume comum. Eu nunca havia visto um que emitisse luz de todo o corpo, nem com tanta intensidade. Novamente a bateria do celular não havia sido recarregada. Nem um pouco. Aquela criatura estava, de alguma forma, absorvendo a energia dele. O vaga-lume saiu voando pela janela do meu quarto. Alguns dias se passaram. Comentei o ocorrido com meus familiares. O que ouvi foi que eu estava louco, ou que havia tido um sonho maluco que, por ter sido muito realista, me deixou impressionado. Tentei acreditar na ideia do sonho, mas minha cabeça não deixava. Resolvi procurar um psiquiatra. Marquei uma consulta. O médico, após ouvir minha história, este pelo menos sem rir, diagnosticou uma mania de perseguição, um tanto quanto paranóica e me receitou um medicamento, o qual, disse ele, era apenas um “medicamentozinho light”, só para me ajudar a lidar com a situação. Tarja preta, mas bem tranquilo. Mesmo não gostando muito da ideia, resolvi tirar a prova e comecei a tomar o tal remédio. Passei a, quando saía de casa, trancar a porta olhando para os dois lados para ver se alguém me observava e conferia várias vezes se a porta estava bem fechada. Na rua, ficava olhando para trás o tempo todo, pensando que estava sendo seguido por alguém. Qualquer pessoa que me olhasse ou andasse atrás de mim por mais de dez segundos já ouvia um grito: “– O que você quer comigo?”. Isso nunca havia me acontecido antes. Decidi parar de tomar o medicamento. Passadas algumas semanas, o efeito colateral do remédio desapareceu e minha vida voltou ao normal. Agora sim eu sabia o que era mania de perseguição. Uma coisa horrível. Não queria passar por aquilo nunca mais. Eu não estava louco, nem queria ficar. Não podia ficar dando ouvido a essas pessoas, senão iria acabar ficando. Eu já estava trabalhando a ideia de que o ocorrido não passara de um sonho lúcido ultrarrealístico, mas ainda queria descobrir o que realmente havia acontecido naquele dia. Aquilo havia sido muito estranho. Aquele vaga-lume não saía da minha cabeça. Foi então que ele saiu. Literalmente saiu pelo meu ouvido e voou pela janela afora para nunca mais voltar. Chamei um eletricista para dar uma olhada nas instalações elétricas daquele velho apartamento. Um curto-circuito provocado por uma infiltração na parede próxima ao banheiro havia queimado quase todos os fios elétricos que levavam energia para as tomadas, só a da televisão e os apagadores das luzes haviam escapado. Notei que a lâmpada que ficava acima da minha cama era tão forte que me fazia enxergar um ponto luminoso por algum tempo. Aquele remédio realmente havia funcionado.
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@literunico há 1 ano
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Eu não quero ficar velho por mais que o tempo me chame. Não quero ver meus olhos embaciando o que antes era brilho virando névoa, nem meus passos vacilando onde um dia corri, sem medo, sem pressa. Eu não quero ficar velho com os dedos duros como raízes secas, tateando lembranças em vez de futuros. Nem ver meu nome sendo dito com um “foi” invés do “é”. Não quero que os risos soem baixos porque meu ouvido já não alcança, nem que o espelho me devolva um estranho com a pele marcada por ausências, com os ombros caídos pelo peso do que não deu tempo de ser. Eu não quero o silêncio das mãos que já não escrevem, que já não seguram outros mundos, que tremem como folhas no outono, sabiamente frágeis. Não quero enterrar tantos nomes que o coração se esqueça de como é se apegar. Nem guardar aniversários de quem já não sopra velas. Mas talvez, se ficar velho, quero ao menos deixar rastros: um texto, um feito, um afago que não se apaga. A filha que me lembre sem precisar de fotografia. Um livro esquecido numa estante, que alguém descubra e chore. Se é inevitável envelhecer, que eu aprenda com suavidade a arte de deixar sementes em lugares onde jamais voltarei. Que eu prepare com cuidado meu coração, meu legado, para que alguém me encontre nas páginas que sobrevivi. Que eu aceite a despedida não como o fim da história, mas como pausa serena de quem soube amar o caminho. Eu não quero ficar velho, mas se eu tiver que ir aos poucos, que eu me vá sabendo que o que deixei no mundo permanece em flores, em versos, em gestos, em memórias mais fortes do que a do indivíduo. E que, ao fim, quando minha voz for quase vento, haja quem diga: “Ele não queria ficar velho, mas mesmo velho, do pra sempre ele ficou.” Eder B.Jr.
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@tibianchini · há 1 ano
Seu livro de poesias PRECISA sair. Eu quero ser um dos primeiros a adquirir! 😍
@eliz_leao · há 1 ano
Ficará, e vamos andar de mãos dadas, sentindo o vento em nossos cabelos brancos, que a brisa do mar, soprará, como é de nossa vontade. Ouviremos as vozes dos amigos ao longe, rindo,. E a dos nossos filhos, digo filhos, pois os meus já são seus, desde que você os cativou. E me levou em seu coração, junto com eles, e adicionou à nossa vida, a nossa menina, tão inteligente, como você, tão marcante e sincera. E vamos envelhecer e fenecer juntos, porque você sem eu, não existe, no sentido exato da palavra, assim como eu sem você.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 098 Amar é não conter o belo que um poeta traz em seu peito. É verbo de confiança, doação e valor que exige um só complemento: aquela que julga merecer seu ardor. Mas tal sentimento não qualifica o seu portador a notar ser, também, objeto de amor. Clama por correspondência. Que desejo vão! Dela já tem nas mãos: corpo, alma e coração. Cr💞s Carneiro 💞🎀⛵️🎀💞
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@albertobusquets · há 1 ano
💞🌞🥹😋💞
Traduzido automaticamente do inglês.
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💞🌞🥹😋💞
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@literunico há 1 ano
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Dia 306 Satisfação Não sorri para mostrar sorri porque basta. Satisfação é o ponto que não precisa ser provado. Não exige mais, não compara, Descansa no que se tornou conquistado. Não é euforia, É o aceno discreto de quem entende a própria conquista. Um corpo que repousa inteiro, Mesmo cercado de partes. Satisfação não se exibe, Ela preenche Os cantos sem barulho. É quando o gesto Não se justifica, E o silêncio personifica. Não vem com promessas Nem garantias. Vem com presença. E se quebra, não dói Porque já foi abundância. Eder B. Jr.
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@eduliguori há 1 ano
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Se nada me pertence porque mal tenho controle de eu mesmo porque até minhas emoções podem vir do inconsciente porque até a vida pode fugir em um sopro de mistério o que é que procuro o que é que desejo tanto porque determinados lábios específicos aromas escolhidos sorrisos me sequestram se nada sou nesta equação psíquica se impotente me submeto aos logaritmos qual é o sentido só me restam os poemas e os momentos em que atrevido insisto beijar sem me importar por um breve palpitar Edu Liguori
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 097 E se por distração, não me lembrasse da vida e me agarrasse a você? E por saber-me perdida, fizesses minha acolhida se colocando à mercê? Fosse envolvida em seu peito, me acarinhando no leito dizendo: “amo te ter!” O beijaria com gosto, me encaixaria em seu corpo te sentindo tremer. E ainda tonta e sem rumo, me esqueceria do mundo: vivendo só de prazer! Cr💞s Carneiro
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Vindo de você…🥹🌹❤️
@JuNaiane · há 1 ano
Que perfeito ❤️
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@JuNaiane há 1 ano
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No final, O amor é isso que fica: Sentimento que finda, é ferida que cicatriza. Se levanta e recomeça a vida. #desafio 365/97
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@CrisRibeiro · há 1 ano
O que é isso
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🥹🌹❤️
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@JuNaiane há 1 ano
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Afinal, O amor é isso que fica? Todas as palavras foram ditas? Ou você prefere que eu repita? Que te amo, Que é minha musa preferida, Que você é a mais linda História de amor Que eu vou viver — Ainda. Desafio 365/96
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Na torcida..
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Na torcida…
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 98 *Minha escolha* Luto, dia após dia, Contra mim mesma. Sinto, na sutileza da vida, Uma tristeza descabida. A beleza de poucos Momentos felizes, Onde não me encaixo, Me traz estranhamento. Com um sorriso, consinto. Participo invisível da cena, Mesmo no fundo sentindo O arrebate dessa tristeza Que persiste, em efeito rebote. Só eu sei quantas vezes, Por dia, desisto… E ao desistir uma última vez, Te olho, reflito… E desisto da ideia de morrer. Por você, Todos os dias, Meu filho, Minha escolha é viver. Por você! MarU
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@albertobusquets · há 1 ano
Melhor razão... 🥹❤️🫂❤️‍🩹🤗
@JuNaiane · há 1 ano
Por eles 🫂🥺🤍
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@joaoedulima há 1 ano
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Mega São Paulo, 2038. Uma cidade que não dorme, não perdoa e não respira sem permissão das corporações que a controlam. Biotech. Sentinel. EduTech. Três nomes que regem saúde, segurança e educação — mas por trás de cada slogan holográfico, existe um império construído sobre silêncio, medo e obediência. Marcus é apenas mais uma engrenagem nesse sistema. Um agente da Sentinel Security treinado para seguir ordens, apagar vozes dissidentes e não fazer perguntas. Mas quanto tempo alguém aguenta apertar o gatilho sem saber por quê? Enquanto a cidade pulsa entre concreto, neon e controle, Marcus começa a ver rachaduras nas fachadas perfeitas. Algo está errado. E quanto mais ele tenta ignorar, mais a verdade grita — não só nas ruas, mas dentro dele. Cidade Sem Alma é uma distopia urbana que mistura ação, drama psicológico e tensão política num universo onde cada escolha tem um custo. Um livro sobre controle, perda e a coragem de confrontar o sistema, mesmo quando tudo parece impossível. Nem toda revolução começa com gritos. Algumas nascem do silêncio de quem não aguenta mais engolir a própria dor.
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@ariazenite há 1 ano
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Hoje a manhã terminou assim: completamente emocionada, descontrolada e feliz. Recebi minha primeira resenha crítica. E estou tentando encontrar palavras que estejam à altura do que senti — mas, sinceramente, ainda estou chorando há uns dez minutos seguidos e relendo como se fosse um feitiço. Molly Não Sabe Amar é um conto ainda em andamento, em fase de betagem. Eu NUNCA imaginei que, mesmo inacabado, ele poderia provocar uma leitura tão atenta, tão sensível, tão profunda. É surreal ver minha história pelos olhos de outra pessoa. Ver o impacto que ela causou, mesmo em construção. Isso é mais do que feedback. É combustível. Ser escritora no Brasil é um desafio diário — mas receber esse tipo de retorno reacende tudo aqui dentro. Foi a primeira resenha da minha vida, e ela veio com tanto carinho, com palavras tão belas, que parece que minha história foi acolhida. Sabe aquela sensação de "eu fui entendida"? É isso. Já estou considerando emoldurar e pendurar na sala. É arte, das mais valiosas. Obrigada, vinumsapiens . Seu olhar me tocou profundamente. Você tem uma sensibilidade rara — e eu me sinto honrada por tê-la atravessado com a minha história. Hoje, eu só queria dizer isso pra vocês: Se um dia a sua arte alcançar alguém de verdade... se permita sentir. Sinta tudo. Porque é isso que faz valer a pena continuar. Já recebeu algum retorno que te deixou sem chão? Me conta aí o que você fez porque as minhas pernas estão bambas aqui. https://papirodopapo.blogspot.com/2025/04/resenha-critica-molly-nao-sabe-amar-beta.html