Apêndice - Masculino ou feminino
# Apêndice - Masculino ou feminino
## Masculino ou feminino - I
Não há dúvida de que nosso tempo é tempo de jovens. O pêndulo da história, sempre inquieto, sobe agora pelo quadrante "mocidade". O novo estilo de vida começou há pouco, e acontece que a geração já próxima dos quarenta anos foi uma das mais infortunadas que existiram. Quando era jovem, ainda reinavam na Europa os velhos; agora que entrou na maturidade, encontra transferido o império para a mocidade. Faltou-lhe, pois, a hora de triunfo e domínio, o momento de grata coincidência com a ordem reinante na vida. Em suma: viveu sempre ao contrário do mundo e, à maneira do esturjão, teve de nadar sem descanso contra a corrente do tempo. Os mais velhos e os mais jovens desconhecem esse duro destino de nunca haver flutuado; quero dizer, de nunca se haver sentido a pessoa levada por um elemento favorável, tendo antes de viver, dia após dia e lustro após lustro, suspensa, sustentando-se à força sobre o nível da existência. Talvez essa mesma impossibilidade de abandonar-se um só instante a tenha disciplinado e purificado profundamente. É a geração que mais combateu, que ganhou em rigor mais batalhas e gozou menos triunfos.
Deixemos por ora intacto o tema dessa geração intermediária e retenhamos a atenção sobre o momento atual. Não basta dizer que vivemos em tempo de juventude. Com isso apenas o definimos dentro do ritmo das idades. Ao lado deste, porém, atua sobre a substância histórica o ritmo dos sexos. Tempo de juventude, perfeitamente. Masculino ou feminino? O problema é mais sutil, mais delicado, quase indiscreto. Trata-se de determinar o sexo de uma época.
Para acertar nesta, como em todas as empresas da psicologia histórica, é preciso tomar um ponto de vista elevado e libertar-se de ideias estreitas sobre o que é masculino e o que é feminino. Antes de tudo, é urgente desprender-se do erro trivial que entende a masculinidade principalmente em sua relação com a mulher. Para quem pensa assim, é muito masculino o cavalheiro fanfarrão que se ocupa antes de tudo em cortejar as damas e falar das belas mulheres. Esse era o tipo de varão dominante por volta de 1890: traje barroco, grandes sobrecasacas cujas abas capeavam ao vento, plastrão, barba de mosqueteiro, cabelo em volutas, um duelo por mês. O bom observador das modas descobre logo a ideia que a inspirava: a ocultação do corpo viril sob uma profusa vegetação de pano e pelos. Ficavam à vista apenas mãos, nariz e olhos. O resto era falsificação, literatura indumentária, penteado. É uma época de profunda insinceridade: discursos parlamentares e prosa de "artigo de fundo".
O fato de que, ao pensar no homem, se destaque primeiro seu empenho voltado para a mulher revela, sem mais, que nessa época predominavam os valores de feminilidade. Só quando a mulher é aquilo que se estima e encanta em grau máximo faz sentido apreciar o varão pelo serviço e culto que lhe renda. Não há sintoma mais evidente de que o masculino, enquanto tal, é preterido e desestimado. Pois, embora a mulher em caso algum possa ser definida sem referência ao varão, este possui o privilégio de que a maior e melhor porção de si mesmo seja por completo independente de a mulher existir ou não. Ciência, técnica, guerra, política, esporte etc. são coisas de que o homem se ocupa com o centro vital de sua pessoa, sem que a mulher tenha intervenção substantiva. Esse privilégio do masculino, que lhe permite em ampla medida bastar-se a si mesmo, talvez pareça irritante. É possível que não o seja. Não o aplaudo nem o vitupero, porém tampouco o invento. É uma realidade de primeira grandeza com a qual a natureza, inexorável em suas vontades, nos obriga a contar.
A veracidade, pois, me força a dizer que todas as épocas masculinas da história se caracterizam pela falta de interesse pela mulher. Esta fica relegada ao fundo da vida, até o ponto em que o historiador, forçado a uma ótica de afastamento, mal a vê. No feixe histórico aparecem apenas homens e, de fato, os homens vivem então somente com homens. Seu trato normal com a mulher fica excluído da zona diurna e luminosa em que acontece o mais valioso da vida e se recolhe na treva, no subterrâneo das horas inferiores, entregues aos puros instintos: sensualidade, paternidade, familiaridade. Egrégia ocasião de masculinidade foi o século de Péricles, século apenas para homens. Vive-se em público: ágora, ginásio, acampamento, trirreme. O homem maduro assiste aos jogos dos efebos nus e se habitua a discernir as mais finas qualidades da beleza varonil, que o escultor comentará no mármore. Por sua parte, o adolescente bebe no ar ático a fluência de palavras agudas que brota dos velhos dialéticos, sentados nos pórticos com o cajado na axila. A mulher?... Sim, na última hora, no banquete varonil, faz sua entrada sob a forma de flautistas e dançarinas que executam suas humildes destrezas ao fundo, bem ao fundo da cena, como apoio e pausa à conversa que esmorece. Alguma vez a mulher se adianta um pouco: Aspásia. Por quê? Porque aprendeu o saber dos homens, porque se masculinizou.
Embora o grego tenha sabido esculpir famosos corpos de mulher, sua interpretação da beleza feminina não conseguiu desprender-se da preferência que sentia pela beleza do varão. A Vênus de Milo é uma figura masculino-feminina, uma espécie de atleta com seios. E é exemplo de insinceridade cômica que tal imagem tenha sido proposta ao entusiasmo dos europeus durante o século XIX, quando viviam mais ébrios de romantismo e de fervor pela pura, extremada feminilidade. O cânone da arte grega ficou inscrito nas formas do rapaz esportista; e, quando isso não lhe bastou, preferiu sonhar com o hermafrodita. É curioso advertir que a sensualidade primeira da criança a faz normalmente sonhar com o hermafrodita; quando mais tarde separa a forma masculina da feminina, sofre, por um instante, amarga desilusão. A forma feminina lhe parece uma mutilação da masculina; portanto, algo incompleto e vulnerado.
Seria erro atribuir esse masculinismo, que culmina no século de Péricles, a uma cegueira nativa do homem grego para os valores de feminilidade e opor-lhe a suposta rendição do germano diante da mulher. A verdade é que, em outras épocas da Grécia anteriores à clássica, triunfou o feminino, assim como em certas etapas do germanismo domina o varonil. Precisamente, esclarece melhor que outro exemplo a diferença entre épocas de um e outro sexo o acontecido na Idade Média, que por si mesma se divide em duas porções: a primeira, masculina; a segunda, desde o século XII, feminina.
Na primeira Idade Média, a vida tem o aspecto mais rude. É preciso guerrear cotidianamente e, à noite, compensar o esforço com o abandono e o frenesi da orgia. O homem vive quase sempre em acampamentos, só com outros homens, em perpétua emulação com eles sobre temas viris: esgrima, cavalaria, caça, bebida. O homem, segundo diz um texto da época, "não deve separar-se, até a morte, da crina de seu cavalo, e passará sua vida à sombra da lança". Ainda em tempos de Dante, alguns nobres, os Lamberti, os Saldanieri, conservavam, com efeito, o privilégio de ser enterrados a cavalo.
Em tal paisagem moral, a mulher carece de papel e não intervém naquilo que podemos chamar vida de primeira classe. Entendamo-nos: em todas as épocas se desejou a mulher, porém nem em todas ela foi estimada. Assim nessa idade rude. A mulher é botim de guerra. Quando o germano desses séculos se ocupa em idealizar a mulher, imagina a valquíria, a fêmea beligerante, virago musculosa que possui atitudes e destrezas de varão.
Essa existência de áspero regime cria as primeiras bases, o subsolo do futuro europeu. Por meio dela, conseguiu-se já no século XII acumular alguma riqueza, contar com um pouco de ordem, de paz, de bem-estar. E eis que, rapidamente, como em certos dias de primavera, muda a face da história. Os homens começam a polir-se na palavra e nos modos. O gesto bronco perde apreço; passa a valer o gesto medido, grácil. À contenda contínua substitui-se o *solatz e deport*, que quer dizer conversação e jogo. A mutação se deve ao ingresso da mulher no cenário da vida pública. A corte dos carolíngios era exclusivamente masculina. No século XII, porém, as altas damas de Provença e Borgonha têm a audácia surpreendente de afirmar, diante do Estado dos guerreiros e da Igreja dos clérigos, o valor específico da pura feminilidade. Essa nova forma de vida pública, na qual a mulher é o centro, contém o germe do que, diante de Estado e Igreja, se chamará séculos mais tarde "sociedade". Então se chamou "corte"; diferente da antiga corte de guerra e de justiça, chamou-se "corte de amor". Trata-se, nada menos, de todo um novo estilo de cultura e de vida...
*El Sol*, 26 de junho de 1927.
## Masculino ou feminino - II
Trata-se, nada menos, de todo um novo estilo de cultura e de vida. Porque até o século XII não se havia encontrado a maneira de afirmar a delícia da existência, do mundano, diante do enérgico tabu que a Igreja fizera cair sobre todo o terreno. Agora aparece a *cortezia* triunfadora da *clerezia*. E a *cortezia* é, antes de tudo, o regime de vida inspirado pelo entusiasmo pela mulher. Vê-se nela a norma e o centro da criação. Sem a violência do combate ou do anátema, com grande suavidade, a feminilidade se eleva a máximo poder histórico. De que modo aceitam esse jugo o guerreiro e o sacerdote, em cujas mãos se achavam todos os meios da luta? Não cabe exemplo mais claro da força indomável que o "sentir do tempo" possui. Em rigor, é tão poderoso que não precisa combater. Quando chega, montado sobre os nervos de uma nova geração, simplesmente se instala no mundo como em propriedade indiscutida.
A vida do varão perde o modelo da etapa masculina e se conforma ao novo estilo. Em vez do combate, suas armas preferem a justa e o torneio, que estão ordenados para serem vistos pelas damas. Os trajes dos homens começam a imitar as linhas do traje feminino, ajustam-se à cintura e abrem-se abaixo do pescoço. O poeta deixa um pouco a gesta em que se canta o herói varonil e modela a trova inventada *sol per domnas lauzar*.
O cavaleiro desvia suas ideias feudais para a mulher e decide "servir" a uma dama, cuja cifra inscreve no escudo. Dessa época provém o culto à Virgem Maria, que projeta nas regiões transcendentes a entronização do feminino, acontecida na ordem sublunar. A mulher se faz ideal do homem e chega a ser a forma de todo ideal. Por isso, no tempo de Dante, a figura feminina absorve o ofício alegórico de tudo quanto é sublime, de tudo quanto se aspira. Afinal de contas, consta pelo Gênesis que a mulher, diversamente do varão feito de barro, é feita de sonho de varão.
Treinado o olhar nesses esquemas do pretérito, que facilmente poderíamos multiplicar, volta-se ao panorama atual e reconhece-se logo que nosso tempo, além de tempo de juventude, é tempo de juventude masculina. O dono do mundo é hoje o rapaz. Esse domínio lhe vem pela força do desdém, não por conquista. A mocidade masculina afirma-se a si mesma, entrega-se a seus gostos e apetites, a seus exercícios e preferências, sem preocupar-se com o resto, sem acatar ou render culto a nada que não seja sua própria juventude. É surpreendente a resolução e a unanimidade com que os jovens decidiram não "servir" a nada nem a ninguém, senão à própria ideia da mocidade. Nada parecia hoje mais obsoleto que o gesto rendido e curvo com que o cavalheiro fanfarrão de 1890 se aproximava da mulher para dizer-lhe uma frase galante, retorcida como uma lasca. As moças perderam o hábito de ser galanteadas, e esse gesto em que há trinta anos ressumavam todas as resinas da virilidade lhes cheiraria hoje a afeminamento.
Porque a palavra "afeminado" tem dois sentidos muito diversos. Em um deles significa o homem anormal que fisiologicamente é um pouco mulher. Esses indivíduos monstruosos existem em todos os tempos, como desvio fisiológico da espécie, e seu caráter patológico os impede de representar a normalidade de qualquer época. Em seu outro sentido, "afeminado" significa simplesmente *homme à femmes*, o homem muito preocupado com a mulher, que gira em torno dela e dispõe suas atitudes e sua pessoa em vista de um público feminino. Em tempos desse sexo, esses homens parecem muito homens; quando sobrevêm etapas de masculinismo, descobre-se o que neles há de efetivo afeminamento, apesar de seu aspecto de mata-mouros.
Hoje, como sempre que os valores masculinos predominaram, o homem estima sua figura acima da do sexo contrário e, consequentemente, cuida de seu corpo e tende a ostentá-lo. O velho "afeminado" chama de afeminamento esse novo entusiasmo dos jovens pelo corpo viril e esse esmero com que o tratam, quando é justamente o contrário. Os rapazes convivem juntos nos estádios e áreas de esporte. Só lhes interessam seu jogo e a maior ou menor perfeição na postura ou na destreza. Convivem, pois, em concurso e emulação perpétuos, voltados para qualidades viris. De tanto se contemplarem nos exercícios em que o corpo aparece isento de falsificações indumentárias, adquirem uma fina percepção da beleza física varonil, que ganha enorme valor a seus olhos. Note-se que só se estima a excelência nas coisas que se entendem. Somente essas excelências, claramente percebidas, arrebatam o ânimo e o comovem.
Daí que as modas masculinas tenham tendido nestes anos a sublinhar a arquitetura masculina do homem jovem, simplificando um tipo de traje tão pouco propício a isso quanto o herdado do século XIX. Era necessário que, sob os tubos de pano em que consiste esse traje horrível, se afirmasse o corpo do futebolista.
Talvez desde os tempos gregos não se tenha estimado tanto a beleza masculina quanto agora. E o bom observador nota que nunca as mulheres falaram tanto e com tal descaro quanto agora dos homens bonitos. Antes sabiam calar seu entusiasmo pela beleza de um varão, se é que a sentiam. Além disso, convém apontar que a sentiam muito menos que atualmente. Um velho psicólogo habituado a meditar sobre esses assuntos sabe que o entusiasmo da mulher pela beleza corporal do homem, sobretudo pela beleza fundada na correção atlética, quase nunca é espontâneo. Ao ouvir hoje com tanta frequência o cínico elogio do homem bonito brotando de lábios femininos, em vez de concluir ingenuamente e sem mais: "A mulher de 1927 gosta superlativamente dos homens bonitos", faz uma descoberta mais funda: a mulher de 1927 deixou de embalar os valores por si mesma e aceita o ponto de vista dos homens que nesta data sentem, com efeito, entusiasmo pela esplêndida figura do atleta. Vê nisso, pois, um sintoma de primeira categoria, que revela o predomínio do ponto de vista varonil.
Não seria objeção contra isso que alguma leitora, examinando sinceramente seu interior, reconhecesse que não se dava conta de ser influenciada em sua estima da beleza masculina pelo apreço que dela fazem os jovens. De tudo aquilo que é impulso coletivo e empurra a vida histórica inteira em uma ou outra direção, nunca nos damos conta, assim como não nos damos conta do movimento estelar que leva nosso planeta, nem do trabalho químico de que se ocupam nossas células. Cada qual crê viver por sua conta, em virtude de razões que supõe personalíssimas. O fato é que, sob essa superfície de nossa consciência, atuam as grandes forças anônimas, os poderosos alísios da história, sopros gigantes que nos mobilizam a seu capricho.
Tampouco sabe bem a mulher de hoje por que fuma, por que se veste assim, por que se empenha em esportes físicos. Cada uma poderá dar sua razão diferente, que terá alguma verdade, embora não a bastante. É muita casualidade que, no presente, o regime da assistência feminina nas ordens mais diversas coincida sempre nisto: a assimilação ao homem. Se no século XII o varão se vestia como a mulher e fazia sob sua inspiração versinhos adocicados, hoje a mulher imita o homem no vestir e adota seus ásperos jogos. A mulher procura encontrar em seu corpo as linhas do outro sexo. Por isso, a nota decisiva das modas atuais está longe de ser a escassez do encobrimento; é todo o contrário. Basta comparar o traje de hoje com o usado na época de outro Diretório maior, 1800, para descobrir a variação essencial, tanto mais expressiva quanto maior é a semelhança. O traje Diretório era também uma simples túnica, bastante curta, quase igual à de agora. Entretanto, aquele nu era um perverso nu de mulher. Agora a mulher vai nua tal qual um rapaz. A dama Diretório acentuava, cingia e ostentava o atributo feminino por excelência: aquela túnica era o caule mais sóbrio para sustentar a flor do seio. O traje atual, aparentemente tão generoso na nudez, ao contrário, oculta, anula, escamoteia o seio feminino.
É um erro psicológico explicar as modas vigentes por um suposto empenho de excitar os sentidos do varão, que se tornaram um pouco indolentes. Essa indolência é fato, e não nego que no corte das roupas e nas atitudes influencie esse propósito incitador; porém as linhas gerais da atual figura feminina estão inspiradas por uma intenção oposta: parecer-se um pouco com o homem jovem. O descaro e o impudor da mulher contemporânea são, acima de femininos, o descaro e o impudor de um rapaz que dá à intempérie sua carne elástica. Tudo ao contrário, pois, de uma exibição lúbrica e viciosa. Provavelmente, as relações entre os sexos nunca foram mais sãs, paradisíacas e moderadas que agora. O perigo está antes na direção inversa. Porque aconteceu sempre que as épocas masculinas da história, desinteressadas da mulher, renderam estranho culto ao amor dórico. Assim, no tempo de Péricles, no tempo de César, no Renascimento.
É, pois, uma tolice perseguir em nome da moral a brevidade das saias em uso. Há nos sacerdotes uma mania milenar contra os modistas. No início do século XIII, nota Luchaire, "os pregadores não cessam de fulminar contra o comprimento exagerado das saias, que são, dizem, uma invenção diabólica". Em que ficamos? Qual é a saia diabólica? A curta ou a comprida?
A quem passou sua juventude em uma época feminina, causa pena ver a humildade com que hoje a mulher, destronada, procura insinuar-se e ser tolerada na sociedade dos homens. Para esse fim, aceita na conversação os temas preferidos pelos rapazes e fala de esportes e de automóveis; e, quando passa a ronda de coquetéis, bebe tal qual um valentão. Essa diminuição do poder feminino sobre a sociedade é causa de que a convivência seja em nossos dias tão áspera. Inventora da *cortezia*, ao retirar-se do primeiro plano social, a mulher trouxe o império da descortesia. Hoje não se compreenderia um fato acontecido no século XVII por ocasião da beatificação de vários santos espanhóis, entre eles Santo Inácio, São Francisco Xavier e Santa Teresa de Jesus. O fato foi que a beatificação sofreu longa demora pela disputa surgida entre os cardeais sobre quem haveria de ser admitido primeiro na beatitude oficial: a dama Cepeda ou os varões jesuítas.
*El Sol*, 3 de julho de 1927.