Universo da obra
Universo da obra
[1] O autor escrevia antes da reforma gregoriana do calendário. O equinocio oje é a 21 de Março e 22 de Setembro.
[2] O autor escreve: - Huuassou.
[3] O autor escreve: - Tapemeri.
[4] O autor escreve: - Paraibes.
[5] O autor escreve: - Ouetacas.
[6] O autor escreve: - Margaiat, Cara ia, Tououpinambaoult.
[7] O autor escreve: - Maq-he
[8] O autor escreve: - Cap de Frie.
[9] O autor escreve: - Tououpinambaulis, como sempre o faz.
[10] Os Portuquezes certamente diriam – Rio de Janeiro, que os Francezes converteram em – Geneure. O autor escreve sempre – Guanabara.
[11] O autor escreve: - Conomiouassou.
[12] O autor escreve: - Genipat.
[13] O autor escreve: - Boü-re.
[14] O autor escreve: - Quoniam.
[15] O autor escreve: - Boure.
[16] O autor escreve: - Mauroubi.
[17] O autor escreve: - Aroua.
[18] O autor escreve: - Conomis-miri.
[19] O autor escreve: - Coutouassat.
[20] O autor escreve: - Aipi e maniot.
[21] O autor escreve: - Boucan.
[22] O autor escreve: - Oui-entan e oui-pon.
[23] O autor escreve: - Mingaut.
[24] O autor diz: - Plus de 60 pintes de Pariz. A pinte de Pariz continha 48 polegadas cubicas.
[25] O autor emprega o vocabulo Lansquenets dado outr’ora aos soldados da infanteria aleman.
[26] O autor diz: Trois chopines de Pariz. Cada chopine continha metade da pinte, e equivalia a 5 decilitros.
[27] O autor escreve: - Moussacat.
[28] O autor escreve: - Tapiroussou.
[29] O autor diz: - Boucan e boucaner.
[30] O autor escreve: - Seouassous.
[31] O autor escreve: - Taiassou.
[32] O autor escreve: - Agouti.
[33] O autor escreve: - Sarigoy. É certamente a maritacaca.
[34] O autor escreve: - Tatou.
[35] O autor escreve: - Touous.
[36] O autor diz: - Anne de Paris. A anne de Paris corresponde a 1 metro e 194 milimetros.
[37] O autor escreve: - Ian-ou-are.
[38] É a actual ilha do Governador.
[39] O autor escreve: - Sagouim.
[40] O autor escreve: - Hay.
[41] O autor escreve: - Oura.
[42] O autor escreve: - Arignan-oussú.
[43] O liard, antiga moeda de cobre fanceza, equivale a um quarto de soldo (sou).
[44] O autor escreve: - Iacoutim, iacoupen, iacououassou.
[45] O autor escreve: - Moutou.
[46] O autor escreve: - Acourous.
[47] O autor escreve: - Cherinabané.
[48] O autor escreve: - Tous.
[49] O autor escreve: - Toucou.
[50] O autor escreve: - Toucantabouracé.
[51] O autor escreve: - Gonambuch.
[52] O autor escreve: - Tou.
[53] O autor escreve: - Oussa.
[54] O autor escreve: - Kurema.
[55] O autor escreve: - Camouroupony-ouassou.
[56] O autor escreve: - Pirá-ypochi.
[57] O autor escreve: - Toucon
[58] O autor escreve: - Puissá-ouassou.
[59] O autor escreve: - Araboutan.
[60] O autor escreve: - Copau.
[61] O autor escreve: - Hiuouaré.
[62] O autor escreve: - Choine. É certamente o coité.
[63] O autor escreve: - Sabaucaié.
[64] O autor escreve: - Acaiou.
[65] O autor escreve: - Pacoaire.
[66] O autor escreve: - Panacous. Sam cabazes de palha trançada.
[67] O autor escreve: - Caiou-a.
[68] O autor escreve: - Hetich.
[69] O autor escreve: - Commanda-ouassou
[70] O autor escreve: - Maurougans
[71] O autor escreve: - Peorereaupicheh.
[72] O autor escreve: - Erima, erima, Tououpinambaoults, conomi ouasson, tan, tan.
[73] O autor escreve: - Orapats.
[74] O autor escreve: - Ygat.
[75] O autor escreve: - Aygnan.
[76] O autor escreve: - Sarigoy.
[77] O autor escreve: - Pa che tan tan aiouca atoupave.
[78] O autor escreve: - Pirani-iou.
[79] Je te casseray la tete.
[80] Je te creveray.
[81] No original está: - Un garçon aagé d’environ trois ans.
[82] O autor escreve: - Toupan.
[83] O autor escreve: - Aygnan.
[84] O autor escreve: - Mair atou-assap, acequeiey aygnan atoupané.
[85] Falta aqui o desenho que não reproduzimos.
[86] O autor escreve: - Ouetacas.
[87] O autor escreve: - Moussacats.
[88] O autor escreve: - Tupinenquins.
[89] O autor escreve: - Pindo.
[90] O autor escreve: - Coui.
[91] O autor escreve: - Yabouraci.
[92] O autor escreve: - Erá ioube.
[93] O autor escreve: - Tatapecoua.
[94] As palavras indigenas vam escritas com a ortografia da pronunciação franceza. Si tivessemos de exprimir a pronuncia com a ortografia portugueza, fariamos alterações graficas, que disfigurariam o tipo original do autor.
Quem conhecer o idioma indigena verá, que muitos vocabulos estam estropiados pela pronuncia figurada pêlo autor; e cada qual poderá restabelecel-os e escrevel-os conforme os escrevem os escritores nacionaes entendidos no mesmo idioma.
O autor escreve, por exemplo Arazatuve, kariauc, tapiroussou, toucouar-oussou-tuvi, tupen, os quaes entre nós escrevem-se: - Aracatiba, Carioca, Pitirussú, Taquarussutuba, Tupan, etc.
A reprezentação grafica da pronuncia dos vocabulos brazilicos entre os escritores patrios não é identica, e mostra quam diversamente percebiam a linguagem dos nossos indigenas os primeiros exploradores, que com eles se relacionaram e os ouviram falar. Não temo oje meio de verificar qual a verdadeira e exata pronunciação das palavras tupicas ou guaranis, porque já não temos quem as profira com a dição primitiva; pois faltam individuos que falem a lingua dos aborigenes, como estes a falavam nos tempos do descobrimento do Brazil.
Não admira, que no idioma dos indigenas americanos encontremos variedade na escrituração das palavras, quando das linguas vivas nenhuma tem sistema uniforme de pronunciação e ortografia.
O testo francez correspondente ás palavras acima vae vertido em portuguez. Quem dezejar conhecer o mesmo testo francez, o axará, na obra original de João de Leri, que agora damos traduzida.
[95] O autor escreve: - Maoh-hé e Parai.
[96] Especie de embarcação olandeza.
[97] Ja observamos em nota anterior cair atualmente o equinocio em 21 de Março em razão da reforma gregoriana do calendario cristão.
[98] Sectarios do escritor satirico Francisco Rebelais. O autor emprega a expressão relelistes.
[99] O autor escreve: - Livre des quinouilles.
[100] O autor escreve: - Essores.
[101] O testo diz: - Presque droit bise.
[102] O autor emprega as expressões: - Deux reales e un liard.
Leia gratuitamente História de uma viagem feita à terra do Brasil, de Jean de Léry, em tradução de Tristão de Alencar Araripe, obra quinhentista de viagem sobre a França Antártica e o Brasil em domínio público. Edição digital preparada a partir da tradução publicada em 1889, com capítulos em HTML, capa nova no padrão Literunico, fonte pública validada, leitura online, busca, redes sociais e pesquisa por IA.
Ainda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.
Uma seleção criada para acompanhar a atmosfera, os personagens e os caminhos desta obra.
Escolha a arte, confira a disponibilidade e adicione o produto ao carrinho sem sair da experiência.
Adquira Relíquias da Obra e deixe sua marca registrada, criando valor ao item!
Capítulos disponíveis para continuar a leitura.
Nenhuma Relíquia desta obra foi adquirida ainda. Seja o primeiro a eternizar seu nome no acervo oficial!
Conhecer as 100 RelíquiasAinda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.
Nenhuma posse foi registrada publicamente para esta edição.
Durante a leitura, abra Menu para ajustar a experiência sem sair do capítulo. As preferências de aparência ficam salvas neste aparelho.
Recursos identificados como “em preparo” aparecem para antecipar a evolução do leitor, mas ainda não executam uma ação.
Posso mostrar leituras em destaque, clássicos e Relíquias disponíveis agora no Literúnico.
Escolha um caminho
Dúvidas desta página
As explicações do Aurélio são respostas cadastradas pelo Literúnico.