Teatro: A morta e O rei da vela

Texto original de Oswald de Andrade

Obra concluída status da obra

Texto original de A morta e O rei da vela, de Oswald de Andrade, organizado a partir do OCR da edicao de 1937 preservada pela Biblioteca Brasiliana Guita e Jose Mindlin. A divisao em blocos preserva a ordem do volume e aplica apenas limpeza tecnica de OCR.

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Teatro: A morta e O rei da vela

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📝 Apresentação da Obra

TEATRO: A MORTA E O REI DA VELA · APRESENTAÇÃO

Capa de Teatro: A morta e O rei da vela

Teatro: A morta e O rei da vela

Texto original da edicao de 1937, com grafia, pontuacao, rubricas e falas historicas preservadas e apenas limpeza tecnica de OCR.

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Almanaque da Obra

Personagens, facções, relações e bastidores

Personagens em destaque
Presença cerimonial ligada ao cortejo e ao rito.
Hierofante Mestre de cerimônia fúnebre

Organiza a travessia dramática entre perda, linguagem e morte.

Homem marcado por luto e obsessão verbal.
Poeta Centro lírico de A morta

Oscila entre amor, posse, perda e desejo de permanência.

Presença central mesmo quando aparece como ausência.
Beatriz Figura morta e amada

Concentra desejo, luto e idealização.

Figura que reabre a pergunta sobre presença e substituição.
A Outra de Beatriz Duplo vivo

Desestabiliza a certeza do Poeta.

Presença clínica, noturna e deslocada.
Enfermeira Sonâmbula Vigia do limite

Conduz o clima de suspensão em A morta.

Figura de fala racional diante da decomposição ritual.
Horácio Voz de contraponto

Ajuda a expor o país da anestesia.

Facções e núcleos
País do Indivíduo território simbólico

Núcleo em que amor, luto e identidade se fecham em torno do Poeta.

País da Gramática território simbólico

Núcleo onde a linguagem vira regra, polícia e passagem.

País da Anestesia território simbólico

Núcleo final de A morta, marcado por torpor e destino do corpo.

Escritório de Usura máquina econômica

Casa de Abelardo, com prontuários, jaula, telefone, velas e dívida.

Mapa de relações
Poeta amor fúnebre Beatriz
O Poeta tenta manter Beatriz no campo da palavra e da posse.
Poeta rito e condução Hierofante
O Hierofante conduz o Poeta pelo cerimonial da perda.
Poeta duplicação incômoda A Outra de Beatriz
A Outra devolve ao Poeta a dúvida entre presença viva e substituição.
Cremador função institucional Policial Poliglota
Ambos reduzem o excesso poético a procedimento e controle.
Abelardo I duplo sucessório Abelardo II
O empregado rouba, substitui e confirma a continuidade da classe.
Abelardo I casamento de classe Heloísa de Lesbos
A noiva é aliança social, moeda familiar e objeto de corretagem.
A intimidade com o banqueiro revela quem orienta a transação.
Abelardo I subordinação financeira O Americano
Abelardo negocia como intermediário local de forças externas.
Abelardo I aliança reacionária Perdigoto
O usurário financia o miliciano que despreza, pois ambos temem os trabalhadores.
Abelardo I classe e sedução Dona Poloca
A tia despreza o novo-rico, mas aceita o conforto que ele promete.

📖 Detalhes da Publicação

Ficha editorial, identidade pública e dados técnicos da obra em um só lugar.

Slug Público /teatro-a-morta-e-o-rei-da-vela-oswald-de-andrade
Ano de Publicação 1937
Gênero Modernismo brasileiro, teatro, sátira social, clássico em domínio público
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Formato de Impressão A5 (14x21)
Status da Obra Obra concluída
Páginas Totais em A5 -
Páginas Coloridas -

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Posição em Modernismo brasileiro, teatro, sátira social, clássico em domínio público #1
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