Bom dia!
Palavra do dia: #ℝ𝕖𝕟𝕠𝕧𝕒çã𝕠
Frase do dia: "Eu quero curar, eu quero sentir, o que eu pensei que nunca fosse real." — Chester Bennington, "Somewhere I Belong"
Datas comemorativas de hoje, 20 de março de 2025:
Início do Outono (Equinócio de Outono)
Dia Internacional da Felicidade
Dia Mundial da Saúde Bucal
Dia Nacional do Teatro para a Infância e Juventude
Dia Mundial Sem Carne
Dia Nacional da Aquicultura
Dia Nacional de Atenção à Disfagia
Aniversariantes:
Chester Bennington (1976-2017)
Mateus Solano (1981)
Edson Celulari (1958)
Fernando Torres (1984)
Spike Lee (1957)
Holly Hunter (1958)
Xavier Dolan (1989)
Freema Agyeman (1979)
A palavra do dia, Renovação, reflete o espírito do equinócio de outono, uma época de transformação e equilíbrio. Neste dia, também celebramos a felicidade, a saúde bucal e a importância de práticas sustentáveis, como a redução do consumo de carne.
A imagem de hoje representa a renovação e o equilíbrio característicos do equinócio de outono, simbolizando a harmonia entre luz e escuridão e a transição para uma nova estação.
A raquete de matar pernilongo me proporciona um certo prazer. Confesso que acho esse prazer um tanto quanto estranho, mas sei, também, que o compartilho com muitas outras pessoas. Lá no meu prédio mesmo, já ouvi aquele estalo que ela produz quando algum inseto encosta na sua trama eletrificada vindo de janelas de diversos apartamentos. Tem dias que parece até que estou jogando tênis com um dos meus vizinhos, eu dou uma raquetada de cá e escuto o estalo da raquete dele de lá. Outros dias tenho a impressão que estou ouvindo metralhadoras.
A responsável pelo desenvolvimento dessa raquete deve ser a indústria do entretenimento, que quis trazer a emoção dos videogames para a vida real. Eles pensaram em tudo: elementos do esporte, de jogos de estratégia e de guerra. Caçamos sem precisar de uma licença, nem curso para aprender a utilizar uma arma de fogo. É uma "diversão" que ajuda a descarregar nossa raiva, sede de vingança e a suar um pouco, assim como no esporte.
Existe um ditado que diz que "a vingança é um prato que se come frio", mas quando se trata de pernilongos, a minha vingança é em forma de churrasco. Já disse que eu mesmo acho estranho, mas o prazer de ver aquele mosquito agarrado na raquete enquanto a gente segura o botão e ele vai torrando, deixando subir uma fumacinha, inseticida nenhum é capaz de proporcionar.
Sou sádico? Sou! Mas esse bicho também é. A gente acaba de espantar e ele volta para a nossa orelha. Uma picada na perna ou no braço é ruim, coça, mas o zumbido na orelha é só para atrapalhar a gente a dormir mesmo, ele nem pica ali. Só estou jogando o jogo dele.
Quanto mais tarde
cedo fica
sem alarde
silêncio amplifica
não bastam os sons
nem as imagens
tampouco as letras
morrem os bons
pelas pastagens
secas e neutras
quanto mais tarde
arde a garganta
bebida covarde
que não adianta
vivem sós
pelas salas e dormitórios
se enroscam em nós
copos e cinzeiros inglórios
nas altas horas
não existem demoras
desistem calados
pobres exilados
Edu Liguori
Prólogo
O amor tem suas regras. Eu sei porque fui eu quem as escreveu.
Ou pelo menos, eu achava que sabia.
Se tem uma coisa que nunca precisei enfrentar, foi a resistência de um mortal ao destino. Eu cravo flechas certeiras em corações distraídos, e eles tropeçam, se beijam e vivem felizes para sempre—ou, no mínimo, vivem intensamente até que tudo desmorone em tragédia.
Mas ela… ela é um problema.
Nenhuma flecha funciona. Nenhuma conexão desperta. Nenhuma centelha acende.
E agora estou aqui, preso nessa bagunça, olhando para ela como se fosse uma equação impossível de resolver.
O pior? Estou começando a gostar do desafio.
#Dia 298
Excentricidade
Ela entra sem aviso, colorida,
Traços vivos, gestos sem freio.
Excentricidade não tem medida,
Segue o próprio e único enredo.
Na voz, um tom inesperado,
Atitude, dança sem compasso.
Excentricidade é o item ousado,
Que escapa de todo seu espaço.
Onde há regras que restringem,
Ela risca novas direções.
Excentricidade não se finge,
Vive além das projeções.
Não é erro, nem artifício,
Mas essência que brilha em ser.
Excentricidade é puro vício,
De quem ousa sem temer.
Eder B. Jr.
Preso, Perdido e Vazio
Alma vazia, solidão angustiante, o nada me abraça, me esgana, me tritura; minha mente se despedaça, o acaso me esmaga, o destino me larga!
Eu não queria estar no topo, e nem mesmo isso eu almejo; eu só queria estar em algum lugar, saber meu caminho, achar uma rota!
Mas, sozinho, na escuridão de meu sombrio aposento, me vejo perdido nas penumbras da noite, consumido pelas incertezas da vida!
São tantos os caminhos à frente, que me perco enquanto cruzo todos eles, sem nunca chegar a lugar algum!
Me olho no espelho e me vejo preso! Preso aos prazeres que não tenho, preso aos sucessos que não tive e que tanto desejo! Preso, perdido e vazio!
Até quando ficarei perdido no mar imenso de água escura, que me guia sem rumo, que me prende a tormentas da tempestade impiedosa? Até quando ficarei eu, preso, perdido e vazio?
O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é:
78 - Fale sobre um livro que todos deveriam ler.
A humildade não veio hoje.
😂😂😂😂😂😂
Vamos aproveitar para fazer um merchandising. 🤭
Acho que me superei nesse livro e que todos que gostaram da minha escrita em algum outro livro deveriam ler esse, porque vão gostar. E para os que não conhecem minhas obras, seria um ótimo ponto de partida. Claro que, brincadeiras à parte, apesar de toda uma carga dramática e dos alivios cômicos, "Carícias sob o céu" ainda é um romance de amor, então desse "todos" estão excluídos os leitores que não curtem o gênero (não sabem o que estão perdendo 😂😂😂). Leiam!
#Link365TemasLivros
É uma honra declamar os versos de uma poetisa de alma e arte tão lindas. Este poema dá voz a tantas mulheres, a seus silêncios e suas dores, e poder interpretá-lo foi uma experiência muito emocionante. Ainda mais por fazê-lo em um lugar especial para você, que representa união e, espero, a eterna capacidade de renascer. Com todo carinho, amiga. Amo você!
#Desafio 78
*Homem com “H” de Hipocrisia*
Não sou mais uma filha
Do “melhor pai do mundo”!
Não.
Meu pai, na verdade,
Era só mais um homem fecundo.
Daqueles que não planejaram
Nem desejaram minha existência.
Um pai que se sentia atacado
Por ter sido descuidado num ato
De natural exercício de sua essência.
Apenas um homem ordinário, comum,
Como qualquer outro na face da Terra.
Um homem que foi criado para dominar
Sem se responsabilizar.
Homem com “H” (de hipocrisia),
Homem se sente
À vontade em abandonar,
Pois homem não foi feito pra criar.
Homem que é assim mesmo,
Por natureza,
Que precisa demonstrar virilidade
Sem a responsabilidade
Como sua defesa.
E ao rebento intitula como “filho da puta”:
“Quem pariu que alimente e balance,
Que se vire sozinha com esta criança.”
Bom dia para quem é pai de verdade!
Pra quem não é, que se exploda…
Pra não dizer outra coisa.
MarU
Cada poema seu, eu noto novas influências... Ou seriam novas experiências?
Não sei. Mas gosto.
Você vem cada vez mais moderna, cada vez mais Adélia Prado, quase Leminski...
Menina, o que você tem lido pra soar tão completa assim? 🥰
Lindo poema amiga, profundo, potente e que passa uma mensagem super importante! Uma bela crítica e muito necessária! São poucos os que tem o privilégio de ter um bom pai!
Olá pessoal! Segue um trecho do meu próximo #VemAí pra vocês terem um gostinho do que está chegando para os fãs de romance drama. Livro sai em Setembro!!!
Depois Daquele Dia
Prólogo
Meus músculos doíam a cada passo a mais que eu dava em minha corrida frenética, pelo corredor do hospital, e minha cabeça latejava sem parar. Minha garganta ardia demasiadamente a cada tentativa de forçar o ar transitar corretamente pela minha traqueia, mas tal esforço só me deixava ainda mais fraca. Quando finalmente avistei Ester com sua cabeça apoiada sob seus joelhos no chão do corredor, sentia como se meu corpo fosse se desfazer, uma fraqueza tão profunda que parecia me puxar para um buraco sem fundo. Uma queda livre constante, onde eu não teria nenhuma rede salvadora para amortecer o meu mergulho para o nada.
Eu apenas me sentia caindo, a cada passo que dava na sua direção. Meu coração deu um solavanco e pareceu querer pifar, no mesmo instante em que Ester levantou seu rosto pra mim, seus olhos inchados de tanto chorar. Naquele momento a mínima esperança que eu ainda guardava em meu peito se foi. Eu sabia que uma das coisas que mais amava na vida havia sido tirado de mim para sempre. Eu não teria mais o calor do seu abraço, o conforto de suas palavras, a doçura do seu beijo. Nunca mais compartilharia dessas sensações com Miguel, por que um irresponsável que dirigia bêbado, havia arrancado um pedaço de mim. Só me restava juntar os cacos e seguir adiante para cuidar da sementinha que estava sendo gerada em meu ventre há pouco mais de um mês. Eu não tinha a mínima ideia de como iria conseguir me reerguer. Depois daquele dia, eu nunca mais fui a mesma.
Até Maurício aparecer e me mostrar que seguir em frente, ainda era possível...talvez menos para ele.
#Desafio 078
Cabia na minha palma
aquela mãozinha quente,
um lume inocente
um quase nada de gente.
“É té!”
e o dedo cortava o ar.
Olhos de estrela:
curiosos, urgentes,
querendo tudo
sem saber o nome.
Pulava de alegria
por um punhado de nada:
tampinha, rolha, papel…
ninharias de um mundo
num sem preço de céu.
Sorria de boca nua,
e meu bobo coração
se vestia de amor.
E era tanto,
tão vasto,
tão sem jeito…
Que fiz relicário no peito
e, sem hesitar,
só o ofertei a você.
Cr💞s Ribeiro
Esta semana, apesar dos milhões de problemas, está sendo bastante produtiva no sentido de encontrar melodias e criar novas canções. A canto a seguir nasceu pronta e fazer o arranjo dela foitão natural o que rasgado o processo bem delicioso. Espera que gostem!
>> Buraco de sangue < <
[Verse 1]
Quando encontrares o crack
Quando a noite chegar
E o buraco fica tão grande
Você está dentro e nem percebe
Paredes sobem do nada
E as portas, todas bloqueadas
Esqueceste-te das chaves.
E a história continua sem fim
[Coro]
Não há coelho para seguir
Neverland é tão longe
O pequeno príncipe perdeu a rosa
Nos esgotos da cidade
O menino louco está perdido.
Na estrada que não é amarela
Ela está manchada de vermelho e suor
Ela é o resto do que sangrou
[Verse 2]
Quando a ferida estiver aberta
Nem sempre é bom cutucar
O medicamento é amargo.
Vai arder e vai doer.
A faca sempre afiada
Sempre alguém para metê-lo
Capitão. Gancho não era o vilão
E a fada não era um farol
[Coro]
Não há coelho para seguir
Neverland é tão longe
O pequeno príncipe perdeu a rosa
Nos esgotos da cidade
O menino louco está perdido.
Na estrada que não é amarela
Ela está manchada de vermelho e suor
Ela é o resto do que sangrou
[Interlúdio]
Oh, oh, oh, oh, oh
[Coro]
Tradução
>> Buraco de Sangue < <
Verso 1
Quanto você encontra a rachadura
Quanto a noite cai
E o buraco fica tão grande
Você está dentro e nem se dá conta
Paredes surgem de lugar nenhum
E as portas, todas as fezes
Você esqueceu as chaves
E a história continua sem um final
Refrão
Não há coelho pra seguir
A Terra do Nunca está tão longe
O Pequeno Príncipe perdeu sua rosa
Nos ovos da cidade
O Menino Maluquinho está perdido
E a estrada não é amarela
Ela está mandada de vermelho e suor
Ela é o resto do que sangrou
Verso 2
Quanto a ferida está aberta
Nem sempre é bom cutucar
O remédio é amargo
Vai arder e vai doer
A faca está sempre afiada
E sempre tem alguém pra enfiá-la
Capitão Gancho não é o vilão
E a fada não é o farol
Traduzido automaticamente do inglês.
Ver original
Esta semana, apesar dos milhares de problemas, está sendo bastante produtiva no sentido de encontrar melodias e criar novas canções. A canção a seguir nasceu pronta e fazer o arranjo dela foi tão natural o que tornou o processo bem delicioso. Espero que gostem!
>> Blood Hole <<
[Verse 1]
When you meet the crack
When the night is come down
And the hole gets so big
You’re inside and don't even realize
Walls rise from nowhere
And the doors, all blocked
You forgot the keys
And the story goes on without end
[Chorus]
There is no rabbit to follow
Neverland is so far away
The little prince lost his rose
In the city sewers
The little crazy boy is lost
On the road that is not yellow
She is stained with red and sweat
She is the rest of what bled
[Verse 2]
When the wound is open
It's not always good to poke
The medicine is bitter
it will burn and it will hurt
The knife always sharp
Always someone to stick it in
Captain Hook was not the villain
And the fairy was not a lighthouse
[Chorus]
There is no rabbit to follow
Neverland is so far away
The little prince lost his rose
In the city sewers
The little crazy boy is lost
On the road that is not yellow
She is stained with red and sweat
She is the rest of what bled
[Interlude]
Oh, Oh Oh Oh, Oh Oh Oh
[Chorus]
Tradução
>> Buraco de Sangue <<
Verso 1
Quando você encontra a rachadura
Quando a noite cai
E o buraco fica tão grande
Você está dentro e nem se dá conta
Paredes surgem de lugar nenhum
E as portas, todas fechadas
Você esqueceu as chaves
E a história continua sem um final
Refrão
Não há coelho pra seguir
A Terra do Nunca está tão longe
O Pequeno Príncipe perdeu sua rosa
Nos esgotos da cidade
O Menino Maluquinho está perdido
E a estrada não é amarela
Ela está manchada de vermelho e suor
Ela é o resto do que sangrou
Verso 2
Quando a ferida está aberta
Nem sempre é bom cutucar
O remédio é amargo
Vai arder e vai doer
A faca está sempre afiada
E sempre tem alguém pra enfiá-la
Capitão Gancho não é o vilão
E a fada não é o farol
Livro: As Primaveras
Autor: Casimiro de Abreu
Lançamento: 1859
As Primaveras é a principal obra de Casimiro de Abreu, reunindo seus poemas mais conhecidos, marcados pelo lirismo, pela saudade e pela exaltação da infância. A coletânea aborda temas como o amor, a natureza, a melancolia e a nostalgia, refletindo a visão romântica do autor sobre a vida e os sentimentos humanos. Com versos fluidos e emocionantes, Casimiro conquistou leitores ao longo das gerações, tornando-se um dos poetas mais populares do Romantismo brasileiro. O poema Meus Oito Anos, um dos mais icônicos da literatura nacional, faz parte desta obra.
#domíniopúblico
#Clássicos
Livro: Berço e Túmulo
Autor: Casimiro de Abreu
Lançamento: Século XIX
Berço e Túmulo é um poema de Casimiro de Abreu que reflete sobre a efemeridade da vida, contrastando o início e o fim da existência humana. Com sua característica melancolia e lirismo romântico, o poeta traça um paralelo entre a inocência do nascimento e a inevitabilidade da morte, evocando sentimentos de saudade e reflexão. A obra carrega um tom nostálgico e filosófico, abordando a passagem do tempo e a fragilidade da vida, temas recorrentes na poesia do autor.
#domíniopúblico
#Clássicos
Livro: A uma Platéia
Autor: Casimiro de Abreu
Lançamento: Século XIX
A uma Platéia é um poema de Casimiro de Abreu, marcado pelo tom emotivo e pelo lirismo característico do autor. Nele, o poeta expressa sua relação com o público e a arte da poesia, abordando temas como inspiração, sentimentos e a comunicação entre o artista e seus leitores ou ouvintes. A musicalidade dos versos e a profundidade emocional fazem desse poema uma bela amostra do estilo romântico de Casimiro de Abreu, que sempre soube tocar os corações com simplicidade e sensibilidade.
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#Clássicos
Livro: Anjo!
Autor: Casimiro de Abreu
Lançamento: Século XIX
Anjo! é um poema romântico de Casimiro de Abreu, no qual o poeta exalta a figura angelical de um amor idealizado. Com versos suaves e emotivos, ele descreve a pureza, a doçura e a beleza de um ser amado, evocando sentimentos de devoção e encantamento. A musicalidade e o tom sentimental são marcas registradas do estilo de Casimiro, que soube capturar, com delicadeza, as nuances do amor e da saudade. Este poema é mais uma expressão da alma romântica do autor, que conquistou leitores com sua sensibilidade e lirismo.
#domíniopúblico
#Clássicos
Livro: A Voz do Rio
Autor: Casimiro de Abreu
Lançamento: Século XIX
A Voz do Rio é um poema lírico de Casimiro de Abreu que traduz a forte conexão do poeta com a natureza e suas lembranças da infância. Através de versos melodiosos, Casimiro personifica o rio como uma entidade que fala e carrega consigo histórias, saudades e reflexões sobre a vida. O poema apresenta a típica melancolia romântica do autor, exaltando a simplicidade da natureza e o sentimento nostálgico de um passado idealizado. Com imagens sensíveis e cheias de emoção, a obra reafirma o talento do poeta em transformar cenários cotidianos em reflexões poéticas atemporais.
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#Clássicos
Livro: A J. J. C. Macedo-Júnior
Autor: Casimiro de Abreu
Lançamento: Século XIX
A J. J. C. Macedo-Júnior é um poema de Casimiro de Abreu, poeta romântico brasileiro conhecido por sua sensibilidade e lirismo. Neste poema, o autor expressa sentimentos profundos de amizade e admiração, utilizando uma linguagem delicada e musical. Assim como em grande parte de sua obra, Casimiro de Abreu evoca a saudade, a simplicidade da vida e a beleza dos laços afetivos. Seu estilo fluído e emotivo torna esse poema uma representação do espírito romântico que marcou a literatura brasileira do século XIX.
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#Clássicos
Livro: Via-Láctea
Autor: Olavo Bilac
Lançamento: 1917
Via-Láctea é uma obra poética de Olavo Bilac que explora temas como a vastidão do cosmos, a busca pelo transcendental e o misticismo. Com uma linguagem refinada e imagens poderosas, Bilac leva o leitor a refletir sobre a infinitude do universo e o lugar do ser humano diante dessa grandiosidade. A obra reflete a sensibilidade do autor em tratar de assuntos cósmicos e espirituais, com uma mistura de beleza estética e reflexão filosófica, características marcantes de sua produção literária. Através de Via-Láctea, Bilac continua a expressar sua visão profunda do mundo e de sua relação com a natureza.
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#Clássicos
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