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@JuNaiane há 1 ano
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Eu te amo e isso me assusta Porque o destino Me quis aqui E você aí Ele nos quis assim Em um emaranhado De responsabilidades, Afazeres e deveres. O destino ri de nós, e dessa teimosa fantasia De que ainda ficaremos juntas um dia. #desafio 75/365
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@tamarasfawkes há 1 ano
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No chão, um grande lago oval pairava com aquele tom característico da obsidiana. O negro profundo era a conotação perfeita para o universo tão desconhecido era após era. Ao redor, seres de aparência e trajes diversos; não havia líder, não havia rei. Um ou outro falava, levantava a voz, outro intervinha. O lago tremulava, elevava e voltava a ficar calmo; tudo dependia dos ânimos. — Por favor, pare de mexer no gato. — Ora, mas o que lhe importa se ele está em meus braços? — Com certeza você prestaria mais atenção ao que o conselho tem a discutir. — Bastet, por favor, deixe o velho falar. Devolva-a para mim. A deusa com cabeça de gato estreitava os olhos em direção ao peludo e roçava seu nariz pontiagudo no do felino. Os olhos negros, iluminados por um risco vertical em cada esfera, fazia com que ele parecesse quase invisível. — Vá. Em seguida colocou o animal delicadamente sobre o lago, ele deslizou sobre as águas com passadas leves e um olhar curioso para o que acontecia ali. Oni fez um gesto com uma das mãos e o gato desapareceu deixando uma leve nuvem negra e brilhosa — um pedaço mínimo do Universo; um átomo da Criação. Cena inspirada no filme Tróia para o livro EU SOU ONI, uma fantasia no Brasil. Tamara S. Fawkes, 12 de março de 2025. #livrodefantasia #mitologias #ficçãonacional ☕ O que você achou?
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@MarU · há 1 ano
Adorei! Muito vívidas as ilustrações narradas. Linguagem me remeteu ao exotismo Olimpo egípcio e Bastet acariciando o gato é uma imagem linda de arte. Sou apaixonada pela mitologia egípcia, mas achei curioso Bastet ser repreendida por Oni que é, pra mim uma entidade da mitologia japonesa, o guardião. Isso me fez imaginar um Olimpo com todas as entidades de todas as culturas, uma conferência universal. Ual! Viajei na narrativa. Parabéns! 🤌❤️👏👏👏
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@edsonbas há 1 ano
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Já repararam na quantidade de gente que desmaia em pontos de ônibus? A pessoa está parada, às vezes até conversando com outra, e simplesmente, do nada, cai no chão. Por diversas vezes perguntei a conhecidos meus se eles já repararam nisso, mas a resposta sempre foi negativa. Nunca presenciaram sequer um desses casos. Fico com a impressão de que isso só acontece perto de mim, como se fosse uma perseguição. Sempre estou por perto e me pedem ajuda. Ajudar como?! Tem que abrir espaço para deixar a pessoa respirar e ligar para uma ambulância! Em vez disso, ficam todos em cima da pessoa, nessa hora aparecem curiosos de todos os cantos, e pedem ajuda para levantar a pessoa e sentá-la no banco. Para que?! A pessoa está desmaiada, inconsciente, ela tem que ficar deitada, com o corpo relaxado. E a gente ainda vai ter que ficar escorando para ela não cambalear e cair. Mas se falar isso, começam a achar que você está de má vontade, que não está querendo ajudar. Às vezes fico tentando imaginar como foi o dia daquela pessoa ou o que houve com ela para que isso acontecesse. Será que foi uma rotina estressante de trabalho? Uma caminhada muito longa? Muitas horas sem comer? O sol muito forte? Acho que nunca vou descobrir. Não dá para saber o que se passa na cabeça de outra pessoa ou qual foi a sua rotina naquele dia. Também não vou ser invasivo ao ponto de esperar ela acordar, me aproximar e perguntar, não sou tão intrometido. Confesso que até fico tentado, mas me seguro. Ah! Se curiosidade matasse... Certa vez aconteceu algo parecido comigo. Após um dia inteiro numa rotina estressante de trabalho, tive que fazer uma caminhada longa, estava sem comer há algumas horas e o sol bem forte. No meio dessa caminhada, comecei a me sentir mal, um pouco tonto e achei que fosse desmaiar. Mas foi no meio da caminhada! Por que essa gente deixa para desmaiar do meu lado, ali no ponto de ônibus, depois de já ter chegado e já ter parado, quando já está descansando? Vai saber.
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@purapoesia há 1 ano
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🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 selvagem este corpo lhe pertence o tateie, o rasgue! lambe-o, chupa-o selvagem me oferto, presa devora-me me põe na boca me põe em ti roça e uiva revela o instinto alimenta-te de minha carne a leva à tua garganta saboreia a minha seiva não deixas uma gota desfruta de meus restos e eu de tua nua fruta comemo-nos ceemos sem receio melarei-me com tua polpa a face entre as dunas as mãos em tua maciez colherei os suspiros matarei a sede com a tua mélea água.
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@calorliterario_ · há 1 ano
Minha nossa 🔥
@CrisRibeiro · há 1 ano
Socorro! 🚒🧯👨‍🚒 Acudam aqui! 🔥🔥
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@Cilene há 1 ano
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Lua de Sangue Se te despisse com os lábios e te vestisse com desejo, de que cor seria o prazer? Lua, és tu vermelha de timidez ou sangras os cortes dos que se amam sem poder?
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@CrisRibeiro · há 1 ano
😍😍😍
Traduzido automaticamente do inglês.
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😍😍😍
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@eliz_leao há 1 ano
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O cego, vive de ilusões Num castelo cheio de nada, Onde as paredes flutuam, Presas ao chão da imaginação. Imaginação, que idealiza, Engana e faz doer, Quando a alma sente, Que não há nada ali, para ver. E quando o sol se põe, Das colinas e montanhas, Se vê, as consequências Do baixar a guarda. Desolado, o visionário, tenso Caminha por escombros, Daquilo que ele mesmo construiu, No vórtice sem sentido da esperança. Morreu ali, todas as suas ilusões. A docilidade se findou, À exaustão, se entrega, Inapto. E só espera que a paralisia, O deixe, para que possa voar, Por entre as nuvens, de vento, Que o leve a recomeçar, desta vez, Em suas próprias bases, Pois só nessas, ele pode confiar. Eliz Leão
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Lindo e dolorido. 🥲
@literunico · há 1 ano
Espero que a poesia do cego nunca se finde! Que sua visão, mesmo em novas bases, nunca deixe de ser seus desejos.
@JuNaiane · há 1 ano
Que profundo 💭
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@literunico há 1 ano
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#Bom dia! Palavra do dia: #ℂ𝕠𝕟𝕙𝕖𝕔𝕚𝕞𝕖𝕟𝕥𝕠 Frase do dia: "A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original." — Albert Einstein Datas comemorativas de hoje, 14 de março de 2025: Dia do Pi White Day Dia dos Carecas Aniversariantes: Albert Einstein (1879-1955) Manoel Carlos (1933) Alberto II de Mônaco (1958) Simone Biles (1997)
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@albertobusquets · há 1 ano
Como a frase só dia não foi "Busquem conhecimento"? 🤭👽
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@eduliguori há 1 ano
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Sobrevivo entorpecido vendo as ondas que me cercam as almas que passam sinto muito como sempre enxergo mais que nunca entorpecido entendo a magia da vida profana os pesos que deixamos as lágrimas que secam os copos que derramamos sigo calado entorpecido pela dor do que foi perdido pela seca do tempo rápido que me deixa para trás sem os encontros que um dia sonhei beber Edu Liguori
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 073 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Salivo por teus pelos tua barba me risca promessas inconfessas. Teus sinais, constelações guiam-me no escuro desejo. Um olhar me despe desveste-me inteira: não há pudor, não há defesa. Resta a carne ofertada, entregue vulnerável como a alma que já é tua. Mãos que esculpem febre arfar quente tesão que embriaga. A cada toque desfaz-se um pedaço de mim: amar é perder-se também. Quero o gemido o tremor, o gozo-mar que naufraga e me dissolve. Quando cedes incontido, indomável sem máscaras ou fugas o mundo (o meu) começa e termina ali. Cr💞s Ribeiro
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@purapoesia · há 1 ano
Quente e lindo. Muito bom, Cris! 🔥
@Cilene · há 1 ano
Eeee haja ar condicionado
Traduzido automaticamente do inglês.
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Eeee haja ar condicionado 🔥🔥🔥🔥
@albertobusquets · há 1 ano
Um encontro de mundos entre o roçar das peles... 😍😋💞🔥
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@literunico há 1 ano
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#Dia 294 Companheirismo Ele não chega antes do tempo, Nem parte ao menor sinal. Companheirismo é o vento Que sopra firme e leal. Não lidera, nem obedece, Caminha junto, ao lado Companheirismo não esquece, É presença, futuro e passado Se um tropeça, o outro sustém, Se um vacila, o outro enxerga. Companheirismo é a força que vem, Sem prisão, nem até que enverga. É força e entrega simultânea, O espelho que nunca se apaga. Companheirismo, alma insana, Dois passos, uma mesma estrada. Eder B. Jr.
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@legiao há 1 ano
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"Ainda Somos Jovens" Três jovens de diferentes cantos do Brasil, que até então só se conheciam virtualmente, decidiram que era hora de transformar seus sonhos em realidade. Aos 18 anos, recém-saídos da escola e sem nenhuma certeza concreta sobre o futuro, tinham apenas uma certeza em comum: queriam viver de redes sociais. Vinham de mundos distintos, mas se conectavam através do desejo de contar histórias e capturar o mundo ao seu redor, compartilhando tudo com quem estivesse disposto a assistir. A primeira vez que se encontraram pessoalmente foi em Brasília, cidade escolhida não só por ser central no país, mas porque um deles, Caio, morava lá e ofereceu sua casa como ponto de partida. Durante a primeira noite juntos, entre conversas animadas e risadas nervosas sobre finalmente estarem ali, um deles pegou o violão que sempre levava consigo. Pedro, vindo de São Paulo, tocou os primeiros acordes de uma música que conhecia vagamente da infância, algo que os pais sempre ouviam: "Será", da Legião Urbana. Ele não sabia muito bem a letra, mas Letícia, a terceira do grupo, nascida e criada no Recife, rapidamente pegou o embalo e começou a cantar. O refrão os envolveu de uma forma inesperada: — "Será só imaginação? Será que nada vai acontecer?" — cantavam juntos, sentindo uma estranha identificação com a melodia e as palavras. Depois de terminarem a música, ficaram em silêncio por alguns segundos. Era como se tivessem acabado de descobrir algo maior do que apenas uma canção de outra geração. Eles se olharam e Letícia foi a primeira a quebrar o silêncio: — "E se a gente fizesse disso a nossa pegada?" — disse, com um brilho nos olhos. — "Disso o quê?" — perguntou Caio, curioso. — "Dessa coisa de pegar músicas e transformá-las em histórias. Tipo, contar nossas viagens, nossas experiências, mas usando as músicas da Legião como pano de fundo. Cada post, cada vídeo, baseado em uma música de cada álbum, na ordem que eles foram lançados. A gente vai descobrir as músicas juntos e contar nossas histórias através delas." Pedro bateu palmas, animado com a ideia. — "Isso é genial! Não seríamos só mais um trio viajando e tentando ser influencer. A gente teria um conceito forte, uma narrativa que conecta tudo! E, tipo, sem parecer que estamos forçando um conceito. A gente vive a música, descobre o significado dela pra nós, e compartilha isso com o mundo." Assim nasceu a ideia do perfil "Ainda Somos Jovens", um projeto que uniria a jornada deles pelo Brasil à redescoberta de uma banda que, até aquele momento, era apenas um nome do passado para eles. Eles decidiram que começariam pelo primeiro álbum da Legião Urbana, de 1985. "Será" já tinha sido tocada na noite anterior, então o primeiro post precisava refletir aquele momento de encontro e de sonhos prestes a serem vividos. Com o celular na mão, Caio gravou um vídeo simples: os três sentados no chão da sala, violão no colo, sorrindo feito crianças descobrindo um novo brinquedo. Letícia explicou a proposta: — "E aí, galera! A gente acabou de se encontrar pela primeira vez na vida. Tudo começou com uma música e agora a gente decidiu que cada passo nosso nessa viagem vai ter um som pra acompanhar. Vamos percorrer o Brasil e descobrir juntos as músicas da Legião Urbana, na ordem que foram lançadas, e ver como elas fazem sentido na nossa vida hoje. Se liga, nosso primeiro post, inspirado em ‘Será’. Bora ver onde essa história vai dar?" O vídeo foi postado e, em questão de horas, começou a ganhar engajamento. Não eram apenas jovens que se interessavam pelo projeto, mas também pessoas mais velhas, nostálgicas pela banda, curiosas para ver como essa nova geração interpretaria as músicas de Renato Russo e companhia.
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@tamarasfawkes · há 1 ano
Todo adolescente tem a fase Legião e muitos levam pra vida. Adorei. Tem continuação?
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@edsonbas há 1 ano
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A Coca-Cola da garrafa de vidro é muito mais gostosa que a que vem nas outras embalagens. Acho que isso é unanimidade. Mas por que? O que ela tem de diferente? Será que o material da embalagem muda o gosto dela? Hoje em dia existem vários tipos de embalagem para refrigerantes, cervejas e sucos, mas, quando eu era um pré-adolescente, não. Nada de latinhas e garrafas de plástico de todos os tamanhos, tudo vinha em garrafas de vidro. Cerveja e guaraná vinham nas de 600 ml marrom, já a maioria dos outros refrigerantes, vinham nas de 290 ml, a famosa KS. Naquele tempo, a gente ia numa lanchonete, padaria ou bar e pedia um salgado e uma Coca. Quando o atendente abria a tampa da garrafa, o bico sempre ficava com um anel de ferrugem. A gente não estava nem aí, colocava na boca e ia logo bebendo. Depois era a vez de dar uma mordida no salgado, que vinha num prato de alumínio, em cima de um papel retangular e coberto por dois guardanapos. Acho que o verdadeiro diferencial da Coca KS está na memória de outros tempos, de momentos felizes, talvez até no gosto de ferrugem. Pode ser também que a mistura de tudo isso crie um sabor mais complexo: o gosto da nostalgia.
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@berthamachadoo há 1 ano
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Eu postei um desabafo no threads mas acredito que as pessoas não vão entender por ser meio genérico, mas a limitação de caracteres me restringiu, já que eu não gosto de fazer fios de mensagens. Eu tenho trabalhado junto com diversas pessoas jovens, com seus 18 a 20 anos, e eu tenho visto eles muito mais reclamões, não aceitam seguir processos básicos, reclamam e acusam sem nem ter acontecido nada (acusação precoce mesmo), não se dedicam a aprender a fazer o negócio direito, parece que ta ali porque ta sendo escravizada.
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Dialeto Caipira Autor: Amadeu Amaral Lançamento: 1920 O Dialeto Caipira é um estudo pioneiro sobre a linguagem falada no interior do Brasil, especialmente na região Sudeste. Amadeu Amaral analisa as particularidades fonéticas, gramaticais e lexicais do falar caipira, buscando entender suas origens e influências. A obra é uma referência fundamental para a linguística brasileira, registrando expressões, modos de falar e aspectos culturais ligados à identidade do caipira. Com um olhar detalhado e acadêmico, o livro contribui para a valorização da diversidade linguística do país. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Novela e Conto Autor: Amadeu Amaral Lançamento: 1921 Novela e Conto é uma coletânea de textos de Amadeu Amaral que explora diferentes aspectos da sociedade brasileira por meio da ficção. A obra reúne narrativas curtas, nas quais o autor demonstra sua habilidade em criar personagens marcantes e situações envolventes, transitando entre o realismo e o lirismo. Com uma escrita refinada e observadora, Amaral constrói histórias que refletem a vida cotidiana, os sentimentos humanos e as transformações sociais do início do século XX. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Memorial de um Passageiro de Bonde Autor: Amadeu Amaral Lançamento: 1906 Memorial de um Passageiro de Bonde é uma obra que retrata, com humor e sensibilidade, a vida urbana e os costumes da cidade no início do século XX. Amadeu Amaral apresenta uma narrativa leve e observadora, baseada nas experiências cotidianas de um passageiro que percorre a cidade de bonde, um dos principais meios de transporte da época. O livro combina crônica e ensaio, explorando aspectos sociais, culturais e psicológicos da sociedade brasileira, tornando-se um registro valioso do período. #domíniopúblico #Clássicos
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