>> Erupção (Conteúdo FREE)
Quando a pena se junta às nuvens
Muito do que foi contado se vai
Mas as pedras lançadas por Jenny
Como queria, que necessárias não fossem mais
O oitavo andar até pôde ser algo plausível
Diante dos horrores e pesadelos
Mas ninguém é merecedor de crucificação
Muito menos as vítimas, que invariavelmente
Sofrem com os dedos apontados e olhares de vilão
Tem coisas que mudam lentamente
Outras não mudam jamais
A falha do homem reside na crença
De se achar que é perfeito demais pra errar
Derrubam-se as casas e as cartas do castelo
As plantações secam e contaminam o solo
O mal resiste e reside escondido
Vivendo onde mais se esperava proteção
E rouba dos sonhos os pedacinhos
Deixando os desenhos sem sentido
A distribuir versões mentirosas
Que sugam o gosto todinho
No fim os corpos declinam no campo de batalha
Deixando lições por poucos apreendidas
E com armas sempre em mãos
Sem pena nenhuma na erupção
@tiagoandreatto
Tiago do Amaral Andreatto
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>> Encontro Com o Acaso
Hoje a gente se olhou
Hoje a gente sorriu juntos
Eu não te conheci
E você seguiu sem saber quem eu era
Mágico momento,
Gravado num tempo qualquer
Que talvez só volte a se encontrar
Numa outra era
Vamos deixar marcado
Esse encontro com o acaso
Não precisa acontecer
Nada demais a partir daí
Apenas mais um sorriso e um olhar conversando entre si
Num diálogo que nem você ou eu
Saberemos distinguir
Uma conversa sem palavras
Sem falas marcadas
Somente um roteiro vagabundo
Inspirado nos mais belos clássicos do cinema mudo
Dessas que deixa saudade
E uma vontade incontrolável e incoerente
De rever o que se sente
Enquanto a gente pro coração mente
Que amanhã será como hoje
E mais uma vez a gente vai se ver
E se conhecer, por acaso, naquele breve segundo
Conteúdo FREE
Hoje a gente se olhou
Hoje a gente sorriu juntos
Eu não te conheci
E você seguiu sem saber quem eu era
Mágico momento,
Gravado num tempo qualquer
Que talvez só volte a se encontrar
Numa outra era
Vamos deixar marcado
Esse encontro com o acaso
Não precisa acontecer
Nada demais a partir daí
Apenas mais um sorriso e um olhar conversando entre si
Num diálogo que nem você ou eu
Saberemos distinguir
Uma conversa sem palavras
Sem falas marcadas
Somente um roteiro vagabundo
Inspirado nos mais belos clássicos do cinema mudo
Dessas que deixa saudade
E uma vontade incontrolável e incoerente
De rever o que se sente
Enquanto a gente pro coração mente
Que amanhã será como hoje
E mais uma vez a gente vai se ver
E se conhecer, por acaso, naquele breve segundo
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