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História de uma viagem feita à terra do Brasil

Capítulo 24 · História de uma viagem feita à terra do Brasil

Notas da edição de 1889

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[1] O autor escrevia antes da reforma gregoriana do calendário. O equinocio oje é a 21 de Março e 22 de Setembro.

[2] O autor escreve: - Huuassou.

[3] O autor escreve: - Tapemeri.

[4] O autor escreve: - Paraibes.

[5] O autor escreve: - Ouetacas.

[6] O autor escreve: - Margaiat, Cara ia, Tououpinambaoult.

[7] O autor escreve: - Maq-he

[8] O autor escreve: - Cap de Frie.

[9] O autor escreve: - Tououpinambaulis, como sempre o faz.

[10] Os Portuquezes certamente diriam – Rio de Janeiro, que os Francezes converteram em – Geneure. O autor escreve sempre – Guanabara.

[11] O autor escreve: - Conomiouassou.

[12] O autor escreve: - Genipat.

[13] O autor escreve: - Boü-re.

[14] O autor escreve: - Quoniam.

[15] O autor escreve: - Boure.

[16] O autor escreve: - Mauroubi.

[17] O autor escreve: - Aroua.

[18] O autor escreve: - Conomis-miri.

[19] O autor escreve: - Coutouassat.

[20] O autor escreve: - Aipi e maniot.

[21] O autor escreve: - Boucan.

[22] O autor escreve: - Oui-entan e oui-pon.

[23] O autor escreve: - Mingaut.

[24] O autor diz: - Plus de 60 pintes de Pariz. A pinte de Pariz continha 48 polegadas cubicas.

[25] O autor emprega o vocabulo Lansquenets dado outr’ora aos soldados da infanteria aleman.

[26] O autor diz: Trois chopines de Pariz. Cada chopine continha metade da pinte, e equivalia a 5 decilitros.

[27] O autor escreve: - Moussacat.

[28] O autor escreve: - Tapiroussou.

[29] O autor diz: - Boucan e boucaner.

[30] O autor escreve: - Seouassous.

[31] O autor escreve: - Taiassou.

[32] O autor escreve: - Agouti.

[33] O autor escreve: - Sarigoy. É certamente a maritacaca.

[34] O autor escreve: - Tatou.

[35] O autor escreve: - Touous.

[36] O autor diz: - Anne de Paris. A anne de Paris corresponde a 1 metro e 194 milimetros.

[37] O autor escreve: - Ian-ou-are.

[38] É a actual ilha do Governador.

[39] O autor escreve: - Sagouim.

[40] O autor escreve: - Hay.

[41] O autor escreve: - Oura.

[42] O autor escreve: - Arignan-oussú.

[43] O liard, antiga moeda de cobre fanceza, equivale a um quarto de soldo (sou).

[44] O autor escreve: - Iacoutim, iacoupen, iacououassou.

[45] O autor escreve: - Moutou.

[46] O autor escreve: - Acourous.

[47] O autor escreve: - Cherinabané.

[48] O autor escreve: - Tous.

[49] O autor escreve: - Toucou.

[50] O autor escreve: - Toucantabouracé.

[51] O autor escreve: - Gonambuch.

[52] O autor escreve: - Tou.

[53] O autor escreve: - Oussa.

[54] O autor escreve: - Kurema.

[55] O autor escreve: - Camouroupony-ouassou.

[56] O autor escreve: - Pirá-ypochi.

[57] O autor escreve: - Toucon

[58] O autor escreve: - Puissá-ouassou.

[59] O autor escreve: - Araboutan.

[60] O autor escreve: - Copau.

[61] O autor escreve: - Hiuouaré.

[62] O autor escreve: - Choine. É certamente o coité.

[63] O autor escreve: - Sabaucaié.

[64] O autor escreve: - Acaiou.

[65] O autor escreve: - Pacoaire.

[66] O autor escreve: - Panacous. Sam cabazes de palha trançada.

[67] O autor escreve: - Caiou-a.

[68] O autor escreve: - Hetich.

[69] O autor escreve: - Commanda-ouassou

[70] O autor escreve: - Maurougans

[71] O autor escreve: - Peorereaupicheh.

[72] O autor escreve: - Erima, erima, Tououpinambaoults, conomi ouasson, tan, tan.

[73] O autor escreve: - Orapats.

[74] O autor escreve: - Ygat.

[75] O autor escreve: - Aygnan.

[76] O autor escreve: - Sarigoy.

[77] O autor escreve: - Pa che tan tan aiouca atoupave.

[78] O autor escreve: - Pirani-iou.

[79] Je te casseray la tete.

[80] Je te creveray.

[81] No original está: - Un garçon aagé d’environ trois ans.

[82] O autor escreve: - Toupan.

[83] O autor escreve: - Aygnan.

[84] O autor escreve: - Mair atou-assap, acequeiey aygnan atoupané.

[85] Falta aqui o desenho que não reproduzimos.

[86] O autor escreve: - Ouetacas.

[87] O autor escreve: - Moussacats.

[88] O autor escreve: - Tupinenquins.

[89] O autor escreve: - Pindo.

[90] O autor escreve: - Coui.

[91] O autor escreve: - Yabouraci.

[92] O autor escreve: - Erá ioube.

[93] O autor escreve: - Tatapecoua.

[94] As palavras indigenas vam escritas com a ortografia da pronunciação franceza. Si tivessemos de exprimir a pronuncia com a ortografia portugueza, fariamos alterações graficas, que disfigurariam o tipo original do autor.

Quem conhecer o idioma indigena verá, que muitos vocabulos estam estropiados pela pronuncia figurada pêlo autor; e cada qual poderá restabelecel-os e escrevel-os conforme os escrevem os escritores nacionaes entendidos no mesmo idioma.

O autor escreve, por exemplo Arazatuve, kariauc, tapiroussou, toucouar-oussou-tuvi, tupen, os quaes entre nós escrevem-se: - Aracatiba, Carioca, Pitirussú, Taquarussutuba, Tupan, etc.

A reprezentação grafica da pronuncia dos vocabulos brazilicos entre os escritores patrios não é identica, e mostra quam diversamente percebiam a linguagem dos nossos indigenas os primeiros exploradores, que com eles se relacionaram e os ouviram falar. Não temo oje meio de verificar qual a verdadeira e exata pronunciação das palavras tupicas ou guaranis, porque já não temos quem as profira com a dição primitiva; pois faltam individuos que falem a lingua dos aborigenes, como estes a falavam nos tempos do descobrimento do Brazil.

Não admira, que no idioma dos indigenas americanos encontremos variedade na escrituração das palavras, quando das linguas vivas nenhuma tem sistema uniforme de pronunciação e ortografia.

O testo francez correspondente ás palavras acima vae vertido em portuguez. Quem dezejar conhecer o mesmo testo francez, o axará, na obra original de João de Leri, que agora damos traduzida.

[95] O autor escreve: - Maoh-hé e Parai.

[96] Especie de embarcação olandeza.

[97] Ja observamos em nota anterior cair atualmente o equinocio em 21 de Março em razão da reforma gregoriana do calendario cristão.

[98] Sectarios do escritor satirico Francisco Rebelais. O autor emprega a expressão relelistes.

[99] O autor escreve: - Livre des quinouilles.

[100] O autor escreve: - Essores.

[101] O testo diz: - Presque droit bise.

[102] O autor emprega as expressões: - Deux reales e un liard.

História de uma viagem feita à terra do Brasil

Sinopse

Leia gratuitamente História de uma viagem feita à terra do Brasil, de Jean de Léry, em tradução de Tristão de Alencar Araripe, obra quinhentista de viagem sobre a França Antártica e o Brasil em domínio público. Edição digital preparada a partir da tradução publicada em 1889, com capítulos em HTML, capa nova no padrão Literunico, fonte pública validada, leitura online, busca, redes sociais e pesquisa por IA.

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